UMA VEZ NÃO BASTOU! (PARTE 01)

Ao lado da urna funerária naquela manhã fria de outono eu me debulhava em lágrimas lamentando a perda da única pessoa que tornara minha algo que valia a pena ser usufruída; e quando o caixão desceu ao túmulo, alguém me deu um crisântemo, que eu recusei preferindo uma rosa champanhe, as preferidas dela; me aproximei trêmulo e deixei a rosa escorrer de minha mão até despencar sobre o caixão; não tive coragem de ver os coveiros atirando terra sobre ele e dei as costas caminhando em direção à saída do cemitério, e enquanto caminhava pensava em como seria minha vida a partir de então … sem ela para me completar e me fazer feliz. Desde a morte de meu pai eu e ela nos aproximamos de tal maneira que o laço ganhou tanta força que não imaginávamos fazendo algo com uma longe da outra.
Afinal, eu era seu único filho e sempre me senti na obrigação de permanecer ao lado dela … o que eu não sabia era que o destino nos preparava para algo ainda mais íntimo e pessoal. Depois de muita insistência Dona Maura, minha mãe acabou aceitando morar comigo alertando que seria apenas por algum tempo até que ela conseguisse retomar sua vida, ao que aquiesci sem discutir; de início ela ficou muito surpresa quando conheceu meu apartamento amplo e confortável e por conta disso elogiou meu sucesso; é claro que ela não fazia ideia da origem do meu bem-estar patrimonial … eu me tornara acompanhante de luxo para mulheres mais maduras, o que aconteceu quando eu ainda cursava a faculdade de economia; e não foi acidental, mas sim intencional, pois eu sempre fora uma safado fora de órbita e por conta disso conheci algumas amigas que já eram do ramo e me mostraram o caminho a seguir.
Minha primeira vez foi com uma cinquentona casada que curtia ser tratada como merecia e que aproveitou para me ensinar várias técnicas até então desconhecidas para mim. Esse evento fez com que angariasse uma clientela feminina de casadas insatisfeitas que me proporcionou um bom rendimento que investi de forma variada assegurando um futuro mais tranquilo. Agora, com mamãe morando comigo eu precisava me acautelar para não chamar a atenção dela e ainda manter minha agenda que nunca estava vazia de oportunidades. Buscando uma resposta ao seu elogio afirmei que trabalhava em um Banco de Investimentos Multinacional como analista Sênior e depois de algumas explicações inventadas torci para que ela se conformasse.
Pouco mais de três semanas depois, mamãe estava instalada e satisfeita deixando de lado a ideia de que sua visita fosse passageira … aliás ela se assenhorou de algumas incumbências como preparar minhas refeições, lavar e passar minhas roupas e cuidar da limpeza da casa; e por mais que eu dissesse que não precisava se preocupar com isso ela respondia com um sorriso afetuoso. Uma tarde em que precisei sair para atender uma cliente considerada especial, mamãe perguntou se podia me acompanhar e não tive escolha senão inventar mais uma mentira sobre meu compromisso; ela demonstrou desgosto com minha explicação, mas ao final beijou minha face e nos despedimos. Dentro do meu carro a caminho do compromisso me martirizava um pouco em contar tantas mentiras para minha mãe, porém acabei racionalizando meu ato.
Era mais ou menos duas da tarde quando toquei a campainha do suntuoso apartamento de andar inteiro situado em um condomínio de alto padrão onde residia minha cliente … aliás uma cliente muito especial, pois fora a minha primeira e a mais assídua … assim que a porta se abriu vi diante de mim Helena uma loiraça quase sessentona, dona de um corpo bem recheado com peitos pouco acima do tamanho médio já sofrendo os efeitos da gravidade uma bunda grande com alguma firmeza e também com alguma celulite e um rosto liso e suave obtido graças a dispendiosos tratamentos estéticos bancados pelo marido, um figurão do setor bancário; ela usava uma camisola vermelha curta de renda transparente que marcava os mamilos intumescidos além de revelar a ausência de uma calcinha. Assim que entrei fechando a porta atrás de mim nos agarramos entre beijos e pegações e a safada tratou logo de me deixar pelado massageando o bruto enrijecido; em questão de minutos estávamos sobre o enorme tapete persa da sala comigo mergulhando o rosto entre as pernas dela já linguando aquele bucetão rechonchudo e depilado.
Fiz a velha tarada gozar sem parar vertendo líquido nos deixando lambuzados de prazer; enquanto eu lambia a vulva e chupava o clítoris ouvia a cadela ganindo sem parar alucinada pelas gozadas que explodiam em seu corpo; a certa altura Helena me afastou se levantando rapidamente e me tomando pela mão. “Vem logo! Vamos pro quarto! Quero você me fodendo bem gostoso!”, disse ela em tom que oscilava entre a súplica desesperada e o desejo ardente. Dentro do quarto enquanto ela se deitava sobre a cama de pernas abertas coçando a gruta com um olhar ardente me preparei para dar-lhe uma foda inesquecível. “Assim não! Quero você, de quatro, sua puta safada … depois de te foder vou te enrabar!”, anunciei com tom agressivo. Assim que Helena se pôs de quatro sobre a cama enchi aquela bundona de tapas vigorosos de sonoridade eloquente que se somava aos gritinhos e gemidos da vadia que balançava o traseiro implorando para ser fodida. Meti com força e profundidade ainda ao som dos gemidos lascivos de Helena e dei início a uma sucessão de socadas que não tardaram em resultar em mais orgasmos sacudindo o corpo dela.
Sem aviso e após constatar que a vadia beirava o desfalecimento, saquei o bruto da buceta molhada e inchada e imediatamente enterrei no seu rabo provocando um descontrolado alvoroço entremeado por gritos, gemidos, suspiros e súplicas; arrombei o cu de Helena de forma contundente e impiedosa e somente me dei por satisfeito quando enchi seu cu com meu sêmen ouvindo suas lamúrias murmuradas; ambos beirávamos sucumbir diante de tanta luxúria e após uma rápida recuperação, saquei o membro apreciando meu leite escorrer do cu arrombado ao mesmo tempo em que permitia a Helena relaxar sobre a cama suando por todos os poros com uma respiração acentuada e quase ofegante. Descansamos por alguns minutos e eu esperei que ela pretendesse uma nova rodada, porém seu olhar deixava claro que não havia energia suficiente para tanto.
Tomei uma ducha rápida e apreciei um expresso antes de partir com ela estendendo um envelope estufado. "Isso aqui é um bônus pelo seu desempenho magnífico ... o principal já foi depositado em sua conta!", anunciou ela com um tom exultante e aparentemente sincero; abracei-a para um beijo eloquente e depois peguei o envelope voltando para casa onde Dona Maura me aguardava ansiosa para contar que se inscrevera em um curso de informática, o que me deixou muito feliz. Durante o jantar ela quis saber mais sobre meu trabalho naquela tarde, porém achei melhor desconversar com educação desviando o assunto para o seu novo interesse em se atualizar. Os dias passavam tranquilos e eu me sentia bem em ter mamãe próxima de mim, mesmo tendo que esconder dela minhas peripécias profissionais e temendo que ela pudesse vir a descobrir o que seu filho fazia para se sustentar.
Com o passar do tempo eu e mamãe nos aproximamos a ponto de trocar confidências sobre tudo, em especial sobre sexo; ela me contou, por exemplo que meu pai em algumas ocasiões foi infiel chegando a traí-la com uma prima e também com uma amiga dela ... eu lamentei que ela tivesse passado por isso, mas Dona Maura me fitou com um olhar doce e respondeu: "Tudo bem, meu filho ... eu sei que nunca fui uma mulher atraente capaz de segurar um homem na cama ou fora dela". Estávamos sentados no sofá da sala um tanto distantes e imediatamente eu me aproximei dela, abracei-a e refutei suas palavras. "Você não deve pensar assim, mamãe ... você é uma mulher linda e charmosa ao seu jeito!", aleguei segurando seu queixo e elevando seu rosto para que pudéssemos nos encarar. "E que jeito é esse, meu amor?", perguntou ela enquanto acariciava meu rosto com sua mão.
Sem que ambos pudessem perceber nossos lábios foram se aproximando até encerrar um beijo tão veemente que beirou uma lascívia incontrolável e logo aquele beijo ganhou contornos inesperados; beijando minha mãe senti uma excitação inexplicável que me levou a tocar suas mamas apertando-as carinhosamente com ela retribuindo apalpando o volume na minha braguilha ... num rompante de consciência me desvencilhei dela encarando seu rosto tomado por uma suavidade alarmante. Permanecemos em silêncio trocando olhares eloquentes e quando fiz menção de me afastar, mamãe segurou meu braço. "Não! Fique aqui, por favor ... faz tempo que não me sinto desejada!", pediu ela em tom de súplica impulsiva.
Fiquei pasmo e sem palavras olhando para aquela mulher sessenta mais dona de um corpo sutilmente ovalado por conta da idade com mamas proporcionais, uma cintura marcada e bunda roliça, pensei que se não fosse minha mãe certamente seria minha cliente. Com tanta intimidade ao nosso redor me rendi ao seu pedido e tornamos a nos abraçar selando mais um longo, profundo e demorado beijo de língua. Tomado pelo instinto do macho acima da consciência, tomei a mão de Maura e juntos fomos para o quarto onde eu a despi com gestos carinhosos apreciando o espetáculo de ver minha mãe nua diante de mim; e quando terminei me afastei para ter uma visão mais privilegiada de sua nudez; confesso que olhando para ela me deixei levar pela comparação mental com minhas clientes que na mesma faixa etária se esmeravam em uma incessante busca pela juventude há muito perdida e não demorei para concluir que a beleza e sensualidade naturais de minha mãe superavam todas aquelas mulheres preocupadas apenas com a aparência.
Não perdi mais tempo em divagações tomando-a em meus braços aproveitando para retomar os beijos lascivos enquanto permitia que minhas mãos explorassem cada centímetro daquela pele alva um pouco fria e arrepiada. No início mamãe se deixou levar a uma entrega irrestrita, porém logo decidiu saltar a frente se afastando para que pudesse retribuir meu gesto anterior; com o mesmo esmero ela me despiu e depois deu um passo para trás não escondendo a expressão de satisfação mesclada com excitação; Maura voltou a se aproximar de mim, pondo-se de joelhos enquanto tomava o bruto espigado em suas mãos dando suaves apertos exploratórios me fazendo estremecer tal era a suavidade de seu toque. Com seu olhar mirando o meu ela começou a lamber a glande como alguém que saboreia um delicioso sorvete e decorridos alguns minutos fê-lo desaparecer dentro de sua boca em uma mamada ávida e gulosa.
Eu sentia meu corpo estremecer com arrepios percorrendo minha pele e após uma resistência pífia tomei-a pelos ombros e fomos para a cama onde cuidei de prepará-la para um meia nove com ela sobre mim; mamãe não perdeu tempo tomando a posição ao mesmo tempo em que tornava a abocanhar o bruto sendo que eu cuidava de abrir a parte interna de suas coxas até revelar a gruta que já choramingava em gotículas; comecei com linguadas enfáticas ao mesmo tempo em que usava os dedos para coçar o clítoris dando leves apertões antes de aprisioná-lo entre os lábios deixando Maura alucinada gemendo e suspirando já alertando sobre a sobrevinda da primeira gozada que foi sucedida por outras ainda mais intensas e caudalosas; a buceta de mamãe era um cálido riacho escorrendo néctar para minha boca instigando que as linguadas ganhassem contornos ainda mais delirantes impondo a ela gemidos e gritinhos involuntários.
Por mim poderíamos passar a noite praticando aquele sexo oral ardente, entretanto mamãe não conseguia conter o tesão que a consumia e por conta disso girou o corpo se pondo de cócoras sobre o meu; segurando o bruto com firmeza ela desceu lentamente sobre ele e já no primeiro contato gingou o corpo a fim de facilitar o encaixe que ao se concluir provocou em ambos uma experiência sensorial tão impactante que gememos em coro com ela flexionando os joelhos a fim de se sentar sobre mim com sua gulosinha enluvando completamente minha ferramenta até o ponto de suas nádegas roçarem minhas bolas. O quarto se encheu de gemidos, suspiros, frases desconexas e murmúrios jubilosos.
Maura então se inclinou sobre mim apoiando suas mãos sobre meu peito permitindo que ela elevasse a cintura com a pélvis se preparando para movimentos que de início se mostraram um pouco hesitantes, mas que pouco a pouco ganharam ritmo e profundidade; segurei-a pela cintura apenas para manter a cadência de seus movimentos alternando com momentos em que apertava suas mamas e beliscava seus mamilos que oportunamente eram saboreados por minha boca ávida; essa combinação de gestos e movimentos logo oportunizou a ela uma nova onda de gozadas que a faziam tremelicar involuntariamente enquanto seus lábios balbuciavam expressões repletas de carinhosa doçura. Mamãe me cavalgou com uma maestria inédita e eloquente tornando nosso coito um encontro inspirado pelo universo em que ambos realizávamos uma conjuração ao mesmo tempo sacrílega, inconsequente mas também dotada de um êxtase requintado e sutil afastando de nossas mentes sentimentos de culpa ou receio.
Esse momento único e especial avançou até culminar na minha capitulação inevitável; sentindo meu gozo sobrevir, segurei mamãe pela cintura com firmeza impedindo-a de prosseguir com seus movimentos e tomado por um estremecimento involuntário golpeei contra ela até atingir um orgasmo tão estrondoso que me fez gemer enquanto os jatos de esperma era lançados dentro da gruta e minha mãe encharcando-a com meu sêmen; Maura não resistiu em soltar um gemido prolongado após murmurar que também usufruía de um gozo em retribuição; arfante e suada mamãe não resistiu desabando sobre mim ainda com o bruto enterrado em sua gruta beijando meu rosto e dizendo o quanto estava feliz e realizada por aquele nosso delicioso encontro. Mamãe se ergueu saltando para o lado libertando o bruto de dentro de si e vindo se deitar ao meu lado pedindo para que dormíssemos juntos. Eu sorri, nos beijamos e adormecemos entre mais carícias e sorrisos.
Pela manhã ao acordar me vi sozinho na cama e um tanto preocupado me levantei saindo em busca de minha mãe que encontrei na cozinha preparando café; quando a abracei por trás senti seu corpo fremir com ela reagindo a me afastar dela. Quando se voltou notei lágrimas nos cantos de seus olhos e uma expressão de culpa; disse quase gaguejando que se arrependia do que tínhamos feito na noite passada, pois era um pecado imperdoável que nos condenaria a ambos para sempre. Ouvi atentamente suas palavras e depois abracei-a com força prendendo seu corpo ao meu enquanto argumentava: "Dona Maura, o que foi feito, está feito para sempre! E eu me arrependerei de verdade se não confessar que foi a melhor noite da minha vida trepando com uma mulher incrível ... e se depender de mim ... uma vez só não basta pra mim!". Mamãe ouviu minhas palavras engolindo as lágrimas entre curtos soluços e ao me abraçar de volta pousou sua cabeça em meu peito murmurando palavras repletas de carinho. E depois desse climão nos sentamos para tomar café quando meu celular tocou.
Era uma mensagem de Helena avisando que Gláucia, sua amiga de safadeza estava à minha espera em seu apartamento; pedi desculpas para mamãe e depois de engolir uma caneca de café corri para uma ducha rápida, troca de roupas e antes de sair tornei a abraçar Dona Maura avisando que estaria de volta antes do almoço. Com a cabeça perdida em milhares de pensamentos procurei me concentrar no "trabalho" e assim que entrei no apartamento de Helena dou com ela e Gláucia à minha espera; Helena estava sobriamente vestida já avisando que apenas assistiria enquanto Gláucia, uma morena com corpo violão, longos cabelos encaracolados e uma feição exótica fruto da miscigenação do pai japonês com a mãe descendente de indígenas, usava apenas uma lingerie vermelha que destacava suas formas generosas. Imediatamente partimos para um embate onde comecei deixando-a nua fazendo com que deitasse no sofá com a cabeça apoiada no colo de Helena cujo olhar era pura lascívia.
Encaixado entre as pernas de Gláucia enterrei o bruto em sua gruta ardente passando a golpear com força e profundidade o que resultou em orgasmos sucessivos anunciados por gritos e gemidos, com Helena aproveitando para brincar com os mamilos da amiga ampliando ainda mais o prazer; vez por outra eu puxava Helena pela nuca para que nos beijássemos deixando Gláucia ainda mais enlouquecida de tesão; não perdi a chance de saborear os bicos durinhos da mestiça dando mordidinhas suaves que a faziam ganir como uma verdadeira cadela no cio. Depois de um bom tempo cheguei ao ápice descarregando meu sêmen na xereca de Gláucia que contorceu-se entre gemidos antes de capitular num relaxamento necessário; descansamos os três no sofá e depois de tomar um expresso servido por Helena tratei de me vestir já ouvindo o sinal do celular anunciando a chegada do pagamento. Perguntei porque Helena não participara ao que ela respondeu ter outras coisas em mente para mim.
Ao chegar em casa fui surpreendido por um bilhete deixado por minha mãe sobre a mesinha da sala e ao lê-lo fiquei chocado e sem ação. "Me perdoe, meu filho, mas não consegui ainda aceitar o que aconteceu entre nós, preciso de um tempo sozinha. Não me procure, por favor! No momento certo voltaremos a nos falar. Beijos da sua mamãe Maura"; meu mundo havia desabado!
Foto 1 do Conto erotico: UMA VEZ NÃO BASTOU! (PARTE 01)

Foto 2 do Conto erotico: UMA VEZ NÃO BASTOU! (PARTE 01)


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


275273 - A ÚNICA VEZ FOI PARA SEMPRE! - Categoria: Incesto - Votos: 8
274986 - MINHA PRIMEIRA VEZ COM ELE - Categoria: Incesto - Votos: 6
274410 - CONTOS PROIBIDOS - A PRIMEIRA VEZ FOI COM ELA - Categoria: Incesto - Votos: 5
273174 - PREDESTINADOS (AMARELO MANGA) - Categoria: Incesto - Votos: 2
272922 - BEM PROFUNDO - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 4
272553 - COMO SEDUZI MEU PAI ... OU FUI SEDUZIDA - Categoria: Incesto - Votos: 8
272372 - SEDUZIDA POR UM CAFAJESTE! E GOSTEI! - Categoria: Heterosexual - Votos: 5
272371 - FUI SEDUZIDA ... - Categoria: Heterosexual - Votos: 5
272179 - PERDIDA NA NOITE - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 2
271776 - O SEQUESTRO - Categoria: Gays - Votos: 6
269736 - DIARISTAS, DOMÉSTICAS E OUTRAS ESTÓRIAS (PARTE III) - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
268957 - DIARISTAS, DOMÉSTICAS E OUTRAS ESTÓRIAS (PARTE II) - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
267689 - DIARISTAS, DOMÉSTICAS E OUTRAS ESTÓRIAS - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
267325 - NÃO FOI APENAS UM BOQUETE - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
267299 - O PRIMEIRO BOQUETE NUNCA SE ESQUECE! - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
266043 - FOI APENAS UM BOQUETE (O OUTRO LADO!) - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
266042 - FOI APENAS UM BOQUETE (ELES) - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
265451 - SEDUÇÃO: UM PREÇO A PAGAR (2) - FINAL - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
265366 - SEDUÇÃO: UM PREÇO A PAGAR (1) - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
265266 - PATRÕES E EMPREGADOS - Categoria: Heterosexual - Votos: 11
265171 - Assédio e Chantagem (Ou quem com ferro fere ...) - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
264075 - DÍVIDAS PRECISAM SER PAGAS - Categoria: Traição/Corno - Votos: 10
263923 - CONDOMÍNIO E VIZINHANÇAS - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
263804 - CAFÉ E CIGARROS - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
263358 - UMA DURA E GROSSA LIÇÃO! - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 6
263357 - ENTRE IRMÃOS - Categoria: Incesto - Votos: 8
263328 - LIGAÇÕES SIGILOSAS - Categoria: Gays - Votos: 2
263327 - Assédio e Chantagem - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 2
263210 - A NIPOCOREANA DEPRAVADA (PARTE DOIS) - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 4
263190 - CASTIGANDO A AVÓ DO MEU MELHOR AMIGO - Categoria: Coroas - Votos: 4

Ficha do conto

Foto Perfil trovão
bemamado

Nome do conto:
UMA VEZ NÃO BASTOU! (PARTE 01)

Codigo do conto:
275853

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
29/10/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
2