A primeira vez tudo foi muito frenético e assustador; eu estava no meu apartamento após um longo dia de trabalho e me preparava para tomar uma ducha quando o celular vibrou; a mensagem dizia que um técnico estava para chegar e precisava autorizar seu acesso para fazer uma vistoria no meu aquecedor a gás; eu não me lembrava de ter feito algum chamado, mas supus ser alguma rotina do condomínio e por conta disso autorizei a entrada do tal técnico. Vesti um roupão e ao girar a maçaneta a porta foi empurrada com força me obrigando a recuar para não perder o equilíbrio; o sujeito entrou já fechando a porta atrás de si exibindo uma expressão maledicente e um olhar cheio de lascívia me examinando de cima a baixo. Imediatamente fiquei trêmula sentindo minhas pernas bambearem com arrepios percorrendo minha pele e a boca ressecar me obrigando a engolir em seco; ficamos nos entreolhando por algum tempo sem troca de palavras e com muito esforço consegui gaguejar perguntando o que ele queria de mim; o sujeito era alto e corpulento com barba e bigode mal aparados trajando uma espécie de uniforme sem identificação e permaneceu em silêncio mesmo após ter feito a pergunta. "Tira a roupa, dona! Quero te ver pelada!", rosnou ele com um tom ameaçador que me deixou ainda mais assustada. Pensei em correr para o quarto, fechar a porta e pedir ajuda, mas minhas pernas simplesmente não me obedeciam pois eu estava tomada por um receio paralisante; ele avançou na minha direção repetindo a ordem que dera e eu não vi escolha senão obedecer. Tirei o roupão expondo minha nudez aos olhos do pervertido que não escondeu uma expressão de macho sedento pronto para me usar como bem quisesse; naquele breve intervalo eu pensava porque ele me escolhera como sua vítima ... afinal, eu não era nenhuma beldade, apenas uma mulher comum, balzaquiana, um pouco além do peso, seios médios flácidos, bunda gorda com alguma celulite, coxas grossas e um rosto pouco expressivo. E enquanto estava imersa nesse oceano de ponderações o sujeito veio para cima de mim apertando minha cintura, alternando apertões em minhas mamas dando beliscões nos mamilos ao mesmo tempo em que sua boca se colava a minha com a língua abusada me invadindo em beijos de língua que se sucediam sem parar ... no início tive enorme receio em estar a mercê daquele abusador desconhecido, porém a medida em que as coisas ganhavam um contorno ainda mais excitante me deixei levar pelo tesão avassalador que ele despertava dentro de mim. Ainda me mantendo aprisionada com seu braço e seduzida pelos seus beijos o sujeito desceu a mão livre até seus dedos encontrarem a minha gruta que foi dedilhada, esfregada e vasculhada até obter êxito em me fazer experimentar uma gozada alucinante que foi seguida por outras ainda mais intensas e delirantes; aquele desconhecido naquele momento estava me proporcionando um prazer indescritível que jamais eu experimentara naquela magnitude e mesmo ainda parecendo um invasor abusivo eu não conseguia esconder minha realização gemendo abafado cada vez mais e com mais tesão que aflorava desabrochando em uma experiência sensorial avassaladora. E após tanta provocação me deixei levar pelo instinto de fêmea usando uma das mãos para alcançar o membro que foi cingido e apertado permitindo que eu sentisse toda a sua rigidez pulsante que era plenamente correspondida pela vulva piscando e vertendo numa sincronia impressionante; fiquei tão alvoroçada que não perdi tempo em fazer o sujeito se despir sem me preocupar em saber seu nome ou que perigo ele representava … o que eu queria mesmo era dar pra ele! Ao vê-lo pelado não contive a vontade de olhar para baixo descobrindo o dote rijo do macho cujas dimensões eram inquietantes a ponto de eu almejar tê-lo dentro de mim. “Ajoelha aí, vadia e mama minha pica! Quero sentir ele dentro dessa boquinha de puta!”, exigiu ele com um tom ríspido, quase grosseiro e que serviu apenas para me deixar mais quente e úmida. Então me pus de joelhos e segurei o bruto com uma das mãos mal conseguindo cingi-lo enquanto lambia a glande descendo até as bolas e voltando ouvindo o invasor gemer me chamando de putinha, vadiazinha e outros adjetivos que serviam para elevar meu desejo até culminar em tomar o membro na boca desferindo uma mamada tão esfomeada que por mais de uma vez quase engasguei com aquela pistolona roçando a minha glande; em alguns momentos o sujeito segurava minha cabeça e passava a socar a vara num vai e vem que quase me sufocava e que me levou a segurar o mastro pela base com o intuito de controlar a impetuosidade dos golpes que se sucediam num alucinante frenesi. Quando dei por mim estava deitada sobre o piso frio da sala com o sujeito vindo para cima de mim não perdendo tempo em enterrar a bruto na minha gruta o que fez com alguma brutalidade que não chegou a causar dor já que eu estava por demais lubrificada e excitada; ele logo começou a desferir movimentos pélvicos enfiando e sacando sua pistola dentro de mim que começaram um tanto desajeitados, mas que logo ganharam ritmo e profundidade até me premiarem com uma gozada tão feroz que causou estremecimento e contrações involuntárias acompanhadas por gritos e gemidos sem controle. “Eu sabia! A puta tava carente, né? Precisando de uma pirocada! Isso! Goza! Goza mais!”, sussurrava ele em meu ouvido enquanto socava com mais força fazendo as bolas chacoalharem a cada penetração e me levando a usufruir de um gozo seguido de outro que me fazia delirar entre mais gritos e gemidos pouco me importando com as expressões chulas dele … apenas o macho me interessava! Não sei por quanto tempo nos fodemos, pois era tanto prazer que minha mente estava turvada e meus sentidos submetidos ao ritmo das socadas que fui tomada de assalto pelos movimentos mais intensos do sujeito que culminaram numa ejaculação abundante encharcando minha gruta a ponto de vazar pelas bordas e fazendo com que eu gritasse até quase ficar sem ar … e quando tudo terminou o abusador desabou seu peso sobre mim respirando ofegante com o nosso suor se misturando e lubrificando ainda mais nossa pele. De repente, ele se ergueu sacando membro de dentro de mim já se preparando para ir embora. “Eu sabia que você era uma putinha gostosa e safada! E fique sabendo que vou voltar … me aguarde!”, disse ele já de costas para mim caminhando em direção da porta de saída. Incapaz de me levantar naquele momento permaneci deitada sobre o chão que estava escorregadio por conta do suor que lambuzava meu corpo pensando se tudo aquilo que acontecera era real ou fruto da imaginação de uma mulher carente e solitária. Minutos depois usando toda a pouca energia que ainda restava me levantei e cambaleando fui para o banheiro onde tomei uma demorada ducha que aos poucos me revigorou; enquanto secava meu corpo pensava no que deveria fazer; descartei ir à delegacia fazer um boletim de ocorrência já que, além não ser capaz de descrever o agressor, eu permitira sua entrada em meu apartamento deixando que ele me fizesse uma fêmea saciada após uma trepada inesquecível; por outro lado não pensei em trocar a fechadura de acesso porque, do mesmo modo, eu havia permitido seu acesso e por conta disso não havia necessidade de fazer alguma coisa nesse sentido. Pelada e cansada acabei desfalecendo sobre a cama abandonando qualquer pensamento a respeito do acontecido. Dias se passaram sem que nada de especial acontecesse, embora eu nutrisse a expectativa de que o invasor pudesse retornar para uma nova rodada de sexo ardente. Algum tempo depois eu estava dentro de um vagão do Metrô voltando para casa após um dia estafante quando senti algo duro roçando minhas nádegas por cima do vestido; olhei ao redor e percebi que o trem não estava lotado não havendo razão para aquele ato de assédio descarado. “Oi, putinha! Sentiu saudades do teu macho? Hoje a noite vou te fazer uma visita … me espere … de preferência peladinha pra facilitar as coisas!”, sussurrou ele em meu ouvido com uma voz rouca e sensual. Aquelas palavras e aquele troço duro cutucando minha bunda me deixaram arrepiada e em vez de empurrá-lo fazendo um escândalo permaneci como estava desfrutando o delírio que já fazia minha piriquita choramingar a ponto de melar a calcinha; quando o trem estacionou na estação o sujeito se afastou com tanta rapidez que eu sequer tive tempo de olhar para o seu rosto. Cheguei em casa ainda aturdida com a petulância do sujeito em me assediar dentro do Metrô, porém, ao mesmo tempo fiquei doida ao passar a mão dentro da calcinha descobrindo a umidade ainda vertendo; comi uma salada que havia preparado no fim de semana e depois tomei um banho sendo que, ao sair do banheiro decidi permanecer pelada … algo dentro de mim ansiava pelo novo encontro com aquele desconhecido que me deixava cheia de tesão. Estava sentada no sofá da sala e tomei um susto quando o celular vibrou; olhei para a tela e vi que era um pedido de acesso; hesitei por alguns minutos, mas acabei autorizando; tomei cuidado em deixar a porta destrancada e voltei para o sofá onde me sentei já escancarando as pernas exibindo a xoxota depilada. Ele empurrou a porta e antes de entrar cuidou de apagar as luzes me deixando ainda mais excitada. “Então a putinha é obediente, né? Peladinha pro seu macho … prefere no escurinho ou quer tudo na claridade? Não interessa! Sou eu quem decido!”, anunciou ele com o mesmo tom ríspido de antes acendendo as luzes enquanto tirava a roupa; tinha o rosto coberto por uma máscara de uso hospitalar, mas o olhos já alertavam o que estava por vir. Não demorou para que o sujeito estivesse de joelhos entre as minhas pernas apertando as coxas enquanto linguava minha gruta com lambidas e sugadas que logo resultaram em uma sucessão de gozadas que me deixaram alucinada gemendo e gritando como uma cadela no cio. E quanto mais eu gritava mais ele linguava até o momento em que ele veio sobre mim já enterrando o bruto bem fundo na minha xoxota provocando um alvoroço tão açodado que soltei um grito engasgado de tesão; ele passou a socar com movimentos enérgicos e profundos arrancando de mim mais orgasmos e gritos ensandecidos; por mais que meu corpo sofresse um ataque vigoroso o prazer proporcionado me obrigava a querer mais! Era uma foda alucinante de uma força e profundidade que beirava a sensação de ter o macho inteiro dentro de mim e ainda mais porque ele não perdia a chance de lamber e chupar meus mamilos como se soubesse que esse gesto me conduzia a um estágio de prazer cuja magnitude não podia ser descrita com palavras … em minha mente veio a imagem do único homem que sabia dessa minha peculiaridade … meu primeiro homem … um homem que agora era sobrepujado por alguém muito mais hábil e viril sabedor de suas habilidades como macho. Por mais de uma vez beirei a insanidade assolada por tanto êxtase que vibrava a cada socada forte do macho desconhecido que me usava como seu brinquedinho sem arrefecer, sem dar sinais de fadiga, apenas me fodendo com um desempenho inacreditável que ao longo do tempo me deixou esvaída em gozo quente e vertiginoso e que somente atingiu seu clímax quando o macho sussurrou em meu ouvido: “Se prepara, vadia que vou encher tua buceta com leite de macho! Ahhh!”; e o gozo jorrou para dentro de mim em jatos de esperma me encharcando e provocando em retribuição um derradeiro orgasmo que quase me ceifou os sentidos; me vi então em uma alucinante espiral de prazer entre gritos, gemidos e longos suspiros … tudo culminara com um estremecimento involuntário com o macho ainda enterrado dentro de mim. Nos quedamos ainda engatados com o suor prorrompendo por todos os poros e as respirações acentuadas e eu sentindo arrepios provocados pela expiração morna dele em meu pescoço; lentamente ele se ergueu desengatilhando o bruto até conseguir ficar de pé já procurando por suas roupas que vestiu com rapidez. “Esse aqui é meu número … manda mensagem quando quiser um macho pra te foder bem gostoso!”, disse ele atirando um cartão sobre meu corpo exibindo um sorriso arrogante: fiquei ali, prostrada usufruindo do prazer que ainda vibrava em mim e sabendo que fora definitivamente seduzida.
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