Assédio e Chantagem (Ou quem com ferro fere ...)



Nunca fui santo, embora diante da minha esposa procurasse manter as aparências a todo custo sempre evitando situações nas quais ela pudesse descobrir o quanto seu marido era um safado descarado. E as oportunidades surgiam sem que eu precisasse procurar; uma delas foi com a Gisele, esposa do meu chefe, uma loira gostosona, assídua frequentadora de academia de ginástica onde além das atividades físicas não perdia a chance de pegar um macho para foder; meu encontro com ela foi acidental, mas também providencial. Estava saindo da academia que meu gympass, quando eu a vi no estacionamento entre beijos e amassos com um marombeiro e não perdi o lance de tirar algumas fotos sem que o casal percebesse … a partir desse evento era só correr pro abraço. “Oi, Dona Gisele, será que posso falar com a senhora um minuto?”, perguntei ao abordá-la depois que ela viera almoçar com o marido.
Gisele me olhou de cima a baixo com uma expressão de desdém antes de perguntar qual o motivo da conversa. “Acho melhor irmos para um lugar mais discreto, pois o que eu tenho para lhe mostrar é um tanto delicado!”, respondi com tom maroto; a muito custo ela acabou cedendo e fomos até a garagem do prédio onde procurei um local longe das câmeras e lhe mostrei as fotos que tinha no celular; Gisele não escondeu a estupefação com o que estava vendo e não demorou a perguntar quanto eu queria pelas fotos. Eu não contive um risinho de escárnio saboreando o momento e observando o desconforto dela em se ver à mercê de um subalterno do seu marido.
-Eu não quero dinheiro … quero outra coisa – respondi com tom irônico – quero você pelada mamando minha pistola …
-Você não tem vergonha na cara de me fazer uma proposta como essa? – questionou ela com tom arrogante – tá achando que sou uma puta?
-Imagina! Não acho … tenho certeza! – respondi com escárnio – ou vai me dizer que esse lance aqui nas fotos foi apenas eventual? Então o negócio é o seguinte: quero você pelada mamando meu pinguelo … Ah! E quero fazer isso na sua casa!
Gisele não escondeu sua revolta, me xingando e posando de vítima do meu abuso, porém eu me mantive inflexível apenas repetindo que era isso ou seu marido receberia as fotos; depois de alguns minutos me ofendendo, ela concluiu que não tinha saída, acabando por se render apenas argumentando que não podia ser em sua casa alegando uma série de justificativas. “Olha, sua vadia é na sua casa ou nada feito, entendeu?”, arrematei com tom ameaçador; se vendo sem escapatória da minha ameaça ela pediu meu número de celular para combinar uma dia pela manhã em que ela estaria sozinha.
-O melhor é você me passar seu número – respondi abrindo o aplicativo – mas olha, sem enrolação, entendeu ou seu marido corno vai descobrir que além de corno é manso!
Dois dias se passaram até Gisele me enviar uma mensagem avisando que na manhã do dia seguinte poderíamos nos encontrar; e no horário combinado lá estava eu em frente ao luxuoso condomínio onde ela e seu marido residiam; Gisele me recebeu na porta usando uma espécie de saída de banho e pediu que eu entrasse. “Podemos fazer isso aqui mesmo? Tem problema pra você?”, perguntou ela com um tom despachado. Por um momento pensei em aceitar a proposta, porém me sentia o dono da bola mandando na loira safada.
-Acho que o melhor lugar seria no quarto do casal – respondi com o mesmo tom maroto – mas trate de tirar a roupa aqui mesmo!
Gisele então abriu a indumentária deixando que ela escorresse ao longo de seu corpo ficando nua diante de meu olhar extasiado; a loira tinha um corpo curvilíneo dotado de mamas de tamanho médio com alguma firmeza, um ventre moldado e uma região pubiana perfeitamente depilada; tudo isso acompanhado de coxas e pernas bem torneadas e uma cintura bastante proporcional; com um olhar enigmático ela me deu as costas tomando o rumo do corredor que dava para o quarto do casal comigo seguindo-a tomado por um enorme tesão que fazia minha pistola pulsar dentro da calça.
No interior do recinto conjugal, Gisele não perdeu tempo se pondo de joelhos diante de mim e cuidando de abrir minha calça libertando o bruto que ela cingiu pela base dando apertões antes de dar início a uma sequência de lambidas provocantes que antecederam o momento seguinte em que ela fez o bruto desaparecer dentro de sua boca gulosa. Desfrutei de uma mamada tão suculenta que tive que conter o ímpeto de gozar antes do tempo já que Gisele tinha uma habilidade oral invejável que me fez sentir ciúmes do seu marido corno. “Mas você disse que era apenas uma mamada … agora quer me foder?”, perguntou ela com tom irritadiço quando me desvencilhei da sua boca mandando que ficasse de quatro sobre a cama.
-Posso fazer o que bem quiser, sua vadia! – retruquei com tom grosseiro – e tem mais! Não quero foder essa buceta que não tem dono … o que eu quero é te enrabar com força!
Gisele não escondeu o desespero com minha intenção argumentando que apenas seu marido tivera o direito de romper seu lacre, mas isso serviu apenas para me deixar mais excitado. “Melhor ainda! Afinal eu tenho o direito de aproveitar esse buraquinho que não foi usado por mais ninguém além dele! Vamos logo, sua piranha!”, arrematei apontando para cama. Gisele exibiu uma feição derrotada enquanto tomava posição sobre a cama exibindo seu traseiro exuberante cujas nádegas perfeitas se empinavam enquanto ela afundava o rosto no travesseiro. “Ali naquela gaveta tem gel lubrificante … por favor não me machuque!”, pediu ela com tom suplicante usando as próprias mãos para separar as nádegas revelando o rego entre elas.
Untei a região com o gel aproveitando para dedar o orifício ouvindo Gisele resmungar baixinho, porém sem arredar pé da posição; após besuntar o bruto me coloquei atrás dela e comecei pincelando o rego com a glande ao som dos gemidos abafados de Gisele até o momento em que dei a primeira socada … e depois outra … a mais outra até finalmente obter êxito em romper o selo num laceamento que permitiu a penetração inicial; Gisele deu um gritinho histérico e embora eu a tenha segurado pela cintura a fim de impedir sua fuga, percebi que ela não tinha nenhuma intenção de recuar diante do inevitável.
Fui enterrando o bruto lentamente saboreando a sensação de romper aquele cuzinho suculento ao mesmo tempo em que apertava as nádegas com força alternando com sonoros tapões que faziam Gisele soltar gritinhos histéricos e gemidos exasperados; ao sentir o bruto entranhado nas carnes da loira safada me quedei imóvel por alguns minutos usufruindo da delirante sensação de empalar aquele rabo apetitoso; em seguida dei início a uma sucessão de socadas alucinantes que eram respondidas com mais gritos e resmungos embargados.
“Argh! Ahnnn! Vai devagar! Tá doendo! Aiii! Devagar, por favor! Argh!”, suplicava ela com a voz entrecortada reação que me deixava com mais tesão de currá-la como merecia; não contive meu ímpeto socando com mais força e profundidade, alheio aos reclamos da fêmea que após algum tempo já não mais reclamava, mas gemia insinuando que a dor fora mitigada pelo tesão avassalador que a enlouquecia a ponto de me provocar a foder com mais força. “Ahhh! Fode! Fode com força! Arregaça meu cu, seu descarado! Me rompe, seu puto! Ahnnn! Isso! Isso! Assim! Ahhh!”, balbuciava ela correspondendo aos meus golpes atirando seu traseiro contra meu ventre numa clara provocação para que nossa foda se tornasse ainda mais alucinante. Atingimos então o ponto em que o suor prorrompia por todos os poros, a respiração se tornava quase ofegante e o clímax se avizinhava inexorável.
Diante de tanto esforço meu corpo começou a cobrar seu preço e antes que eu pudesse anunciar, o gozo sobreveio acompanhado de espasmos e retesamentos musculares involuntários jateando uma carga de esperma que inundou as entranhas de Gisele que reagiu anunciando que também ela estava a atingir um gozo simplesmente eufórico e delirante. Ao cabo do meu orgasmo me mantive engatado segurando-a com força pela cintura e buscando alguma recuperação que parecia tão distante quanto impossível. Quando nos desvencilhamos tive que firmar as pernas que bambeavam impondo que eu corresse o risco de cair. Gisele, por sua vez, estirou-se sobre a cama ainda ofegante balbuciando frases desconexas.
Pouco mais de meia hora depois eu estava tomando uma ducha revigorante e ao retornar ao quarto descobri que Gisele adormecera derrotada pelo esforço a que fora submetida. Sem a intenção de acordá-la vesti minhas roupas e fui embora sendo que ao longo do dia tive que me esforçar para não rir de escárnio todas as vezes em que precisava conversar com meu chefe e contendo a vontade de chamá-lo de corno manso. Semanas se passaram até receber uma mensagem de Gisele cobrando o pagamento de sua dívida exigindo que eu lhe entregasse as fotos comprometedoras; ponderei que poderia usufruir um pouco mais do meu trunfo e exigi mais uma mamada. “Tá bom! Mas essa é a ultima! E eu quero as fotos e também quero que você garanta que elas não foram salvas em alguma nuvem!”, escreveu ela em resposta.
Aceitei seus termos e marcamos a mamada para a manhã do dia seguinte no mesmo horário; e não é que a cadela já estava pelada a minha espera! Gisele não perdeu tempo em me despir e ali mesmo na sala se pôs de joelhos tomando o bruto enrijecido na mão dando longas lambidas antes de fazê-lo desaparecer em sua boca gulosa. Gisele mamou com um esmero ainda maior que o anterior e por algumas vezes conteve meu clímax mantendo o membro apertado pela base com a glande aprisionada entre seus lábios, me fazendo reconhecer que ela era uma boqueteira de respeito! Quando cheguei a pensar que Gisele me finalizaria ela interrompeu a mamada olhando fixamente para o meu rosto. “Já senti esse cacete no meu cu e também na minha boca … quero senti-lo na minha xereca que já está molhadinha!”, disse ela com um tom ansioso e enfático me fazendo pensar que homem eu seria caso não atendesse a um pedido irrecusável!
Fomos para o quarto onde ela se deitou com as pernas abertas me chamando para uma boa foda; começamos trepando no bom estilo “missionário”, comigo mantendo um ritmo de movimentos pélvicos acentuados enquanto apertava as mamas de Gisele, ora chupando, ora mordiscando os mamilos com voracidade arrancando gritos e gemidos.
Em retribuição ela gozava com fartura lambuzando nossos ventres com seu néctar exigindo que eu mantivesse uma cadência cheia de intensidade e profundidade. Algum tempo depois estávamos na posição cachorrinho com a vadia golpeando meu ventre com seu traseiro suculento até que atingíssemos uma sincronia perfeita feita de golpes e contragolpes cada vez mais céleres e vorazes; Gisele não dava trégua procurando extrair todo o prazer que eu pudesse lhe proporcionar deixando de lado a maneira como nos aproximamos conduzindo aquela foda para algo mais íntimo e concupiscente. Aquela fêmea adúltera e tarada me sujeitou a uma prova de resistência que exigia uma concentração para não decepcioná-la e muito menos a mim.
Gisele insistiu para que mais uma vez trocássemos de posição com ela me cavalgando ferozmente, quicando sobre o membro que ela conduzira para dentro de si ao mesmo tempo em que trazia minhas mãos para suas mamas pedindo que eu as apertasse e beliscasse os mamilos sendo que atender ao seu pedido descobri que o gesto ampliava ainda mais o tesão da fêmea que experimentou uma onda orgásmica que parecia não ter mais fim. Todo o esforço a que estava sendo submetido minava minha energia e também minha resistência que de tão pífia já claudicava rumo ao inevitável; ainda assim procurei um último esforço antes de capitular em um gozo que mesclava prazer, dor, alívio e uma profunda prostração. Gisele permaneceu em cima de mim fitando meu rosto com uma expressão de regozijo vitorioso da fêmea que derrotou o macho, e eu não tinha sequer como contestar esse fato.
Após uma brevíssima trégua, Gisele voltou a carga colocando-se sobre mim em posição invertida que permitia a ela abocanhar o bruto enquanto esfregava sua buceta quente e molhada em meu rosto incitando um banho de língua que ofereci com muita dedicação obtendo novo êxito em fazê-la desfrutar de mais orgasmos sacudindo seu corpo; ao seu turno ela não só conseguiu fazer o membro renascer das cinzas como também oportunizou uma mamada bem feita que me conduziu para mais um orgasmo alucinante. A final de tudo Gisele me transformara em um macho exaurido e sem forças para sequer conseguir se movimentar impondo que precisasse aguardar algum tempo até ser capaz de me apoiar sobre as próprias pernas que ainda assim bambeavam involuntárias. Diante dela apaguei as fotos comprometedoras do meu celular e da nuvem onde elas estavam arquivadas.
Dias depois fui surpreendido por uma promoção inesperada acompanhada de um bom aumento salarial; e por mais que eu me achasse merecedor, era um acontecimento bastante incomum, especialmente vindo do meu chefe que sempre se mostrara reticente com esse tipo de gesto. Por outro lado minha esposa adotara um comportamento distante sempre evitando uma trepada com desculpas esfarrapadas que não me convenciam. De vez em quando ela se limitava a uma mamada rápida ou uma punhetinha mal dada o que me deixava subindo pelas paredes com o tesão me consumindo pelas bordas.
Nesse clima, recebi uma mensagem de Gisele acompanhada de um vídeo curto e ao vê-lo fiquei embasbacado, pois o que ele mostrava era algo absurdamente chocante, mas também excitante de uma maneira torpe; as cenas que se desenrolavam mostravam minha esposa de quatro na nossa cama sendo enrabada pelo meu chefe cujas socadas vigorosas chegavam a chacoalhar o corpo de minha mulher. E enquanto eu procurava me recuperar do choque daquela mensagem chocante recebi outra de Gisele que dizia: “Chumbo trocado, não dói, meu bem!”.
Foto 1 do Conto erotico: Assédio e Chantagem (Ou quem com ferro fere ...)

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Ficha do conto

Foto Perfil trovão
bemamado

Nome do conto:
Assédio e Chantagem (Ou quem com ferro fere ...)

Codigo do conto:
265171

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
23/06/2026

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