Desde a adolescência sempre fui doida por sexo e com o passar dos anos somado com a liberdade de agir como bem quisesse sexo passou a ser a única coisa que me motivava; é claro que ao terminar o segundo grau já tinha experimentado vários rapazes da minha idade desfrutando de pirocas de todos os tipos, tamanhos e formatos, porém um envolvimento com um homem mais velho ... ou melhor, mais maduro, despertou em mim um desejo louco por homens cuja experiência de vida, principalmente entre quatro paredes, que acabou se tornando uma tara. Aliás, esse homem, de nome Antero, era um amigo muito próximo da família que não perdia a chance de flertar comigo por comentários provocantes, sorrisos safados e olhares gulosos ... no começo dei um "passa moleque" nele afirmando que para mim homens velhos eram como comida requentada; ele não perdeu o pé em responder dizendo com tom sarcástico e provocativo: "Tudo bem, querida, mas acho que minha comida requentada não cabe na sua marmitinha!". Não sei porque aquelas palavras despertaram dentro de mim uma curiosidade somada com um tesão inexplicável e por conta disso decidi dar corda para ver até onde tudo aquilo chegaria; a ocasião perfeita surgiu num fim de semana em que meus pais saíram para uma viagem curta até o sítio de meus avós maternos e eu armei uma situação para ficar sozinha em casa; assim que eles se foram eu corri até meu closet, vesti um biquíni minúsculo que realçava meus peitos firmes e minha bunda roliça e tirei uma foto enviando para o celular dele com a legenda: "Quer vir aqui encher minha marmitinha?". Como ele não respondeu de imediato me senti entediada deitando sobre a cama e procurando no celular algum contatinho que ajudasse a apagar meu fogo. Repentinamente a resposta veio com ele compartilhando o trajeto indicando que estava vindo ao meu encontro; fiquei tão alvoroçada que acabei tirando o biquíni permanecendo peladinha a espera do macho; quando o interfone tocou eu não perdi tempo em liberar o acesso pro macho tarado, destrancando a porta do apartamento e indo me sentar no sofá da sala com as pernas abertas acariciando minha xerequinha depilada. Antero entrou e não escondeu a surpresa em me encontrar pelada exibindo um olhar de macho tarado, mas sem qualquer reação ... "Então, vai encher minha marmitinha ou não?", perguntei com tom descarado. Parecendo sair de um estado de choque Antero tirou a roupa expondo um pirocão de respeito não apenas pelas dimensões como também pela rigidez pulsante caminhando em minha direção. Assim que ficou perto ele me tomou pela mão fazendo com que ficasse de pé. "Primeiro quero chupar esse bucetinha enquanto você mama minha pica!", anunciou ele me tomando pela cintura de tal forma que me ergueu girando meu corpo até que eu ficasse de cabeça para baixo. Ficamos então em uma posição invertida com ele caindo de boca na xereca enquanto eu tinha que abocanhar o bruto para uma mamada gulosa; foi uma experiência única e inesquecível já que homem algum havia me pegado daquela maneira impondo que eu mamasse sua pistola de cabeça para baixo; Antero deu um trato maravilhoso na minha bucetinha lambendo e chupando com tanto esmero que não demorei a experimentar várias gozadas alucinantes que faziam meu corpo estremecer ao mesmo tempo em que eu tinha a incumbência de chupar aquela pica grande e grossa; aquele monstro mal cabia em minha boquinha, mas mesmo assim me esforcei em aproveitá-lo ao máximo; chegou um ponto em que eu já estava molinha de tanto gozar e foi nesse momento que Antero mais uma vez girou meu corpo no ar me mantendo suspensa e já se preparando para uma foda em grande estilo. Enlacei o macho com braços e pernas deixando que ele que segurasse pela cintura procurando encaixar o bruto na minha entradinha; demonstrando uma enorme habilidade Antero me puxou até a glande ficar bem próxima da xereca e com um movimento rápido enterrou o bruto dentro de mim preenchendo minha gruta com seu bruto; foi uma entuchada tão forte que não contive um gritinho histérico mirando o rosto dele que exibia um sorriso safado e orgulhoso; coube a ele cuidar do entra e sai movendo meu corpo ora para cima e para baixo e ora para frente e para trás me castigando com aquela pistolona grossa e dura entrando e saindo de minha xaninha que já vertia gozo após gozo me levando a um estado de êxtase que homem algum havia me propiciado e me fazendo crer que a experiência vale mais que a impetuosidade. "Argh! Afff! Quero! Quero sim! enche minha piriquita assanhada com leite de macho!", respondi com tom exasperado quando ele perguntou se podia gozar dentro de mim, e Antero acelerou os movimentos até atingir o clímax ejaculando em abundância dentro de mim. E mesmo com as pernas bambeando ele me manteve naquela posição com o bruto pulsando dentro de mim; ao final ele me ergueu o suficiente para o desencaixe me colocando com cuidado sobre o sofá vindo a se sentar ao meu lado. Por alguns minutos ficamos em silêncio comigo ainda desfrutando daquela experiência única e ele se recuperando do esforço a que se submetera. "Você é uma putinha safada e muito gostosa!", declarou ele ainda com a respiração arfante, mas com um tom enfático. Quando pensei numa segunda rodada o celular de Antero vibrou e ao ver a mensagem pulou do sofá anunciando que precisava ir embora. Depois que ele se foi fiquei ali degustando de uma foda fantástica e pensando como era bom trepar com um macho mais experiente que sabia dar para a mulher tudo que ela merecia sem receio ou hesitação; foi a partir daquele encontro que comecei uma busca insana por homens mais velhos, pouco me importando com a aparência, mas prestando muita atenção nas possibilidades que tinha diante de mim ... e foi nessa vibe que encontrei em meu pai a figura do macho ideal; e isso foi por acaso, não por intenção acontecendo apenas porque tinha que acontecer. No começa era apenas uma insinuação sutil e discreta, mas não demorou para se tornar algo ardente e ambicioso. É claro que meu pai não dava bandeira, mas eu sentia que valia a pena investir nele e assim nossa primeira vez foi algo estupendo e também perigoso. Naquele dia ele chegou do trabalho anunciando que mamãe demoraria mais pois era fim de mês e fechamento da loja que ela administrava, sugerindo que pedíssemos uma pizza para o jantar o que eu aceitei já fazendo o pedido que chegou rápido; papai disse que precisava tomar um banho para tirar o suor do dia de trabalho e pediu que eu o esperasse para jantarmos; como de hábito ele deixou a porta da suíte aberta e assim que ouvi o ruído do chuveiro corri até lá me esgueirando pelo quarto até chegar ao banheiro; mesmo com a porta do box envidraçado embaçada pelo vapor puder observar a figura difusa do macho pelado esfregando o sabonete em seu corpo. Papai era um homem de quase sessenta anos, mas que não aparentava tal idade com pouca barriga corpo em forma, peito largo e peludo somado a um rosto másculo sempre bem barbeado e cheiroso; só de espiar aquele banho senti a piriquita lagrimejar de tesão pelo papai ... por um momento pensei que devia esperar um pouco mais, porém o tesão ardia dentro de mim e por conta disso tomei uma atitude ousada tirando a roupa e correndo em direção ao box; assim que entrei papai tomou um susto se encolhendo contra a parede tentando esconder o bilau que pelo jeito já estava endurecendo; tentando se recobrar do susto inicial ele começou a perguntar com tom gaguejante o que eu estava fazendo ali e porque invadira seu banho. Sem pensar nas consequências acabei por revelar meu desejo por ele e o tesão que sentia por homens mais experientes além de confessar que rapazes da minha idade já não despertavam minha libido. Mesmo hesitante e inseguro, papai tentou argumentar que incesto era um pecado, que ele nunca me viu como uma mulher, mas sim com sua filhinha querida e outras justificativas fracas e sem sustentação, principalmente porque meu olhar não escondia o sentimento que ardia dentro de mim; a certa altura achei por bem um recuo estratégico e acabei saindo do box, pegando as roupas e correndo para o quarto onde afoguei minha mágoa, primeiro no travesseiro e depois numa siririca delirante que me fez gozar imaginando eu e papai numa trepada daquelas. Estava toda encolhidinha na cama dentro do quarto imerso em uma penumbra suave- quando a porta se abriu e ouvi a voz de papai me chamando para jantar. Respondi que não estava com fome e que preferia dormir me encolhendo ainda mais alheia ao fato de que estava nua e que ele certamente podia ver isso. Acabei adormecendo triste e decepcionada com a recusa de meu pai em trepar comigo; foi um sono inquietante em que fui invadida por um sonho onde eu estava nua sobre a cama e havia um homem ao lado dela ... ele estava nu se masturbando com fúria e sua respiração acentuada somava-se a palavras ditas entre murmúrios gaguejantes; eu abria os olhos porém não conseguia distinguir quem era esse homem e quando um facho de luz irrompeu pela janela eu pude ver que o tal homem era meu pai ... antes que eu pudesse dizer alguma coisa ele ejaculou em cima de mim. Na manhã seguinte acordei exausta como se não tivesse pegado no sono e quando me levantar para ir ao banheiro senti a pele pegajosa e com um cheiro que de início eu não reconheci, porém antes de entrar no box para uma ducha desconfiei de que o sonho da noite passada não era mesmo um sonho ... fiquei pasma imaginando se fora meu pai que me visitara durante a madrugada para uma punheta homenageando a minha nudez, ou ao seu desejo reprimido ... e se isso fosse verdade podia significar uma possibilidade que precisava ser conferida. Infelizmente quando desci para tomar o café descobri que estava sozinha e que tanto papai como mamãe haviam saído. Deixei de lado esse assunto para me concentrar nos estudos e na procura por um estágio, porém não demorou para a ideia de trepar com papai voltasse a me atormentar. Dias se passaram comigo subindo pelas paredes de tanto tesão e sem uma chance de me insinuar para papai sem despertar a atenção de minha mãe, até que num sábado a tarde tudo ficou perfeito! Mamãe teve que trabalhar na loja fazendo inventário e relatórios permitindo que eu e papai ficássemos a sós criando o clima ideal para dar o bote. E eu estava tão ensandecida que não criei cenários nem situações, apenas esperei e assim que voltamos do restaurante onde fomos almoçar parti pra cima com tudo. Papai estava sentado em uma poltrona na sala usando apenas uma bermuda e chinelos vendo televisão e eu corri para o quarto onde me despi retornando para a sala. Ao me ver peladinha papai exibiu uma expressão embasbacada sem esboçar uma reação com um volume crescendo dentro da bermuda; caminhei até ele e me pus de joelhos entre as suas pernas que eu mesmo separara gentilmente e comecei a acariciar suas coxas subindo por dentro da bermuda até encontrar o pinguelo em franco processo de enrijecimento; papai até que tentou recuar, mas já era tarde pois eu o tinha em minhas mãos ... literalmente! Apalpei e apertei o bruto explorando suas dimensões e descobrindo como mamãe era uma fêmea sortuda sendo a dona daquela maravilha; enquanto eu persistia nas carícias apertando, apalpando e até simulando uma masturbação papai me observava com um olhar que pouco a pouco passou da hesitação para o tesão adotando um semblante de macho tarado com desejo reprimido ... naquele momento eu era a dona da situação! E quando eu fiz menção de libertar o bruto papai me segurou pelos ombros puxando-me para si até que eu estivesse sobre ele com sua boca a procura da minha; nossos lábios se roçaram várias vezes antes de selar um beijo lascivo e intenso onde ele se mostrou um esfomeado e eu uma sedenta ... nossas línguas dançaram e nossas salivas se mesclaram num beijo delirante e prolongado ao mesmo tempo em que eu sentia aquele volume duro roçando meu ventre e me deixando alucinada. A certa altura, depois que nos beijamos muito eu me desvencilhei dele apenas o suficiente para puxar sua bermuda; papai ainda esboçou uma resistência, porém incapaz de vencer a minha determinação; assim, liberei o bruto que saltou ereto, rijo e vibrante. Voltei a ficar entre as pernas dele cingindo o bruto e olhando admirada sua forma e dimensões, sentindo sua pulsação que fazia meu corpo estremecer e a xereca choramingar me levando a tomá-lo na boca desferindo uma mamada assanhada que se desdobrava ainda em longa lambidas no membro e apertões carinhosos nas bolas inchadas que pendiam como badalos de um sino. Papai gemia fazendo chamego em meus cabelos e balbuciando palavras elogiosas entremeadas com gemidos roucos. Permanecemos assim por um bom tempo, comigo mostrando a eloquência daquela mamada tão ansiada sonhando que não tivesse mais fim; entretanto papai pôs fim à minha diversão fazendo com que ambos ficássemos de pé com ele me tomando em seu colo e avançando na direção do quarto do casal ... eu mirava seu rosto sem esconder a estupefação de seu gesto ... parecia que papai tinha a pretensão de me foder na mesma cama onde ele e mamãe dormiam e também trepavam, algo inesperado para mim. Dentro do quarto ele me depositou gentilmente sobre a cama ajoelhando-se ao lado dela de tal maneira que minha bucetinha estava bem ao alcance de seu rosto; depois de passar os braços por baixo de minhas pernas, papai mergulhou o rosto entre elas e não demorou para que eu tremelicasse de tesão sentindo o macho linguando minha xerequinha provocando um gozo após o outro. Eu estava fora de mim dominada pela língua de meu pai que arrepiava minha pele, intumescia meus mamilos e me fazia gemer em murmúrios crescentes e incontroláveis. Repentinamente, papai veio para cima de mim já encaixando o bruto rijo na entradinha da minha gruta e ostentando um olhar lascivo de macho cheio de tesão; enquanto apertava minhas tetas ele gingou até enterrar sua vara bem fundo com um golpe vigoroso me deixando em estado delirante gritando e gemendo; foi uma sensação deliciosa da piroca do meu papai invadindo minhas carnes com força ao mesmo tempo em que ele sugava e mordiscava meus mamilos ... não contive mais gritinhos histéricos quando ele começou a bombar com força e profundidade sacudindo meu corpo e não demorando a desencadear uma nova onda orgásmica que me deixava toda arrepiada querendo que aquilo não tivesse mais fim ... papai me fodia com a impetuosidade de um macho apaixonado pela sua fêmea e a cada novo golpe ele me fitava antes de apertar minhas mamas mantendo o membro entuchado dentro de mim. A foda se prolongou além de qualquer expectativa me surpreendendo com o desempenho do meu parceiro cujos movimentos não arrefeciam me fazendo gozar sem parar ... a certa altura ele interrompeu aquela foda homérica mantendo o bruto dentro de mim observando meu semblante com uma expressão enigmática; eu logo percebi que ele estava hesitante em gozar dentro de mim e fosse por receio ou por covardia era eu quem precisava definir esse momento ... sem perda de tempo eu o enlacei com minhas pernas e apertei seu peito mostrando que naquela situação tudo era possível e tudo era permitido; papai então sorriu e retomou as socadas com um ritmo mais acentuado até que, finalmente, um espasmo seguido de retesamento muscular pôs fim ao nosso encontro carnal com o macho jorrando sêmen dentro de mim, encharcando minha buceta ardente e me fazendo experimentar uma última gozada tão absurdamente deliciosa que tive meus sentidos turvados por um enlevamento inexplicável. Papai suado e ofegante deixou todo o peso de seu corpo desabar sobre mim com o bruto ainda vibrando em minha grutinha e eu reagi envolvendo-o com meus braços e pernas mostrando que ele me pertencia e que eu era dele; demorou algum tempo até que ele se recobrasse o suficiente para se erguer retirando sua ferramenta ainda meia bomba enquanto me fitava com um olhar cheio de dúvidas e incertezas. E sem proferir uma palavra sequer ele se levantou e foi para o banheiro me deixando sobre a cama ainda saboreando o prazer que ele me proporcionara. Cheguei a pensar em invadir aquele box e cair de boca no seu membro lindo, mas me contive porque sabia que ele precisa processar tudo que havia acontecido entre nós. O resto do fim de semana transcorreu tranquilo mesmo com papai procurando evitar que ficássemos a sós, pois meu olhar não escondia o desejo de tê-lo me fodendo bem gostoso mais uma vez; aliás, minha vontade era de foder com papai sempre que possível ... uma foda forte e deliciosa! É claro que ambos não resistimos e uma noite ele veio ao meu quarto e eu o esperava ... nua, depilada, cheirosa e excitadíssima! Partimos para uma trepada no estilo cachorrinho com ele alternando momentos em que espremia minhas nádegas e outros que apertava minhas tetas beliscando os mamilos obrigando que eu afundasse o rosto no travesseiro abafando os gritos e gemidos que insistiam em eclodir sem parar, principalmente a cada nova gozada que eclodia dentro de mim. Papai não poupou esforços em me propiciar todo o prazer que uma fêmea tarada como eu merecia de seu macho e cada novo orgasmo eu sentia que ele me pertencia um pouco mais ... e mais ... e mais! Finalizamos com ele me encharcando de porra mais uma vez me deixando extenuada, mas plenamente satisfeita. Dali em diante eu e ele nos envolvemos de uma forma alucinante e quase incontrolável, exigindo que coubesse a mim tomar todo o cuidado possível para que não fôssemos descobertos, pois embora eu houvesse seduzido meu pai não tinha a intenção de magoar minha mãe ... todavia, eu tinha a absoluta convicção de que caso isso acontecesse eu e papai permaneceríamos juntos. Por anos cultivamos nosso doce segredo e nem mesmo a diferença de idade que tínhamos impedia que o desejo e o ímpeto permanecesse acesso como chama que nunca se apaga. Quando ele ficou doente ou quando ele precisou de cuidados após uma cirurgia eu não o abandonei tendo o cuidado de compartilhar esse zelo com minha mãe que vez por outra elogiava meu comportamento ... confesso que houve momentos em que desconfiei de que ela sabia do nosso envolvimento, mas se isso era verdade eu nunca descobri; permanecemos amantes com ele entregue à minha sedução de fêmea que sabe o que quer da vida.
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