A mensagem fora clara, eu deveria ir ao apartamento dela após as oito da noite; meu acesso estaria liberado e deveria subir e entrar no apartamento cuja porta estaria destrancada; havia ainda uma instrução sobre a indumentária que deveria ser social e clássica. Desci do carro no bolsão em frente ao imponente edifício onde ela residia e depois de fechar o carro aproveitei a iluminação local e dei uma olhada pelo reflexo no vidro para checar se estava vestido adequadamente; em seguida rumei para a portaria onde tive meu acesso permitido e avancei em direção ao hall acessando imediatamente o elevador social privativo. Como informado a porta estava destrancada e eu entrei fechando-a logo atrás de mim. O ambiente estava imerso em uma penumbra suave, porém o suficiente para que apenas vultos pudessem ser percebidos mesmo por olhos treinados. Senti uma mão suave e quente acariciar meu rosto recebendo um sonoro tapa logo a seguir que me deixou estonteado forçando para me manter de pé. "Hummm, gostei do terno elegante! Esse tapa é para que você não esqueça de quem manda! Agora tire a roupa ... bem devagar!", disse ela com o habitual tom ríspido e autoritário; com movimentos medidos tirei o terno e aos poucos fui me despindo até ficar inteiramente nu sentindo uma brisa fria lambendo minha pele e deixando-a arrepiada; mãos começaram a percorrer meu peito em todas as direções culminando em apertões doloridos em meus mamilos que estavam intumescidos obrigando que eu me controlasse para não reagir com gritos ou gemidos. "Estou gostando do meu servo obediente! Agora diga: quem é a sua dona? Diga!", perguntou ela elevando o tom da voz sem exageros; murmurei a resposta afirmando que ela era e sempre seria dona de mim. Subitamente, os apertões cessaram assim como as mãos que se afastaram restando apenas a brisa fria me deixando arrepiado; não demorou para que a sentisse atrás de mim acariciando minhas nádegas com carinho que logo deu lugar a uma sequência de tapas fortes cuja sonoridade era alarmante e cuja dor logo se fez presente; assim como começou o castigo terminou com ela me envolvendo com seus braços apertando seu corpo contra o meu enquanto beijava o pescoço e a orelha ... as mãos então foram descendo até encontrar o bruto tão duro que chegava a causar uma dorzinha gostosa agarrando-o com um aperto vigoroso. "De quem é essa pistola dura e grossa? Responde!", sussurrou ela em meu ouvido ampliando os arrepios. Não hesitei em responder. -Ela é tua, minha senhora ... assim como eu te pertenço! - respondi com tom enfático porém incerto, já que o membro era apertado com muita força. Ela liberou uma das mãos para untar o membro com uma espécie de óleo e utilizando a outra para pressionar o bruto contra meu ventre iniciando uma masturbação que mais parecia uma esfregação atormentante. A certa altura senti a outra mão em meu pescoço apertando-o com uma força controlada ... eu podia reagir, podia me desvencilhar dela e usá-la como bem quisesse ... porém, não era isso que me excitava ... o que me excitava era a submissão; vez por outra ela libertava o pescoço descendo até os mamilos para puni-los com dolorosos apertões que serviam para elevar o grau do tesão que pulsava dentro de mim ... eu queria gozar, eu precisava gozar, mas sabia que meu destino jazia nas mãos da minha senhora. O castigo perdurou até ela se entediar me libertando de seu jugo; pouco depois a luz de um abajur mostrou-a sentada no sofá com a saia levantada acariciando sua gruta com um olhar lascivo. "Venha aqui lamber minha buceta, seu puto!", ordenou ela com a mesma rispidez na voz exigindo obediência; prontamente me pus de quatro engatinhando até ela e ao me aproximar tive suas mãos puxando meus cabelos até que meu rosto estivesse mergulhado entre as suas pernas; em seguida ela começou a esfregar meu rosto na sua buceta preferindo palavrões e ofensas que serviam muito mais para me excitar. Todo aquele comportamento impôs que eu me dedicasse a linguar a buceta que tinha colada ao meu rosto e meu esforço logo redundou exitoso com ela gozando várias vezes fazendo verter o néctar que lambuzava meu rosto; diante disso eu estava prestes a gozar, mas ela me conhecia o suficiente para controlar a minha vontade e após se satisfazer me empurrou para longe e eu caí sentado sobre o carpete; ela veio para cima de mim e se sentou colocando sua vulva sobre meu rosto enquanto usava uma das mãos para uma masturbação eloquente. E novamente ela gozou várias vezes quase me sufocando com sua vulva pressionando meu rosto e insistindo em me masturbar com uma fúria controlada que conhecia todos os meus limites. Por um bom tempo ela me usou como queria e depois que gozou várias vezes se levantou permitindo apenas que eu visse sua silhueta desnuda enquanto me chamava de seu cachorrinho. Repentinamente senti um líquido morno sendo despejado em meu rosto e pelo aroma e sabor descobri que ela estava urinando em meu rosto. "Bebe meu mijo, seu puto! Saboreie o que merece!", disse ela com o mesmo tom agressivo e impositivo enquanto persistia em urinar sobre meu rosto; sorvi o líquido como sempre fizera e ainda sentindo minha piroca pulsar enrijecida clamando pelo seu quinhão de merecido prazer ... mas, ainda não era chegada a hora! Quando dei por mim estava sozinho deitado sobre o carpete da sala sem a presença dela ao meu redor; pensei em levantar, pois talvez fosse o momento de vestir a roupa e ir embora após satisfazê-la como pensei que fizera, porém ao ficar em pé algo me disse que aquele périplo ainda não havia chegado ao fim. Foi nesse momento em que o chicote estalou lambendo dolorosamente meu traseiro obrigando que me contorcesse quase caindo de joelhos ante a surpresa do ataque; mais um estalo e eu acabei caindo de quatro elevando meu traseiro já que sabia ser ele o alvo predileto dela; foram várias chicotadas com a mesma intensidade e dor que ardiam no corpo e ecoavam na garganta em gritos roucos e prolongados impondo o comando da minha senhora sobre mim; e apenas quando a dor estava à beira do insuportável ela cessou meu castigo e logo senti suas mãos aplicando um creme gelado que não servia para curar, mas sim para ampliar ainda mais os efeitos do seu castigo com uma ardência avassaladora que me fazia grunhir entre os dentes. Decorrido um curto espaço de tempo ela voltou à carga acariciando minhas nádegas e metendo os dedos no rego caçando meu selo anal que foi corrompido por seus dedos ... um ... depois dois ... e a seguir três! Havia um misto de dor, tesão e submissão assolando meu corpo e minha alma e ainda assim eu queria mais! Ela prosseguiu chuchando meu orifício usando a mão livre para estapear minhas nádegas já tão doloridas que formigavam divertindo-se com meu suplício silencioso. "Meu cachorrinho obediente! É assim que gosto de ti! ... Hummm, deixe ver ... o pinguelo permanece enrijecido ... isso é muito bom!", comentou ela ao interromper os tapas puxando meu membro para trás e ensaiando uma ordenha com seus dedos ainda dentro de mim. As sensações que meu corpo experimentavam naquela situação eram indescritíveis, já que havia uma mescla de dor, tesão, ansiedade e desejo tudo ao mesmo tempo! Os dedos dela arregaçando meu selo, sua mão quente e vigorosa me ordenhando, as nádegas ardendo ... tudo era puro tesão! E eu queria mais! Queria que tudo aquilo jamais tivesse fim, apenas recomeço ... todavia meu corpo já estava no limite e o gozo sobreveio numa intensidade que cada jato de esperma lançado fazia meu corpo estremecer e minha pele arrepiar somado com a sensação de que o gozo repercutia no meu orifício como se eu pudesse gozar de múltiplas formas. No final de tudo eu estava suado, exausto ofegante e ainda sob o domínio das mãos e dedos dela que persistiam tanto na ordenha quanto na mitigação do meu rabo que ardia queimando de dentro para fora; não resisti e soltei um grito lancinante que serviu apenas para que ela gargalhasse deliciando-se com meu delírio. Em questão de minutos eu estava só ... ela havia desaparecido dentro do apartamento, me deixando ali sobre o carpete com meu corpo parecendo um trapo usado e mesmo assim eu estava feliz e satisfeito ... "Pode ir ... quando eu quiser te chamo!", foram as últimas palavras que ouvi naquela noite; vestido desci e cambaleei até o carro com dificuldade de dirigir de volta para casa e já pensando no próximo encontro. Dias se passaram sem que ela entrasse em contato, sem mensagens, sem ligações, sem instruções ... apenas o silêncio profundo e inquietante. Era madrugada quando o celular vibrou com a chegada de uma mensagem dela, cujo texto era: "Amanhã pela manhã coloque o plug anal que te dei e vá trabalhar com ele! Tire fotos para provar que me obedeceu!"; a tela piscava diante dos meus olhos incrédulos não pelo seu conteúdo, mas sim pelo fato de ser uma mensagem dela! Olhei para o relógio e mal consegui dormir, pois assim que o a madrugada começou a dar lugar aos primeiros raios de sol de um novo dia eu já estava me preparando. Cumpri um pequeno ritual com um banho demorado, seguido de lançar mão do apetrecho dentro da mesma caixinha marrom que ela me presenteara retirando de seu interior o plug de metal cujo brilho era envolvente; untei-o com gel lubrificante e depois tomei posição para introduzi-lo dentro do meu selo inicialmente com movimentos circulares comprimindo o rombudo até conseguir tê-lo em meu interior ... bem profundo; tirei uma foto e enviei para ela me vestindo em seguida e indo para o trabalho. Assim que cheguei na repartição o celular vibrou. "Ótimo! Agora vá ao banheiro e tire outra foto para que eu tenha certeza de que você está usando o brinquedinho!", dizia o texto. Corri para o banheiro e cumpri a ordem enviando a mensagem ... ela não respondeu, mas eu sabia que gostara do meu gesto. Passei o dia excitado não apenas pelo apetrecho, mas também pela ideia de que receberia um prêmio mais profundo dela ... infelizmente isso não aconteceu e voltamos ao absoluto e profundo silêncio. "Quero que permaneça com o plug e coloque também o cockring ... quero fotos e que permaneça com ambos pelo resto da semana!", foi com essa mensagem que ela quebrou o profundo silêncio que já me abalava intensamente; é claro que obedeci e logo após o banho da manhã tirei várias fotos e enviei para ela ansiando por uma resposta qualquer que simplesmente não veio ... tudo muito profundo e doloroso, porém excitante! Fui para o trabalho sentindo a dor dos apetrechos que tinha em meu corpo, porém não pensei em retirá-los, pois sabia que seria castigado se o fizesse; ao chegar em casa à noite fiquei nu e enviei várias fotos para ela ... apenas mais profundo silêncio que somente foi rompido por uma mensagem curta: "Durma com os apetrechos e amanhã conversaremos!". "Te aguardo hoje na minha presença ... com os apetrechos!", foi a mensagem que recebi logo pela manhã e que me deixou eufórico; retirei os brinquedos apenas para tomar uma ducha recolocando-os logo a seguir; mal consegui atinar com o trabalho na repartição e no final do expediente eu já estava em meu carro a caminho do encontro com minha senhora. No trajeto sentia dores arrepiantes causadas por uma ereção fruto dos pensamentos que orbitavam em minha mente sobre o novo encontro com minha senhora, mas resisti esperando a merecida recompensa. Assim que a porta do apartamento se fechou ela me abraçou com força esfregando seu ventre contra o meu tornando a dor ainda mais intensa ... ao cabo de alguns minutos ela se afastou ordenando que eu me despisse. Segui-se então uma nova sessão de chicotadas com especial atenção em meu apêndice enrijecido aprisionado pelo cockring me fazendo experimentar um misto de dor com excitação desmedida cujo resultado não demorou a ocorrer sob a forma de um orgasmo abundante feito por jatos de esperma sendo lançados no ar despencando sobre o carpete sendo que cada jateada implicava em mais dor mediante a contração muscular provocada pelo esfincter; tomado por uma exaustão atroz acabei caindo de joelhos curvando meu corpo para a frente ainda recebendo mais chibatadas. Ela veio e me algemou enquanto permanecia naquela posição humilhante sentindo dores tanto pelo cockring como também pelo plug e me fez levantar ensejando que eu permanecesse de pé; com as próprias mãos ela retirou o apetrecho que continha meu membro pondo a segurá-lo dando apertões nas bolas como se quisesse se certificar de que elas estavam vazias ... embora houvesse dor persistia o tesão pelas mãos dela segurando meu membro e me maltratando o que acabou por desaguar em uma nova ereção. "Canalha! Quem mandou que ficasse de pica dura? Isso merece mais castigo!", vociferou ela se afastando e iniciando uma nova sequência de chibatadas contra o bruto que pulsava ereto enquanto recebia a punição. Não fui capaz de me conter e após algum tempo acabei gozando com uma ejaculação rala respingando sobre o carpete. "Agora, de joelhos! Trate de lamber sua porra!", ordenou ela com uma rispidez ainda mais irritada; imediatamente obedeci ao comando e mesmo com as mãos algemadas para trás me pus de joelhos e inclinei o rosto até conseguir lamber os resquícios de sêmen que jaziam sobre o carpete ... sem aviso ela me puxou pelos cabelos quase me arrastando pela sala até chegarmos na cozinha onde ela retirou as algemas me empurrado em direção da mesa com a ordem de me deitar de barriga para cima sobre ela abrindo e flexionando as pernas, mantendo-as afastadas ... assim que cumpri o comando senti meu rego sendo untado por algo frio e gelatinoso seguido pela retirada do plug e de dedadas no selo; quando menos esperava um objeto rijo e rombudo cutucou meu orifício ... foi uma penetração dolorosa e impiedosa já que o dildo além de grosso era comprido e ela não se satisfez até conseguir introduzi-lo inteiramente dentro de mim. Somente percebi que se tratava de uma cinta peniana quando ela deu início aos movimentos de vai e vem enterrando e sacando o bruto num ritmo profundo e frenético num castigo tão aviltante quanto deliciosamente excitante, pois como resultado obtive uma nova ereção ainda mais pujante que as anteriores ... sem perder o ritmo das socadas ela tomou o bruto não mão aplicando uma masturbação vigorosa elevando minha experiência sensorial para um nível ainda mais extasiante; ela se usava de mim e eu ansiava que ela sempre desejasse me usar como bem quisesse ... ela era dona de mim de uma forma única, especial e tão profunda que eu jamais encontraria alguém digna de ser servida. Ela continuou me fodendo e mesmo depois que eu atingira o clímax ela não arrefeceu socando com uma fúria alarmante que operava um tesão irresistível estremecendo meu corpo e turvando minha consciência. Finalmente, ela se deu por satisfeita, porém manteve o apetrecho enterrado dentro de mim enquanto amassava meu membro sobre as bolas com movimentos dotados de uma agressividade estonteante. Minha energia havia se esvaído por completo; eu ofegava com o suor prorrompendo por todos os poros tendo minha mente ainda turvada com os sentidos se perdendo em imagens e sons que eu sequer sabia interpretar ... apenas a voz de comando dela me trazia de volta para a realidade. "Vista-se e vá embora ... quando eu quiser te chamo ... não se demore para partir!", tornou ela a vociferar enquanto sacava o apetrecho de dentro de mim afastando-se de imediato. Naquela noite ao chegar em casa desabei sobre a cama e adormeci profundamente acordando quando o dia já corria solto. Pedi dispensa do trabalho por telefone tomando uma ducha revigorante e duas canecas de café acompanhadas de ovos, pão e frios, me deitando nu sobre o sofá rememorando aquele encontro intenso e profundo que me fez sentir a vida pulsando dentro de mim. Nos dias que se seguiram, permaneci ansioso por uma ligação ou mensagem dela com novas instruções e encontros, porém como de hábito o que restou foi o mais absoluto e profundo silêncio; não fiquei irritado ou mesmo ansioso, pois eu sabia que mais cedo ou mais tarde ela me chamaria para servi-la e como retribuição eu receberia um quinhão de profundo prazer ... pois ela era assim: inesperada e profunda!
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