CONTOS PROIBIDOS - A PRIMEIRA VEZ FOI COM ELA

No vilarejo onde fui criado situado mais ao norte do mundo, o sol nos visitava apenas três meses por ano e no restante tudo oscilava entre o cinza e a escuridão, com quilos e mais quilos de neve despencando do céu a qualquer hora do dia; parei de estudar já na adolescência e antes de cair na dura realidade do trabalho que enobrece o homem aproveitei os dias para ficar em casa me aquecendo, lendo livros que pegava emprestado na velha livraria do ancião ou ajudando minha mãe nas tarefas domésticas … minha mãe era a única mulher que eu conhecia com quem mantinha alguma afinidade encantadora; aquela mulher cinquentona, alta, corpulenta, dona de uma pele mais alva que a neve, longos cabelos lisos cor de betume e um eterno sorriso acolhedor era meu esteriótipo da mãe e mulher perfeitas e em tudo eu me sentia correspondido por ela.
Nos dias mais frios em que meu pai saía para o duro trabalho em um barco de pesca e passava semanas ou até meses sem retornar, minha mãe me chamava para compartilhar sua cama; sempre que eu me aproximava ela pedia que eu tirasse a roupa antes de me deitar levantando os pesados cobertores exibindo sua nudez e afirmando que assim poderíamos nos esquentar mais depressa. É claro que eu obedecia e me deliciava com a sensação do contato da minha pele fria com o calor do corpo dela; nos abraçávamos e ela beijava meu rosto apertando meu corpo contra o dela num gesto repleto de uma carinho que eu considerava especial, mas que com o passar do tempo ganhava em mim uma intensidade alarmante. Eu experimentava uma sensação que me excitava a ponto de ter o bruto enrijecido sendo que na maioria das vezes eu me retraía ou até mesmo me afastava de mamãe temendo que ela se irritasse com isso.
“Não precisa ter vergonha … afinal, você é um homem e homem tem dessas coisas!”, dizia ela com tom afetuoso enquanto me apertava contra seu corpo fazendo o membro roçar seu ventre; mesmo acanhado e acabava cedendo não contendo o prazer de senti-la me tratando de um modo especial; uma manhã mamãe baixou um pouco as cobertas revelando suas mamas fartas dotadas de mamilos intumescidos circundados por aureolas arrepiadas; segurando uma das mamas em sua mão dando leves apertões ela parecia se divertir com minha expressão embasbacada e meu olhar hipnotizado por seu gesto. “Quer mamar a teta da mamãe? Eu sei que sim! Você sempre gostou! … Vem aqui!”, sussurrou ela com o mesmo tom carinhoso enquanto metia sua mão atrás de minha nuca puxando meu rosto na direção do mamilo.
No começo eu estava meio desajeitado e apenas lambi o mamilo, porém não demorou para que estivesse sugando como um esfomeado ansioso ouvindo mamãe gemer enquanto acariciava meu rosto; depois de um certo tempo ela me fez alternar os bicos entregando-os, um de cada vez, para que eu pudesse chupá-los sem parar; a medida em que eu vi o receio desaparecer dando lugar a um tesão descontrolado, passei a segurar as mamas com minhas mãos apertando-as ao mesmo tempo em que sugava vigorosamente os mamilos; os gemidos de mamãe se tornavam ainda mais sonoros e eu podia sentir seu corpo estremecer com ela roçando seu ventre contra o membro provocando um torvelinho de sentimentos e sensações que nos escravizava um ao outro.
Repentinamente, mamãe me apertou com mais força enquanto seus gemidos eram mitigados por gritos histéricos que a obrigaram a abafá-los enterrando o rosto no travesseiro … seu corpo tremelicava e eu pude sentir algo lambuzar meu membro … demorei a entender que mamãe havia gozado! Ela enterrou meu rosto entre suas mamas enquanto gemia sem controle ofegando e tremendo. “Ah! Foi tão bom! Você fez a mamãe sentir um prazer tão gostoso e tão lindo! Obrigado, meu amor! … Mas, isso fica entre nós, entendeu? Ninguém precisa saber disso!”, sussurrou ela quando segurou meu rosto entre suas mãos exibindo um sorriso repleto de satisfação. Eu acenei com a cabeça concordando em manter segredo do que acontecia entre mim e minha mãe … nos dias seguintes repetíamos as mesmas coisas que sempre acabavam com ela gozando e me deixando lambuzado com seu néctar … mamãe ainda era a única mulher que conhecia e que agora depositava sua confiança em mim o que me deixava cheio de orgulho e estimulado … entretanto eu sentia que precisava de algo mais … algo que somente ela poderia me oferecer.
Nas ocasiões em que meu pai retornava mantínhamos distância e discrição necessários embora a vontade de estarmos juntos clamava dentro de nossos corpos ardentes; meu pai era um homem sisudo e lacônico, pois costumava dizer que palavras ferem mais que armas, mas ao mesmo tempo era tolerante e complacente sempre procurando manter seu lar e sua família a todo custo; eu sentia respeito e temor ao mesmo tempo jamais elevando a voz ou interrompendo-o quando estava a falar algo que julgava relevante. Nesses dias eu me recolhia ao dormitório que ficava atrás da cozinha onde mesmo desfrutando da leitura me punha pensativo imaginando o que estaria acontecendo na alcova conjugal e sentindo uma enorme vontade de descobrir o que eles faziam quando estavam sozinhos. E uma noite tomei coragem para me esgueirar entre as sombras, escalando a parede de pedras que ficava nos fundos da casa procurando alçar a janela de onde poderia ver alguma coisa.
Infelizmente não tive sorte, pois além do frio congelante os vãos entre as pedras eram preenchidos com musgo e turfa que por conta da umidade ficavam escorregadios me fazendo escorregar mais de uma vez até que acabei desistindo. Algumas noites depois pedi autorização para ficar na sala ouvindo música no velho rádio de válvulas lendo uma brochura sobre história e meu pai concordou alertando que não deveria aumentar o volume do rádio, pois precisávamos sempre acordar cedo ... pacientemente esperei até que eles se recolhessem e fiquei atento ao silêncio que perdurou por algum tempo; ouvi ruídos e vozes abafadas vindo do quarto deles e engatinhei até a porta; criei coragem e acocorado ao lado do batente girei a maçaneta com cuidado e empurrei a porta até obter uma fresta.
O ambiente estava mesclado entre uma suave penumbra e a luz trêmula do abajur sobre a cômoda produzindo imagens difusas e sombreadas, mas o que pude ver deixou claro que eles estavam trepando com papai em cima de mamãe golpeando com a cintura e pélvis contra o ventre dela que reagia com gemidos e suspiros. "Ah ... não! Espera! Não goza ... não ... não ... Argh!", balbuciou mamãe quando papai intensificou seus movimentos que culminaram com ele grunhindo enquanto tremelicava sobre o corpo de minha mãe. quando ele finalmente saiu de cima ouvi apenas as lamúrias dela reclamando de que ele fora egoísta mais uma vez ... fui para o meu quarto tomado por uma excitação tão voraz que me impôs um alívio manual tendo em mente a possibilidade de dar à minha mãe o que ela parecia desejar e jamais alcançar.
Na manhã do dia seguinte papai já havia partido para mais uma empreitada arriscada e necessária me levando a ir ao quarto do casal onde mamãe já me esperava toda ansiosa; deitei com ela me abraçando apertado esfregando seu ventre no meu membro que já estava alerta; mamei as tetas suculentas dela e a certa altura não resisti revelando o que vira e ouvira na noite anterior; mamãe me fitou com uma expressão afetuosa, sorriu, acariciou meu rosto e em seguida perguntou o que eu sentira depois do que vira; respirei fundo e respondi que senti desejo de dar a ela tudo que merecia. "Você seria capaz de dar pra sua mamãe tudo que seu papai jamais deu a ela?", perguntou ela com o mesmo tom afetuoso ao que respondi com um aceno de cabeça. Mamãe respirou fundo contendo lágrimas que teimava em escorrer de seus olhos, sorriu novamente e segurou meu rosto enquanto colava seus lábios ao meus.
Aquele foi meu primeiro beijo e foi algo estupendo explodindo em uma mistura de sabores alucinantes, sensações eletrizantes e uma ansiedade pelo que mais estaria por vir; por um bom tempo permanecemos deitados trocando carícias e mais beijos com ela me ensinando tudo que eu precisava saber. "Hoje a noite espero você na minha cama ... e não tenha receio ... tudo será maravilhoso, eu prometo!", murmurou ela com tom rouco no meu ouvido causando em mim desmedido frenesi descontrolado. E pelo resto do dia ajudei-a nas tarefas que cabiam a um homem não poupando esforços para que ela se sentisse valorizada e idolatrada. Quando a noite chegou eu mal cabia em mim tal era a euforia que dominava minha mente e o desejo que ardia em meu corpo; mamãe preparou o jantar e comemos a refeição trocando sorrisos e afagos carinhosos. Quando terminamos ajudei-a com a louça e ela agradeceu acariciando minha face. No momento em que ela avançou em direção ao quarto, tencionei segui-la, porém fui impedido.
"Me perdoe, meu amor, mas estou exausta ... vou me recolher ... amanhã, quem sabe teremos nossa noite", disse ela com tom suave antes de me beijar na boca; incapaz de compreender o que estava acontecendo já que tudo indicava que eu teria a oportunidade de desfrutar minha primeira vez com minha mãe, mas que naquele momento desmoronou como um castelo de areia ... fiquei prostrado sobre uma cadeira na cozinha meio amuado, meio tenso, mas também muito excitado! Tomado por um rompante impensado me levantei marchando em direção ao quarto onde encontrei mamãe nua de bruços sobre a cama parecendo dormir profundamente. Olhei para aquele corpo repleto de uma abundância exorbitante sentindo meu membro enrijecido pulsar com insolência exigindo de mim uma atitude.
Lentamente avancei até a cama me sentando na beirada e começando a acariciar as nádegas suculentas usufruindo de sua doce maciez somada a um ardor que reagia ao meu contato tornando-se frio e arrepiado; dei alguns apertões ouvindo-a gemer abafado, porém se sinal de que acordaria; me inclinei o suficiente para que minha boca pudesse saborear aquela pele alva e arrepiada com beijos e mordidinhas abusadas torcendo para que ela reagisse de alguma forma ... de repente ela se virou sobre a cama com os olhos entreabertos exibindo um sorrisinho maroto; não me contive e colei meus lábios aos dela selando um beijo bruto e lascivo. "Você me quer mesmo?", ela perguntou quando nos desvencilhamos por alguns minutos ao que respondi com um aceno de cabeça ... mamãe de um pulo sobre a cama e começou a me despir com gestos nervosos e somente se deu por feliz ao me ver nu; ela mirou o membro rijo e não hesitou em cingi-lo com uma das mãos explorando suas dimensões e também sua rijeza.
Quando dei por mim estava deitado de barriga para cima com mamãe abocanhando o bruto sugando com vigor ao mesmo tempo em que massageava as bolas me fazendo experimentar um amálgama de sensações inexplicáveis; eu não continha os gemidos que se sucediam no ritmo daquela boca quente e molhada ora engolindo, ora cuspindo o membro deixando escorrer uma baba que mamãe fazia questão de exibir para meu deleite. Mamãe me mamou como se há muito tempo não tivesse oportunidade de saciar sua vontade com meu pai, que mais tarde descobriria ser um sujeito conservador e dotado de um falso moralismo, e eu permiti que ela aproveitasse ao máximo aquela carícia oral avassaladora. E as surpresas não pararam por aí já que logo ela estava de cócoras sobre mim segurando a vara com uma das mãos e descendo lentamente sobre ela.
Foi algo tão incrível que cheguei a pensar que estava sonhando; a gruta quente e molhada enluvava o bruto com perfeição e vez por outra mamãe contraía os músculos vaginais como se quisesse mordê-lo causando uma experiência sensorial que beirava o mais puro delírio; com as mãos apoiadas sobre meu peito, ela inclinou o corpo passando a movimentar cintura e pélvis num movimento que se assemelhava a uma bate-estacas num choque de carne contra carne ... eu já não sabia o que fazer, até mesmo porque mamãe tinha total domínio da situação ostentando uma expressão marota no rosto com cada golpe me fazendo estremecer. A certa altura tomei as rédeas da situação segurando-a pelas ancas impedindo que ela prosseguisse com os movimentos o que transferia para mim o controle da situação.
Foi então que por instinto comecei a projetar minha pélvis para cima numa espécie de contragolpe forte e eloquente; mamãe não demorou a corresponder mantendo-se imóvel e deixando que eu tivesse domínio da cópula ... e foi nesse clima que ela começou a gemer e suspirar mais acentuadamente indicando que meu esforço surtia o êxito almejado ... "Ahnnn! Não para, meu amor! ... Não para que eu vou ... vou ... Ahhh! Estou gozando, meu amor! Ahhh! Não para! Quero mais! Mais!, balbuciava ela com seu corpo tomado por pequenas convulsões acompanhadas de uma tremedeira involuntária. Naquele clima não poupei esforços dando tudo de mim para que ela pudesse desfrutar de todo o prazer que ansiava e merecia, assumindo um lugar que não era meu, mas que dele me apossara ao mesmo tempo em que usufruía da minha primeira experiência sexual tendo como parceira a mulher mais maravilhosa do mundo para a qual eu dirigia todo o meu esforço e também toda a dedicação que ela merecia.
Houve um momento em que mamãe comentou sobre meu desempenho se mostrando surpresa e ao mesmo tempo feliz, o que me estimulou a intensificar ainda mais meus movimentos e sem avisá-la segurei seu corpo com firmeza realizando um giro sobre a cama de tal modo que passei a ficar por cima dela; meu gesto deixou-a aturdida não escondendo um sorriso eloquente que me levou a retomar nossa cópula agora comigo projetando pélvis e cintura para cima e para baixo num ritmo que logo ganhou uma celeridade tão veemente que consegui proporcionar a ela mais uma onda orgásmica sacudindo seu corpo; prosseguimos por um bom tempo até mamãe capitular entre gemidos e suspiros acentuados. "Goza pra mamãe, por favor! Ahnnn! Preciso muito disso! Quero sentir teu gozo me preenchendo ... Ahhh!", balbuciou ela com tom inseguro e gaguejante. Não perdi tempo em atendê-la elevando o ritmo e a cadência de meus movimentos até culminar no meu primeiro gozo.
Cada jato de esperma lançando dentro dela provocava uma sensação delirante em ambos, com ela tremelicando involuntariamente ao mesmo tempo em que se contorcia tomada por uma euforia alucinante, que repercutia em mim sob a forma de um estremecimento descontrolado ceifando momentaneamente meus sentidos; e ao final acabei desabando exausto e suado sobre ela sentindo o coração pulsar com força e a respiração tornar-se ofegante. "Cansou né, meu amor! Também depois de dar pra mamãe tanto prazer merece descansar ... vem deita sua cabeça no meu peito e relaxa ... Ahhh! Que delícia! Foi muito bom!", comentava ela com tom suave e amável acariciando meu cabelos e beijando minha testa. Acabamos adormecendo vencidos pelo esforço que drenara toda nossa energia e apenas quando o vento frio soprou pelas frestas da janela fomos despertados para um novo dia; trocamos muitos beijos antes de sairmos da cama e eu não escondia a ansiedade por mais uma noite com ela.
E foram várias noites experimentando posições e novas formas de dar e receber prazer; sem aviso mamãe tomou o bruto em sua boca ao mesmo tempo em que girava seu corpo sobre o meu até conseguir colocar sua gruta ao alcance da minha boca; com ela me orientando pacientemente aprimorei a forma de saborear sua greta proporcionando um gozo após o outro com seu néctar vertendo em minha boca que o sugava com um desejo insaciável de senti-la de todas as formas; a bem da verdade ela logo se cansou de sugar o bruto já que ele não dava sinais de arrefecimento estimulado pelo viço da minha juventude entregando-se ao delírio dos orgasmos que eclodiam de seu corpo por conta da minha dedicação oral.
Certa noite estávamos tão entretidos que eu mal percebi quando entuchei o bruto no selo anal de mamãe que reagiu de forma inesperada soltando um gemidinho inquietante. "Você quer romper esse selinho? Pois ele é todo seu!", comentou ela com tom insinuante enquanto gingava de forma provocante o traseiro roliço; não hesitei em receber meu presente metendo com força e profundidade ao som dos gritinhos insanos de minha mãe que aproveitou para brincar com seu grelo numa estimulação que não demorou a surtir o efeito almejado com ela gozando sem parar. Quando capitulei experimentei uma sensação indizível de prazer com meu sêmen encharcando as entranhas de minha mãe que retribuiu com gritos e gemidos alertando sobre a chegada de um gozo anal tão estupendo que quase a fez desfalecer.
A partir da minha "iniciação", nunca mais nos separamos exceto, é claro, quando papai voltava para casa permanecendo por curto período no qual éramos obrigados a fingir um distanciamento angustiante. Por mais de uma ocasião mamãe insistiu que eu precisava procurar uma mulher da minha idade, mas eu rechaçava a ideia sempre com a mesma afirmação: ela era tudo que eu queria na vida! Os anos se passaram e eu acabei arrumando um bom emprego na firma responsável pela negociação e transporte do pescado obtido pelos navios encarregados da tarefa angariando algumas promoções e chegando ao convite para uma transferência. Insisti que mamãe viesse comigo para que vivêssemos uma relação duradoura, porém ela gentilmente recusou o convite alegando que seu lugar era ali no vilarejo. "Vá e seja feliz ... você me fez muito feliz, mas precisa seguir seu rumo ... qualquer mulher será realizada ao seu lado assim como eu me senti nesse tempo em que passamos juntos!", disse ela com tom afetuoso quando da minha partida.
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Ficha do conto

Foto Perfil trovão
bemamado

Nome do conto:
CONTOS PROIBIDOS - A PRIMEIRA VEZ FOI COM ELA

Codigo do conto:
274410

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
11/10/2026

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