FUI SEDUZIDA … Trabalhando há quase quinze anos na casa do casal Olavo e Mirna, vi Dieguinho, seu único filho crescer se tornando um belo rapaz alto, de porte atlético, ombros largos, peito estufado, braços e pernas torneados ornado por um rosto quase angelical; durante todo esse tempo procurei cuidar não apenas da residência, mas também e principalmente de seus moradores e por conta disso angariei o afeto do primogênito que costumava me tratar como sua segunda mãe com anuência de Dona Mirna que tinha em mim alguém que podia confiar. Recentemente Dieguinho voltou para o lar após cumprir o serviço militar obrigatório e foi recebido com enorme entusiasmo por todos nós; depois de ser abraçado pelos pais ele veio até mim segurou meus braços e beijou minha face me chamando de seu amor. Confesso que sentir algo diferente no seu gesto e também em suas palavras, porém preferi pensar que se tratava apenas de um gesto afetuoso e inocente. Nos dias que se seguiram Dieguinho enturmou-se com os velhos amigos sendo convidado para festas de boas vindas e outras diversões mais adultas, mas ao voltar para casa insistia em me procurar para contar tudo que havia acontecido, inclusive com detalhes picantes que em deixavam arrepiada exigindo que eu procurasse disfarçar as sensações que suas palavras despertavam em meu corpo. Durante a semana eu dormia no trabalho sendo que nos fins de semana voltava para meu apartamento situado em um conjunto habitacional popular onde eu apenas passava os dias descansando e aproveitando para desfrutar da companhia da minha única filha que vinha do interior onde cursava uma Universidade Pública, me enchendo de orgulho. Tudo parecia tranquilo com a vida seguindo seu curso, embora algumas vezes as atitudes e palavras de Dieguinho me deixavam encabulada dada a sua sinceridade em relatar tudo que acontecia em sua vida; detalhes de como fora a trepada com alguma mulher que conhecera eram descritos de uma forma que eu precisava me esforçar para que ele não percebesse o alvoroço que sua narrativa causava em mim e nas vezes que eu tentava desviar o assunto percebia sua insistência alegando que não tinha coragem de contar isso para seu pai e muito menos para sua mãe; ele sempre dizia que eu era a sua confidente predileta e que confiava em mim, palavras que quebravam minha resistência e me convenciam a estimulá-lo a falar o quanto quisesse. Em uma tarde de verão muito abafada, eu havia terminado meus afazeres deixando o jantar preparado para a família e estava tão calorenta que achei por bem tomar uma ducha refrescante; já que seu Olavo e dona Mirna demorariam para voltar aproveitei para usar o banheiro social onde o chuveiro além de mais novo era mais potente. Ao sair do box dei com Dieguinho parado na porta do banheiro me fitando com uma expressão enigmática; eu estava nua e tentei me encolher envergonhada pedindo para que ele fosse embora, porém ele disse que me desejava e que queria me ter. Por um momento fiquei aturdida com aquelas palavras e tentei argumentar que era uma mulher com mais de cinquenta anos, peitos caídos, barriga flácida, celulite nas coxas sem nenhum atrativo para um rapaz tão bonito como ele, porém logo percebi que minhas palavras se perdiam no olhar cheio de luxúria do rapaz que logo veio, me segurou pelos braços com sua boca procurando pela minha selando um beijo onde sua língua vasculhava em busca da minha; não fui capaz de resistir quando ele interrompeu o beijo declarando que seu desejo por mim era algo que ele sempre escondera de todos, mas que agora não havia mais como se conter; e antes que eu pudesse dizer alguma coisa ele calou minha boca com um novo beijo ainda mais vigoroso que o anterior; algum tempo depois nossas bocas se distanciaram e Dieguinho passou um dos braços ao redor da minha cintura usando a outra mão para segurar minha mama cujo mamilo intumescido foi abocanhado com ávidos e enfáticos chupões. Naquela altura eu estava seduzida pelo rapaz que vira crescer e acabei me entregando a ele; ali mesmo no banheiro ele se despiu exibindo toda a sua beleza viril e jovial acrescida de um dote de dimensões inquietantes; eu estava fora de mim e segurei aquele mastro rijo como pedra com uma das mãos pedindo a ele que fosse compreensivo, pois há muito tempo que eu não estava junto de um homem e principalmente de um homem tão jovem e cheio de vitalidade. “Não se preocupe com isso … vamos aprender juntos tudo que temos direito!”, sussurrou ele em meu ouvido com uma voz rouca e arrepiante ao mesmo tempo em que apertava minhas tetas e beliscava meus mamilos me deixando ainda mais fora de mim. Sentado sobre a tampa do vaso ele me trouxe para cima fazendo com que eu me sentasse de frente sobre ele; com suas mãos quentes e fortes ele me abraçou erguendo meu corpo enquanto manipulava o bruto pincelando minha gruta que além de quente estava tão úmida que vertia copiosa meu pré-gozo; tomando controle absoluto da situação Dieguinho encaixou a cabeça da rola na entrada da minha buceta e foi descendo meu corpo fazendo com que o bruto me invadisse lentamente; o início foi um pouquinho doloroso acho que por conta do calibre do invasor como também pela contração da minha perseguida já desacostumada com algo tão intenso e viril abrindo caminho em seu interior. Finalmente eu estava sentada sobre Dieguinho com o membro incrustado dentro de mim provocando arrepios sem fim acompanhado por gemidos sussurrados; enquanto nos beijávamos mais uma vez coube a ele erguer e baixar meu corpo iniciando um movimento “entra e sai” do grossudo que por conta de toda a estimulação me fez experimentar uma primeira gozada tão alarmante quanto feroz que me levou ter um grito sufocado pela boca do jovem macho que agora tinha total controle da situação e também de meu corpo e alma. Foi uma trepada impressionante tanto pelo desempenho do jovem macho como a experiência de desfrutar de várias gozadas que ele me proporcionara e depois de um bom tempo ele anunciou a proximidade de seu gozo perguntando se podia fazê-lo dentro de mim. “Sim … Afff! Sim, pode! Goza dentro de mim goza meu macho lindo!”, murmurei o aceite observando seu olhar exultante e seu sorriso carinhoso. Dieguinho fez o sêmen jorrar em jatos dentro de mim causando um alvoroço avassalador que me fez gemer e gritar de prazer usufruindo de uma nova gozada que mais parecia um vulcão explodindo sem limites; ao final estávamos ambos suados, ofegantes e exaustos comigo pousando a cabeça no ombro de Dieguinho que acariciava meus cabelos me chamando de “sua fêmea”. -Olha só, Olga … preciso te dizer uma coisa – comentou ele sussurrando em meu ouvido – Já trepei com muitas novinhas por aí, mas em todas as vezes eu só pensava em você! E foi tudo tão gostoso que me realizou! Você me realizou! Aquelas palavras soaram com uma doçura e sinceridade tão sedutora que não fui capaz de dizer alguma coisa, me limitando apenas a sorrir e pedir que ele me beijasse mais uma vez; quando me levantei senti as pernas bambearam enquanto o sêmen do macho escorria pela parte interna das minhas coxas provocando deliciosos arrepios. Dieguinho acariciou meu rosto, beijou minha face e foi embora me deixando ali pelada e confusa. Fiquei tão preocupada que não esperei pela chegada dos meus patrões preferindo deixar um bilhete com uma desculpa inventada, já que era sexta-feira e eu precisava ir para meu apartamento. Dentro do ônibus eu não parava de pensar no que havia acontecido entre mim e o filho dos meus patrões e fui tomada por um arrependimento tardio apertando meu peito e quase me deixando sem ar. Em casa ainda com o cheiro do macho impregnado em meu corpo me excitando corri para o banheiro e tomei uma ducha vivenciando mentalmente a experiência maravilhosa que Dieguinho me proporcionara naquela tarde. Depois de um final de semana ainda encantada com minha aventura com o filho dos meus patrões, fiquei pensando como seria retornar na segunda-feira e reencontrar Dieguinho; mais um aperto no peito e o temor de encarar o rosto daquele rapaz e de repente descobrir que tudo não passara apenas de uma aventura inconsequente dele ... talvez fosse melhor assim, a decepção seria dolorosa, mas a certeza de que não havia mais nada além disso valeria a pena. De madrugada dentro do ônibus em direção ao meu trabalho remoía uma angústia somada a um receio inexplicável que massacrava meu peito e também minha alma. E foi preparando o café da manhã que fiquei sabendo que Dieguinho fora viajar com amigos retornando apenas no fim de semana, notícia que me causou certo alívio. Naquela noite, após a últimas tarefas me recolhi ao quarto onde vesti uma camisola de cetim que me fora presenteada por Dona Mirna e desfaleci sobre a cama adormecendo quase que imediatamente. No início achei que estava sonhando sentindo mãos percorrendo meu corpo em uma carícia sem fim deixando meus mamilos intumescidos, minha vulva ardente e um fogaréu queimando em minhas entranhas ... porém, não demorou para que eu abrisse os olhos descobrindo que não era um sonho ... a luz estava acesa e vi que era Dieguinho pelado sentado na beirada da cama me apalpando carinhosamente. Tentei balbuciar alguma coisa, mas ele me impediu selando meus lábios com as pontas de seus dedos que logo deram lugar a um beijo quente e lascivo que me fez estremecer da cabeça aos pés ... não demorou para que ele me despisse. Ele então abriu gentilmente minhas pernas mergulhando seu rosto entre elas com a língua vasculhando em busca da gruta que encontrou quente e úmida; as primeiras linguadas foram suficientes para que uma gozada explodisse vertendo na boca ávida do macho e me fazendo estremecer enquanto sufocava a vontade de gritar com o travesseiro; Dieguinho me fez gozar várias vezes até o ponto em que quase desfaleci de prazer e mesmo assim ele não deu arrego deixando minha mente em transe entre a realidade e o prazer. E no momento em que ele ergueu a cabeça me fazendo pensar que tudo havia acabado a surpresa foi ainda maior com seu corpo me cobrindo já esfregando o bruto enrijecido entre as minhas coxas exigindo passagem para a gruta pulsante; a penetração foi doce, cuidadosa e intensa provocando um alvoroço indescritível que me fez gemer de tesão mais uma vez; Dieguinho manteve o membro enterrado dentro de mim por alguns instantes enquanto me fitava com uma expressão amorosa antes de dar início a uma sequência de movimentos num entra e sai avassalador que não demorou a surtir efeito com mais gozadas explodindo dentro de mim; sem perder o ritmo daquela foda pecaminosa Dieguinho aproveitou também para apertar minhas mamas sugando os mamilos que alternava em sua boca elevando a sensação de prazer a um nível que eu jamais tivera oportunidade de sentir em toda a minha vida. Eu estava lambuzada com uma mistura de minha seiva com o suor de nossos corpos provocando uma deliciosa sensação que arrepiava minha pele e aquecia ainda mais a minha vulva e nesse clima, sem prévio aviso, ele acabou por se contorcer antes de atingir seu ápice fazendo jorrar sua seiva quente e espessa encharcando minha gruta provocando uma espasmo vertiginoso que me fez estremecer entre gritos e gemidos. Ambos estávamos suados e ofegantes e nossos corpos ainda desfrutavam de pequenas ondas de prazer com Dieguinho sobre mim pousando a cabeça em meu ombro fazendo com que eu sentisse sua respiração morna eriçando minha pele. Pouco tempo depois ainda permanecíamos engatados com ele sussurrando em meu ouvido que queria passar a noite em meu quarto; por um momento tive vontade de aceitar seu pedido, porém não havia coragem temendo pelas consequências ... ou melhor, pelo desastre que isso poderia causar não apenas em mim mas também em toda a família. Ele bem que insistiu até ver que de nada adiantaria, pois eu não cederia ao desejo que ainda queimava dentro de mim. Sem esconder sua insatisfação ele se levantou sacando o bruto de dentro de mim e caminhando em direção da porta. A partir daquele dia, Dieguinho sempre me visitava durante a madrugada; em todas as vezes eu o esperava ardentemente, mesmo sabendo que tudo aquilo que fazíamos era errado e que punha em risco não apenas meu emprego, mas também a confiança de seus pais em mim … mas era muito bom! Aquele rapaz despertou a fêmea adormecida dentro de mim e cada trepada era uma experiência única em que ele me fazia especial; seus beijos, sua boca sugando meus mamilos, sua língua fazendo estripulias na minha buceta eram coisas tão deliciosas que me proporcionavam gozadas sempre abundantes e inesquecíveis; com o passar do tempo, Dieguinho começou a se mostrar um pouco mais abusado com assédio sempre que estávamos sozinhos, mesmo quando eu o alertava do perigo que corríamos … ou melhor, do perigo a que eu estava exposta, porém, mesmo assim, ele agia como um macho safado me tratando como se eu fosse sua propriedade. Por mais de uma vez eu percebi que esses abusos passavam da conta com ele me tratando de uma forma as vezes machista, as vezes dominadora, as vezes de ambas as formas. Uma noite eu estava terminando de arrumar a cozinha depois que o casal havia se recolhido e ele veio até mim exigindo que eu tirasse a calcinha ali mesmo … tentei explicar que não era o melhor momento e nem a melhor situação mas Dieguinho se mostrou impaciente vindo para cima de mim metendo a mão dentro da bermuda usando os dedos para manipular meu grelo enquanto me enlaçava bem apertado; no início eu quis me desvencilhar e fugir dele, mas a verdade é que sua manipulação acabou provocando o efeito desejado me deixando em tal estado de excitação que senti minhas pernas bambearem; e ali mesmo, na cozinha acabei experimentando um gozo que resultou em um esguicho de seiva lambuzando minha roupa e escorrendo pela parte interna das coxas. A ver que sua manipulação havia causado o efeito almejado ele me fitou com um sorriso malicioso, beijou meus lábios e foi embora me deixando lá trêmula com as pernas bambeando e o gozo ainda vertendo da gruta lambuzada. Mais tarde, no quarto depois de um banho fiquei pensando que Dieguinho usava e abusava de mim e mesmo assim eu me sentia seduzida por ele; talvez uma fraqueza de mulher carente, talvez um vício … talvez simplesmente porque aquele tratamento misturava tesão com perigo numa aventura tão excitante que eu me via sempre querendo mais! E assim nossa relação prosseguiu com situações cada vez mais perigosas e também excitantes. Havia noites em que ele não me procurava e aquilo me enlouquecia de desejo obrigando que eu me masturbasse várias vezes sempre suplicando por ele em sussurros alucinantes com um sono atribulado e manhãs que me encontravam exausta e ansiosa. Certa noite ele veio me encontrando nua a sua espera com as pernas escancaradas e as mãos acariciando a buceta já suspirando seu nome; ele abriu um sorriso maledicente exigindo que eu ficasse de quatro sobre a cama; assim que obedeci senti seus dedos vasculhando a perseguida provocando um gozo estrondoso; depois de dedos veio a língua sempre hábil me fazendo experimentar mais gozadas delirantes; e quando eu pensei que ele me selaria como de hábito fui assaltada por ele azeitando o rego de cima a baixo com algo frio e gelatinoso culminando com o dedo vasculhando meu selinho intocado; não demorou para que o dedo fosse substituído pelo bruto cutucando meu selo com empurrões fortes que me causavam arrepios; antes que eu pudesse suplicar para que ele desistisse de me currar, o inevitável aconteceu e eu não contive um grito tomada pelo pavor e também pela dor do rompimento. Naquela noite ele me empalou com tanta força que eu quase desfaleci … Na manhã do dia seguinte, Seu Olavo veio ter comigo avisando que Dieguinho fora embora sem aviso; contive uma lágrima que teimou correr e nesse momento meu patrão segurou minha mão procurando me tranquilizar, mesmo não sabendo a razão da minha tristeza … e a vida seguiu seu curso … agora sem Dieguinho e sua deliciosa sedução.
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