Naquele dia, após ler o bilhete de mamãe fiquei tão chocado que acabei prostrado no sofá da sala sem saber o que fazer …. era como se nada mais tivesse sentido e a ausência dela doía mais que tudo; nem mesmo a morte de meu pai doeu tanto como o afastamento de minha mãe …. ela acendera em mim um tesão ardente e incontrolável que agora me consumia aos poucos; e mesmo que eu quisesse reagir não sabia o que poderia fazer para reverter a situação; tinha uma enorme vontade de sair em busca de Maura, porém eu não tinha ideia de para onde ela teria ido. Pensei em voltar à nossa antiga casa, mas logo lembrei que ela estava alugada e seria um lugar óbvio demais. Fiquei devastado e um pouco sem rumo por alguns dias, desprezando tudo que fazia e me achando uma péssima pessoa …. mamãe não era culpada por isso, mas sua ausência doía demais. Permaneci nesse estado letárgico por algumas semanas, até que num encontro com Helena fui surpreendido quando ela me esbofeteou logo após darmos uma trepada. "Acorda, porra! Não sei o que se passa com você, mas essa sua pasmaceira tá me cansando! Tome um rumo na vida, ou mude de profissão!", esbravejou ela com tom irritadiço e um olhar fulminante. Fui embora com a sensação de que estava acabado, no fundo do poço, sem futuro e ao chegar em casa ponderei as palavras de Helena percebendo que ela estava cheia de razão ... por conta disso na manhã seguinte dei um sacode na minha vida procurando recomeçar de onde parei ... afinal, eu ainda precisava do meu trabalho e também precisava do sexo como a melhor válvula de escape que existe! Foi um recomeço bem difícil, mas em alguns meses eu já deixara as lembranças de Maura bem escondidas no meu subconsciente, embora em alguns momentos elas retornassem com uma carga emocional ainda maior. Frequentando a academia todos os dias me encontrei várias vezes com Helena que sempre me provocava sabendo que de alguma forma seus gestos e palavras produziam algum resultado; certo dia me encontrei com Gláucia que veio atrás dos meus serviços para cuidar de algo especial; explicou que Suzete, sua irmã viera em visita, que na verdade era um pedido de ajuda, pois além descobrir que o marido a traía desde sempre, descobriu também que se sentia mal-amada com baixa autoestima; pensei no assunto, coloquei um preço com taxa extra e fechamos negócio. Na tarde do dia seguinte fui ao seu apartamento sabendo que ela não estaria lá, mas sua irmã sim. Suzete era uma quarentona, quase chegando nos cinquenta com corpo típico de quem jamais ligou para a aparência exercendo o papel de dona de casa. Sentados no sofá da sala tomando café pude perceber que além de encabulada, Suzete parecia travada se deixando levar pelas situações; como ela tinha conhecimento da razão de minha visita decidi dar-lhe um tratamento de choque fazendo com que ficasse em pé já arrancando suas roupas com gestos brutos que pareceram deixá-la excitada e ao vê-la pelada examinei-a com atenção descobrindo um certo potencial naquele corpo com poucas curvas, peitos pequenos, mas firmes, genitália depilada e uma bundinha interessante. Imediatamente enlacei-a tomando uma das mamas na mão apertando-a com beliscos no mamilo …. a reação de Suzete foi surpreendente, pois meu gesto aparentemente simples fizera seu vulcão interior despertar, com gritinhos e gemidos entremeados já anunciando um primeiro orgasmo. Descobrindo seu “ponto G”, tirei minhas roupas, joguei-a sobre o sofá e a penetrei socando com força e profundidade enquanto me dedicava a brincar com seus mamilos entre mordidinhas, beliscões e apertos que combinados com uma foda agressiva resultaram na fêmea experimentando uma êxtase alucinante que se revelava com a gruta vertendo néctar de forma copiosa e incessante. Não foi preciso muito esforço para fazê-la desfrutar de um gozo atrás do outro e nesse clima, saquei o membro, coloquei-a de lado sobre o sofá e tornei e meter o bruto em sua buceta enquanto retomava a festinha em seus mamilos provocando uma nova onda de orgasmos que a faziam estremecer involuntariamente gemendo entre murmúrios lascivos; não dei trégua na foda até que Suzete capitulasse se mostrando à beira do desfalecimento e por conta disso meti com mais fúria até descarregar meu sêmen alagando a buceta dela ao som de gritinhos histéricos que denunciavam um derradeiro gozo que quase a fez perder os sentidos. Permanecemos engatados naquela posição por algum tempo e eu aproveitei que o bruto ainda apresentava alguma rigidez para castigá-la um pouco mais sacando e socando com cadência medida; Suzete sorriu e gemeu enquanto usufruía de um novo orgasmo que se seguiu por outros até que coube a mim capitular definitivamente, me afastando até que o bruto escorregasse para fora da gruta. Suzete estava prostrada sobre o sofá suando por todos os poros e com a respiração irregular, mas seu olhar e seu sorriso me bastavam, pois eu havia cumprido meu trabalho. Enquanto eu me vestia Suzete saltou do sofá e veio ao meu encontro enlaçando seus braços em torno da minha cintura pedindo que eu ficasse um pouco mais; respondi que tinha outros compromissos, mas lhe dei o número do meu telefone caso ela quisesse um pouco mais de prazer. Quando ganhei a rua enviei uma mensagem para Gláucia avisando que o “trabalho” fora feito e em seguida recebi o aviso de pagamento; aproveitei ainda para enviar um SMS para Helena agradecendo por sua ajuda. “Não me agradeça ainda … quero ver você em ação com mais de uma fêmea … conversaremos a respeito em breve!”, foi a resposta enviada para mim. Com o passar dos dias recuperei a clientela que havia abandonado e logo minha agenda estava cheia mais uma vez. Com minha vida entrando novamente nos eixos ainda sentia um vazio pela ausência de minha mãe, todavia eu me controlava para que isso não me atormentasse a ponto de provocar uma nova crise; e nesse clima certo dia recebi uma mensagem de Helena me convocando. “Te espero aqui amanhã, sem falta … vamos ver se você dá contra de três ao mesmo tempo!”, dizia o texto do SMS, e conhecendo Helena me preparei para um embate sem tréguas. Ao entrar no apartamento dela me deparo com ela, Gláucia e Suzete peladas exibindo olhares cheios de ansiedade e safadeza; elas me cercaram cuidando para me despir e logo depois estávamos no quarto onde a sessão teve início; no primeiro round me deitei de barriga para cima com Helena e Gláucia dedicando toda a sua atenção em disputar o bruto com lambidas e mamadas, ao mesmo tempo em que Suzete se sentava sobre meu rosto deixando sua buceta ao alcance da minha boca para que eu a linguasse com eloquência. O trio se revezou impondo que eu linguasse as três até dar a elas todo o prazer que esperavam de mim exigindo ainda que eu me controlasse para que as mamadas não resultassem em um gozo antecipado. No momento seguinte Helena começou a me cavalgar e Gláucia se colocou sobre mim exigindo mais linguadas ao mesmo tempo em que ambas se beijavam tendo ao lado Suzete se masturbando como louca. Em uma nova rodada as três se alternaram desfrutando da pistola até beirarem o delírio tal era a magnitude dos orgasmos que explodiam de seus corpos; ao cabo de mais de uma hora e meia, elas decidiram me finalizar disputando mamar a pistola que logo capitulou em um gozo abundante que elas fizeram questão de saborear até o fim. Todos nós suados, ofegantes e trêmulos buscamos um repouso merecido estirados sobre a cama comigo no meio delas ouvindo suas respirações suavizarem até um ressoar ameno. Fui o primeiro a acordar e vendo aquelas mulheres nuas à disposição decidi dar a elas algo para jamais esquecerem. Fui até o armário do closed e peguei um chicote de montaria que Helena possuía e que vez por outra pedia que eu o usasse nela e voltei para o quarto chicoteando as três vadias para que acordassem o que ocasionou um enorme alvoroço. Antes que elas atinassem para o que estava acontecendo ordenei que as três se pusessem de quatro sobre o enorme tapete em frente da cama e quando hesitaram com risinhos hipócritas tornei a chicoteá-las para que percebessem que eu falava sério; Helena foi a primeira a obedecer ladeada por Gláucia à sua direita e Suzete à esquerda; observei detidamente aquelas nádegas roliças diferentes entre si, mas todos muito suculentas e senti que uma ereção estava a caminho e no momento certo tomei posição atrás de Helena; já na primeira socada enterrei parte do bruto arregaçando o selo anal ouvindo-a soltar gritinhos histéricos; eu sabia que aquele cuzinho não era virgem e não parei até enchê-lo com minha pistola sendo que em seguida iniciei uma sucessão de socadas vigorosas ao som das lamúrias murmuradas da vadia que não demorou a experimentar um prazer desmedido em ser enrabada. Enquanto castigava o selo de Helena aproveitava breves intervalos para preparar as outras fêmeas para a curra estapeando suas nádegas e dedando seus orifícios deixando-as alvoroçadas e ansiosas por receberem seu quinhão. Em dado momento saquei a pistola do rabo de Helena e soquei em Gláucia que eu também sabia já ter experimentado uma boa enrabada e entuchei impiedosamente bastando apenas duas boas socadas para arrombar o selo e enchê-lo com minha pistola. Os gritos de Gláucia pareciam ganidos de uma cadela no cio ora comemorando, ora xingando, mas sempre implorando para que eu não parasse de castigá-la. Gláucia também usufruiu de muito prazer, talvez mais que Helena e nesse momento percebi o olhar apavorado de Suzete tremendo por ser a próxima. Quando libertei Gláucia, Suzete tentou fugir, mas Helena se incumbiu de impedi-la ajudada por Gláucia e ambas a imobilizaram na posição para empalamento. “Fode o cu dessa vadia! Ela tá com medo porque nunca deu o rabo, mas agora é a hora! Arromba esse cu!”, diziam elas em coro ao som do choramingo de Suzete que balbuciava algo inaudível. Preparei a invasão usando o polegar para uma dedada forte fazendo com que Suzete soltasse um grito lancinante. “Não! Por favor! … No cu não! Vai doer … Argh!!!!”, foram suas palavras derradeiras antes que eu a empalasse com socadas vigorosas e profundas buscando deflorar aquele rabo virgem e quando cheguei ao fim, Suzete não mais reclamava se limitando a suspirar com respiração acentuada. Currei a vadia com movimentos lentos e profundos que ganharam cadência e velocidade lentamente e quando o ritmo se tornou alucinante Suzete soltou um gemido prolongado anunciando com voz gaguejante que experimentara seu primeiro gozo anal que foi celebrado por suas amigas que ainda a mantinham imobilizada. Infelizmente antes que elas pudessem pedir por um banho de sêmen eu acabei derrotado por minha fisiologia descarregando meu gozo dentro do rabo de Suzete que novamente gemeu como louca enquanto sucumbia diante de tanto prazer somado a tanto esforço. Voltamos para a cama onde repousamos nossos corpos extenuados até o sono tomar conta de nossa consciência. Era noite e depois de acordar tomei uma ducha e enquanto me vestia apreciava o espetáculo das fêmeas desnudas com suas mentes entorpecidas pelo prazer que desfrutaram naquele dia. Já dentro do meu carro rumando de volta para casa recebi um aviso do Banco informando sobre um depósito; ao ver o valor depositado tive que parar o carro para confirmar o que estava vendo e nesse momento meu celular anunciou a chegada de uma mensagem. “Aproveite bem esse dinheiro … ele valeu cada centavo!”, dizia o texto enviado por Helena. Algum tempo depois decidi fazer um upgrade na minha página pessoal e assim que terminei recebi um contato de alguém querendo falar a respeito; sugeri que conversássemos pelo whatsapp e ela aquiesceu. O perfil se intitulava “insegura iniciante”, sem fotos ou mais dados, mas mesmo assim chamei-a para trocar mensagens. Ela quis saber sobre preços e condições e depois que expus essas informações ela silenciou o que me fez pensar que havia desistido. Subitamente ela voltou a se comunicar perguntando se esse primeiro encontro poderia acontecer em meu apartamento, justificando que tinha certo receio por motéis ou hotéis; fiquei ressabiado, pois nunca recebera uma possível cliente na minha residência e quando expliquei isso ela se propôs a pagar o dobro! Respondi que o problema não era dinheiro, mas sim privacidade e ela argumentou que caso eu não aceitasse ela desistiria. Acabei cedendo e combinamos o encontro para a tarde do dia seguinte e mesmo um pouco receoso me preparei para o pior esperando pelo melhor. E quando abri a porta do apartamento na tarde do dia seguinte tomei um susto ao ver que minha cliente era ninguém menos que minha mãe; sem dizer uma palavra ela entrou pedindo que eu fechasse a porta; enquanto eu ainda me recuperava do baque, mamãe se voltou para mim fitando meu rosto e exibindo um sorriso enigmático. “Quero lhe pedir para que esqueça que sou sua mãe e me trate como uma fêmea carente que busca em você um macho que a satisfaça!”, declarou ela com um tom vacilante. Naquele momento eu não sabia o fazer mesmo diante do pedido dela, pois esse reencontro parecia algo insólito. E enquanto eu me recuperava mamãe se despiu e foi se sentar no sofá abrindo as pernas passando a fazer carícias em sua vulva exposta. Aquela visão foi suficiente para despertar o desejo que enclausurara dentro de mim libertando-o de uma só vez; tirei a roupa e fui até ela me pondo de joelhos e mergulhando meu rosto entre suas coxas não perdendo tempo em dar-lhe um banho de língua que jamais se esqueceria e que não demorou em produzir o efeito almejado com Maura gemendo em um êxtase delirante resultando em orgasmos caudalosos que vertiam para minha boca ávida e impaciente. Depois de saborear aquela buceta suculenta parti para as mamas apertando-as enquanto sugava avidamente os mamilos intumescidos; em dado momento tomei-a pela mão e juntos fomos para meu quarto onde a fiz deitar sobre a cama cobrindo-a com meu corpo deixando que ela conduzisse o bruto em direção à sua buceta. Penetrei-a lentamente desfrutando da deliciosa sensação de submeter minha mãe ao desejo que me consumia há muito tempo e quando cheguei ao fim nos beijamos repletos de paixão; foi uma foda ardente e imprevisível, pois eu queria dar a ela todo o prazer que sempre sonhei e quando só gemidos surgiram anunciando a chegada da primeira onda orgásmica eu dei tudo de mim para que mamãe soubesse o quanto eu a desejava e o tamanho do meu tesão por ela. Por mais de uma vez trocamos de posição, com ela me cavalgando com tanto entusiasmo que segurei-a pela cintura apenas para acompanhar seus movimentos e quando ela se inclinava sobre mim suplicava para que eu saboreasse seus mamilos que eu fazia com toda a ênfase que o momento exigia. Ao passarmos para a posição “cachorrinho”, a foda ganhou contornos alucinantes comigo apertando suas nádegas e também sua cintura impondo o ritmo dos movimentos cada vez mais intensos e frenéticos. Fiz mamãe gozar tantas vezes que pude notar o jeito ensandecido com que correspondia balbuciando doces palavras mescladas com outras repletas de provocação e luxúria o que acabava elevando meu tesão e também meu desempenho; passamos para um meia nove com ela por cima de mim e que propiciou a mamãe gozadas ainda mais loquazes que eram celebradas por frases e gemidos abafados e eu não arrefecia tal era o tesão que sentia por ela … mamãe era tudo que eu precisava em minha vida, e naquele reencontro me dediquei a lhe oferecer tudo que um macho dedicado pode ofertar. Ao chegar o momento em que minha capitulação era inevitável havíamos retornado para a posição inicial comigo por cima dela e antes que eu pudesse alertá-la do previsível eis que meu gozo sobreveio em jatos de esperma lavando sua vagina provocando um alvoroço tão desmedido que mamãe apertava minha cintura implorando para que eu não saísse de dentro dela ao que respondi que não tinha essa intenção nem naquele momento e nem em qualquer outro. E pelo restante do dia e da noite fodemos como dois adolescentes que acabaram de descobrir um ao outro e por mais de um momento confessei a ela meu desejo em tê-la ao meu lado para sempre; quando finalmente nossos corpos clamaram por um merecido descanso, mamãe fez questão de me contar que após seu curso de informática, descobrira sobre o meu trabalho e passado o choque inicial ela conversou com algumas das minhas clientes arrematando que tudo isso servira para que ela visse em mim seu destino inexorável; em resposta disse a ela que nenhuma mulher me causara tanto desejo e tanto prazer como ela e que sua sensualidade natural e espontânea haviam me cativado definitivamente. Mamãe pediu para voltar e ainda pediu para que eu continuasse com meu “trabalho”, desde que ela fosse a única a compartilhar de minha vida. “Mulher alguma jamais frequentou a minha vida, mas você sempre foi a única que sonhei ter ao meu lado!”, respondi com tom enfático e carinhoso. Tivemos então um recomeço sem segredos ou mentiras vivendo como um casal longe de olhos traiçoeiros e línguas maldosas, com ela cuidando do nosso lar e também dos meus compromissos como uma espécie de gerente sendo que sempre ao retornar para seu lado pedia para que eu narrasse o encontro com todos os detalhes algo que logo percebi lhe excitava ao máximo fazendo com que acabássemos na cama em uma trepada homérica.
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