PERDIDA NA NOITE

Eu viera para a capital a fim de assistir a um megaevento musical que aconteceria em um grande parque público depois de ter economizado por quase um ano para comprar o ingresso, passagem de avião e hospedagem; confesso que desembarcando no aeroporto naquela noite de sexta-feira não conseguia conter a ansiedade para realizar o sonho cultivado havia muito tempo sabendo que o evento somente teria início na tarde de sábado; me dirigi toda eufórica até a área de estacionamento de táxis e carros de aplicativo e fui abordada por um homem que depois de perguntar sobre meu destino ofereceu um preço bem abaixo do que eu pesquisara pouco antes. Olhei para ele examinando-o de cima a baixo; seu nome era Evandro, um sessentão bem-apessoado, alto e um pouco corpulento cujo olhar e o sorriso eram atraentes, ou melhor, quase encantadores; além disso tinha um bom papo somado a um jeito descontraído fatores que me levaram a aceitar sua proposta.
Dentro do carro, um sedan luxuoso e confortável, após colocarmos minha bagagem no porta-malas, começamos a conversar com ele querendo saber tudo a meu respeito tornando o ambiente ainda mais confortável e me deixando livre para conversar sem rodeios. “E você? Tem um namorado ou ficante para ir ao show amanhã a noite?”, perguntou ele com tom suave, mas objetivo me deixando desconcertada e surpresa. Demorei um pouco para responder e quando o fiz acabei revelando que viera sozinha e ainda perguntando a razão de sua pergunta.
“Você tem um jeito amável e carinhoso de falar e agir que me levou a revelar minha suspeita! Espero que não tenha se ofendido!”, respondeu ele sorrindo enquanto me fitava pelo retrovisor; fiquei muito encabulada não apenas com sua resposta, mas também com seu olhar ainda mais encantador e depois de me recompor respondi que viera desacompanhada e que não mantinha nenhum relacionamento fixo nos últimos tempos. Ele então lamentou afirmando que eu não merecia ficar sozinha naquela cidade e já se ofereceu para me fazer companhia. Confesso que o convite me cativou, mas respondi que não queria atrapalhar sua rotina muito menos distanciá-lo do convívio familiar. Evandro devolveu afirmando que fora casado, mas que naquele momento estava sozinho levando a vida com tranquilidade e que a oferta não interferiria em sua rotina de trabalho emendando um convite para jantarmos. E quando dei por mim estávamos em uma típica cantina italiana saboreando uma massa que ele escolhera e um vinho que eu sugeri.
Durante o jantar mantivemos uma conversa animada e descontraída, porém em alguns momentos eu percebia certos olhares intrigantes; no fim da refeição insisti para dividirmos a conta condicionando ao compromisso de ele me levar até o hotel ao que ele aquiesceu; no bolsão do estacionamento ele não escondeu sua frustração por uma despedida sem mais nem menos, mas enquanto ele tirava minha bagagem do porta-malas eu o surpreendi ao dizer: “Espere aqui que vou apenas fazer o check-in, deixar minha mala no quarto e eu volto!”. Ao ouvir aquelas palavras o rosto de Evandro de iluminou e ele fez um animado aceno de cabeça; me identifiquei na recepção preenchendo o registro e depois de pegar minha chave subi para o quarto onde deixei minha mala.
Estava prestes a descer ao lobby quando tive vontade de cometer um pecadilho e corri até minha mala maior e depois de abri-la retirei uma linda calcinha fio dental, um vestido curto de malha e um par de sandálias; apressei em me vestir com direito a duas borrifadas de perfume e um batom rubro cintilante; toda faceira desci e passei pela recepção percebendo olhares mal-intencionados dos machos ao redor caminhando em direção ao bolsão onde Evandro me aguardava com ele revelando uma expressão embasbacada ao me ver toda produzida; caminhando em sua direção acenei e sorri me divertindo ao descobrir que eu havia seduzido um homem mais velho que eu; ele abriu a porta do carro e eu me sentei no banco aguardando por ele, que ao se sentar ao meu lado ofereceu uma garrafinha de vodca que aceitei tomando um bom gole ... e de repente tudo escureceu ... quando acordei estava nua amarrada em uma cama num quarto imerso em penumbra.
O ambiente estava frio e minha pele arrepiada fazendo com que um medo tomasse conta de minha mente imaginando o que poderia acontecer a partir daquele sequestro …. Sim, eu não tinha dúvidas de que fora sequestrada e temi pela minha vida e por tudo mais que viria depois disso; subitamente a porta do quarto se abriu e um facho de luz vazou rompendo a escuridão enquanto o vulto de um homem surgia de forma amedrontadora, porém, com um toque de excitação que fez minha vulva choramingar ... demorou um pouco para que eu descobrisse que o vulto era de Evandro ... ele estava nu e sua nudez também me excitava. Com um andar compassado ele se aproximou de cama inclinando-se sobre mim mirando meu rosto com um sorriso enigmático; com sua mão direita ele começou a acariciar a apertar minhas mamas usando os dedos para tesourar os mamilos que estavam tão intumescidos que chegavam a doer.
Sua mão esquerda pousou sobre a minha barriga descendo em direção ao ventre e avançando até encontrar minha vulva quente e úmida; ele me amarrara de tal maneira que as pernas estavam abertas escancarando minha genitália e permitindo que ele a manipulasse como bem quisesse; com a ponta dos dedos ele iniciou movimentos circulares na região alternando momentos em que tesourava os lábios ou subia até encontrar o clítoris que era esfregado com muito esmero; toda aquela manipulação comigo amarrada serviu ao propósito de elevar meu tesão a um nível que eu jamais experimentara na vida e tal era a habilidade do macho que logo eu experimentei uma sequência de orgasmos que se sobrepujavam em intensidade impondo que eu gritasse e gemesse sem parar.
Evandro prosseguiu com toda aquela manipulação me levando à beira do delírio total com minha buceta vertendo copiosa a cada gozada que eclodia dentro de mim; mantínhamos nossos olhares fixos um no outro e eu não conseguia disfarçar todo o prazer e todo o tesão que aquele macho safado me propiciava numa situação em que ele me submetia e eu aceitava …. Sem aviso ele se colocou entre as minhas pernas mergulhando seu rosto entre elas até sua língua encontrar minha gruta explorando-a com linguadas longas e enfáticas que logo resultaram exitosas em me submeter a uma nova onda orgásmica tão veemente quanto a anterior; e somente depois de saciar sua sede em meu cálice Evandro veio me cobrir com seu corpo se preparando para me penetrar.
Antes de tudo ele se mostrou um dominador carinhoso colando seus lábios aos meus e selando um longo beijo de língua ao mesmo tempo em que usava uma das mãos para conduzir o bruto na direção da gruta ardente e com um movimento vigoroso afundou o membro dentro de mim causando um alvoroço indescritível que me fez gemer abafado enquanto meu corpo estremecia sentindo-se preenchido pelo macho. Evandro passou então e me foder com movimentos cadenciados e profundos que não demoraram a surtir um delicioso efeito comigo gozando sem parar impedida de me mover o que tornava tudo ainda mais excitante. Nos poucos momentos em que Evandro interrompia os beijos ardentes a única coisa que eu conseguia fazer era gemer chamando-o de meu dono.
E essas minhas palavras criavam um novo estímulo para que ele intensificasse seus movimentos impelindo meu corpo a reagir com uma sucessão orgásmica que chegava a turvar meus sentidos entre gritos e gemidos insanos; decorrido um bom tempo e comprovando o impressionante desempenho do meu sequestrador, este acelerou os movimentos até atingir seu clímax despejando sua carga abundante de sêmen quente e espesso provocando um último orgasmo que me deixou prostrada e quase em estado de torpor. Evandro pesou seu corpo sobre o meu suado, com a respiração acentuada e seu hálito quente em meu pescoço provocando mais arrepios que percorriam todo o meu corpo. “Não se preocupe … vou cuidar de você e enquanto isso você fica comigo … você é meu doce brinquedo!”, ele respondeu quando lhe perguntei por quanto tempo ficaria a sua mercê … sem compreender a razão suas palavras vieram ao encontro de minhas expectativas.
Evandro se ergueu sacando o bruto de dentro de mim e deitou-se ao meu lado enlaçando meu corpo com sua perna e seu braço adormecendo logo em seguida … não demorou para que também eu desfalecesse vencida pelo prazer que aquele macho havia me proporcionado. Quando acordei sem saber bem se era dia ou noite, Evandro já havia se levantado retornando pouco tempo depois; ele então me soltou da cama, me tomou em seus braços e me levou para um outro ambiente onde havia uma especie de poltrona onde fui colocada com ele algemando minhas mãos para trás e prendendo meus tornozelos nas laterais da poltrona; logo ele voltou trazendo uma bandeja que depositou sobre a mesa ao meu lado e nela jaziam um copo com água e uma refeição cujo aroma era delicioso.
Ajoelhado ao lado da poltrona Evandro me alimentou, me deu água, limpou meus lábios com um guardanapo retirando-se e levando consigo a bandeja … logo ele retornou pondo-se diante de mim exibindo sua nudez ao mesmo tempo em que apreciava a minha com um olhar repleto de luxúria; demorei a perceber que ele tinha um apetrecho numa das mãos que logo foi exibido para mim … era um vibrador tipo “rabbit” e o olhar do macho indicava que ele tinha uma destinação certa para o objeto; depois de azeitá-lo com gel lubrificante, Evandro veio e com cuidado introduziu o dispositivo dentro da minha xerequinha enquanto me beijava carinhosamente; logo depois ele exibiu o controle remoto que foi de pronto acionado em uma velocidade lenta.
Senti a vibração dentro de mim provocando doces arrepios e alguns espasmos involuntários com o macho divertindo-se com meus mamilos dando chupões e beliscões me levando a usufruir de uma nova onda de prazer que logo explodiu em orgasmos na medida em que Evandro acionava o controle remoto para velocidades mais rápidas fazendo meu corpo convulsionar na medida em que os gozos se sucediam provocados pelo apetrecho introduzido em minha gruta; eu por instinto fechava e abria os olhos observando o rosto de meu parceiro cuja expressão revelava o prazer que ele desfrutava naquele momento, tendo absoluto controle sobre mim, ditando as regras que bem quisesse e não escondendo que minha submissão alimentava o seu tesão.
Evandro me levou a um êxtase delirante que me fazia pular sobre a poltrona a ponto de cada novo orgasmo causar um estremecimento acompanhado de um retesamento muscular involuntário entre gritos e gemidos entremeados de suspiros e palavras desconexas … em dado momento ele ficou de pé colocando-se ao lado da poltrona esfregando seu membro enrijecido em meus lábios exigindo que eu suplicasse de tê-lo em minha boca. “Me dá! Me dá esse bilau grande e grosso pra mamar! Me dá, por favor!”, supliquei balbuciando as palavras sem esconder o delírio que elas causavam em meu ser. Ele se aproximou o suficiente para que eu abocanhasse o bruto mamando num gesto esforçado até que ele cuidou de ficar o mais perto possível permitindo que eu saboreasse o membro com todo o meu ardor.
No final permaneci aprisionada por todo o final de semana; perdi o evento musical, mas em troca ganhei um macho que não apenas me usou como também cuidou de mim; depois de me foder sempre amarrada ou algemada, chegamos à noite de domingo e ele me vestiu e voltamos para o hotel; ele esperou que eu descesse do carro e me despedisse, porém olhei para ele e não contive o convite: “Meu voo é apenas amanhã pela manhã e eu adoraria dormir com você essa noite!”; Evandro sorriu e logo depois estávamos no lobby entrando no elevador onde eu sem receio me despi saltando no andar e caminhando lentamente em direção ao quarto, alheia ao olhar de alguns passantes do corredor, até mesmo porque o único olhar que me interessava era o dele! Foram noites perdidas em prazer com um homem me fazendo gozar tanto que meu corpo ficaria marcado para sempre por todo aquele prazer. Naquela noite eu tomei as rédeas da situação cavalgando Evandro subindo e descendo sobre o seu corpo enquanto ele apertava minhas mamas e beliscava meus mamilos. De manhã já dentro do avião voltando para casa pensei que no fim das contas eu não perdera nada … mas sim ganhara uma experiência inesquecível!
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Ficha do conto

Foto Perfil trovão
bemamado

Nome do conto:
PERDIDA NA NOITE

Codigo do conto:
272179

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
13/09/2026

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