O PRIMEIRO BOQUETE NUNCA SE ESQUECE!

Aninhada entre as pernas do macho, segurando e apertando a base da pistola grande e grossa pulsando com tanta energia que chega a fazer minha mão vibrar, sinto a xereca ardente e chorosa me premiando com um gozo após o outro relembro de como um boquete é capaz de me proporcionar tanto ou mais prazer que uma pirocada; dando eloquentes lambidas ao longo do bruto e aprisionando a glande entre os lábios esmagando-a com a língua desfruto de um prazer tão avassalador que me impele a prosseguir proporcionando um êxtase alucinante. Ao iniciar a mamada me esmero em dar e ao mesmo tempo obter toda a satisfação que merecemos e sempre garanto que o parceiro, como agora, saiba que está recebendo o melhor boquete de sua vida e enquanto ele geme e suspira eu abafo meus gemidos de prazer engolindo aquela vara dura, com veias saltadas obtendo uma exitosa onda orgásmica que me faz estremecer e também me deixar tão arrepiada que chego a pensar que posso morrer e mesmo assim estaria feliz … de verdade não sei se alguém já morreu mamando uma piroca, mas isso não importa!
Finalizei o macho que rosnou rouco enquanto atingia seu ápice gozando com tanta fartura que mal dei conta de reter sua carga que acabou nos deixando ambos lambuzados, eu no rosto e ele em seu ventre; minutos depois, deitada ao seu lado acariciando seu peito peludo eu me deixava levar pelas memórias … memórias do meu primeiro boquete … delicioso e inesquecível; na verdade não foi o primeiro, já que eu exercitei antes com alguns colegas de classe que dada a afobação típica da adolescência acabavam capitulando antes que eu pudesse descobrir o prazer que uma mamada prolongada poderia me oferecer … e isso me deixava agoniada ansiando encontrar um macho que me levasse pelas veredas do prazer …
E esse homem surgiu do nada, simplesmente aparecendo em minha vida como atendendo a um chamado inconsciente; no início foi um flerte que parecia inocente com ele me observando na saída do Liceu que eu frequentava no último ano do curso técnico; ele era um negro alto e musculoso, com a cabeça raspada e a barba bem escanhoada cujo olhar incendiava minhas entranhas que ardiam de tesão; eu nunca me achei atraente, pois além de gordinha, com mamas e bunda acima da média, cabelos encaracolados ruivos naturais tinha a pele coberta por sardas que me incomodavam; quando me examinava pelada diante do espelho não conseguia compreender como um macho como aquele se interessaria em mim de fato … além do mais, ficávamos apenas na troca de olhares e sorrisos que não evoluíam para algo mais íntimo.
Um dia ele estava sentado sobre o capô de um carro esportivo e assim que eu passei por ele fingindo estar alheia à sua presença, ele me tomou pelo braço com uma gentil firmeza enquanto me conduzia para dentro do veículo; deixei que o instinto de fêmea curiosa me conduzisse e logo estávamos rodando para um destino que somente ele conhecia; depois de uns vinte minutos estávamos em frente a uma casa onde ele embicou o carro, desceu, abriu a porta da garagem para que entrássemos. Quando ele me fez descer do veículo, enlaçou seus braços em torno da minha cintura e procurou minha boca selando um beijo ávido.
Era a primeira vez que senti uma língua ágil e abusada dentro de minha boca fazendo tanta estripulia que meu corpo imediatamente reagiu tomado por arrepios ardorosos, intumescendo meus mamilos que chegaram a doer e fazendo minha xereca vibrar lacrimejante; pouco depois ele me tomou em seu colo e juntos fomos para dentro da casa seguindo em direção ao quarto onde ele me depositou sobre a cama permanecendo de pé me fitando com uma expressão inquietante.
Com movimentos meticulosos ele se despiu exibindo toda a exuberância de um macho vigoroso, dono de um dote de dimensões alarmantes que já pulsava insolente e provocante; ele então se pôs de joelhos sobre a cama ao meu lado com o bruto ao alcance de minha boca … palavras eram desnecessárias, bastando apenas nossos olhares carregados de luxúria; segurei o membro com uma das mãos explorando suas dimensões e vibrando com sua rigidez e sem rodeios tomei-o em minha boca desferindo uma mamada eloquente. Aquele homem, que eu sequer sabia o nome, vibrava entre gemidos desfrutando do prazer que minha mamada lhe proporcionava ao mesmo tempo que ele me retribuía com a chegada do primeiro orgasmo sem a necessidade de manipulação ou penetração e sua eloquência foi tão alarmante que me obrigou a gemer entre engasgos ansiando por mais êxtases como aquele.
E a medida em que eu me concentrava em mamar aquele pinguelo exuberante mais eu recebia em troca sob a forma de gozos que se sucediam em ondas fazendo meu corpo estremecer e a pele arrepiar enquanto o néctar vertia copioso de minha xereca quente e muito úmida. Nos quedamos naquele interlúdio sem noção de tudo mais ao nosso redor importando apenas quanto prazer éramos capazes de extrair de nossos corpo ... a certa altura fomos podados da possibilidade de continuar com ele relaxando e retesando involuntariamente os músculos até culminar em um espasmo que o levou ao ápice em um gozo tão abundante que quase me fez engasgar e perder o fôlego, porém exigindo que eu me esforçasse para reter e engolir o néctar agridoce que vertia para dentro de mim.
Não perdi a oportunidade de manter o bruto em minha boca sentindo-o esmorecer lentamente até escorregar para fora; eu e o sujeito nos entreolhamos e sorrimos com ele vindo se deitar ao meu lado permitindo que nos abraçássemos; eu me acolhi entre seus braços me sentindo feliz, segura e satisfeita ... adormecemos e quando acordei me vi sozinha sobre a cama; ainda estava vestida e após me levantar saí em busca dele; encontrei-o na cozinha tomando café que me ofereceu em sua caneca; me aproximei, tomei a caneca nas mãos e sorvi a bebida fumegante em pequenos goles.
Assim que terminei ele me puxou para si e começou a me despir, peça por peça parecendo se deliciar não apenas com o ato mas também com a visão de minha nudez surgindo aos poucos; logo eu estava nua de pé ao lado dele que não perdeu tempo em me pôr sobre seu colo; mais olhares e mais beijos lascivos comigo sentindo os dedos de sua mão dando suaves beliscões em meus mamilos que intumesceram de imediato; ele também alternou minhas mamas em sua mão apreciando sua textura e formato. Não contive um longo suspiro quando ele, finalmente, alternou os bicos em sua boca ora lambendo, ora chupando e ora mordiscando causando longos arrepios percorrendo minha pele.
Repentinamente senti sua mão entre as minhas pernas avançando em direção à gruta que ele se incumbiu de dedilhar, esfregar e apertar o grelo já durinho e pulsante; mais beijos seguidos de mais carícias ... aquele homem me seduzia de uma forma avassaladoramente inexplicável e ao mesmo tempo estimulante enquanto eu sentia seu membro avolumar-se entre a parte inferior das coxas chegando a cutucar minhas nádegas; e num breve sussurro rouco em meu ouvido ele perguntou se eu gostaria de tê-lo em minha boca mais uma vez ... respondi pulando de seu colo e me pondo de joelhos entre suas pernas já tomando o membro nas mãos vibrando com sua firmeza em minha mão. Dei alguns apertões na base enquanto lambia a glande como quem saboreia um delicioso picolé ouvindo-o gemer baixinho acariciando meus cabelos.
E mais uma vez eu abocanhava o bruto mamando com eloquência não perdendo a chance de amassar suas bolas, prendendo a glande entre os lábios enquanto aplicava uma punheta lenta e ainda mirando seu rosto e a expressão incendiária em seu olhar ... foi nesse clima que experimentei o primeiro orgasmo dessa nova sessão e me dediquei com todo o esmero buscando a merecida retribuição que veio em uma vertente vertiginosa de êxtase quente e copioso escorrendo da minha vulva ardente ... eu fora premiada com a dádiva de gozar sem esforço a não ser ter em minha boca uma pistola viril e arrojada; aquele homem, um desconhecido sem nome me proporcionou uma descoberta única e tão especial que marcaria o resto de minha vida. No fim recebi uma nova carga de seiva máscula inundando minha boca e fazendo que o êxtase sobreviesse encerrado em uma gozada estupenda.
Ele se esforçou em recobrar a consciência para me ajudar a levantar e também para que eu me vestisse; de calção e camiseta ele me fez entrar em seu carro e me levou de volta para a entrada do Liceu; fiquei olhando para aquele rosto de olhar insinuante com enorme vontade de implorar para que me levasse de volta para sua casa e me fizesse sua fêmea pelo resto da vida ... ele sorriu e nos beijamos sendo que antes de saltar do carro ouvi ele dizer que voltaria no dia seguinte; não fui capaz de esconder minha alegria com aquelas palavras e tive vontade até de pedir que ele prometesse cumpri-las, mas senti que isso não seria necessário.
O que se seguiu foi uma noite intranquila de sono irregular, e uma manhã seguinte onde eu não consegui prestar atenção nas aulas tendo em mente apenas a ansiedade por reencontrar o homem que me fizera desfrutar de um êxtase completo pela primeira vez em minha vida; e qual não foi minha decepção ao sair do Liceu e descobrir que ele não estava lá a minha espera ... entre as frustração e a revolta me pus a caminhar de volta para casa quando ouvi uma buzina; olhei para trás e lá estava ele! Contive minha vontade de correr ao seu encontro e esperei até que ele viesse até mim. Entramos no carro e rumamos para a casa dele ... para o quarto dele ... e lá nos despimos com ele se deitando de barriga para cima com o bruto apontando para o teto e me chamando para ficar entre as suas pernas musculosas.
Foi um começo suave comigo acariciando o bruto, dando pequenos apertões na base e me divertindo em lamber e beijar apenas a glande; com os braços cruzados sob o pescoço ele me observava ora sorrindo, ora rindo, ora me observando com aquele olhar inquietante. Eu queria tanto que aquele momento se eternizasse que continuei provocando o macho com minha boca e língua abusadas; e vibrei quando abocanhei o bruto fazendo com que desaparecesse dentro da minha boca ao som de seus gemidos alucinados. E mais uma vez a mamada me proporcionou orgasmos intensos e renovados que me faziam delirar de prazer e também me estimulavam a esmerar a mamada aprimorando saborear o macho que me fazia ver estrelas e sentir borboletas em minha barriga.
Como antes ele me surpreendia com seu desempenho bem acima de qualquer expectativa e mesmo com o maxilar um pouco dolorido eu não me rendia, pois o gozo fluindo dentro de mim era um incentivo delirante e imperdível ... no momento em que o bruto pulsou mais forte em minha boca fiquei preparada para receber seu néctar que explodiu em jatos abundantes e vigorosos que impuseram recuo forçado banhando meu rosto com aquele leite quente e espesso me lambuzando e causando tal alvoroço que gozei enfaticamente soltando gritinhos histéricos de satisfação e plenitude de fêmea realizada pelo seu macho.
Para relaxar tomamos uma ducha juntos com direito a amassos e beijos que ele interrompeu quando seu bruto endureceu roçando meu ventre causando novo alvoroço; saímos e ele me levou para almoçar em um botequim raiz onde saboreamos uma feijoada que saciou a fome que nos consumia; dentro do carro ele me disse que precisava resolver alguns assuntos pessoais, mas se eu aceitasse esperá-lo não me arrependeria; colei meus lábios em seu pescoço e entre sussurros respondi que esperaria o quanto fosse necessário. Nos despedimos com mais beijos e por quase três semanas não nos encontramos ... eu estava subindo pelas paredes, porém não cedi às tentações que se apresentaram sob todas as formas de machos imagináveis ... eu queria o meu macho e somente ele!
Um dia ele voltou me esperando na saída do Liceu e ao vê-lo sentir uma vibração tão intensa que meu corpo inteiro reagiu fremindo compulsivamente fazendo minha vulva umedecer, meus mamilos endurecerem e meu cérebro foi inundado por uma carga de dopamina instigando uma saciedade alucinante; fomos para casa dele e no trajeto não me controlei em abrir sua calça pondo o bruto para fora aplicando uma punheta provocante; ele também não resistiu e estacionou em uma rua deserta puxando minha cabeça para baixo até minha boca encontrar o membro que logo desapareceu dentro dela numa mamada delirante sentindo a mão dele apertar meu corpo. Não o fiz gozar naquele momento porque tinha a intenção de fazê-lo em um ambiente mais confortável.
Pelados sobre a cama sugeriu uma novidade pedindo que eu confiasse nele e depois de se deitar me fez vir em cobertura com posição invertida de tal maneira que sua pistola estava novamente ao alcance de minha boca enquanto minha vulva ficava à disposição da sua para ser saboreada; e mal havíamos iniciado aquela sessão e ele me fez gozar várias vezes a ponto de me contorcer sem controle enquanto procurava manter o ritmo da minha mamada naquela piroca suculenta. Não sei se o tempo em que ficamos distantes, ou se eu estava com um tesão monumental, pois experimentei uma imensidão orgásmica que de tão intensa quase me levou a beira de um desmaio que somente não aconteceu porque ele se incumbiu de manter alerta. Recebi seu gozo em minha boca num regozijo loquaz sorvendo até a última gota.
Mais tarde ainda pelados estávamos na cozinha após tomarmos café e ele me fez sentar em seu colo e eu aceitei sentindo o bruto roçar a parte entre minha bunda e vulva provocando pequenos arrepios. Ele me abraçou acariciando minhas mamas enquanto nos beijávamos e repentinamente ele declarou que me desejava como sua mulher, mesmo sendo casado ... num primeiro momento fiquei pasma com a declaração que me pegou desprevenida, mas logo em seguida eu mirei seu rosto e sorri respondendo que isso não seria uma barreira para que ficássemos juntos a depender apenas dele. Ele acariciou minha bucetinha fazendo com que eu abrisse as pernas recebendo uma dedilhado enfático que me fez gozar algumas vezes; pousei minha cabeça em seu ombro enquanto gemia seduzida pela habilidade do macho manipulando minha gruta.
Infelizmente essa promessa não se concretizou com ele sendo obrigado a se afastar de mim por conta do casamento enquanto eu sofria renunciando ao homem que proporcionara a maior e melhor experiência sexual da vida que jamais seria esquecida e sempre seria relembrada ... como agora, naquele momento deitada ao lado de outro homem que servia ao meu propósito como outros antes dele. O tempo passou, a memória ficou e as marcas do prazer permaneceram em meu corpo e em minha alma, pois inegável que o primeiro boquete ... aquele boquete que nos conquista e nos enleva jamais será esquecido permanecendo tatuado para sempre!
Foto 1 do Conto erotico: O PRIMEIRO BOQUETE NUNCA SE ESQUECE!

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Ficha do conto

Foto Perfil trovão
bemamado

Nome do conto:
O PRIMEIRO BOQUETE NUNCA SE ESQUECE!

Codigo do conto:
267299

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
15/07/2026

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