Acordei assustado com tiros, explosões e uma gritaria que me deixou ainda mais aterrorizado; de repente a porta se abriu e uma luz forte cegou minha visão fazendo crer que meu fim era inevitável. "Calma, rapaz, somos da polícia e você está salvo agora!", disse o sujeito que segurava a lanterna apontada para meu rosto e suas palavras soaram como um alívio e uma libertação; eu estava nu, sujo e com a mente ainda turvada por tudo que me fora imposto, porém, mesmo assim, eu não podia negar que fora algo tão assustador como excitante, exceto pelo receio de a situação ficar fora de controle. Os policiais vieram me ajudando a levantar e cobrindo meu corpo com um cobertor enquanto me conduziam para um veículo de resgate onde paramédicos aguardavam a minha chegada ... eu não tinha noção de quanto tempo permanecera cativo e já acomodado sobre a maca recebendo os primeiros cuidados procurava por lembranças do passado recente ... Aquela noite de sexta-feira prometia e eu estava muito animado com as possibilidades me preparando para aproveitar ao máximo; depois de um banho e cuidados pessoais vesti uma roupa casual pegando a moto em direção ao local onde rolaria uma balada anunciada por alguns amigos através de redes sociais como sendo o acontecimento do ano; o local era uma antiga fábrica desativada onde os organizadores instalaram o evento com direito a muito som, bebida e safadeza; no início fiquei apenas observando o ambiente e também as pessoas procurando algo que me interessasse e depois de algum tempo subi ao mezanino onde haviam vários sofás ladeados por mesas com petiscos e bebidas. Já estava na terceira ou quarta dose de gim entremeado com cerveja quando após um anúncio do djay vi que as pessoas começaram a se despir com a maior naturalidade passando a dançarem se esfregando uns nos outros. Permaneci no sofá bebericando quando um gordinho peludo se sentou ao meu lado acariciando sua pistola enrijecidas de dimensões medianas olhando para mim com uma expressão convidativa; sem cerimônia me inclinei sobre ele tomando o bruto na boca desferindo uma mamada esfomeada com direito a apertões nas bolas e lambidas na glande ouvindo o sujeito gemer enquanto acariciava minha cabeça. Por conta do álcool o sujeito não conseguiu se conter por muito tempo explodindo em um gozo enchendo minha boca e impondo que eu engolisse para não engasgar; quando me levantei ele me enlaçou pelo pescoço colando seus lábios aos meus para selar um beijo de língua demorado para que ele sentisse seu próprio sabor em minha boca. Ficamos nos beijando por algum tempo enquanto eu manipulava a pistola dele ansioso por uma nova ereção que desaguasse em uma trepada gostosa, porém não demorei a descobrir que daquele mato não sairia um coelho; acabei desistindo e o sujeito logo estava prostrado cochilando vencido pela bebida e sabe-se lá o que mais que havia ingerido. Dei mais uma rodada pelo mezanino e desci até o térreo onde só se podia ver sombras e silhuetas rebolando e piscando no ritmo da iluminação e do som altíssimo; eu estava muito a fim de encontrar algo que valesse a pena e por conta disso fui ao banheiro onde rolava uma safadeza desvairada com sujeitos mamando pirocas e outros sendo enrabados de pé entre gemidos e gritinhos além de palavras chulas. Acabei desistindo já que não encontrava alguém com que me divertir e acabei enchendo a cara, fumando um baseado quase desfalecido sobre um dos sofás do mezanino; a certa altura e sem noção do perigo decidi ir embora pegando minha moto e caindo na estrada de volta para casa. Em uma curva, para evitar um acidente fiz uma manobra arriscada e acabei rolando para fora da estrada com a queda amortecida pela vegetação úmida logo depois do acostamento; me levantei examinando meu estado e depois de ver que estava tudo bem tentei erguer e ligar a moto, porém esta não vingava ... olhei a redor pensando o que fazer naquela situação e olhando para o celular descobri que estava sem sinal dificultando um pedido de socorro. Em dado momento vi os faróis de um veículo vindo pela estrada e fiz sinal pedindo ajuda. Era uma velha caminhonete adaptada como reboque e de seu interior saltaram dois sujeitos que vieram ao meu encontro; um deles era branco, alto e corpulento, calvo e com barba e bigode bem cerrados, trajando um calça cargo e camiseta regata ambos com claros sinais de mal cuidado enquanto o outro era um negro um pouco mais baixo, mas musculoso com ar de marombeiro, cabeça raspada e sem barba trajando um jeans surrado e uma camiseta que mais parecia um trapo com rasgos e furos; eles se aproximaram perguntando o que havia acontecido e eu lhes contei sobre o acidente e também sobre o estado da minha motocicleta querendo saber se eles poderiam me dar uma carona até um posto de gasolina ou algo semelhante. Eles imediatamente se ofereceram para me ajudar e depois de colocarem a moto presa sobre a caminhonete entramos no veículo comigo sentado entre eles; rodamos por algum tempo até eu perceber que não estávamos nos dirigindo para a estrada principal caindo em uma vicinal de terra sem iluminação; quando perguntei para onde eles me levavam o negro pousou sua mão sobre minha coxa encarando meu rosto enquanto dizia com tom irônico: "Vamos te levar pra nossa oficina, pra ver o que dá pra fazer com a moto ... e se não tiver jeito, vamos brincar um pouco com você!". Uma luz de alerta acendeu em minha mente e eu suspeitei que aquilo era um sequestro. Chegamos ao nosso destino que era um velho galpão situado nos arredores de um vilarejo de onde se via pequenas luzes dos casebres distantes. Fui então arrancado do veículo, levado para dentro do galpão e jogado sobre uma velha cama de campanha temendo pelo que estava por vir. "Vai logo tirando a roupa, sua putinha ... hoje você vai ser nosso brinquedinho!", anunciou o sujeito calvo enquanto se despia sendo seguido pelo seu comparsa; comecei a obedecer a ordem dizendo que faria o que eles quisessem desde que não me matassem ou me machucassem, o que os levou a gargalhar com desdém. "É só você ser nossa putinha que nada de ruim vai te acontecer!", respondeu o negro já exibindo sua nudez ornada por uma pistola de dimensões alarmantes que já estava rija e pulsante; olhei para seu parceiro que não ficava muito atrás em termos de dote viril e me preparei para sobreviver. Fizeram que eu ficasse de joelhos diante deles esfregando as pistolas em meu rosto e ordenando que eu lhe desse uma mamada. Naquele momento toda o receio foi dissipado tendo diante de mim aquelas pirocas duras pulsando com insolência exigindo que fossem satisfeitas me levando a alterná-las dentro de minha boca mamando como um esfomeado ao som dos gemidos e grunhidos dos machos excitados; foi uma mamada tão intensa que cheguei a sentir o maxilar dolorido, porém não esmoreci aproveitando para massagear as bolas sentindo-as túrgidas e esticadas; após algum tempo enquanto eu mamava o sujeito calvo seu parceiro acabou atingindo o ápice num jorro de esperma que me deixou lambuzado no rosto e no peito enquanto urrava como um animal ferido. Na sequência seu parceiro acabou indo pelo mesmo caminho me banhando com sua carga quente e espessa; eu fiquei tão aturdido que quase caí para trás tendo que me apoiar na lateral da cama observando os machos ainda usufruindo do prazer que eu lhes proporcionara. "Olha só, Jota! A putinha tá com o grelinho duro!", anunciou o negro para o parceiro apontando para mim que já estava deitado novamente sobre a cama. "É mesmo, Zito ... putinha safada! Acho que ela tá precisando de pica no rabo pra sossegar!", comentou de volta o tal Jota. Nesse momento eles me tomaram pelos braços e fizeram com que eu ficasse ajoelhado em decúbito ventral sobre a cama e me amarraram de tal forma meu rabo permanecesse empinado. O primeiro e vir foi o tal de Jota que já de pau enrijecido novamente abriu meu rego cuspindo no brioco antes de começar a pincelar a região com o bruto preparando o ataque que se deu de forma profunda e impiedosa num único golpe causando tanto dor como tesão e impondo que eu soltasse um grito desvairado. "Calma, putinha! Relaxa que dói menos!", disse ele com tom de escárnio já dando início a uma sequência de golpes rápidos e profundos. Muito embora eu fingisse reclamar da curra chegando a pedir piedade, no fundo eu estava adorando aquele jeito brutal do macho me foder e ainda mais quando Zito, o negro parrudo, veio de frente já enfiando sua pistola em minha boca exigindo uma mamada que logo se transformou nele socando o membro como se minha boca fosse uma cuceta impondo uma quase fúria em seus movimentos; por um bom tempo servi aos dois machos que pareciam não dar sinais de arrefecimento e mesmo com alguma dor me incomodando não tinha escolha senão me submeter ao desejo visceral dos meus algozes. Somente quando tive a impressão de que estava a beira do desfalecimento é que Jota apertou minha cintura enterrando o membro com um golpe vigoroso e descarregando seu esperma dentro do meu reto; ao mesmo tempo Zito ejaculou enchendo minha boca com sua carga quase me sufocando e provocando um engasgo doloroso. Exaustos, Zito e Jota se distanciaram até um velho sofá onde desabaram suspirando ofegantes, me deixando ali naquela posição humilhante com sêmen escorrendo da minha boca e também do meu rabo; passados alguns minutos perguntei a eles com tom inseguro se eles me libertariam depois de tê-los satisfeitos por todos os meus orifícios e o olhar de Jota foi inquietante. "A gente ainda vai te usar, putinha ... afinal, não é todo dia que temos um rabinho gostoso pra fuder!", respondeu ele com um tom cheio de ironia me fazendo crer que permaneceria cativo o quanto eles quisessem. Por mais de uma vez eles me foderam até arrombar meu rabo não perdoando minha boca que se transformou em uma cloaca de porra me deixando prostrado, exausto de dolorido alheios aos meus gemidos e súplicas que ecoavam no silêncio Em algumas oportunidades eles me davam uma trégua suficiente para que eu me banhasse e me alimentasse com as quentinhas que eles mesmos compravam nas proximidades alternando sua vigilância sobre mim. Zito parecia mais piedoso chegando a comprar uma pomada que aplicou carinhosamente no meu orifício às escondidas de seu parceiro que não ocultava seu jeito mais agressivo de me tratar. Por conta disso acabei me envolvendo com Zito que se rendia aos meus beijos e carícias, em oportunidades que ele me libertava das amarras para que pudéssemos nos deliciar um com o outro. Zito sentia enorme atração por mim sendo que nos momentos em que estávamos sozinhos ele adorava acariciar meu corpo, chupando meus mamilos e apalpando minhas nádegas enquanto trocávamos beijos repletos de lascívia. As vezes ele me chamava de seu "gordinho gostoso", mas quando eu implorava para que me libertasse, a resposta era sempre negativa, já que ele também não escondia um certo temor pelo comportamento de seu parceiro. Havia ainda ocasiões em que Jota trazia alguns amigos para me foder e se deliciava em apreciar a curra que se seguia com várias pirocas arregaçando meu selinho já muito corrompido. Nessas ocasiões eu fechava os olhos e me concentrava pensando em Zito que se tornara uma espécie e porto seguro para mim, aliviando meu martírio que sempre parecia interminável. Um dos convidados de Jota não perdeu a chance de meter três dedos no meu rabo antes de me foder com uma ânsia animalesca e por mais que eu apreciasse uma boa trepada aqueles amigos de Jota eram brutais ao extremo transformando o que seria prazer em dor e humilhação. Numa certa manhã fui acordado por Zito que soltou minhas mãos e me levou ao banheiro para que eu pudesse tomar uma ducha; sentindo a água morna revigorar minhas energias não me contive em puxar Zito para perto a fim de que nos abraçássemos trocando beijos e carícias apaixonadas; quando saímos do banheiro ele me enxugou pedindo desculpas por não me libertar, pois também ele temia a agressividade do parceiro que ele conhecera em situações marginalizantes. Eu segurei seu rosto e nos beijamos após o que eu o tranquilizei afirmando que compreendia a sua situação. Quando Jota retornava nos encontrava distantes comigo aprisionado sem despertar sua atenção. Uma noite Jota me colocou de bruços sobre o seu colo e depois de estapear minhas nádegas até elas ficarem quentes, ardidas e avermelhadas, divertindo-se com meus gemidos e pedidos de clemência. Não satisfeito ele ainda puxou minha pistola para trás com força simulando uma ordenha dolorosa me fazendo gritar e que resultou numa explosão de sêmen que ele fez questão de esfregar em minhas nádegas antes de me amarrar novamente sobre a cama de campanha. Eu já havia perdido a noção de tempo como também a esperança de escapar daquele sequestro abusivo e mesmo depois de lhes oferecer dinheiro em troca da minha liberdade descobri que isso serviu apenas para que Jota fizesse um saque em minhas contas bancárias já que eu lhe dera os cartões e senhas, além de uma "visita" ao meu apartamento onde ele cuidou de surrupiar todos os objetos de valor. Zito por mais de uma vez protestou pelo comportamento do parceiro, mas este pouco se importava ironizando e tripudiando o companheiro. Uma noite Jota trouxe um bando de sujeitos mal-encarados que rodearam a cama me examinando com olhares alarmantes e sorrisos inquietantes; depois de me libertar Jota exigiu que eu mamasse os sujeitos que já haviam arriado as calças exibindo suas pistolas de dimensões variadas; percebendo o olhar angustiado de Zito e temendo que ele se tornasse uma vítima do parceiro me pus de joelhos esperando que os machos me rodeassem para que eu iniciasse a mamada coletiva. Eu alternava as pistolas em minha boca aproveitando para masturbar outros dois até que em dado momento eles não se deram por satisfeitos me jogando sobre a cama, erguendo meu traseiro e partindo para uma foda em que fui arrombado várias vezes pelos machos que se alternavam na lida em me foder sem dó; embora não houvesse carinho e muito menos cuidado, confesso que aquela curra coletiva me excitava a ponto de sentir minha pistola enrijecer e pulsar até atingir o clímax numa ejaculação eloquente sem a necessidade de manipulação. Em alguns momentos eu olhava na direção de Zito e percebia a revolta em seu semblante, e por conta disso eu sorria para ele com a intenção de tranquilizá-lo impedindo que ele tomasse uma atitude agressiva contra seu parceiro e os demais convidados; sentindo me rabo arder dolorosamente tive que resistir até que cada um dos machos atingisse o ápice descarregando seu esperma dentro de mim a ponto de vazar escorrendo pela parte interna das minhas coxas num espetáculo de luxúria encarnada. Fui largado sobre a cama incapaz de me mover sentindo dores por todo o corpo especialmente no meu orifício que parecia queimar de dentro para fora, suado e ofegante enquanto os machos saciavam sua sede com cerveja e cachaça. Logo depois que eles foram embora, Jota os acompanhou e Zito aguardou até que pudesse me socorrer limpando meu corpo com um pano umedecido em água morna e ainda aplicando a pomada em meu selinho que de tão arrombado não permitia que eu o contraísse. Acabei adormecendo e somente acordei quando ouvi a gritaria entre Zito e Jota que discutiam sobre o meu destino, com o abusado do Jota afirmando que eu era sua propriedade; foi uma discussão acalorada a ponto da troca de algumas agressões físicas e que culminou com Jota vindo até mim me tomando pelos cabelos e arrastando para os fundos do galpão onde havia uma espécie de cela onde fui atirado na escuridão. "Vai ficar aí até eu e meu parceiro decidirmos seu futuro!", alardeou ele antes de cerrar a porta da cela ... ali fiquei perdido entre dor e medo temendo pela minha vida já que para Jota eu não passava de um objeto já bastante usado e abusado. Eu dormia e acordava várias vezes sentindo frio, fome e sede até o ponto que meus sentidos começaram a se distanciar da realidade e eu senti um calafrio ... o calafrio da morte! Dentro do veículo de resgate ouvi os socorristas afirmarem que eu sobrevivera por um milagre e caso não fosse resgatado naquele momento estaria fadado à perder a vida. Consegui balbuciar uma pergunta querendo saber como eles haviam chegado até mim. "O que eu sei é que a polícia recebeu uma ligação anônima dando a localização do cativeiro. Alguém se preocupou com você", respondeu um deles com tom ameno; naquele momento o rosto de Zito veio à minha mente e eu me senti seguro por ele ter existido em minha vida.
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