PREDESTINADOS (AMARELO MANGA)



Letícia adorava colher mangas no pomar do nosso sítio; ela simplesmente se divertia ajudando a mim e ao capataz na colheita das frutas, mas a manga era a sua predileta; no período de férias da faculdade ela não pestanejava em correr para o sítio aproveitar tudo que ela mais gostava; e mesmo quando eu insistia para que ela utilizasse das férias para compartilhar companhias de sua idade ela gargalhava me chamando de velhote ranzinza. "Pensa que vai ficar livre da sua princesinha? De jeito nenhum!", emendava ela entre risos com tom brincalhão. Aquilo me cativava, pois, afinal, Letícia fora o presente que minha esposa me deu antes de falecer vitimada por uma doença terminal, mitigando a dor de sua ausência. Pensei que jamais dividiria minha cama com outra mulher, e mesmo resistindo ao clamor carnal acabei me envolvendo com Anastácia, nossa empregada de muitos anos que acompanhou tudo que aconteceu ao longo do tempo.
Anastácia era uma negra bonita e vistosa com um corpo curvilíneo bem recheado por mamas fartas, bunda larga e coxas grossas, dona de um rosto redondo com lábios grossos e um olhar inquietante; ela viera ter conosco logo depois que seu marido a abandonou por conta de uma mulher mais jovem e com o passar do tempo acabou se tornando parte da família, acompanhando o sofrimento meu e o calvário de minha esposa; tínhamos uma diferença de idade marcante com ela próxima dos cinquenta e cinco anos enquanto eu beirava os quarenta e dois e após a partida de minha esposa nos tornamos um pouco mais próximos que o habitual. Eu costumava conversar com ela, porém abrindo um pouco mais o meu coração e percebendo sua atenção em me ouvir com um olhar afetuoso.
E tudo foi muito inesperado e também impactante ... Anastácia dormia em um quarto nos fundos da casa, atrás da cozinha e sempre se recolhia logo após o jantar ... uma noite me levantei para beber água e dei com ela na cozinha fazendo o mesmo ... ela estava nua e quando nos entreolhamos o ambiente ficou tórrido; fui até ela e nos abraçamos trocando beijos gulosos com nossas línguas se digladiando ao mesmo tempo em que nossas mãos apalpavam, tateavam, apertavam ... foi algo tão avassalador que eu não fui capaz de resistir e quando fiz menção de levá-la para o quarto, Anastácia recusou. "Vamos para o meu quarto ... sua cama jamais será compartilhada!", afirmou ela com um tom respeitoso e enfático; dentro dos aposentos de Anastácia eu a coloquei sobre a cama, escancarei suas pernas e mergulhei meu rosto entre elas. E não foi preciso muito para que Anastácia desfrutasse de uma sequência de orgasmos tão abundantes que vertiam copioso em minha boca que os sorvia como um néctar saboroso.
Tomando posição sobre ela me antecipei pedindo desculpas pelo mau jeito tentando justificar meu despreparo para algo que há muito tempo não fazia; ela não resistiu em dar uma risadinha enquanto acariciava meu rosto. "Não tem problema ... eu também não trepo faz muito tempo!", respondeu ela com um tom brincalhão usando uma das mãos para conduzir o bruto na direção de sua gruta. Foi uma foda estupenda recheada por beijos, chupões nos mamilos intumescidos dela, apertões em suas mamas suculentas e socadas sempre muito cadenciadas e profundas o que propiciou a ela mais uma onda orgásmica tão avassaladora quanto a anterior ao som de seus gemidos roucos e frases repletas de lascívia. Trepamos até o suor prorromper por todos os nossos poros enquanto nossas respirações se acentuavam elevando o clima luxurioso que nos envolvia.
Repentinamente eu pressenti meu clímax se aproximando a galope e mal tive tempo de alertá-la com meu corpo tomado por espasmos, estremecimentos e retesamentos que desaguaram em um gozo abundante inundando a gruta de Anastácia que não reteve o ímpeto de gritar me enlaçando com seus braços e pernas num gesto instintivo de me manter dentro dela. Demoramos a nos desvencilhar como se quiséssemos que tudo aquilo durasse para sempre.
A partir daquele dia nos tornamos amantes às escondidas de todos ... não por vergonha, não por recato, mas simplesmente porque assim queríamos ... de minha parte havia um resguardo em relação à Letícia, pois não queria de forma alguma manchar Anastácia, da mesma forma que não me sentia seguro em revelar a ela que seu pai se envolvera com outra mulher após a morte de sua mãe; queria de alguma maneira preservar a memória e também preservar minha filha. Os anos se passaram e durante as férias de Letícia eu e Anastácia mantínhamos um distanciamento discreto, muito embora eu soubesse que também ela guardava imenso carinho por minha filha. E assim as férias prosseguiram comigo saboreando a presença de Letícia no sítio colhendo mangas, sempre risonha e feliz.
Entretanto, havia certas ocasiões em que o comportamento de Letícia se mostrava incomum, com gestos e olhares inquietantes e algumas vezes insinuantes me deixando um tanto embaraçado e confuso; numa tarde estávamos na varanda da casa, ambos saboreando nossos frutos prediletos; eu acomodado na cadeira de balanço apreciando uma deliciosa calda de abacaxi preparada por Anastácia e ela sentada num dos degraus da escada que dava acesso à varanda se fartando com mangas maduras; ambos ríamos relembrando momentos engraçados e situações cômicas despreocupados e tranquilos ... subitamente, o sumo da fruta respingou sobre o decote do vestido de Letícia deslizando com suavidade no vão entre seus seios atraindo minha atenção sem que eu percebesse a situação.
Letícia e eu nos entreolhamos permanecendo em silêncio até ela abrir um risinho maroto enquanto usava o dedo anelar para interromper o curso mergulhando-o dentro do decote e avançando para dentro dele; em seguida ela levou o dedo à boca passando a chupá-lo de uma maneira tão instigante quanto desconcertante ... aquela cena causou um impacto tão profundo que tive que esconder a excitação que se avolumou em minha virilha, mas que acabou chamando a atenção de minha filha cujo olhar se tornou mais intenso; de um pulo ela veio e se sentou ao meu lado fazendo questão de passar suas pernas sobre as minhas enlaçando seus braços em torno do meu pescoço. "Papai, quero te fazer uma pergunta, mas preciso que você seja sincero ao respondê-la ... pode ser?", arguiu ela ostentando um olhar faiscante que me fez tremer involuntariamente. Ponderei a possibilidade de desconversar ou mudar de assunto, porém aquele olhar inquiridor me fez assumir a derrota concordando em responder a tal pergunta.
"Se eu não fosse sua filha ... fosse apenas mulher ... você faria comigo tudo que faz na cama com a Anastácia, mas me desejando como desejou a mamãe?", perguntou ela com um tom enfático e sem rodeios. Aquela pergunta causou em mim um abalo tão grande que tive vontade de fugir e me esconder num misto de vergonha, receio e ansiedade. Letícia não me deu trégua mantendo seu olhar firme e repetindo a pergunta mais uma vez ... tentei saber como ela descobrira meu envolvimento com Anastácia, insisti nisso como forma de desviar o assunto, mas mesmo assim, Letícia mostrou-se inflexível. Percebendo que seria difícil obter uma resposta ela não hesitou em usar seus pezinhos para pressionar minha braguilha fazendo esfregações alucinantes.
Tomado pelo sentimento de derrota somado a uma excitação aviltante acabei capitulando e respondi que numa situação hipotética eu faria com ela tudo que fosse permitido; Letícia exibiu uma expressão vitoriosa deliciando-se com a minha fraqueza de macho excitado e num gesto ainda mais inesperado ela segurou meu rosto colando seus lábios aos meus e usando de todos os meios para selar um beijo lascivo ... sem saber o que fazer me entreguei de vez seduzido pela minha própria filha à mercê de seus lábios e de sua sensualidade eletrizante. Nos quedamos em beijos naquela tarde onde o sol, pouco a pouco, dava lugar ao manto de uma noite enluarada que protegia e parecia abençoar nosso pecado.
Fomos interrompidos pelo pigarro acentuado de Anastácia que trazia uma bandeja com café e biscoitos; Letícia não se afastou de mim limitando-se apenas a olhar para a serviçal com uma expressão atrevida e um sorriso intimidador; Anastácia pousou a bandeja sobre a mesa de madeira à nossa frente e se retirou em silêncio. "Ela pode trepar com você o quanto quiser ... mas a cama no seu quarto me pertence!", alertou Letícia mirando meu rosto com uma expressão inquietante. E antes que eu pudesse responder ela se levantou e entrou na casa. Fiquei prostrado com dúvidas e hesitações orbitando em minha mente incapaz de conceber que minha filha desejasse me pertencer. Durante o jantar não trocamos uma palavra sequer sempre sob a presença silenciosa de Anastácia e assim que terminei fui para a sala, fumei um cigarro e me despedi anunciando que me recolheria.
De madrugada fui acordado com o ranger da porta se abrindo e uma silhueta surgir sob a luz pálida do corredor; ao acender o abajur vejo Letícia nua diante de mim ... a medida em que ela se aproximava da cama eu a observava pasmo com sua beleza e sensualidade idêntica à de sua mãe; ela se sentou na beirada da cama ao meu lado ... aqueles seios médios, firmes, perfeitos, dotados de mamilos achatados intumescidos eram iguais aos de sua mãe ... o ventre liso e depilado também era uma doce lembrança ... a pele alva, o rosto angelical com um toque de luxúria guardavam perfeita identidade materna ... a mesma beleza que me cativou na juventude agora parecia ali real e presente diante de mim; Letícia me empurrou com carinho subindo sobre meu corpo esfregando seu ventre contra o meu despertando o bruto que logo estava rijo, ereto e pulsante.
Nos envolvemos em beijos e carícias e minha filha não perdeu tempo em abrir suas pernas sobre mim conduzindo o bruto na direção de sua gruta rebolando de tal maneira que a glande era roçada pela vulva me deixando alucinado de tesão. Não demorou muito para que Letícia me cavalgasse como uma amazona dona de si inclinando seu corpo me oferecendo seus seios lindos e perfeitos cujos mamilos foram alternadamente saboreados pela minha boca ávida ao som de seus gemidos e suspiros ao mesmo tempo em que me chamava de "amor". Letícia quicava sobre mim com sua gruta engolindo e cuspindo o bruto numa cadência crescente e cheia de vigor não poupando esforços em proporcionar a ambos um prazer indescritível que logo se materializou em orgasmos sucessivos e insaciáveis, exatamente como sua mãe costumava fazer me levando a uma delirante e ainda fogosa exaustão.
Dediquei toda a minha energia em dar a ela todo o prazer que merecia pondo ao largo remorso, culpa ou arrependimento, que pudessem me fazer recuar ante o que se mostrava inevitável ... procurando toda a energia de que dispunha naquele momento meu desejo era saciar o desejo da minha filha ao mesmo tempo em que usufruía de uma doce sensação de prazer que mesmo Anastácia jamais me proporcionara; após um certo tempo, com a respiração acentuada e um enorme sorriso iluminando seu rosto, Letícia pediu para que trocássemos de posição. Assim que aceitei ela saltou para o lado se pondo de quatro sobre a cama pedindo que eu a fodesse por trás. "Faz do jeito que a mamãe gostava, por favor!", pediu ela com um tom quase suplicante balançando seu lindo traseiro de formas delirantes.
Aquele pedido embora tenha soado de uma forma intrigante me deixou ainda mais excitado e não perdi tempo em tomar posição enterrando o bruto dentro da grutinha quente e úmida de Letícia com uma socada forte e contundente que a fez soltar um gemido prolongado; comecei então a meter e sacar o membro segurando-a pelas nádegas que as vezes apertava e outras estapeava com ela reagindo com gritinhos e gemidos histéricos, gozando sem parar e suplicando para que eu continuasse a fodê-la com a mesma intensidade; aquela foda incestuosa perdurou por um bom tempo o que fez Letícia elogiar meu desempenho enquanto empurrava seu traseiro contra o bruto em uma clara provocação querendo mais.
Quando senti a proximidade de meu gozo cessei os movimentos tencionando recuar e sacar o membro de dentro de Letícia o que imediatamente causou uma reação por parte dela exigindo que eu finalizasse meu clímax sem me afastar ... argumentei que isso seria perigoso, porém ela respondeu tornando a empurrar com insistência seu traseiro contra o membro impondo que eu cedesse à sua exigência; cegado pela provocação de minha filha e dominado pelo desejo de atender ao seu pleito eu segurei suas nádegas com firmeza interrompendo seus movimentos e comecei a golpear impiedosamente mostrando quem mandava naquele momento o que levou Letícia a gemer ainda mais implorando para que eu não parasse até descarregar meu sêmen dentro dela.
E assim, após um último esforço e tomado por um estremecimento involuntário acrescido de espasmos vertiginosos senti a chegada do clímax que culminou em um jorro abundante de esperma encharcando a grutinha de minha filha que por sua vez gemia sem parar anunciando que estava desfrutando de uma nova onda orgásmica sacudindo seu corpo dominado por tremores involuntários, que se juntavam aos meus numa sincronia quase orquestral. Nos minutos que se seguiram, suados, exausto e ofegantes permanecemos atrelados um ao outro como se nossa vontade se resumisse num recomeço ainda mais intenso; quando finalmente nos desvencilhamos e nos deitamos lado a lado abraçados cruzando olhares descobri uma cumplicidade velada que naquela noite tornou-se uma realidade incontestável da qual nenhum de nós podia ou queria fugir.
E quando eu menos esperava ela veio sobre mim em posição invertida tomando o bruto nas mãos enquanto oferecia sua gruta para minha boca; Letícia o acariciou e lambeu até obter êxito em vê-lo ereto e pulsante mais uma vez não perdendo tempo em tomá-lo em sua boca numa mamada delirante que me fez estremecer; em retribuição separei as bandas inferiores de suas nádegas apertando-as até escancarar a gruta que ainda lacrimejava o néctar de gozos anteriores e passei a linguá-la com a eloquência de um esfomeado; sentindo a boquinha abusada de Letícia saboreando o membro me dediquei com esmero a linguar sua greta o que logo surtiu o efeito almejado com ela gemendo e gingando o corpo enquanto seu gozo translúcido vertia em minha boca que o sorvia com a merecida avidez. Letícia usufruiu mais uma vez de orgasmos sucessivos que a deixavam ensandecida entre gritos, gemidos e suspiros prolongados se dedicando a conceder todo o prazer em retribuição.
Nosso interlúdio prolongou-se para além do esperado culminando em minha nova capitulação ejaculando com profusão na boquinha de Letícia que se esforçou para reter a carga em seu interior; de joelhos sobre a cama ao meu lado ela exibiu orgulhosa o conteúdo esbranquiçado em sua boca antes de engoli-lo vindo a colar seus lábios nos meus exigindo a merecida contrapartida. "Me beija e sente teu gosto em mim ... quero sentir meu gosto em ti!", sussurrou ela antes que nos beijássemos como se não houvesse amanhã. Por fim adormecemos abraçados como um casal cuja união fora conspirada nas estrelas abandonando todo o perigo real e iminente que nossa relação representava. Pela manhã fui acordado com os beijos dela e depois de uma troca de carícias ainda sobre a cama fomos para o banheiro onde tomamos uma ducha demorada aproveitando para explorar todos os detalhes de nossos corpos.
Ao descermos para o desejum matinal não encontramos Anastácia e o capataz logo veio informar que ela lhe pediu uma carona até a cidade levando consigo uma mala de viagem; sobre a mesa da cozinha havia um bilhete que eu e Letícia lemos ao mesmo tempo. "Não tem mais lugar nessa casa para mim ... espero que sejam felizes à sua maneira", dizia o texto mal escrito. Por um momento lamentei a partida de Anastácia, mas logo o abraço apertado de minha filha me trouxe de volta para a realidade que se mostrava envolvente; eu e Letícia passamos a conviver como um casal sempre protegendo nossa intimidade de olhares escusos e bocas ferinas.
Foto 2 do Conto erotico: PREDESTINADOS (AMARELO MANGA)

Foto 3 do Conto erotico: PREDESTINADOS (AMARELO MANGA)


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Ficha do conto

Foto Perfil trovão
bemamado

Nome do conto:
PREDESTINADOS (AMARELO MANGA)

Codigo do conto:
273174

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/09/2026

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