O RENASCIDO - ETERNO PECADOR



Eu me tornei um renascido por conta da vontade do “Portador da Luz”, mas não como uma dádiva e sim como uma barganha. Tudo começou quando me envolvi com a Telma, mulher de um criminoso conhecido por sua crueldade e sequer pensei que pudesse ser flagrado por ele, pois, afinal eu era um sujeito “safo”; e embora houvesse outras vadias sempre disponíveis, Telma me deixou de quatro, pois a vadia era um monumento à safadeza; morena de corpo escultural, assídua frequentadora de academia malhando todos os dias, além de formas perfeitas, tinha um rosto repleto de sensualidade. Bastou uma cantada bem-feita no primeiro encontro e a vadia já estava no papo! Nossa primeira trepada foi no vestiário de uma academia e quando ela tirou a roupa minha pistola quase explodiu de tesão. Começamos com beijos e uma pegação muito doida e logo eu estava apertando suas mamas e chupando os mamilos durinhos com ela apertando o bruto com uma das mãos.
Ali mesmo, no chão do vestiário partimos para uma foda no bom e velho estilo “missionário”, comigo enterrando o membro bem fundo naquela bucetinha rechonchuda e depilada fazendo a cadela gemer de tesão; com movimentos pélvicos intensos e profundos fiz Telma gozar várias vezes e no final enchi aquela xereca ardente com uma boa carga de esperma ouvindo a vadia ganir como a cadela vadia que era. E como “amor de pica, fica!”, ela não se contentou com pouco e por conta disso nos tornamos amantes, alheios aos riscos a que estávamos expostos … sempre que havia uma oportunidade corríamos para algum lugar para trepar como coelhos ensandecidos e nesse clima Telma veio com uma ideia pra lá de maluca. “Amanhã vamos foder no meu apartamento, no meu quarto … na minha cama … ou melhor, na cama do corno!”, anunciou ela com a maior desfaçatez estampada no rosto.
Sem pensar no que aquela foda representava topei o desafio e na tarde do dia seguinte e estava no quarto de Telma, com ela se quatro sobre a cama pronta para ter a buceta preenchida pelo bruto que latejava de tesão; foi uma foda alucinante com momentos em que ela parecia tomar a dianteira jogando seu corpo para trás de tal maneira que aquela bunda suculenta se chocava contra meu ventre causando um estardalhaço sonoro e orgásmico. Eu estava quase atingindo o ápice quando a porta do quarto foi escancarada com um chute violento fazendo com que homens irrompessem para dentro do quarto … entre eles estava César, mais conhecido como “Doidão”, marido de Telma e eu brochei na mesma hora! E antes que eu pudesse me explicar fui nocauteado … quando acordei estava nu amarrado em um poste de madeira nos fundos de um velho galpão cercado por Doidão e seus comparsas.
Jogaram um líquido gelado e volátil que pelo cheiro descobri que era gasolina … Doidão se aproximou tendo nas mãos um isqueiro ZIPPO que acendeu e após exibir um sorriso macabro atirou o objeto em minha direção; imediatamente as chamas tomaram conta do meu corpo e comecei a arder e gritar … porém, algo aconteceu e as chamas que antes eram vermelhas e abrasadoras se tornaram azuladas e frias e tudo ao meu redor ficou encoberto por uma bruma acinzentada enquanto um vulto saía de seu interior vindo em minha direção. “Olá! Se quiser escapar dessa condenação precisa aceitar a minha proposta!”, disse o vulto com um tom rouco e soturno …
A proposta me condenava a vagar pelo espaço/tempo sempre procurando uma mulher para foder … e não podia ser qualquer mulher, pois para que eu cumprisse meu maldito desígnio elas deveriam ser casadas e insatisfeitas com seus maridos … e depois de seduzi-las, trepava até me esvair por inteiro, e quando beirava o ápice o gozo não sobrevinha e eu me via tomado por nova energia para prosseguir fodendo dando a ela todo o prazer que merecia … e no final ainda éramos obrigados a fazer isso tendo como espectador o marido cornudo. Antes de aceitar a proposta dita irrecusável perguntei o que ele ganharia com isso; o Anjo Caído exibiu sua face ostentando um sorriso inquietante e pouco depois respondeu.
“Eu? Ora, eu ganho a alma desses maridos incautos! Aumento meu rebanho e esvazio a casa dos espíritos … parece claro, não é mesmo? Então? Temos um acordo ou não?”, ele respondeu com tom de escárnio. É claro que aceitei e a partir daquele momento me tornei um servo obediente do “Portador da Luz”, que me concedeu tudo que eu precisava para servi-lo; dinheiro, bens, objetos de valor, roupas caras e tudo mais estava à minha disposição para servi-lo … a única condição imposta ao final era de que eu não podia me envolver sentimentalmente com essas mulheres, pois elas eram apenas instrumentos para a realização da tarefa, e eu aceitei não porque fosse a melhor escolha, mas porque era a única disponível. Com "Doidão" longe pude me dedicar à caçar mulheres para seduzi-las e de início dei preferência às mais maduras que costumam ser as mais insatisfeitas e também vulneráveis.
A primeira presa foi uma tal Sylvia, advogada, loira de corpo violão, longos cabelos encaracolados, não siliconada, cujo marido, corretor de imóveis, um gorducho oportunista que tinha absoluta certeza que sua mulher era fiel embora a recíproca não fosse verdadeira, o que permitia à esposa curtir alguma diversão ... conquistá-la não foi difícil, pois num encontro não ocasional em um restaurante sofisticado ela babou não apenas por mim, mas principalmente pelo meu carro e foi nele que tivemos o primeiro affair, onde abri a sua blusa pondo para fora os peitões suculentos que apertei e mamei com eloquência enquanto ela massageava minha pistola sussurrando elogios no meu ouvido; no clamor da situação pus a safada para mamar a piroca o que ela fez com incrível maestria até obter êxito em extrair meu leite quente e espesso que não se fez de rogada ao engolir a carga.
Pouco mais de trinta dias após esse primeiro encontro consegui convencê-la para uma trepada fortuita em seu apartamento, algo que ela hesitou muito, mas acabou cedendo dizendo que o marido tinha uma viagem programada ... viagem essa que ele cancelou por conta de um aviso do porteiro do prédio que foi convencido por meio de uma boa recompensa a fazê-lo no momento indicado por mim. Dentro do quarto tiramos a roupa e eu parti para o ataque, mergulhando o rosto entre as pernas da vadia e linguando a buceta até fazê-la gozar algumas vezes ao som de gritinhos e gemidos; quando me certifiquei que a cadela estava disposta a qualquer coisa fiz com que ficasse de quatro sobre a cama e antes que ela pudesse reagir toquei o bruto na direção do brioco socando com vigor até rompê-lo fazendo Sylvia gritar suplicando para que eu não seguisse em frente.
Infelizmente suas lamúrias foram ignoradas e toquei em frente até enterrar o bruto por inteiro dentro do orifício arrombado da loira que arfava com gemidos abafados; no momento seguinte comecei a socar com força, sacando e enfiando o bruto com cadência e profundidade e após um certo tempo Sylvia anunciou a chegada de gozo anal que a deixou alucinada pedindo mais; castiguei o rabo da loira até vê-la sôfrega à beira da exaustão, suando por todos os poros frágil o suficiente para fazer tudo que eu quisesse. "Ahnnn! Sim! Sim! Meu marido não dá conta de mim! Quero você me fodendo todos os dias! ... Ahhh! Ele é ... um corno!", respondeu ela quando lhe perguntei sobre o desempenho do marido e logo depois saquei o bruto fazendo com que ela se pusesse de joelhos diante de mim mamando o bruto e repetindo as mesmas palavras ... esse foi o momento em que fomos surpreendidos pelo marido portando um revólver.
É claro que ele atirou e eu pareci morrer ... o que veio depois, foi o "Anjo Caído" comparecendo, surrupiando a alma do chifrudo e deixando Sylvia à mercê da situação ... o resto é história, pois ela foi presa e eu fui levado para o necrotério onde deixei o esquife sendo substituído por algum pobre coitado trazido pelo Senhor das Trevas. Confesso que não senti remorso algum e segui em frente para a próxima vítima ... e assim semanas se tornaram meses, meses se tornaram anos comigo sempre revivendo em busca da próxima esposa incauta com marido crédulo. Tudo ia bem e eu até cheguei a sacanear o "Doidão" permitindo que ele me flagrasse enrabando sua esposa em cima do capô de um carro, que gritava chamando-o de corno e frouxo ... não demorou para que ele fosse abduzido pelo meu chefe que o levou de imediato fazendo o mesmo com a esposa.
Nos momentos em que sofria alguma crise de consciência, rapidamente me lembrava de um aviso do "Portador da Luz", numa ocasião em que percebera minha insegurança. "Se falhar comigo por qualquer razão faço você sofrer além do que pode imaginar, entendeu?", asseverou ele com sua voz gutural e tom ameaçador; aquilo me bastava para continuar obedecendo a ele. Todavia eu não tinha ideia do que o destino me reservava e que veio como um golpe dolorido e surpreendente. Certo dia, tomando café em uma leiteria fui atendido por uma jovem cuja beleza era algo quase divino; seu nome era Leila, uma moreninha esbelta, de olhos brilhantes e sorriso cativante que me arrebatou dado seu encantamento; a partir daquele primeiro encontro passei a frequentar a leiteria com habitualidade me aproximando dela, criando laços de confiança e até intimidade.
Soube que era casada, mas o marido além de um vagabundo oportunista, as vezes era bruto beirando a violência e isso foi o suficiente para tê-lo como minha próxima vítima. Trabalhar Leila foi algo muito difícil, pois ela se sentia acorrentada ao marido e pelo que descobri isso se dava porque ele fora seu primeiro e único macho com uma espécie de direito de posse sobre ela algo que soou para mim como um desafio instigante. O bote veio em um dia chuvoso que eu lhe ofereci carona e no caminho desviei para um local mais tranquilo onde me declarei a ela; Leila resistiu, porém sem firmeza já que seu olhar denunciava a confiança e o interesse em mim; o primeiro beijo foi tão estupendo que me fez desejá-la ainda mais, não como vítima, ou presa, mas como mulher.
E então o caldo desandou, pois acabei me envolvendo com ela a ponto de dar uma dura no marido violento e infiel que se encolheu diante das minhas ameaças. A medida em que o tempo passava eu e Leila nos envolvíamos mais e mais até o ponto em que eu a seduzi de corpo e alma; levei-a para o meu apartamento e me diverti com seu olhar espantado diante do que via afirmando que qualquer mulher aceitaria se entregar a mim, pois além de tudo ela me achava bonito e charmoso ... e essa foi a minha deixa. "Acontece, que eu não quero qualquer mulher! Eu quero você!", respondi a queima-roupa enquanto a enlaçava pela cintura; minutos depois Leila estava se despindo dentro do meu quarto e a beleza de sua nudez me deixou ainda mais encantado.
Tomei-a nos braços e nos beijamos ardentemente com minhas mãos apalpando as formas delicadas sentindo a maciez de sua pele arrepiada cedendo ao meu desejo; joguei-a com docilidade sobre a cama mergulhando meu rosto entre suas pernas com minha boca ávida caçando a sua gruta que foi encontrada quente e deliciosamente úmida; não foram necessárias muitas linguadas para que Leila começasse a gemer denunciando o gozo que vertia de sua vulva umedecendo minha boca que a sorvia com enorme deleite. Saciado, porém insatisfeito subi sobre ela cobrindo seu corpo com o meu e pedindo que conduzisse o bruto na direção de sua gruta; Leila me fitou com um olhar dócil e depois de um sorrisinho dengoso segurou o membro puxando-o para si; a glande arremeteu abrindo caminho fazendo Leila estremecer enquanto gemia suavemente.
Aos poucos fui plantando o membro até senti-lo dentro dela o que resultou em um gemido uníssono sufocado por um beijo lascivo; e sem que nossas bocas se separassem comecei a movimentar cintura e pélvis sacando e enfiando o bruto com ritmo e profundidade o que resultou em Leila usufruindo de um primeiro gozo que foi celebrado com gemidos sufocados por nossas bocas engalfinhadas em beijos sem fim; para mim, ou melhor creio que para nós, aquela cópula era algo magnífico e também de alguma forma especial ... uma especialidade muito própria e inexplicável; Leila se entregou de corpo e alma com suas mãos apertando minha cintura como desejando que nunca mais nos separássemos. A pedido dela com tom ansioso mudamos de posição para uma cavalgada onde Leila se pôs de cócoras sobre mim e segurando o membro desceu sobre ele deliciando-se com a sensação de engoli-lo lentamente. Repentinamente, Leila quicava sobre mim desfrutando de gozo após gozo ora gemendo, ora gritando enquanto puxava minhas mãos pousando-as sobre suas mamas pedindo que as apertasse afirmando que queria se sentir possuída por mim de uma forma única que homem algum fizera antes e jamais faria depois; e aquela foda tomou outro rumo quando ela suplicou para que mudássemos de posição mais uma vez.
Leila estava no auge de sua energia, suando por todos os poros, com a respiração acentuada e ainda assim se colocou de quatro sobre a cama suplicando para que eu tomasse a posição o que fiz de bom grado e em segundos estávamos mais uma vez fodendo como dois insanos com ela se mostrando surpresa com o meu desempenho que elogiava com palavras murmuradas entre respirações quase ofegantes. E mesmo diante da possibilidade de sua capitulação, Leila ainda teve o ímpeto de suplicar que eu a enrabasse. "Me faz tua mulher! Fode todos os meus buracos como eu mereço, por favor!", implorava ela com tom gaguejante, porém determinado. Sem compreender o que nos conduzia naquele momento saquei o bruto, separei as nádegas e cuidei de linguar o rego detendo atenção no pequeno orifício que piscava sem controle. Retomei a posição e pincelei a região com a glande até julgar o momento certo para a primeira arremetida.
Com o bruto rasgando as pregas com força Leila soltou um grito, mas em seguida exigiu que eu prosseguisse; fui metendo com lentidão permitindo que ela se acostumasse com o invasor e quando senti as bolas roçando no rego dei um último empurrão selando a curra apertando as nádegas dela impedindo que fugisse; comecei com estocadas lentas e profundas que foram ganhando ritmo febril e delirante que de súbito causaram o efeito implicitamente almejado: Leila experimentou um gozo anal que a deixou alucinada gingando o corpo e balbuciando elogios exultantes. E para minha surpresa, naquela clima luxurioso fui dominado por um estremecimento involuntário seguido de um espasmo tão veemente que acabou por resultar em um orgasmo abundante e incontrolável encharcando Leila com meu sêmen quente e muito espesso ... ao final acabei exaurido de uma forma que há muito tempo não experimentara desde meu acerto com o "Anjo Caído".
Pouco depois estávamos deitados sobre a cama de lençóis úmidos de nosso suor, trocando mais beijos e carícias; Leila me fitava sorridente e em dado momento perguntou se haveria alguma chance de aquele não ser nosso único e último encontro; a resposta ficou presa em minha garganta já que certamente eu não poderia prometer nada a ela e muito menos revelar as razões da minha atual existência terrena, motivo pelo qual desconversei momentaneamente. Empolgada Leila fez questão de pegar sua carteira para mostrar uma foto dela com sua mãe e ao ver a foto fiquei estarrecido. "Sim, o nome de minha mãe é Luna, porquê?", disse ela quando perguntei o nome de sua mãe ... senti um nó na garganta e um aperto no peito ... Luna havia sido a primeira e talvez a única mulher que eu tenha amado ao longo da minha vida.
Leila me contou que sua mãe jamais falara sobre seu pai e sempre dizia que ele morrera ainda jovem e que depois dele ela jamais se envolveu com alguém ao longo de sua vida ... tomado por um estremecimento arrepiante tive a sensação de que Leila poderia muito bem ser minha filha! Repentinamente Leila pareceu desfalecer sobre a cama enquanto uma bruma com cheiro de enxofre se formou diante da cama ... "Você passou de todos os limites, seu idiota! Como ousou fazer isso? Descumprir nosso acordo e ainda me ceifar o direito de ter mais uma alma queimando na minha mansão!", berrou o "Portador da Luz", com a mesma voz gutural e um tom mais grave e ameaçador. Tentei explicar que fora um acidente, algo sobre o qual não tive controle, mas aqueles olhos vermelhos ardentes incendiaram a bruma tornando o local uma espécie de portal abaixo de nós.
Olhei para baixo e vi um mar de fogo e almas clamando, gemendo, gritando, implorando por uma clemência que jamais viria ... eu estava condenado e quando me preparava para cumprir meu desígnio, vi o corpo de Leila levitar acima da cama ondulando em direção ao portal infernal. Caí de joelhos suplicando com voz embargada para que ela fosse poupada, mas meu algoz se mostrava alheio ao meu clamor. "Não me culpe, idiota! Você a condenou! Você a entregou para mim! E agora tem que pagar por isso!", vociferou ele com o mesmo tom ameaçador; e enquanto o corpo de Leila descia em direção ao inevitável um redemoinho feito por cinzas de corpos putrefatos tomou todo o ambiente me envolvendo e me esmagando secando meu corpo que logo pareceu uma fruta seca desprovida de energia vital ... "Não, você não sucumbirá! Vai vagar pelo limbo até quando eu bem quiser!", foram as últimas palavras proferidas pelo "Anjo Caído" antes de desaparecer.
Foto 1 do Conto erotico: O RENASCIDO - ETERNO PECADOR

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Ficha do conto

Foto Perfil trovão
bemamado

Nome do conto:
O RENASCIDO - ETERNO PECADOR

Codigo do conto:
276476

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
05/11/2026

Quant.de Votos:
1

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2