MULHERES DESESPERADAS (AMÉLIA)

Certa feita fui designado para acompanhar uma obra civil para a construção de uma represa hidroelétrica a ser instalada próxima de uma cidadezinha que em algum momento num futuro próximo, seria evacuada porque se situava bem no centro do que viria a ser o reservatório da represa, e foi preciso uma hábil negociação com os moradores que no início se mostraram resistentes à mudança por vários fatores; mas o que me chamou atenção naquela cidade que mais se assemelhava ao vilarejo era a vasta população feminina que segundo descobri foi fruto de uma debandada geral dos homens causada pela febre do ouro, sendo que a maioria jamais retornou. E a par disso, pude constatar que se tratava de uma população com faixa etária bem variada desde as adolescentes em busca de um casamento que as tirasse dali, as balzaquianas cujo anseio por um macho que lhes tirasse a secura gritante, as maduras que viviam à caça de um provedor que também fosse macho de preferência e aquelas maduronas que de um lado pareciam disponíveis, mas por outro conservavam o recato.
Esse último grupo chamou minha atenção principalmente porque eu sempre tive fixação por mulheres mais velhas que na maioria das vezes se revelavam excelentes parceiras na cama topando qualquer nova experiência que lhe fosse proposta e quase sempre abandonavam o recato desde que respeitado uma certa discrição. A primeira que despertou meu interesse se chamava Amélia, pouco mais de sessenta anos, rosto bonachão sempre sorridente, cabelos curtos tingidos de ruivo com raízes esbranquiçadas, dona de um corpo tipo “plus size” com alguma barriga, peitões, ancas largas e uma bunda de alucinar qualquer macho de qualquer idade. Amélia era chamada “falsa viúva do ouro”, já que diziam que seu marido fugira atrás de um rabo de saia e não atrás de riqueza. Amélia tinha a única hospedaria do lugar que servia uma comida decente e por conta disso me tornei frequentador habitual.
Com o passar dos tempos eu e ele estabelecemos uma amizade que foi crescendo até eu me tornar uma espécie de confidente dela com direito a ouvir assuntos mais íntimos que ela me contava com a condição de que eu nunca revelaria isso a mais ninguém; percebendo que ganhara terreno e confiança comecei uma insinuação com assuntos mais picantes aguardando o momento certo para dar o bote na safada que algumas vezes posava de recatada.“Vixe, moço! Acho que nem sei mais o que é isso!”, foi o comentário brincalhão que ela fez quando perguntei há quanto tempo não dava uma trepada e acabamos rindo da situação; aproveitei para saber mais e perguntei se tinha vontade de uma boa foda com um macho sem compromisso.
“Vontade a gente sempre tem, mas e depois? Como lidar com as linguarudas de plantão?”, foi a resposta que recebi e que me fez pensar que uma brecha estava aberta; um final de tarde fui com alguns colegas até a hospedaria para saborear um café fresco e um pedaço de bolo de aipim que já se tornara uma tradição para a maioria dos funcionários da construtora; lá pelas tantas, boa parte do pessoal já tinha retornado aos alojamentos e quando me preparei para fazer o mesmo uma tempestade fortuita que foi se prolongando sem dar sinal de anuviar. “Sei não, moço, mas acho que você não vai conseguir sair daqui tão cedo!”, comentou Amélia com um tom de voz intrigante; fingi preocupação por não ter onde dormir e foi então que Amélia veio com uma sugestão: “Eu tenho um quarto aqui …, se você quiser pode pousar aqui e amanhã bem cedinho você volta pro alojamento …, mas tem que ser bem cedo mesmo …, sabe porquê, né?”, disse ela com um tom hesitante.
Imediatamente aceitei a sugestão e antes de mais nada perguntei se poderia tomar um banho antes de dormir; Amélia providenciou uma toalha apontando para um banheiro que ficava nos fundos da hospedaria; tomei uma ducha rápida e de propósito saí do banheiro pelado; quando nos cruzamos no corredor Amélia se mostrou surpresa com minha atitude, ao mesmo tempo em que pude perceber que também ela havia vestido uma camisola tão transparente que denunciava sua nudez por baixo dela; sorvi a visão daqueles peitões flácidos balançando dentro da camisola enquanto Amélia tentava, em vão, proteger suas partes íntimas que mais parecia um recato dissimulado. Ficamos nos entreolhando por alguns minutos quando eu decidi tomar a dianteira da situação.
De saída, agarrei-a pela cintura e tasquei um beijo de língua que ela tentou evitar, porém acabou cedendo vencida pelo tesão que ardia dentro de si; enquanto nos beijávamos eu aproveitava para apalpar aquelas formas opulentas, dando apertões nas nádegas adiposas ouvindo a safada soltar gemidinhos de tesão; num gesto rápido fiz Amélia tirar a camisola e ali mesmo, de pé no corredor, segurei os melões fartos em minhas mãos explorando o volume e a textura antes de apertá-los um pouco mais trazendo os mamilos intumescidos ao alcance de minha boca ávida; lambi e chupei os bicos alternando-os em minha boca já sentindo a mão quente de dedos gordinhos dela tomando meu pinguelo explorando suas dimensões e rigidez. “Afff, moço! Que coisa dura e grossa! Vamos pro meu quarto que quero dar uma boa chupada nessa pistolona!”, sugeriu ela com tom exasperado.
Atracados entre beijos fomos para o quarto dela e nos atiramos na cama com Amélia já se aninhando ajoelhada entre as minhas pernas segurando o bruto antes de fazê-lo desaparecer dentro de sua boca gulosa; a velha safada mamava como ninguém arrancando de mim gemidos roucos e carícias em seus cabelos. Deixei que ela saciasse sua fome de rola e coube a ela vir por cima de mim procurando encaixar a buceta na direção do bruto; ajudei-a com alguns movimentos e acabamos com a gruta quente e úmida agasalhando o bruto e Amélia se ergueu sentando sua bunda enorme sobre mim amassando minhas bolas iniciando um gingado provocante que não se prolongou com ela começando a quicar fazendo um delicioso entra e sai puxando minhas mãos e pousando-as sobre as tetonas pedindo que eu as apertasse.
Amélia estava fora de si gemendo, jogando a cabeça para trás, apertando minhas mãos contra as mamas com as suas mantendo um sobe e desce alucinante. Acabei por perder a conta de quantas vezes a velha safada gozou, porém seu gozo foi farto já que lambuzou meu ventre chegando a escorrer me deixando ainda mais alucinado e levando a foda em direção ao ápice que culminou quando capitulei num gozo abundante encharcando aquela buceta quente e suculenta. Exausta, Amélia se debruçou sobre mim e eu a sufoquei com mais beijos enquanto apertava suas nádegas exorbitantes. Sem nos importarmos com mais nada e com a chuva torrencial ainda despencando dos céus acabamos adormecendo. Pela manhã, bem cedo, fui acordado com ela massageando meu membro e me fitando com um sorriso de alívio.
Dessa vez ela não pediu permissão para cair de boca no bruto já enrijecido mamando com a mesma voracidade de outrora e não poupando esforços até conseguir me fazer gozar enchendo sua boca de sêmen quente e espesso. "Acho melhor você ir embora ..., logo todo mundo vai acordar e você sabe como é, né!", pediu ela com um tom, ao mesmo tempo, ansioso e entristecido. Eu dei um sorriso e respondi que só iria após saborear um café e ela sorriu de volta acenando com a cabeça; pouco depois eu estava a caminho da obra com a certeza de que haveria um novo encontro. É bem verdade que essa oportunidade demorou um pouquinho mais para acontecer e foi algo surpreendente; houve um feriado esticado em que a maioria do pessoal da obra meteu o pé na estrada ficando apenas eu, o segurança do almoxarifado de peças e equipamentos e o vigia da guarita principal e eu aproveitei para ir até a cidade papear com Amélia e ver o que poderia rolar entre nós.
A conversa começou morna com Amélia reclamando da vida, da sua sina e de que logo teria que se mudar para a nova cidade que era construída nas proximidades; achei uma chatice aquele rosário de lamúrias, mas logo percebi uma oportunidade me aproximando dela e envolvendo-a com meus braços numa forma de consolo que logo ganhou contornos de uma provocação erótica que fez Amélia arrepiar com os mamilos endurecendo e os pelos eriçarem. "Preciso tomar cuidado, você sabe ..., aqui a coisa é complicada!", lamuriou ela com tom angustiado. Imediatamente pensei em algo excitante e ao mesmo tempo perigoso. Sem maiores explicações pedi que ela entrasse na caminhonete da empresa e confiasse em mim; mesmo temerosa, Amélia acabou cedendo e logo estávamos a caminho de um lugar seguro ..., apenas eu conhecia uma estradinha que contornava a obra principal atingindo os fundos dos alojamentos. Estacionei atrás de um pequeno galpão e peguei Amélia pela mão avançando em direção ao meu alojamento que era divido apenas com um engenheiro que viajara para ver a noiva e assim que entramos tratei de partir para o embate.
Amélia bem que resistiu me chamando de doido entre risos nervosos e gestos atabalhoados, porém ao me ver pelado e excitado toda o seu constrangimento se transformou em um tesão avassalador fazendo com que ela arrancasse suas roupas quase rasgando-as para vir em minha direção me empurrando para a cama onde me deitei com as pernas abertas observando Amélia se pondo de joelhos e tomando o bruto na boca desferindo uma mamada frenética e eloquente que fez a chama do sexo arder em nossos corpos; deixei que ela saboreasse o membro, mas afastei-a afirmando que era a minha vez de sentir o sabor da sua vulva. Aquela gordinha de pele alva e flácida deitada sobre a cama com as pernas escancaradas e flexionadas exibindo uma xereca rechonchuda coberta por uma fina camada de pelos grisalhos avivou um pouco mais meu tesão e não titubeei em afundar meu rosto até minha língua encontrar seu alvo.
Já nas primeiras linguadas consegui fazer a sessentona gozar mais de uma vez comemorando com gritinhos histéricos e gemidinhos suspirados; vez por outra eu apertava a parte interna das coxas descendo os dedos até conseguir deixar a xereca mais aberta para facilitar as linguadas sendo que em outros momentos eu não perdia a oportunidade de prender o clítoris inchado entre os lábios chupando-o metendo um dedo dentro da gruta gestos combinados que deixavam Amélia alucinada sem noção de tudo mais ao seu redor. O ambiente se encheu de gritos ensandecidos e gemidos luxuriosos e eu pouco me importava mais com o risco de que fôssemos flagrados, pois isso era o que menos importava naquele momento.
Sem aviso subi sobre ela e enganchei o bruto dentro da gruta passando a golpear com movimentos fortes e profundos obtendo êxito em fazer Amélia experimentar uma nova onda orgásmica que fazia seu corpo estremecer chacoalhando no ritmo das socadas vigorosas que eu desferia impiedosamente. Aquela foda ganhou contornos tão alucinantes que até a cama começou a ranger como se reclamasse do esforço desprendido para conter o delírio de um casal fodendo como se nada mais houvesse ao seu redor. Chegamos ao ponto sem volta onde meu corpo já cobrava um preço alto pela ousadia impetuosa e por mais que eu procurasse resistir a capitulação era inevitável e sobreveio sem prévio aviso com meus músculos se retesando involuntariamente dominado por espasmos aflitivos que resultaram em um desfecho estupendo com o gozo jorrando e encharcando a buceta de Amélia que correspondia com mais gritos e gemidos anunciando que um derradeiro orgasmo havia tolhido sua consciência.
Com os músculos queimando e o suor escorrendo acabei desabando sobre o corpo de Amélia que mesmo exausta e ofegante me abraçou selando seus lábios com os meus em um beijo que mais parecia uma espécie de agradecimento. Teríamos permanecido nesse idílio por um bom tempo não fossem ruídos denunciadores de que poderíamos ser flagrados o que nos levou a catar as roupas pelo chão nos vestindo de qualquer maneira e correndo de volta para a caminhonete. No caminho Amélia me agradeceu de forma lacônica e encabulada e eu me limitei a sorrir devolvendo o agradecimento. Nos despedimos na porta da hospedaria, e eu retornei para o alojamento tendo a mente já conspirando um próximo encontro que precisava ser o melhor de todos.
Mesmo após todas as nossas estripulias, Amélia ainda se mostrava resistente temendo as línguas ferinas e reprovações públicas, o que deixava meu trabalho um pouco mais difícil; uma noite decidi dar um novo bote e bem mais tarde que o costumeiro, fui até a hospedaria, chegando lá quando Amélia estava se preparando para encerrar o expediente. Ao me ver ela recuou tentando se valer das mesmas preocupações, porém eu não dei tempo para que fizesse isso; fui ao seu encontro agarrei-a pela cintura e depois de alguns beijos libidinosos arrastei-a para o quarto onde arranquei suas roupas com gestos intimidadores percebendo que a velha safada estava gostando daquela pegada mais forte. Nesse clima atirei-a sobre a cama, ergui suas pernas mantendo-as flexionadas pelos joelhos empurrando seu corpo enquanto roçava minha pistola contra a xereca dela. "Mostra o caminho pra ele, sua putinha safada!", ordenei com tom enfático observando o olhar cheio de ansiedade dela que sem perda de tempo me obedeceu guiando o bruto com sua mãozinha; no momento seguinte enterrei a pistola inteira dentro da gruta com um único movimento vigoroso fazendo Amélia gemer mergulhada em doce agonia.
Eu estava tão envolvido naquele papel de macho mandão que as socadas eram sempre muito intensas e profundas, proporcionando a Amélia uma onda orgásmica avassaladora que a fazia gemer e gritar sem parar enquanto meus golpes chacoalhavam seu corpo gordo e flácido num ritmo alucinante; havia algo diferente naquele momento, pois eu sentia uma vitalidade renovada que me deixava empolgado com um desempenho que surpreendia até a mim mesmo; não sei se foi por conta da encenação, se foi porque Amélia se mostrava submissa diante do meu assédio, ou se fosse apenas o fato de que era uma foda pra lá de delirante. Amélia gozou várias vezes chegando mesmo a esguichar gritando como uma desvairada enquanto eu me concentrava em manter o ritmo dos golpes sempre intensos e sempre profundos. Por fim, um bom tempo depois me dei por vencido ejaculando em abundância dentro da greta alagada misturando os líquidos que vazavam nos deixando lambuzados.
Amélia e eu permanecemos engatados trocando beijos e carícias até o bruto amolecer escorrendo para fora da xereca e trazendo consigo um filete de esperma vertendo copioso. Enquanto nos recuperávamos, Amélia me confidenciou que sempre desejou um macho que a usasse sem limites e que até aquele dia jamais encontrara alguém assim; declarei minha alegria pelo que ela acabara de segredar e respondi que também sempre sentira essa vontade, porém nunca encontrara uma parceira que aceitasse. "Só falta mesmo você me enrabar! ..., será que você aguenta?" , perguntou ela com tom sapeca; olhei para aquele rosto redondo e corado exibindo um sorriso cativante e convidei-a para um banho; debaixo do chuveiro fiz com que ela ficasse de costas para mim, abrisse um pouco as pernas, empinando o traseiro e no momento em que ela obedeceu colei meu corpo ao dela metendo a mão no rego das nádegas e vasculhando o orifício com os dedos. A cada dedada mais profunda, Amélia gemia com seu corpo estremecendo me incitando a substituir os dedos pelo pinguelo cuja rigidez já se fazia presente.
Bastou uma socada mais contundente para que a glande rompesse as pregas arregaçando o selo anal permitindo que eu pudesse entuchar o bruto com força; Amélia gritava cada vez que eu socava fazendo o pinguelo avançar o que me levou a interromper a curra perguntando como ela se sentia. "Afff, moço! Não para não! Tá doendo, sim ..., mas tá muito gostoso!", respondeu ela com voz embargada e tom gaguejante. Com a resposta dela retomei o empalamento e com mais algumas estocadas entusiasmadas obtive êxito em estufar o cuzinho dela até o talo e sem muita enrolação dei início a socadas que começaram lentas e logo ganharam um ritmo frenético com toda a profundidade que me era permitido avançar. Amélia resistia e as vezes retribuía colando o corpo contra a parede, usando as mãos para separar as nádegas gingando o enorme traseiro obrigando que meus golpes se tornassem mais lentos para manter a profundidade gesto que me deixava alucinado de tesão.
Subitamente ela soltou um gritinho estridente anunciando em seguida que estava a desfrutar de um gozo anal somado a outro expelido por sua gruta não contendo o ímpeto de rebolar o que me levou a estapear suas nádegas exigindo que ela se comportasse e que a fez ficar ainda mais excitada. "Eita, macho da porra! Sabe mesmo enrabar uma fêmea ..., afff! Não para! Soca! Soca!", balbuciava ela as palavras de estímulo entrecortadas por mais gemidos alucinados. Passado algum tempo que eu não pude precisar, meu clímax sobreveio sem aviso eclodindo em um jorro de esperma que acabou transbordando escorrendo por entre nossas pernas coladas umas as outras. Aquela foi uma noite e também uma madrugada memoráveis em que eu pude desfrutar de uma foda por todos os buracos da fêmea até deixá-la saciada e satisfeita. Infelizmente nosso envolvimento foi interrompido quando meu trabalho na obra chegara ao seu término, sendo que Amélia se mostrou resignada.
“Pois é, nada é pra sempre! Mas é muito bom enquanto dura!”, arrematou ela em nossa despedida selada com um beijo em público por iniciativa dela e que me deixou muito feliz, pois conseguira libertá-la de amarras sociais que serviam apenas para alimentar a maledicência alheia que somente dá frutos podres. Alguns meses se passaram até que eu tivesse a oportunidade de retornar ao local, porém logo descobri que o pessoal fora evacuado e que Amélia decidiu não acompanhá-lo dando um rumo próprio para a sua vida.
Foto 1 do Conto erotico: MULHERES DESESPERADAS (AMÉLIA)

Foto 2 do Conto erotico: MULHERES DESESPERADAS (AMÉLIA)

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Ficha do conto

Foto Perfil trovão
bemamado

Nome do conto:
MULHERES DESESPERADAS (AMÉLIA)

Codigo do conto:
263161

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
28/05/2026

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