DIARISTAS, DOMÉSTICAS E OUTRAS ESTÓRIAS (PARTE II)
Aquela história de que a vida é dura para quem é mole, não é bem verdade porque a vida é dura para todos e eu sou prova disso; fui mãe solteira ainda muito jovem me vendo obrigada a largar os estudos para trabalhar e abandonando a vida em favor da minha cria e de mim mesmo … agora, beirando os cinquenta anos a pindaíba só aumentava, pois mesmo trabalhando cinco dias por semana como diarista e pegando serviço extra nos fins de semana o dinheiro continuava curto. Foi nessa época que recebi um convite de Dona Dora, uma das minhas clientes mais legais e atenciosas; ela me perguntou se eu aceitaria trabalhar como doméstica em tempo integral com direito a um salário, carnê da previdência, fundo de garantia e ainda um valor extra para compensar qualquer perda que eu tivesse. Quando a esmola é demais até o santo desconfia e por conta disso quis saber detalhes sobre essa proposta; Dona Dora me explicou que era para cuidar do Doutor Junqueira, seu pai, lavando, cozinhando e limpando seu apartamento. Junqueira era um médico aposentado que enviuvara há alguns anos e mesmo insistindo em seguir sozinho com a vida, Dora, sua única filha se preocupava com o pai e por isso pensou em mim para a tarefa de cuidar da vida de Junqueira; pensei um pouco antes de aceitar, já que minha filha havia conseguido um emprego que ajudava nas despesas, mas caso eu aceitasse ela poderia continuar sonhando com a faculdade … antes que eu aceitasse, Dora fez uma última observação … eu teria que dormir no emprego de segunda a sexta pelo menos. Por conta disso pedi a ela um dia para responder. “Mãe! Não tem o que pensar! Aceita logo …, o resto a gente se vira!”, foi a resposta firme de minha filha Vanessa quando comentei com ela a proposta que recebera; no dia seguinte eu estava dentro do carro de Dona Dora rumando para o apartamento de seu pai. “Papai, essa aqui é a Luana … ela vai trabalhar para você cuidando do apartamento e também do que mais for preciso!”, anunciou Dona Dora diante do olhar impessoal do pai. Junqueira era um sessentão, alto e com porte de quem praticara esportes na juventude; tinha a cabeça raspada, uma barba cerrada e bigode, ambos muito bem cuidados dotado ainda de um par de olhos azuis intensos e inquietantes que me examinaram dos pés à cabeça sem dizer uma única palavra o que me deixou ainda mais nervosa. “Muito prazer em te conhecer, Luana”, cumprimentou ele com tom ameno, estendendo a mão para um aperto; ao sentir o toque quente e firme de sua mão experimentei uma sensação que há muito tempo sequer sabia o que era … senti uma comichão nas partes baixas que me deixou arreliada! Junqueira fez questão de me mostrar o apartamento e principalmente o meu quarto explicando que ele fora ocupado por Dona Dora antes dela se mudar e que eu poderia fazer o que quisesse para deixá-lo ao meu gosto. Dora me mostrou o restante já querendo saber se eu poderia começar naquele mesmo dia. Assim que aceitei ela pediu minha carteira de trabalho para registro; antes de sair ela me entregou um cartão bancário e explicou: “Esse cartão é para as despesas diárias e já tem um valor depositado, quando precisar basta me avisar ou mesmo para meu pai que a gente cuida de mantê-lo abastecido!”. Depois de se despedir de nós, Dora partiu e eu comecei a examinar o que precisaria fazer perguntando ao Doutor Junqueira o que ele gostava de comer. “Nada em especial, mas acho que uma comidinha caseira com bom tempero é suficiente!”, ele respondeu com um tom amável e simpático. Nas primeiras semanas eu ainda me sentia deslocada e confesso que a presença do Seu Junqueira me incomodava um pouco; mesmo com ele sempre se mostrando gentil e amável eu precisava me acostumar em dividir espaços com um homem, uma experiência que nunca fizera parte da minha vida. Com o passar das semanas não apenas me acostumei a ele como também me tornei sua amiga e confidente; em retribuição à atenção que eu dava a ele Junqueira se tornou mais afetuoso chegando a mostrar isso com a compra de uma cama nova e uma televisão para o quarto que eu ocupava; seguiu-se instalação de um novo chuveiro na suíte do quarto e outros mimos que me deixavam um pouco encabulada, mas sem jamais recusar ou criticar os presentes. Ao mesmo tempo, Junqueira também passou a me levar ao supermercado para as compras semanais e dentro do seu carrão luxuoso conversávamos animadamente sobre assuntos variados. Todavia, tudo se tornou confuso quando certo dia durante o almoço peguei Junqueira olhando fixamente para o decote da minha camiseta notando a ausência de um sutiã. "Minha mulher sempre detestou sutiãs ... eu te entendo ... e mesmo sem vê-los imagino que devem ser lindos!", comentou ele com tom intrigante. Num primeiro momento pensei em proteger meu colo de seus olhos, mas não o fiz porque pareceria um recato que eu jamais tive em minha vida e agradeci o elogio; sem rodeios Junqueira emendou outro comentário apontando para a bancada de granito ao lado da pia afirmando que muitas vezes ele e sua esposa treparam ali ... o verbo "treparam" causou uma reação em meu corpo que estremeceu com a pele arrepiada. Junqueira então se aproveitou da situação e prosseguiu comentando que não havia lugar naquele apartamento onde ele e a falecida não haviam trepado, descrevendo essas situações com muitos detalhes que ele procurava enfatizar fitando meu rosto, obrigando que eu controlasse as reações diante de tanta safadeza, mas sentindo a perseguida quente e chorosa; depois de tantos relatos enlouquecedores decidi pôr um fim ao assunto de maneira educada procurando cuidar dos meus afazeres com Junqueira saindo do recinto. Pelo restante do dia fui obrigada a trocar de calcinha por mais de uma vez sempre que relembrava os relatos picantes do meu patrão. Depois do jantar cuidei da cozinha e em seguida pedi licença a ele para me recolher dizendo estar muito cansada e com sono ao que Junqueira limitou-se apenas a desejar uma boa noite. De madrugada acordei sobressaltada suando às bicas com a buceta coçando de tesão; imediatamente tirei a camisola e comecei a acariciar a danada que eu depilara na noite anterior; alternando gestos circulares com esfregadas lentas e suaves não precisei de muito esforço para uma gozada tão abundante que chegou a molhar o lençol que me obrigou a gemer baixinho já ansiando por mais prazer ... e a situação se tornou tensa quando cheia de desejo passei para uma siririca furiosa que me fez gozar várias vezes ... eu estava tão excitada que já não importava mais que os gemidos e gritinhos que saíam da minha boca pudessem ser ouvidos ... acho que inconscientemente desejei que Junqueira ouvisse o meu clamor, mesmo temendo os riscos da minha ousadia. Repentinamente a porta do quarto se abriu e o vulto do macho surgiu diante dos meus olhos aparvalhados e fiquei embasbacada quando Junqueira acendeu a luz exibindo sua nudez eloquente; era um belo macho que mesmo passando dos sessenta ainda exibia um porte físico invejável, com ombros largos, peito coberto por uma camada de pelos grisalhos e mais abaixo um dote de dimensões e rigidez impressionantes. O que veio a seguir foi uma avalanche de tesão explodindo entre eu e meu patrão que veio para cama se deitando ao meu lado acariciando e beliscando meus mamilos durinhos ao mesmo tempo em que eu retribuía o gesto manipulando aquela pistola dura e pulsante; os primeiros beijos foram tímidos porém inquietos e logo estávamos ensandecidos com uma troca de saliva proporcionada por nossas línguas abusadas se digladiando sem parar. A certa altura eu me afastei gentilmente sorrindo ante o olhar curioso de Junqueira enquanto me dobrava sobre o seu corpo até que seu bruto estivesse ao alcance da minha boca que após algumas lambidas carinhosas foi abocanhado com tanta volúpia que impôs ao macho gemer com tom rouco; mamei aquela piroca majestosa com tanto esmero e dedicação obtendo êxito em libertar todo o desejo que estava adormecido dentro de mim. Junqueira estava rendido diante da minha mamada limitando-se a acariciar meus cabelos proferindo frases carinhosas e estimulantes. Nosso tesão estava tão voraz que não demorou para que partíssemos para um meia nove comigo por cima dele retomando a mamada enquanto ele escancarava minha gruta lambendo de cima a baixo chegando a dar linguadas no meu brioco que piscava involuntariamente no mesmo ritmo de meus gemidos engasgados que me obrigavam a libertava o membro apenas tempo suficiente para uma comemoração delirante. Junqueira demonstrou uma tal habilidade oral que eu explodi em gozadas sucessivas usufruindo de um êxtase tão arrasador quanto compensador já que havia anos que meu corpo sequer relembrava algo semelhante. E tudo se tornou ainda mais espetacular quando Junqueira veio sobre mim conduzindo sua pistola na direção da minha gruta promovendo uma penetração lenta e ao mesmo tempo cadenciada provocando em meu corpo um alvoroço mesclado de alguma dor decorrente do tempo de abstinência somado com o imenso tesão que explodia dentro de mim; nos momentos em que ele interrompia o avanço temendo me machucar eu enlouquecia implorando aos gritos que ele prosseguisse até me preencher por completo. Com o membro do macho enterrado dentro de mim eu reagi cravando meus dedos em sua cintura numa espécie de gesto desesperado para que ele jamais saísse. Com sorrisos e beijos Junqueira me tranquilizou dando início a uma sequência de movimentos sacando e enfiando o bruto dentro da minha xereca que além de ardente vertia copiosa o gozo que se sucedia em ondas que pareciam não ter mais fim, me conduzindo à beira do absoluto delírio da carne em êxtase. Junqueira não mostrava qualquer sinal de arrefecimento tornando aquela foda algo deliciosamente alucinante e me fazendo sonhar que ela jamais tivesse fim. Por um tempo que eu sequer podia conceber meu patrão me fodeu de uma forma tão estupenda quanto maravilhosa, concedendo um prazer que me fora privado desde sempre e quando ele começou a ofegar denunciando a proximidade de seu ápice eu respondi segurando-o pela cintura deixando implícita a intenção de receber seu leite dentro de mim; ele me fitou com uma expressão que misturava gratidão com ansiedade e depois disso passou a desferir movimentos cada vez mais céleres até que um retesamento muscular involuntário seguido de um espasmo pôs fim ao nosso encontro carnal. Desfrutei, então, da mais deliciosa e inexplicável experiência sensorial com o jorro quente e espesso encharcando minha gruta provocando enorme alvoroço que redundou em um orgasmo insolente e voraz fazendo meu corpo sacolejar tomado por um inebriante descontrole que quase me tirou os sentidos que foram turvados pela carga viril recebida. Ambos estávamos exaustos, suados e ofegantes e quando Junqueira fez menção de se afastar eu o impedi de fazê-lo não sendo necessária qualquer troca de palavras bastando apenas nossos olhares eloquentes; e assim adormecemos usufruindo de um sono reparador mais que necessário. E pela manhã ao abrir os olhos dei com ele ao meu lado ainda adormecido e aquela visão foi algo tão surpreendente quanto arrebatador. Não demorou para que Junqueira acordasse ostentando uma expressão encabulada quase juvenil que me fez sorrir para ele; a certa altura ele sugeriu que tomássemos banho juntos ao que eu aceitei cheia de expectativas que logo se concretizaram com o bruto ressurgindo em todo o seu esplendor. Não perdi tempo em me pôr de cócoras diante dele abocanhando o bruto desferindo uma mamada cheia de desejo que logo fez o macho gemer acariciando meus cabelos ... terminamos o banho comigo de costas contra a parede de pernas levemente abertas e traseiro empinado pronta para receber o macho dentro da minha gruta encerrando uma nova trepada tão intensa quanto a anterior que foi finalizada com um gozo simultâneo cuja energia pareceu nos unir ainda mais. Findo o banho emocionante nos secamos e fui me vestir a fim de preparar o café da manhã, porém antes que eu fizesse isso Junqueira me segurou pelo braço e mirando meus olhos declarou com firmeza: “Você pode preparar nosso café, mas quero que faço isso pelada para meu deleite!”; aquelas palavras proferidas com tanta determinação me deixaram aturdida e ao mesmo tempo excitada, pois elas diziam que ele me desejava de verdade! A partir daquele dia eu e Junqueira passamos a ter um relacionamento às escondidas, não por vontade dele para quem isso pouco importava, mas me preservar tanto diante de sua filha, uma pessoa que eu respeitava, como também para com minha filha que mesmo sendo uma adolescente de mente aberta teria dificuldades de lidar com essa descoberta. Por conta disso mantínhamos aos olhos dos outros uma relação entre patrão e empregada, porém à noite entre quatro paredes nos transformávamos em amantes ardentes, desfrutando de fodas por todos os cantos do apartamento; é claro que Junqueira logo se mostrou um macho cheio de vitalidade, pois sempre que podia me pegava de surpresa ao longo do dia. Confesso sem medo que era um momento maravilhoso ao lado de um macho carinhoso e cheio de tesão; houve noites em que ele pedia para que eu posicionasse minha buceta sobre seu rosto e valendo-se das mãos espertas e da língua hábil me deliciava com um banho oral que resultava em uma onda orgásmica explodindo e vertendo em abundância na boca sempre ávida do macho. Dias depois eu estava na lavanderia colocando as roupas na máquina de lavar usando apenas um avental por exigência de Junqueira quando ele me abraçou por trás passeando sua mão grande e quente nas minhas nádegas gesto que me deixou toda arrepiada … e fiquei ainda mais alvoroçada quando ele meteu os dedos no rego cutucando meu selinho. Em questão de minutos Junqueira estava me empalando com força e profundidade, sendo que embora não fosse minha primeira vez, foi com certeza a melhor experiência de minha vida! Dias se tornara semanas, que se tornaram meses chegando a completar um ano que eu e Junqueira estávamos juntos quando uma fatalidade se abateu sobre nós com ele sofrendo um acidente de carro que o deixou em estado grave internado em uma UTI por semanas até vir a falecer; no enterro eu não continha as lágrimas e Dora veio em meu auxílio dizendo algo tão doce quanto acolhedor. “Fique bem, amiga … eu sei o que unia você a ele e sempre achei que era algo perfeito, porque você o fez um homem feliz até o fim!”, disse ela com tom afetuoso acariciando meu rosto.
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