Não sei se todos tem uma tia solteirona convicta, mas o fato é que Conchetta, irmã mais velha de minha mãe é uma dessas tias; com ascendência espanhola típica, dona de peitos fartos, bunda grande estatura um pouco acima da média, longo e lisos cabelos negros como a noite e um eterno ar maternal dissimulado, minha tia é uma pessoa que escolheu viver com ela mesma, sendo que a convivência em família era algo que ela admitia apenas nos álbuns de fotografia. Dona de uma pequena fortuna pessoal de origem desconhecida e um pouco duvidosa, tia Conchetta vivia confortavelmente em um amplo apartamento situado em um bairro de classe média alta e raras eram as ocasiões em que ela nos visitava, porém quando isso acontecia eu era o centro de suas atenções; eram abraços apertados contra os peitões espremidos em um decote abissal, beijos colados nos lábios e beliscões nas bochechas sempre me chamando de seu sobrinho predileto …., tinha que ser porque era o único sobrinho que ela tinha. Em uma sexta-feira ela veio até nós sugerindo que eu passasse o fim de semana em sua companhia, pois ela achava que eu precisava de roupas novas, sapatos e outros acessórios; de início minha mãe resistiu à proposta achando inconveniente que eu, quase saindo da adolescência dormisse na residência de uma solteirona gerando comentários maldosos; titia contra-argumentou que pouco importava a opinião alheia e que era uma forma de agradar a família através de mim; finda uma discussão sem vencedores arrumei minha mochila e entrei no carro de titia rumando para o seu apartamento. Fiquei pasmo com tanto espaço e também com tanto requinte já que titia tinha bom gosto e sabia gastar seu dinheiro. Depois de me instalar em um quarto preparou um lanche e em seguida saímos novamente em direção às lojas onde ela não poupou esforços em me presentear com roupas, calçados e até um relógio de grife. De volta ao apartamento ela fez com que eu experimentasse tudo que havia comprado numa espécie de desfile exclusivo; vez por outra eu notava um olhar diferente em seu rosto, mas achei que fosse apenas a satisfação de apreciar seu sobrinho usando os presentes que ganhara e deixei de lado qualquer suspeita; um pouco mais tarde saímos para jantar em uma pizzaria onde me fartei saboreando tudo que tinha direito; no caminho de volta titia começou a fazer perguntas inquietantes, em especial sobre minha experiência sexual; queria saber se eu ainda era virgem ou se já havia transado alguma vez e eu me senti constrangido em responder procurando desconversar; titia, porém, insistiu até eu confessar que já havia trepado com uma mulher mais velha e imediatamente sua expressão facial mudou revelando um ar de luxúria que para mim até então era algo desconhecido. Mal havíamos entrado no apartamento e titia com um tom quase agressivo mandou que eu tirasse a roupa; no início fingi não entender aquela ordem incomum, mas logo percebi que Conchetta não estava para brincadeiras se aproximando de mim e enchendo a mão com a minha virilha. "Não banque o maricas, moleque! Tire a roupa agora mesmo!", disse ela com tom ríspido estampando no rosto uma expressão inquietante. Sem muita escolha me despi ficando nu diante do olhar faiscante de titia que me examinou detidamente dando muita atenção ao meu membro que estava meia bomba; de supetão, ela tomou o bruto em sua mão aplicando uma punheta vigorosa. "Gosta disso? Aposto que sim! Deve ter brincado muito com essa rola ..., moleque abusado ..., precisa de uma lição!", exclamou ela com tom maroto parecendo se divertir diante do meu encabulamento. E quando dei por mim estava deitado de bruços no colo de minha tia que acariciava minhas nádegas descendo até encontrar o bruto que puxou dolorosamente para trás. Titia começou a me ordenhar ao mesmo tempo em que usava a mão livre para encher minhas nádegas de vigorosos e sonoros tapões que não demoraram a deixá-las quentes e avermelhadas; eu gemia baixinho, embora procurasse esconder o tesão que aquele castigo mesclado com a ordenha provocava em mim, sendo que quanto mais titia estapeava minha bunda, quanto mais ela puxava o bruto para trás, a dor quase desaparecia diante do prazer que eu experimentava; Conchetta fez o castigo perdurar por um bom tempo e o tom de sua voz oscilava entre a agressividade e algo mais carinhoso, quase maternal, denunciando que também ela desfrutava daquela experiência luxuriosa entre tia e sobrinho. Meu castigo prosseguiu até que em dado momento senti meu corpo estremecer tomado por arrepios que culminaram em um orgasmo desavisado que fez minha tia gemer de tesão enquanto finalizava o bruto com uma manipulação afoita. "Moleque safado! Quem disse que você podia gozar, hein? Então merece esse castigo!", disse ela com tom ameaçador ao mesmo tempo em que metia o dedo no meu cuzinho chuchando com muito vigor; bem que eu tentei reclamar chegando a implorar para que ela não prosseguisse com o castigo, porém titia se mostrava alheia aos meus pedidos rompendo meu selo e fazendo dele sua nova diversão; a medida em que ela deflorava o selo fiquei surpreso ao descobrir uma nova ereção surgir ainda mais pulsante que a anterior chamando a atenção de titia que tratou de tomar o bruto puxando-o para trás iniciando uma nova ordenha ainda mais estimulada que a anterior. Era uma sensação tão insólita que eu não tinha meios para evitá-la fosse porque titia me tinha em suas mãos, fosse porque o prazer que eu desfrutava era uma experiência sensorial capaz de submeter minha vontade numa espécie de submissão involuntária; com o dedo no meu rabo e a mão de titia fazendo a ordenha parecer ainda mais excitante acabei por me entregar ao seu domínio que logo culminou em outro orgasmo abundante. Alguns minutos se passaram antes que titia me libertasse de vez mandando que eu fosse para o banheiro, pois logo estaria comigo. Dentro do box aguardei até que ela viesse exibindo sua nudez insinuante, com as mamas fartas balançando no ritmo de seu caminhar e as coxas retesarem diante de seus passos firmes; ela me ensaboou com cuidado e especial atenção primeiro ao meu pinguelo que já estava meia bomba e em seguida minhas nádegas não perdendo a oportunidade de dedar meu selo sem qualquer cerimônia. “Vamos dormir, mas antes preciso te preparar”, alertou ela já no interior do quarto lançando mão de um cinto de castidade masculino e também um plug anal; ela então se sentou na cama ordenando que eu me acomodasse em seu colo já iniciando a colocação do cinto que me causou um certo incômodo, reação que ela pouco se importou; deitado de bruços sobre seu colo senti seus dedos untando o rego entre as nádegas e também o pequeno orifício já um pouco machucado introduzindo o apetrecho com movimentos circulares em parafuso até obter êxito em acomodá-lo dentro de mim. “Nada de abusos, entendeu? Pode ser algo um pouco doloroso para você!”, arrematou ela antes de nos deitarmos em conchinha; tive que me controlar ao extremo sentindo os peitões roçando minhas costas e a buceta gorda coçando minhas nádegas. Vencido pela excitação somada a uma exaustão acabei adormecendo em um sono pesado e necessário. Quando acordei na manhã seguinte me vi sozinho sobre a cama livre do cinto, mas ainda portando o plug no meu rabo que embora a noite dormida ainda latejava doloroso e mesmo assim me deixando excitado. Depois de procurar minhas roupas sem sucesso, vaguei pelo apartamento a procura de titia e a encontrei na cozinha preparando café. Ela me fitou com um sorriso e mandou que eu esperasse para tomar café da manhã e assim o fiz; com tudo sobre a mesa titia se sentou e me chamou para sentar em seu colo ao que obedeci prontamente; ela então passou a me servir com café e alguns quitutes saborosos e enquanto fazia isso perguntava como eu me sentia depois da experiência do dia anterior. “Que bom, que você gostou! Pois então esse será nosso segredinho …, sempre que você vier, vamos nos divertir muito!”, comentou ela após minha resposta exultante com tudo que acontecera. Ao terminarmos a refeição, titia mandou que eu me deitasse de bruços sobre seu colo fazendo carinhos em minhas nádegas antes de extrair o plug me deixando todo arrepiado; em seguida ela ordenou que eu retornasse ao quarto, me vestisse e a esperasse; não demorou muito para que saíssemos de carro para um destino que apenas ela conhecia; entramos em uma espécie de clínica onde uma negra exuberante veio ao nosso encontro abraçando e beijando minha tia. “Olhe, este aqui é o Pablo, meu sobrinho e preciso que você cuide dele …, daquele jeito habitual, entendeu?”, comentou ela com a negra que me examinou detidamente para em seguida me conduzir para uma sala onde se via vários armários com portas de vidro e também uma maca. “Sou a Valdirene e vou cuidar de você …, tire a roupa e deite na maca de barriga para cima”, disse ela com tom suave; em questão de minutos Valdirene se pôs nua diante de meu olhar embasbacado, pois se tratava de uma linda negra com dotes tão incríveis quanto os de minha tia parecendo pronta para agir. Ela então tratou de me depilar por completo não deixando um pelo sequer e provocando uma ardência bastante dolorosa; repetiu o ato quando me virei de bruços e sem aviso começou a dedar meu cuzinho. “Hum, que delícia de buraquinho! Se comporte que vou continuar com a preparação!”, disse ela com tom enfático. Tornei a me virar de barriga para cima e foi então que Valdirene subiu na maca em posição invertida roçando sua bucetona lisa, quente e úmida em meu rosto. “Vai, moleque! Me chupa …, me faz gozar! Isso é uma ordem!”, ordenava ela com um tom quase agressivo impondo que eu a obedecesse. Por mais de uma vez tentei segurá-la pelas nádegas, porém os movimentos frenéticos com que ela esfregava sua buceta no meu rosto não permitiam nada mais que linguar aquela gruta quente e suculenta. Valdirene gozou várias vezes com o seu néctar lambuzando meu rosto e só se deu por satisfeita quando não tinha mais forças para movimentar seu corpo sobre mim. “Hummm, piroca dura! Precisamos dar um jeito nisso!”, comentou ela pouco antes de aplicar uma vigorosa punheta até obter êxito em extrair de mim uma ejaculação profusa; tive vontade de gritar, porém Valdirene me impediu cobrindo minha boca com sua vulva quase me deixando sem ar. Ao fim de tudo ela saiu da sala me deixando lá todo melecado de sêmen e outros líquidos, com titia vindo ao meu encontro ordenando que eu me vestisse. Ao retornarmos ao apartamento tive que ficar pelado novamente com ela estendendo uma minúscula calcinha tipo fio dental e dizendo: “Tome, vista isso! Até o fim de nosso encontro é apenas isso que você usará, entendeu?”; seu tom enfático e um tanto ríspido não me deixou escolha senão obedecê-la que tratou logo de conferir percebendo que minha pistola mesmo mole mal cabia dentro daquela peça tão pequena, mas isso pareceu deixá-la ainda mais excitada. Mais tarde fui avisado que receberíamos a visita de algumas amigas de titia e quando perguntei qual o motivo do evento a resposta foi alarmante. “Minhas amigas virão para conhecer você, meu novo brinquedinho …, e trate de fazer tudo que elas mandarem, viu?”, foram as palavras em tom enfático dela para mim. Por mais que a situação pudesse parecer bizarra, de alguma forma inexplicável eu estava excitado em bancar o brinquedo de minha tia Conchetta cheio de ansiedade pelo que ainda estava por vir. Passava um pouco das sete quando jantamos uma refeição frugal com ela já na expectativa da chegada de suas amigas …, eu estava colocando a louça na máquina de lavar quando a campainha soou; permaneci na cozinha ouvindo o vozerio indicando que se tratava de algumas pessoas. “Pablito! Vem aqui, agora!”, gritou titia com tom ríspido. Ao entrar na sala dei com cinco mulheres sentadas nos sofá cujos olhares de dirigiram diretamente para mim com todas exibindo um olhar faiscante e voraz. “Meninas, quem quer ser a primeira a desfrutar do meu brinquedinho? Basta mandar que ele obedece!”, anunciou titia agora com um tom quase eufórico. Uma loira sexagenária levantou a mão cheia de empolgação. Enquanto eu caminhava em sua direção, ele se levantou tirando a roupa expondo sua nudez intrigante; a tal mulher que tinha a pele muito alva, era dona de um corpão com peitos fartos um pouco flácidos, barriga com alguma proeminência e uma bunda abissal e logo me deu as costas exibindo aquele traseiro alucinante. “Vem aqui, moleque …, lambe meu cu!”, ordenou ela usando as próprias mãos para separar as nádegas deixando o rego à mostra. Sem receio me pus de cócoras mergulhando o rosto no rego até minha língua encontrar o alvo que passou a ser objeto de linguadas enfáticas entremeadas por pequenos cutucões que acabaram por provocar o resultado almejado com a loira gozando sem parar. “Chega! Agora é a minha vez!”, gritou uma morena também dona de formas generosas que já estava pelada de pernas abertas acariciando sua xereca gorda; quando tentei me levantar ouvi titia ordenar: “Vá até ela engatinhando!”, e imediatamente obedeci já afundando o rosto entre as coxas grossas da morena proporcionando um banho de língua tão empolgado que não demorou muito para que também ela desfrutasse de uma pequena onda orgásmica, com seu gozo vertendo em minha língua elevando ainda mais meu entusiasmo. Entretanto, senti algo estranho quando mãos começaram a acariciar minhas nádegas e pelos gestos pertenciam a mais de uma pessoa. “Amiga, ele tem uma bundinha linda e suculenta, hein? Mulher sortuda!”, comentou uma delas dando apertões nas minhas nádegas. O que se seguiu foi absurdamente excitante, quando uma delas começou a dedar meu selo, primeiro com um dedo e logo metendo dois, ao mesmo tempo em que outras mãos estapeavam e beliscavam minhas nádegas sem piedade. De surpresa, fui puxado para trás encerrando o banho de língua na buceta gorda e em seguida fui posto de bruços sobre o colo de outras duas convidadas, sendo que uma delas incumbiu-se de retomar as dedadas no meu buraquinho enquanto a outra mandava que eu lambesse seus dedos das mãos; mesmo com toda a ênfase das mulheres elas se continham em me usar, porém sem gestos grosseiros ou violentos, o que ampliava o prazer que eu sentia e que resultava em uma ereção de rigidez assustadora. Quando saciaram seu tesão ouvi titia ordenar que eu me deitasse de barriga para cima sobre o tapete fofo da sala o que obedeci descobrindo que todas as convidadas estavam peladonas me observando com seus olhares repletos de voracidade. Logo eu tinha uma delas se sentando sobre minha pistola cuidando de encaixá-la dentro da sua buceta que logo descobri muito quente e molhadíssima, ao mesmo tempo em que outra cobria meu rosto com sua vulva esfregando-a num frenesi alucinante. Muito embora meus ouvidos estivessem abafados pelas coxas grossas da mulher eu podia ouvir gritos e gemidos de todos os lados inundando o ambiente que estava imerso na mais avassaladora luxúria com aquelas mulheres realizando coisas que eu não podia ver, porém podia sentir. E quando tive o rosto libertado da bucetona gorda as cenas ao meu redor eram simplesmente delirantes; num dos sofás titia e a morena estavam em um meia nove alucinado por gozo seguido de gozo; no outro sofá as duas mulheres, uma ruiva natural e uma negra trocavam beijos e carícias com dedos abusados explorando suas vaginas acompanhadas por gemidos prolongados. Quanto a mim ainda tinha a restante quicando sobre meu ventre com sua xereca engolindo a cuspindo o bruto num sobe e desce desvairado. Eu me segurava ao máximo para não atingir o clímax, mas não havia como lutar contra a fisiologia e antes que pudesse anunciar ele sobreveio em jatos abundantes sendo projetados para dentro daquela buceta quente que por sua vez vertia um gozo copioso. Ela quicou mais algumas vezes e ao final permaneceu sentada sobre mim acariciando as próprias mãos com direito a beliscões em seus mamilos. Ao perceber que eu estava derrotado após tanto esforço titia se desvencilhou de sua parceira e veio até mim ordenando que eu me pusesse de quatro. “Querida, por favor, pega minha cinta peniana ali em cima da mesa …, a noite não será perfeita se eu não inaugurar meu brinquedinho de vez!”, pediu ela apontando na direção da mesa enquanto um pavor me invadia, principalmente ao ver as dimensões do dildo. Eu bem que tentei escapar da curra, mas já era tarde demais, pois duas amigas dela cuidaram de me manter imóvel naquela posição. Senti a mão de titia esfregando algo gelado e gelatinoso em meu rego e dedando meu orifício numa espécie de lubrificação inicial; em seguida também senti a ponta do dildo sendo pincelada em meu rego prenunciando o inevitável; na primeira socada contundente, titia obteve êxito em me arregaçar metendo a ponta rombuda causando tal alvoroço dolorido que não contive um grito rouco. Uma delas se pôs de quatro na minha frente vindo de ré até que sua buceta e seu rego estivessem ao alcance da minha boca. “Toma, putinho! Chupa e lambe que dói menos!”, ordenou ela usando as próprias mãos para escancarar a região em oferenda. Entretanto, mesmo com essa oferta a dor cresceu na medida em que titia iniciou uma sequência de socadas brutas e profundas me levando a um estado em que o sofrimento era algo que não podia ser mitigado; repentinamente, houve um momento em que a dor foi sendo atenuada dando lugar a um tesão imenso revelado por uma ereção pujante que em poucos minutos me levou a experimentar um orgasmo tão alucinante quanto libertador. Quando as amigas se despediram, me deixando estirado sobre o tapete, suado, ofegante e exausto vi titia caminhando em minha direção estendendo a mão. “Venha comigo que vou remediar o arrombadinho, porque hoje foi apenas o começo!”, disse ela com tom quase amável. De bruços sobre seu colo senti o toque suave de seus dedos espalhando uma espécie de pomada que aliviou meu tormento em poucos minutos. Um pouco mais tarde, dormindo de conchinha com tia Conchetta eu me aninhava entre seus braços com a certeza de que fora acolhido por ela como seu brinquedinho, condição que eu faria de tudo para perdurar o tempo que fosse necessário …, ou ainda mais!
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