Aquele pedreiro me tirava do sério; toda as vezes que nos encontrávamos seu olhar parecia me despir, me colocando indefesa diante dele, desejando que ele usasse e abusasse de mim o quanto quisesse. Eu sempre fui uma mulher independente, dona de mim e do meu destino jamais precisando de um homem ao meu lado para ditar regras ou impor limitações, e ainda assim minha cama jamais era um lugar solitário; além do mais eu, beirando os sessenta anos, ainda chamava a atenção dos machos com meu corpo curvilíneo, bem distribuído com detalhes anatômicos que me destacavam, deixando-os babando de tesão …, mas com Josué, o pedreiro tudo era diferente, pois ele me olhava com um desdém chamativo que eriçava minha pele e fazia minha xereca choramingar desejando sentir aquelas mãos grandes e grossas explorando-a sem nenhum pudor ao mesmo tempo em que seu sorriso escabroso endurecia meus mamilos, e mesmo com tudo isso ele se mantinha distante, sabendo do meu desejo ardente por ele e saboreando minha inquietação sempre que estávamos juntos. Certo dia, durante uma discussão acalorada sobre o projeto de reforma da casa que eu acabara de adquirir eu acabei extrapolando chamando-o de frouxo; Josué me fitou com uma expressão de fúria que parecia explodir a qualquer momento, porém pouco depois ele se mostrou ameno mantendo apenas um olhar que me dava arrepios. Os dias se passaram e a obra teve seu início com ele cuidando da equipe composta por doze homens sendo cinco fixos e o restante avulsos para tarefas específicas. Tudo parecia correr nos trilhos e eu visitava a obra apenas quando era necessário; todavia, em uma dessas visitas Josué veio até mim avisando que havia um reparo a ser feito no sítio que fora do meu pai. Quando perguntei a ele do que se tratava a resposta foi firme e seca. “Amanhã vou pra lá e espero a senhora depois do almoço”, disse ele me dando as costas e seguindo para seu trabalho. Fiquei fula com a petulância do sujeito quase me dando ordens e cheguei a pensar em ir atrás dele para mostrar quem estava no comando, porém respirei fundo e fui embora. Passava um pouco das duas da tarde quando cheguei no sítio localizado no fim de uma pequena estrada de terra e cascalho; desci do carro e trajando vestido de malha colado com saltos altos me pus a procurar pelo sujeito perambulando de um lado para o outro sem resultado, o que me deixou ainda mais irritada pensando que ele havia apenas pregado uma peça em mim. Olhei para além da casa principal e me lembrei que havia um galpão onde se guardava ferramentas e outras bugigangas que pertenceram ao meu pai e tomei o rumo na sua direção notando que a pequena porta lateral estava entreaberta. A luminosidade solar que provinha dos janelões antigos era difusa e esmaecia a medida em que o dia avançava em direção da noite causando em mim uma certa preocupação quanto ao retorno para a cidade ao mesmo tempo em que me deixava ainda mais irritada com a ausência de Josué; caminhei em meio a quinquilharias e ferramentas velhas notando ao fundo duas tábuas largas pousadas sobre cavaletes que se destacavam por não pertencerem àquele lugar; me aproximei delas e passei a mão sobre a superfície lisa no momento em que fui assaltada por uma voz rouca e profunda. "Olha quem tá aqui? A vadia putona que se acha!", esbravejou Josué com tom sarcástico. Quando me voltei preparada para o contra-ataque, eis que vislumbro o pedreiro pelado acariciando sua jeba de dimensões alarmantes e exibindo um sorrisinho maroto; engoli em seco sentindo palpitações que fizeram minha xereca ardente choramingar de tesão. Josué era um macho corpulento com feições grosseiras e ar rústico, cujo olhar transmitia uma sensação incontrolável de domínio; sempre estranhei as mulheres que lhe davam bola, mas observando aquela genitália robusta compreendi a razão; e quando perguntei o motivo de tudo aquilo ele abriu um sorriso de escárnio antes de responder. “Hoje você só sai daqui quando conhecer e respeitar um macho de verdade!”, asseverou ele com tom ameaçador me fitando com um olhar agressivo que me deixou, ao mesmo tempo, atemorizada e excitada. Por um momento permanecemos imóveis com ele se preparando para agir como um predador sexual e eu paralisada tomada por tremores involuntários com a vulva ardente chegando a pingar. Rapidamente, Josué veio pra cima de mim, rasgando meu vestido, destroçando meu sutiã e arrancando a última peça de resistência até me deixar nua diante dele …, eu não conseguia esboçar uma reação como se aquele macho tivesse controle sobre a minha vontade e foi nesse clima que ele mostrou suas pretensões. Ele quase me jogou sobre as tábuas de madeira apoiadas sobre os cavaletes e sem piedade esfregou o bruto na minha gruta que já vertia copiosa arremetendo de uma só vez fincando o mastro bem fundo dentro de mim; não apenas pelo calibre do intruso, mas também pela forma como ele me perfurara soltei um grito observando a expressão de júbilo estampada no rosto de Josué. “Gostou né, vadia? Tu vais sentir um macho de verdade fodendo com força até deixar sua xereca ardendo!”, comentou ele com tom cheio de ironia enquanto dava início a uma sequência de movimentos fortes, rápidos e profundos me deixando em absoluta alucinação de prazer, pois cada golpe desferido me presentava com um gozo merecido. Josué me fodia impiedosamente usando suas mãos para apertar minhas mamas, espremendo meus mamilos antes de depois de chupá-los e mordê-los; algumas vezes ele me esbofeteou proferindo xingamentos que serviam apenas para me deixar ainda mais excitada que eu reagia com provocações desafiadoras. Um bom tempo depois ambos estávamos banhados em suor, com as respirações acentuadas me levando a pensar que um de nós estava próximo da derrocada final, mas o desempenho de Josué certificava que ele ainda tinha muita lenha para queimar enquanto eu já sentia o incômodo da xoxota esfolada e os peitos doloridos; por mais orgasmos que eu desfrutasse meu corpo já não mais correspondia com o mesmo entusiasmo vencido pelo castigo imposto pelo macho cujo olhar de deleite diante do meu tesão mesclado com um ansioso desespero servia de alimento para que ele prosseguisse me infligindo um inominável e espetacular suplício sexual. E de repente ele projetou seu corpo contra o meu se contorcendo e retesando os músculos involuntariamente atingindo seu clímax que jorrou dentro de mim em jatos de esperma que pareciam não ter mais fim. Aquele rio quente, caudaloso e veemente me fez experimentar um gozo desmedido que me pôs em absoluto êxtase sentindo meu corpo desfalecer e turvando minha mente como se nada mais existisse. Josué permaneceu com o mastro afundado dentro de mim pulsando e resistindo a ceder após todo o esforço desprendido. Somente após alguns minutos ele me libertou sacando o membro que ainda exibia um certo vigor de quem não está inteiramente satisfeito; Josué recuou quase cambaleando me observando exaurida, suada, ofegante com seu sêmen escorrendo da minha xereca esfolada. Quando tentei me levantar ele veio ao meu encontro me segurando pelos braços tencionando me conduzir para outro lugar. Chegamos a uma espécie de jaula de madeira e com gestos truculentos ele me empurrou para dentro dela. “É aí que você vai dormir! Mais tarde trago comida e água …, descansa que amanhã tem mais! Muito mais!”, vociferou ele com tom rouco cheio de rispidez. Eu bem que tentei reagir, mas sabia que seria inútil. Era noite quando ele voltou trazendo a comida e a água que prometera; eu devorei a quentinha e esvaziei a garrafa de água diante do olhar exultante de Josué sentado em um banquinho próximo da minha prisão. “Eu já te disse …, só te deixo ir quando você aprender a respeitar um macho de verdade!”, foi a resposta que recebi quando perguntei até quando ele me manteria refém de sua sevícia sexual. Ele me deu um cobertor e foi embora, fazendo com que eu sopesasse aquela situação que de uma forma inexplicável me submetia ceifando qualquer vontade de reagir, como se Josué tivesse alguma forma de domínio mental incompreensível para mim; por mais que eu quisesse, a única vontade que me dominava era de permanecer ali para servi-lo me reduzindo a condição de uma escrava sexual. Bem cedo na manhã do dia seguinte ele veio e me tirou da jaula, ao mesmo tempo que prendeu uma coleira em meu pescoço me conduzindo para fora através de uma guia presa à coleira; antes de sairmos do galpão Josué disse que eu permaneceria nua tendo permissão apenas para calçar os sapatos de saltos altos e assim fomos para o casarão principal onde ele me conduziu até o banheiro. “Minha cadela precisa de um banho!”, avisou ele apontando para a banheira antiga já preenchida com água; sem tirar a coleira ele me fez entrar na banheira e com o auxílio de espoja e sabonete, Josué me banhou com direito a bolinar minha xereca explorando-a descaradamente com um e depois com dois dedos, provocando arrepios que logo redundaram em um gozo vertiginoso. Josué também brincou com meus mamilos dando pequenos apertões ainda chuchando minha xana com os dedos abusados. Depois de me secar fomos para a sala onde havia uma poltrona em frente a uma televisão antiga e ao seu lado um cesto de vime acolchoado onde ele me fez deitar; sentado confortavelmente na poltrona Josué parecia prestar atenção no programa da TV enquanto passava os dedos em meus lábios exigindo que eu os lambesse; eu obedecia sentindo a vulva umedecer mais uma vez. "Vem aqui, cadelinha e dá uma mamada gostosa na minha piroca ..., mata sua fome, vadiazinha!", exigiu ele com o mesmo tom enérgico de sempre e eu não resisti em obedecer, saindo do cesto, engatinhando até me colocar entre as suas pernas, abrindo a braguilha da calça, libertando o bruto e tomando-o na boca aplicando uma mamada enfática com direito a apertões nas bolas e engasgos com Josué segurando minha cabeça enquanto golpeava com veemência até obter êxito em enxaguar minha boca e garganta com seu sêmen espesso. Na hora do almoço ele se sentou à mesa usufruindo de uma refeição decente, comigo ajoelhada ao seu lado, sendo que, vez por outra, ele me oferecia um naco de carne exigindo que eu lambesse seus dedos depois de devorar o petisco; pelo resto da tarde ficamos na sala de estar vendo televisão comigo aninhada no cesto e quando a noite chegou Josué me levou de volta para a jaula onde adormeci aprisionada pelo meu algoz cujo domínio ainda inexplicável era também inexorável. E na manhã seguinte o ritual se repetiu da mesma forma que antes só que dessa vez Josué permaneceu nu exibindo com orgulho o membro enorme cuja rigidez me enlouquecia; havia momentos em que ele se mostrava dócil e carinhoso, enquanto em outras revelava uma faceta dominadora e embrutecida, me tratando como um mero objeto a serviço de sua lascívia. Nesse clima ele me punha no colo, abria minhas pernas com gestos grosseiros e explorava minha vagina com um e depois com dois dedos, alternando com chupões vorazes em meus mamilos até deixá-los bem doloridos ..., e mesmo assim eu experimentava uma excitação de tal magnitude que o gozo fluía sem parar me fazendo gemer e implorar por mais. Josué se usou de mim por alguns dias sempre exibindo uma insaciedade alucinante e um desempenho eletrizante até atingirmos o ponto sem retorno no qual eu não queria mais nada na vida que não fosse pertencer a ele, servi-lo recebendo em troca orgasmos delirantes que me faziam gemer e gritar sem parar. Uma noite tudo mudou em um ritmo frenético com ele não mais me levando para o cativeiro, mas sim para o quarto principal onde ele me pôs sobre a cama algemou minhas mãos fazendo com que eu me deitasse de barriga para cima, com um travesseiro sob a parte inferior das costas, erguendo e abrindo minhas pernas até flexioná-las na altura dos joelhos amarrando-as de tal maneira que fiquei imobilizada escancarando meu selo anal. Com os dedos untados de saliva ele explorou o orifício com movimentos impiedosos denunciando sua real intenção; cheguei a balbuciar uma súplica, porém o olhar irônico de Josué era a prova de que nada o demoveria de sua intenção; tomando posição ele salivou sobre o membro usando com lubrificante natural e na sequência ele pincelou a parte inferior do rego várias vezes provocando arrepios e um estremecimento involuntário; e os primeiros golpes vieram com uma fúria vigorosa e não demorou para que a glande rompesse a resistência das pregas alargando dolorosamente meu selo permitindo o avanço do bruto me arregaçando aos poucos; Josué foi socando com ritmo cadenciado até obter êxito em me empalar com aquele membro de grosso calibre. E as estocadas tiveram início num ritmo célere e intenso provocando uma dor lancinante como um ferro em brasa me rasgando de fora para dentro; eu queria gritar, eu queria implorar para que ele parasse, mas as palavras simplesmente não se articulavam suplantadas pelos gritos, gemidos e lamúrias. "Relaxa, cadela ..., relaxa que dói menos!", ruminava ele com um tom cheio de sarcasmo sem perder o ritmo das estocadas. Cheguei a pensar que desfaleceria derrotada pelo assédio anal que me era imposto sem forças nem mesmo para implorar por clemência ..., Josué começou a dedilhar minha xereca em gestos que se harmonizavam com a curra e de maneira surpreendente a dor foi sendo mitigada por uma deliciosa sensação de prazer. Logo, não havia mais suplício, pois o êxtase se impunha com os orgasmos se sucedendo graças aos dedos hábeis do macho. Josué intensificava seus movimentos sem perder de vista o dedilhado dedicado me concedendo uma experiência sensorial inexplicavelmente alarmante que turvava meus sentidos dominados pelo prazer que jorrava de meu corpo; mais uma vez perdi a noção de tudo ao meu redor como se em meu corpo e também em minha mente houvesse espaço apenas para um gozo luxurioso e desenfreado proporcionado por um macho que usava e abusava de mim proporcionando algo que eu jamais sentira em toda a minha vida ..., e foi nesse clima que o macho, finalmente, capitulou ejaculando dentro de mim e permitindo que eu experimentasse um último orgasmo tão voraz que gritei com toda a força do meu corpo. Josué recuou cambaleante sacando o bruto de dentro de mim e valendo de um certo esforço para me libertar das amarras que me imobilizavam; naquela noite dormimos juntos sobre a cama úmida de suor e sêmen e ao amanhecer acordei sozinha, sem a coleira e sem a presença do macho; com dificuldade me levantei e explorei a casa descobrindo que não havia mais ninguém; sobre a mesa da cozinha uma garrafa térmica com café e um pires com biscoitos me aguardava; comi com sofreguidão e logo descobri o bilhete no canto da mesa. "Hoje você pode ir, mas não esquece que me pertence para sempre!", eram as palavras grafadas com letra cursiva. Depois de me recompor, voltando para a vida a única coisa que me ocorria era a expectativa de estar com Josué novamente!
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