DIARISTAS, DOMÉSTICAS E OUTRAS ESTÓRIAS (PARTE III)
Desde adolescente sempre fui uma safadinha e com o passar do tempo fui ficando ainda mais safada! Meu único trabalho na vida é como diarista, pois nunca tive grandes sonhos preferindo viver a vida a meu modo; agora, passando dos cinquenta me sinto bem ganhando o suficiente para uma vida tranquila, pois soube economizar para um futuro sempre incerto; nunca me casei porque mesmo tendo alguns companheiros eles não me valorizavam sendo que com isso descobri o significado do ditado: "antes só que mal acompanhado". Faço faxina em residências e pequenos escritórios, sendo que algumas vezes aceito um emprego intermitente nessas empresas de conservação, mas não me fixo, pois amo a minha liberdade de escolha. Fato é que, ao longo desses anos desenvolvi um fetiche de me masturbar no ambiente de trabalho, quer seja em uma residência ou mesmo em uma empresa pequena ... faço isso nos momentos em que esto sozinha, sempre cuidando para não ser flagrada ou deixar pistas da minha safadeza; eu me masturbo habitualmente como forma de aliviar a tensão, especialmente quando a maré de machos está em baixa, porém confesso que poucos são os dias em que não bato uma siririca desaforada, e o fetiche de fazê-lo em casas alheias também acabou se tornando um hábito, embora alguns achem que é um vício ... um vício que eu adoro! Acho que tudo isso começou faz um bom tempo quando eu trabalhava para um velhote solteiro que morava em um pequeno apartamento no centro da cidade; nos conhecemos por acaso, pois na época eu fazia a faxina no apartamento próximo ao dele e vez por outra nos encontrávamos fosse no hall ou no elevador com ele sempre puxando conversa até o dia em que me perguntou quanto eu cobrava para fazer faxina no seu apartamento; acertamos o preço e o dia da semana e logo eu estava trabalhando para ele. Eu sempre preferi quando os patrões ou patroas não estão em casa, mas no caso do seu Jorge, eu não tinha escolha, pois além de aposentado ele era muito caseiro saindo para a rua raramente e por obrigação ou necessidade. Certo dia eu estava arrumando o quarto dele que era uma suíte e ele chegou da rua atarantado querendo usar o banheiro; ralhei com ele e sugeri que usasse o banheiro social o que ele fez meio a contragosto. Continuei com minha tarefa e ao sair do quarto passando pelo corredor ouvi uns gemidos quase ofegantes que vinham do banheiro social o que atiçou minha curiosidade; me aproximei com cuidado percebendo uma fresta na porta e ao espiar por ela dei com o velhote peladão sentado na privada manipulando a pistola numa punheta insana; além do tesão que a cena despertou dentro mim, somada à constatação das dimensões do brinquedão do seu Jorge fiquei tão atarantada que não perdi tempo em meter a mão dentro da bermuda de tecido mole procurando pela danada que já estava quente e úmida. Comecei uma siririca furiosa quase acompanhando o ritmo da punheta do seu Jorge que sacudia o bruto para cima e para baixo com gestos cada vez mais rápidos ansiando por uma boa gozada; e foi nesse clima que ele gozou projetando jatos de porra que logo despencavam sobre seu corpo lambuzando sua mão, sua barriga e seu ventre me deixando doida diante de tanto leite de macho vertendo sem parar que resultou em minha retribuição gozando no mesmo ritmo com minha seiva escorrendo pela parte interna das coxas enquanto eu me esforçava para não soltar um grito de prazer. Todavia, meu esforço foi por água abaixo quando quase perdi o equilíbrio enquanto me apoiava na maçaneta da porta que acabou se abrindo denunciando minha presença; eu e Jorge nos entreolhamos com expressões assustadas sendo que não perdi tempo em fugir do flagrante correndo em direção às escadas com o restinho da seiva escorrendo da minha gruta. E pelo resto do dia ambos evitamos nos encontrar, comigo fazendo de tudo para terminar meus afazeres caindo fora até um pouco antes do horário de costume. Durante a noite, depois de me masturbar como louca fiquei pensando se deveria retornar para a casa de seu Jorge e me ver obrigada a encará-lo com ambos sabendo o que havíamos feito e mesmo assim o tesão gritava dentro das minhas entranhas desejando ver aquele macho velho, pirocudo e cheio de vigor se masturbando mais uma vez; acabei derrotada por mim mesmo e na semana seguinte me apresentei para o trabalho. Agimos como se nada houvesse acontecido fingindo uma naturalidade que não duraria muito tempo e que logo se fez presente com ele tomando a iniciativa. “Olhe, eu sei que você me viu na safadeza e também sei que você se aproveitou disso … então, o que acha da fazermos um pequeno acordo a respeito disso?”, perguntou ele logo após o almoço que ele insistira em preparar para nós dois. Tremelicando e com os mamilos tão duros que chegavam a doer acabei derrotada querendo saber que acordo o velho safado tinha em mente. “Sempre gostei muito de bater uma punheta e ela fica ainda melhor se tiver uma companhia que não apenas goste como aceite fazer parte … e tanto faz se for me ajudando como se exibindo para mim! O que acha da ideia?”, perguntou ele com um tom ao mesmo tempo desaforado como ansioso. Confesso que mesmo hesitando o tesão ardia dentro de mim como um fogaréu avassalador e por conta disso decidi pagar pra ver, respondendo que podíamos tentar apenas uma exibição sem participação. Jorge ficou eufórico querendo saber quando faríamos isso. “Assim que eu terminar minha tarefa e o senhor pagar a diária!”, respondi com firmeza observando a expressão de felicidade brotar no rosto do velhote safado. No final da tarde seu Jorge peladão já me esperava ansioso sentado no sofá amaciando a pistola em processo de ereção; calmamente tirei a roupa e me sentei no lado oposto do sofá de onde ele podia apreciar minha nudez; com as pernas abertas escancarando a xereca comecei a manipulação preliminar com a ponta dos dedos indicador e médio fazendo movimentos circulares ao longo da região, vez por outra tesourando a gorducha alternando com uma massagem mais vigorosa no clítoris que eu beliscava em provocação diante do olhar extasiado do velhote que me acompanhava numa punheta furiosa; nossa diversão foi ganhando intensidade até culminar comigo gozando várias vezes sentindo o néctar verter abundante me lambuzando e escorrendo pelo sofá … e somente depois que eu experimentei as melhores gozadas da vida foi que Jorge se deu por satisfeito finalizando num gozo abundante entre gemidos roucos e inspirações acentuadas. Ainda ofegante ele me agradeceu pela diversão mútua já querendo saber se repetiríamos aquela sessão; não disse nem que sim, nem que não, apenas me vestindo e indo embora. Entretanto é claro que nas semanas seguintes repetíamos a diversão cujos contornos se tornaram tão viciantes que ambos já estávamos dependentes e ansiosos por uma nova sessão; e houve um momento em que eu não resisti em interromper meu ato solitário aproveitando para cair de boca naquela piroca rija premiando Jorge com uma mamada inesquecível que o fez gozar entre gemidos e gritos roucos; e naquele dia ele insistiu em me conceder uma gorjeta. “Isso aqui não é a paga da puta, mas um agradecimento pelo presente que você me deu!”, disse ele enquanto metia as cédulas novinhas no meu decote. Alguns meses depois seu Jorge foi obrigado e viajar para cuidar de assuntos pessoais e sua ausência foi o estopim para que eu desenvolvesse esse fetiche que pratico desde então; era quase um ritual que eu exercia com muito cuidado para não ser flagrada e consistia aceitar serviços em residências ou pequenos escritórios que estivessem vazios escolha que me levou a trocar o dia pela noite no caso dos escritórios ou contratações intermitentes. O mesmo acontecia em residências preferindo aquelas em que os proprietários se ausentassem pelo maior tempo possível ou, pelo menos, tempo suficiente para que eu pudesse me divertir; no sobrado de um casal de empresários eu chegava cedo e depois de preparar um café para mim subia para o quarto onde me despia, deitando na cama e mandando bala numa siririca furiosa que me proporcionava deliciosas e suculentas gozadas sempre tomando o cuidado de forrar a colcha com uma toalha que ao término da minha diversão eu cuidava de lavar e secar antes de tudo. E assim corriam meus dias, com loucas siriricas em camas alheias, mesas amplas em salas de reunião, ou sofás em outras salas ou recepções sempre tomando todo o cuidado para não deixar rastros de minha louca safadeza; mesmo depois do retorno do seu Jorge nossos encontros rarearam um pouco embora eu percebesse seu desgosto pela minha falta de regularidade obrigando que ele se contentasse com o que eu podia oferecer. Com o passar do tempo o fetiche ganhou contornos de algo parecido com uma fantasia onde eu criava situações que elevassem o prazer com uma pitada de risco, imaginando ser flagrada no ato ou ainda deixando alguma pista do que acontecera dentro do lar alheio. Quando havia um contrato intermitente em uma grande empresa eu focava nos vestiários masculinos esperando o momento certo para uma masturbação bastante demorada não me preocupando com eventuais odores ou manchas capazes de denunciar o que havia acontecido naquele local. Pela manhã, quando se encerrava meu expediente fazia questão de deixar o uniforme todo lambuzado dentro do armário indo para casa sem calcinha estimulando que logo o chegar eu me divertisse um pouco mais antes de um banho relaxante. As vezes eu pensava nos riscos que corria com meus atos tresloucados, porém na maioria das situações era a adrenalina ligada ao tesão que me dava um prazer indescritível, e ao final eu prosseguia fazendo aquilo que me deixava feliz ... todavia houve uma ocasião em que eu pensei que me daria muito mal, mas cujas marcas e memórias valeram muito a pena! Foi no turno noturno na sede de um grande Banco que tudo aconteceu; como sempre eu chegara no horário e a supervisora me designou para o último andar, área da Presidência e assim que lá cheguei parti para as tarefas, limpando, esfregando e polindo tudo isso servindo apenas para esperar até que o local ficasse deserto. Eu estava tão ansiosa que acabei me apressando um pouco achando que não havia mais ninguém naquele andar e sem pensar em mais nada corri para a sala da Diretoria observando o enorme e confortável sofá de couro marrom que parecia me chamar desde a minha chegada. Encostei a porta, tirei a roupa no amplo banheiro aproveitando para observar minha nudez diante do espelho de corpo inteiro e que me levou a concluir que ainda era uma gostosona autossuficiente; abandonei esses pensamentos inúteis e fui para o sofá onde me deitei, abri as pernas escancarando a perseguida e iniciando o ritual para uma siririca bem gostosa ... estava no auge bem próxima da primeira gozada quando me assustei com a porta se abrindo e dois homens invadindo a minha privacidade proibida. "Olha só a putona pedindo por macho!", comentou um deles para o outro com um tom sarcástico apontando para mim. Fiquei tão alarmada que tentei em vão proteger minha nudez aos olhos dos homens cujas expressões já davam uma ideia de suas reais pretensões. “Se liga só, sua vadia! Se quiser se safar dessa vai ter que mamar dois machos até não poder mais!”, anunciou um deles já baixando as calças expondo uma pirocona de dimensões assustadoras, sendo seguido pelo parceiro cuja ferramenta também não ficava muito atrás em termos de tamanho e rigidez. Naquela situação eu sabia que não tinha muitas opções ... aliás, não tinha nenhuma a não ser fazer o que eles queriam. Me sentei sobre o sofá e estendi as duas mãos esperando que eles viessem até mim; tomei as pirocas nas mãos aplicando uma punheta exploratória ficando arrepiada com a dureza delas e me preparando para abocanhá-las. Comecei com certa timidez alternando os brutos em minha boca, tentando controlar o ímpeto dos machos que não escondiam o desejo de transformar minha boca em uma buceta para ser atolada e por algum tempo até que tive sucesso. Entretanto não demorou para que um deles segurasse minha cabeça socando com brutalidade sua pistola em minha boca quase me fazendo engasgar beirando o sufocamento; eles se alternavam na safadeza, alheios ao que eu estivesse sentindo e não se cansando em me ameaçar com denúncias para a supervisora caso eu recusasse ceder à sua voracidade; depois de um bom tempo, com o maxilar dolorido, os olhos injetados e lacrimejantes fui aliviada com eles exigindo que eu os finalizasse com uma punheta. “Bate uma gostosa pra nós, sua cadela! Vamos te dar um banho de porra!”, anunciava um deles com tom ríspido; com os joelhos doendo tomei as pistolas nas minhas mãos e impulsionei uma punheta furiosa que não demorou a surtir efeito com os machos se contorcendo antes da gozada. Tomei um jorro de porra das duas pirocas que pulsavam em minhas mãos, com jatos enlameando meu rosto, meus cabelos e também meus peitos; não satisfeitos eles ainda me obrigaram a lamber as pistolas sorvendo o restinho de sêmen que ainda escorria antes de me libertarem de seu jugo. “Olha aqui, vadia! Você fica na sua que a gente não conta as suas safadezas ... tamos entendidos?”, rosnou um deles enquanto se recompunha; acenei com a cabeça e esperei até eles saírem da sala para me limpar de alguma forma. Enquanto dava um jeito na sujeira que acabara de fazer fiquei pensando que aquele flagrante até que não fora ruim, já que durante a mamada mesmo com a brutalidade dos machos usufruí de algumas gozadas bem gostosas e até repetiria a diversão em outra situação. Pela manhã fui embora com o uniforme depois de pedir autorização para minha supervisora dizendo que cuidaria de lavá-lo para a noite seguinte. Dentro do ônibus e depois no Metrô senti um tesão dos infernos com o tecido rústico da calça roçando na minha buceta e não consegui controlar uma gozada usando a bolsa para disfarçar, pois achei que havia me molhado. Estava tão fora de mim que acabei indo para o apartamento do seu Jorge onde o surpreendi com uma mamada bem demorada aproveitando para gozar mais algumas vezes antes de me dar por satisfeita e tomar leitinho de macho novamente. Em casa depois de um banho merecido fiquei pensando se deveria retornar na noite seguinte com medo que os dois safados me entregassem para a supervisão selando meu fim. Trajando o uniforme limpo entrei no edifício indo para o depósito pegando o necessário para iniciar uma nova jornada; eis que, passando pelo corredor ouvi a voz da supervisora chamando pelo meu nome; assim que entrei na sala dela senti um arrepio na espinha com a sensação de "a casa caiu!". Ela pediu que eu me sentasse já perguntando sobre as manchas no sofá da diretoria; respirei fundo e comecei explicando que se tratava de algo que eu pretendia terminar no meu turno daquele mesmo dia. "Tudo bem então ... mais tarde passo lá pra conferir", respondeu ela com tom tranquilo; subi para o andar cismada que havia alguma coisa por trás daquele jeito suave da supervisora que eu conhecia como uma verdadeira carrasca. Passava da meia-noite quando me preparei para ir ao refeitório lanchar quando Érika, a supervisora entrou na antessala me empurrando de volta. "Vai logo tirando a roupa que teu emprego vai custar uma boa linguada na minha xereca, vadia!", ordenou ela com tom ameaçador. Confesso que passei do susto para o tesão num piscar de olhos já que sempre sonhei em chupar uma buceta. Érika, uma negra de bons dotes, tirou a roupa sentando-se no sofá já escancarando as pernas apontando para sua bucetona depilada e suculenta me chamando para obedecer sua exigência; ajoelhada entre as pernas dela não hesitei em cair de boca naquela gruta quente e úmida linguando com esmero o que logo resultou na safada gozando com seu néctar vertendo copioso; saboreei aquele caldo delicioso sem perder o ritmo das linguadas fazendo Érika gozar várias vezes o que me deixava pra lá de satisfeita. A certa altura e sem aviso ela me puxou para cima impondo que eu me deitasse sobre o sofá com ela permanecendo sentada se encaixando entre as minhas pernas. “Deixe ver essa bucetinha branquela aqui”, comentou ela com tom maroto enquanto começava uma exploração na minha gruta com a ponta dos dedos e não fez cerimônia em enfiá-los dentro dela provocando um alvoroço tão intenso que gozei de primeira. A supervisora continuou chuchando seus dedos na minha buceta divertindo-se em observar minhas expressões faciais aparvalhadas, pois aquela era uma forma de prazer que até então eu desconhecia e que me agradava mais que meu fetiche de masturbações solitárias no ambiente de trabalho; e com tanta luxúria logo partimos para um meia nove que em nos fez gozar litros e mais litros contendo o ímpeto de gemermos ou mesmo soltarmos gritinhos histéricos de prazer. Quando chegamos ao fim estávamos suadas e ofegantes, porém plenamente satisfeitas. Enquanto se vestia Érika perguntou se eu gostaria de temporária para intermitente e quem sabe para fixa ... até que eu gostava da ideia, mas logo deduzi que isso tiraria minha liberdade e respondi a ela que por enquanto preferia permanecer como estava. Érika lamentou mas acabou aceitando minha escolha ... a bem da verdade o que ela não sabia era que nossa diversão ampliara os horizontes do meu fetiche me levando a perguntar de volta se poderíamos trabalhar juntas na minha condição. “Você sabe que isso é possível desde que eu possa me usar de você!”, respondeu ela com tom safado, ao que eu concordei com um aceno de cabeça. Terminei aquele contrato sempre com direito a uma pegação com a minha supervisora e também de uma siririca mútua em vários ambientes do edifício; da mesma forma continuei me encontrando com seu Jorge me divertindo em vê-lo se masturbar enquanto eu fazia o mesmo diante dele. Em certa ocasião ele me implorou por uma trepada sabendo que isso era algo que não me despertava o tesão, mas de tanto ele me pentelhar a respeito acabei aceitando dar o que ele queria, porém de uma forma bem diferente; era quase noite quando ele se limitou apenas a me apreciar ansiando pela foda e quando terminei fui para cima dele numa trepada furiosa no estilo amazona em que ele permanecia na posição passiva enquanto eu golpeava com força numa posição mais ativa. Chegamos ao ponto que tive receio em prosseguir observando que meus movimentos já causavam certo desconforto no velhote e por conta disso finalizei-o com uma punheta bem-feita. Voltei para minha rotina de diarista, com alguns serviços para a empresa onde Érika era a supervisora, e mesmo com uma parceira tão fogosa e parecida comigo, meu fetiche de bater uma siririca nas casas das minhas clientes permanecia como algo necessário sem o qual eu me sentia um pouco vazia e desmotivada. Tanto é que aprimorei minha safadeza tirando fotos do antes, do durante e do depois, sem jamais publicá-las em redes sociais, pois queria muito preservar minha atividade e minhas clientes. E cheguei ao ponto em que praticava o ato mesmo quando alguns dos membros da família estava em casa, usando para isso os banheiros e também a área de serviços com portas fechadas ... sempre valeu a pena!
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