No meu prédio morava uma sexagenária de nome Anita que de uma forma incompreensível me excitava; sempre que nos encontrávamos eu me quedava olhando para ela imaginando-a nua me servindo; Anita vestia-se de maneira despojada, sempre com os cabelos tingidos desgrenhados, calçando chinelos gastos e um ar de carência eterna. Certo dia, desci até a lavanderia comunitária e lá dei com ela de quatro, cabeça enfiada dentro da secadora parecendo alcançar alguma peça perdida do lote; o vestido e a posição enalteciam a bunda colossal que imediatamente fez meu brinquedo endurecer correspondendo à provocação visual que tinha diante de mim; quando ela se ergueu trazendo em uma das mãos uma minúscula calcinha de renda não escondeu o encabulamento de me ver ali observando-a com um olhar faiscante. Anita tinha dificuldade em se levantar e eu corri para ajudá-la deixando-a ainda mais sem jeito com meu toque firme. A partir daquele encontro ganhamos uma certa proximidade e sempre que nos encontrávamos ela fazia questão de conversar comigo; passadas algumas semanas ela e eu nos vimos no hall de elevadores e subimos juntos. “Não, Anita …, eu não tenho ninguém fixo e não faço amor …, eu fodo com força!”, foi minha resposta quando ela perguntou se eu tinha uma parceira fixa para transar; ela reagiu com um risinho nervoso evitando me encarar; logo a seguir ela comentou que eu devia ter várias mulheres mais novas à minha disposição; não contive uma gargalha enfática antes de responder. “Na verdade, tenho sim …, novas, maduras e sexagenárias …, assim como você! E quer saber? Essas últimas são as melhores pra foder!”, respondi me aproximando um pouco mais dela. Anita não escondeu a mescla de constrangimento e estupefação com a minha resposta, mas antes que pudéssemos prosseguir naquela conversa a porta do elevador se abriu e ela tratou de sair rapidamente. Ficamos sem nos encontrar por alguns dias até que uma tarde, retornando do trabalho vi Anita saindo de um mercadinho próximo de casa carregando algumas sacolas com certa dificuldade; imediatamente, parei o carro e fui até ela oferecendo uma carona; de início ela recusou, porém eu argumentei que uma tempestade estava por vir e que seria mais seguro que ela viesse comigo; mesmo um pouco reticente, Anita acabou aceitando e durante o trajeto uma borrasca desabou sem aviso enquanto eu já descia a rampa da garagem do prédio. Enquanto manobrava na vaga notei um olhar inquietante de Anita em minha direção e não perdi a chance de provocá-la perguntando se a minha presença a deixava de calcinha molhada. “Pra te dizer a verdade, estou sim com a xereca úmida …, mas não estou usando uma calcinha!”, respondeu ela com tom hesitante com olhar cabisbaixo; confesso que tive vontade de rir, mas mantive o controle já perguntando porque motivo ela estava sem a peça íntima. “As vezes …, nem sempre é verdade, eu gosto de sentir a esfregação no meio das pernas …, tem um gostinho de safadeza …, por favor não conte isso a ninguém!”, respondeu ela com tom receoso; tive então certeza de que aquela era a minha deixa e perguntei se ela tinha vontade de experimentar algo ainda melhor; Anita emudeceu baixando o olhar indicando que se sentia insegura quanto à resposta. “Preciso te avisar que minha pegada é forte, mas no fim tudo acaba bem …, eu te garanto!”, emendei intencionalmente. Anita continuou pensando e hesitando e eu sugeri que levássemos suas compras para o apartamento e depois ela me responderia. “Se você não sair por aí contando vantagem …, acho que não tenho nada a perder, afinal!”, sussurrou ela já dentro do elevador sem coragem para me encarar. Descemos do elevador e entramos em seu apartamento com ela se dirigindo para a cozinha sugerindo que eu a acompanhasse; ficamos frente e frente e eu expliquei sem muitos detalhes sobre as minhas preferências alertando que poderíamos ter uma palavra de segurança, sendo que caso eu passasse algum limite indesejado bastaria que ela pronunciasse a tal palavra. Assim que ela concordou sugeri que fôssemos para o meu apartamento onde o ambiente seria mais apropriado e mesmo um pouco apreensiva ela aceitou a proposta; mal havíamos entrado no elevador eu a empurrei contra a parede do fundo apertando suas mamas por cima do vestido largo já descendo a mão para dentro da roupa descobrindo a gruta quente e molhada que foi explorada meticulosamente provocando um gozo que ela não conseguiu conter soltando um gemidinho de puta no cio. Já no meu apartamento não fiz cerimônia em rasgar o vestido deixando Anita nua e com um ar indefeso; observei o corpo desnudo com mamas flácidas coroadas por mamilos proeminentes, a barriga formando um quase pequeno avental ocultando parcialmente a vulva de logo descobri depilada; ante o olhar incrédulo de Anita tirei minhas roupas exibindo o bruto enrijecido e pulsante. “Venha até mim, minha puta peituda …, fique de joelhos e saboreie o que te anseia!”, ordenei com tom enfático e um pouco ríspido; Anita se aproximou e se pôs de joelhos tomando o bruto nas mãos explorando suas dimensões, gesto que durou pouquíssimo tempo, pois, sem aviso ela o fez desparecer dentro de sua boca ávida me premiando com uma mamada tão esfomeada que fui obrigado a conter para mostrar a ela quem mandava. Segurei sua cabeça socando o bruto com força contra a sua boca. Anita por sua vez cingiu o membro pela base numa tentativa de limitar a profundidade de meus golpes, comportamento que mereceria um castigo, mas que eu relevei naquele momento, pois tudo que estava por vir compensaria; sem aviso, peguei-a pelos cabelos e ordenando que ela me acompanhasse engatinhando até o quarto e ela obedeceu; mandei então que ela subisse sobre a cama e se colocasse na posição de decúbito ventral empinando o traseiro e afundando o rosto sobre o travesseiro; de início apreciei aquela bunda exorbitante alva dotada de uma flacidez fruto de celulite e senti o bruto pulsar; munido de uma chibata de cavalaria chicoteei as nádegas até ficarem quentes e avermelhadas. O passo seguinte foi untar e dedar o selo anal da vadia que até esboçou uma pífia resistência acabando por ceder diante das sensações que desfrutava. Pincelei o rego com a cabeça do bruto e de surpresa arremeti com força rompendo o orifício que foi dolorosamente laceado entre gritos histéricos e gemidos estridentes de Anita que me obrigaram a segurá-la com força pela cintura larga impedindo que fugisse da curra; pouco a pouco fui enterrando o bruto com ela resmungando e grunhindo impedida de recuar vendo-se às voltas e lidar com o empalamento que chegou ao seu fim com o membro engolido pelo selo arregaçado; não esperei para que ela se acostumasse com o invasor iniciando uma série de socadas fortes e profundas a ponto de chacoalhar as nádegas flácidas no ritmo dos meus movimentos. Quanto mais Anita resmungava, mais eu entuchava o bruto o mais fundo possível sacando até o ponto em que apenas a glande permanecia em seu interior retomando a penetração com mais fúria e velocidade. E para minha surpresa, repentinamente, os resmungos e grunhidos deram lugar a gemidos luxuriosos que indicavam que ela desfrutava de uma experiência sensorial estupenda com o anúncio de que estava a usufruir de intensos e sucessivos orgasmos. Com esse estímulo adicional me vi golpeando como mais força e veemência atingindo um limite fisiológico que cobrava um alto preço, mas que mesmo assim não me refreava meu ímpeto de currar e sexagenária cujos sons e frases inaudíveis funcionavam como uma instigação que não podia ser renegada. Por fim, ejaculei inundando o rabo de Anita que ainda experimentou um gozo derradeiro de voraz intensidade; saquei o membro, mantendo suas nádegas separadas para apreciar o espetáculo do sêmen sendo expelido escorrendo e tênue filete. Abracei-a sobre a cama e perguntei o que tinha achado da experiência ao que ela me respondeu que fora um dos momentos inesquecíveis de sua vida. Algumas semanas depois e muitas curras além, levei-a a um estúdio de tatuagem cujo proprietário, meu amigo, já estava instruído a colocar um piercing triangular atravessando o capuz e passando por baixo do clítoris, aplicação que fiz questão de acompanhar me divertindo com o assanhamento de Anita que ficou exultante com o resultado final da pequena intervenção. A bem da verdade, Anita se tornou minha presa predileta demonstrando um apego a tudo que eu lhe propunha sempre sabendo que o resultado final seria prazeroso por demais. Por mais de uma vez brinquei com o apetrecho colocado em sua vulva assim como fiz com que usasse um plug anal que a deixou ainda mais excitada com enorme vontade de aprender tudo que eu tivesse para lhe ensinar. E como um predador zeloso cuidei de Anita permitindo que ela me servisse quando bem quisesse, deleitando-se com o prazer que lhe proporcionava. Por vezes, depois de uma foda homérica ela passava a noite comigo afirmando que precisava se sentir protegida por mim.
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