Saí da igreja atordoada, pois não encontrei o alívio que buscava; as palavras do padre soaram como uma condenação imperdoável que me colocava a meio caminho do inferno me deixando angustiada e sem saber o que fazer; me sentei no banco da praça no centro da cidade onde nasci e a permaneci por toda a vida; conheci meu marido, me casei tive uma filha e agora com quase setenta anos eu estava desolada … tudo parecia um desalento sem fim … tudo porque me deixei levar pelo pecado da carne! E ali sentada naquele banco de madeira permiti que minha mente voltasse no tempo até aqueles dias em que tudo aconteceu. Eu e meu marido tivemos uma vida difícil com muitos obstáculos e ao chegarmos na velhice o que nos restava era seguir sobrevivendo; ele ainda era obrigado a trabalhar e para isso passava a semana fora em uma cidade próxima exercendo seu ofício de mecânico voltando para casa apenas nos fins de semana. Eu permanecia sozinha em casa cuidando dos meus afazeres e de algum serviço de costura que ainda me tomava o tempo e rendia algum dinheiro; a única alegria que eu tinha era quando meu neto Fábio me visitava, o que ele fazia com certa regularidade sempre trazendo um presentinho ansioso por saborear meu bolo de fubá que eu fazia apenas para ele; sua mãe, minha filha nunca nos visitava, exceto no dia de natal e ano novo com algumas ligações telefônicas cheias de palavras vazias; Binho, como meu neto gostava de ser tratado cumpria esse ritual sempre que podia trazendo um pouco de alegria a preencher minha solidão; conversávamos muito sobre tudo e seu sorriso cativante com aquele olhar brilhante eram suficientes para apaziguar meu coração me dando um pouco de alegria. Entretanto, um dia em que ele veio me visitar chegou na hora certa do almoço e eu insisti para que ele ficasse; logo depois ele fez questão de me ajudar com a louça e sem aviso me agarrou por trás beijando minha nuca dizendo que me amava; fiquei lisonjeada com o gesto, porém também senti algo duro cutucando minha bunda … fiquei alarmada, principalmente porque aquela reação me deixou arrepiada com a piriquita ardendo e choramingando; imediatamente me desvencilhei dele e quando me voltei fui assaltada por sua boca caçando a minha até conseguir desferir um beijo lascivo … eu bem que tentei evitar, porém não fui forte o suficiente com ele me enlaçando pela cintura impondo uma espécie de domínio viril; por alguns minutos eu me senti submetida àquele beijo e também à sensação daquele membro rijo roçando pecaminosamente meu ventre provocando arrepios e calores descontrolados. Com muito esforço consegui me desvencilhar dos braços do meu neto e o empurrei gentilmente incapaz de encarar seu rosto, pois eu estava cheia de vergonha ... Binho então segurou meu queixo erguendo-o de tal maneira que nos encarássemos. Mirei aquele rostinho lindo do neto que já tive em meus braços e que agora era um lindo rapaz com um futuro promissor pela frente e senti ainda mais vergonha do desejo que seu beijo e seu gesto despertaram em mim; ambos nada dissemos e permanecemos apenas nos entreolhando, porém confesso que aquele olhar me tirava do eixo ... e aqueles lábios ... aquele corpo ... sem pensar em mais nada me afastei dele pedindo que fosse embora ... antes de ir ele tornou a me enlaçar por trás pedindo desculpas, mas dizendo que não se arrependia do que havia feito. Naquela noite eu não conseguia dormir tal era o desejo que meu neto despertara dentro de mim; de madrugada não me contive e tirei a camisola ficando pelada; me levantei e fui até o espelho da porta do guarda-roupa examinando o reflexo tentando entender o que Binho vira em mim ... eu era uma mulher idosa, com mamas flácidas, bunda caída e sem atrativos para alguém da idade dele ... sem querer toquei minha xereca e a descobri molhada ... corri de volta para a cama a fiz algo que há muito tempo não fazia: me masturbei com fúria experimentando um gozo atrás do outro e ainda assim não me sentia satisfeita repetindo o gesto várias e várias vezes até ofegar suando por todos os poros. Depois de uma ducha voltei para a cama e adormeci com o sol dando os primeiros sinais de um novo dia. Naquele dia pus um vestido largo sem calcinha ou sutiã e trabalhei sempre sentindo a xereca lacrimejar nos momentos em que pensava no meu neto ... a bem da verdade eu ansiava que ele viesse me visitar. Era sexta-feira, eu estava pondo o almoço na mesa quando ouvi o ruído da motocicleta do meu neto sentindo meu coração disparar; ele entrou segurando o capacete em uma mão, uma rosa na outra e um embrulho debaixo do braço ostentando seu sorriso sempre encantador; ele veio até mim estendo a rosa que segurei com um sorriso estampado no rosto; em seguida ele pôs o capacete sobre a cadeira e me entregou o pequeno embrulho pedindo que eu o abrisse somente a noite e que era uma surpresa para mim; peguei o embrulho e não escondi meu encabulamento que Binho achou divertido. Nos sentamos para almoçar e depois ele mais uma vez insistiu para que me ajudar com a louça e é claro que não perdeu a oportunidade de me sarrar mais uma vez me deixando atordoada de tesão. Antes dele partir pedi que parasse de me provocar, afinal, eu era sua avó, uma velha e ele devia se envolver com moças de sua idade. "Vovó, você me deixa de pau duro sempre que estamos juntos!", sussurrou ele no meu ouvido depois de me enlaçar com seus braços e me encarar com um olhar inquietante. Ele então beijou minha face e foi embora ... fiquei ali aturdida e com tesão. Passei o resto do dia sem saber o que fazer, procurando me concentrar nas costuras e pensando com quem poderia desabafar sobre o que estava acontecendo ... eu não tinha ninguém que pudesse confiar para contar a sedução do meu neto e isso me deixava ainda mais perdida. A noite tomei uma ducha e vesti uma camisola com alças largas e me lembrei do embrulho que Binho havia me dado. Tomei um susto ao descobrir que se tratava de um apetrecho de cristal com formato de gota invertida com um pedestal onde havia uma pedra vermelha incrustada ... junto havia um bilhete. "No momento certo, te mostro para que isso serve!", dizia o texto me deixando ainda mais alarmada ... e nesse momento ouvi o ruído de uma motocicleta ... só podia ser ele! Mal tive tempo de me compor quando Binho invadiu meu quarto de supetão. A camisola que usava era quase transparente denunciando que por baixo dela não havia mais nada. Binho me fitou com um olhar de pura admiração e antes que eu pudesse dizer ou fazer alguma coisa meu neto ficou nu diante de mim; fiquei estupefata com o gesto e me encolhi com receio ... ele caminhou na minha direção impondo que eu observasse sua nudez jovial e viçosa com um peitoral largo e quase esculpido coberto por pouco pelos, uma cintura delineada e logo abaixo um membro de dimensões alarmantes ... jamais vi outro homem nu em minha vida que não o meu próprio marido e confesso que o membro do meu neto superava em muito o de seu avô, não apenas pelo tamanho e grossura, mas principalmente pela rigidez que pulsava como se tivesse vontade própria. Naquele momento eu perdi o tino do que estava para acontecer e simplesmente me entreguei; Binho veio ao me encontro e com gestos carinhosos me deixou nua diante dele; ao sentir suas mãos me tocando, me acariciando não dei mais conta do pecado que estava para acontecer e o abracei; começamos com beijos repletos de lascívia sôfrega e desmedida com arrepios percorrendo minha pele com o toque másculo do meu neto; ele apertou carinhosamente minhas nádegas enquanto sua boca se afastava da minha buscando pelos meus mamilos que logo foram saboreados por sua boca sedenta com chupões e mordidas que me faziam gemer baixinho ao mesmo tempo em que acariciava seus cabelos. O bruto roçava meu ventre numa clara intenção de me penetrar e minha vulva correspondia ardente e úmida como nunca. A certa altura eu o afastei apenas o suficiente para me pôr de joelhos diante dele tomando o membro em minhas mãos; apertei-o para usufruir de toda aquela rigidez e logo apliquei uma punheta não contendo a vontade de perguntar se tudo aquilo era para mim e apenas para mim. "Sempre foi pra você, vovó!", respondeu ele com tom cheio de carinho e desejo; não resisti ao ímpeto que aquelas palavras causaram e imediatamente tomei o bruto em minha boca premiando meu netinho com uma mamada que ele jamais esqueceria. Eu me deliciava com aquela pistolona dentro da boca e usufruía ainda mais dos gemidos insanos de Binho que acariciava meus cabelos me chamando de vovó tesuda! Eu estava desvairada pelo delírio que um macho jovem me proporcionava e me dedicava de corpo e alma para dar tudo que ele merecia; a certa altura ele me ergueu e juntos fomos para a cama. Nos deitamos entre beijos e abraços e não demorou para que ele retribuísse minha carícia oral afundando seu rosto entre as minhas pernas e linguando minha piriquita com uma habilidade impressionante. Binho me fez gozar várias vezes e a cada orgasmo eu gemia como uma cadela em pleno cio me contorcendo e pedindo mais! Sem aviso ele me cobriu com seu corpo e realizando uma gingada magistral obteve o êxito almejado enterrando aquele bruto grande e grosso dentro de mim passando a me foder com uma intensidade alucinante; os movimentos pélvicos do meu neto era tão vigorosos quanto profundos me concedendo uma saraivada de gozadas que se sobrepunham umas às outras num ritmo delirante e quase insano; eu não tinha como resistir ao desempenho de um macho jovem e destemido que me fodia magistralmente fazendo meu corpo fremir de maneira involuntária impondo que eu o apertasse pela cintura num gesto de prendê-lo a mim para sempre. Foi uma foda que jamais experimentara em toda a minha vida composta não apenas por um desempenho muito acima de qualquer expectativa como também beijos lascivos, chupões em meus mamilos e apertos luxuriosos de minhas mamas sempre com palavras ora carinhosas, ora elogiosas, mas sempre sinceras e verdadeiras ... eu podia sentir todo o desejo de meu neto por mim como uma espécie de declaração feita no nosso corpo a corpo destemido. Binho estava tão entusiasmado que quando dei por mim estava de quatro sobre a cama com ele atrás entuchando o bruto na minha xereca que vertia gozo em cima de gozo nos deixando lambuzados de êxtase. E somente quando pensei que capitularia diante da voracidade do meu macho este me surpreendeu com um jorro inesperado de sêmen encharcando minha gruta a ponto de vazar pelas bordas me levando a gritar alucinada tal era o prazer que aquela descarga causara em mim. Por algum tempo permanecemos engatados com ele fazendo carinho na minha bunda apreciando a sensação do bruto murchar até escorregar para fora de mim deixando escorrer um filete de sêmen que me arrepiava da cabeça aos pés. Ele fez menção de ir embora, mas eu o impedi pedindo que passasse a noite comigo, pedido que ele atendeu com imenso carinho e sorrisos; dormimos de conchinha sendo que de madrugada o membro impertinente pulsou cutucando minhas nádegas o que nos levou a uma trepada de ladinho com Binho me presenteando com mais gozadas loquazes até culminar em mais uma leitada do macho me inundando entre mais gritos e gemidos. Pela manhã levantei antes dele e preparei um desejum matinal bem reforçado esperando que ele acordasse; saboreamos a refeição e antes de partir ele disse que fora a noite mais deliciosa de sua vida, me abraçando para que nos beijássemos várias vezes; ele ainda perguntou se poderia voltar na noite seguinte, porém eu lhe alertei que seu avô voltaria do trabalho passando a fim de semana em casa. "Tudo bem, não fico com ciúmes ..., afinal você, agora, é mais minha que dele!", disse ele com tom sapeca antes de apertar minhas nádegas seguindo para sua motocicleta. Confesso que aquelas palavras ressoaram em minha mente por todo o fim de semana e quando meu marido chegou torci para que ele não me procurasse, pois não queria decepcioná-lo alimentando em meu interior um desmedido sentimento de culpa e arrependimento; na noite de domingo meu marido fez de tudo para obter uma trepada, mas eu consegui negociar uma boa mamada prometendo engolir toda a sua carga, algo que ele simplesmente adorava mais que tudo. Meu coração quase pulou pela boca na tarde terça-feira quando ouvi o ruído da motocicleta; quando Binho entrou na cozinha eu me encolhi contra a parede e balbuciei um pedido para que ele fosse embora, explicando que tudo o que havia acontecido além de pecaminoso era também vergonhoso ... disse ainda que eu era sua avó e mesmo sendo uma mulher saudável não podia continuar me envolvendo com ele, meu único neto. Binho ouviu tudo com muita atenção e por alguns minutos permaneceu inerte com um olhar enigmático em seu rosto fazendo com que eu me preocupasse com sua possível reação; o silêncio dele e também seu olhar me atormentavam e cheguei a pensar em correr para o quarto, fechar a porta esperando até que ele fosse embora. Ele então se aproximou, me segurou pelos ombros com firmeza e sem dizer uma palavra me puxou para si até que nossas bocas se encontrassem mais um vez selando um beijo tão intenso que eu senti todo o meu corpo estremecer como se meu neto fosse capaz não apenas de me seduzir como também de me aprisionar em seu desejo; daquele momento em diante tudo se tornou um frenesi de tesão e paixão desmedidos, o que logo nos levou para o quarto onde ele me despiu fazendo com que me deitasse abrindo minhas pernas e mergulhando entre elas ... aquela boca ávida e aquela língua habilidosa me desarmaram a tal ponto que logo no primeiro gozo não contive um grito histérico suplicando que ele me usasse como bem quisesse. Não demorou para que eu pedisse para compartilhar com ele daquele prazer e então partimos para um meia nove comigo por cima dele mamando e lambendo seu membro com todo o ardor de uma fêmea seduzida. Binho não demorou a me colocar de quatro para uma foda no estilo cachorrinho com socadas tão vigorosas que chacoalhavam meu corpo a cada golpe; Binho fodeu de forma avassaladora me premiando com sucessivas gozadas uma mais voraz que a anterior chegando a segurar minha cintura impondo que eu me mantivesse imóvel enquanto ele golpeava sem parar; chegamos ao ponto em que o suor prorrompia por todos os nossos poros e nossas respirações beiravam uma ofegação descontrolada elevando ainda mais nosso desejo de entrega plena e absoluta, quando senti o polegar de meu neto pressionando meu selo até invadi-lo descaradamente desencadeando dentro de mim uma excitação alucinante. Eu não me contive suplicando para que Binho me empalasse com toda a força de seu corpo e desejo; ele imediatamente atendeu ao meu anseio sacando o bruto de dentro da minha xereca e cutucando o orifício com uma cadência crescente que não demorou em culminar na minha doce curra. Eu gritei, eu gemi, eu suspirei saboreando o momento em que meu rabo era arrombado por aquele macho fogoso e insolente que era meu neto! Binho foi socando o bruto com força até conseguir fazê-lo desaparecer dentro de mim causando arrepios e tremores involuntários que sacudiam meu corpo; esmagando as carnes de minhas nádegas, Binho deu início a sucessivas socadas sempre fortes, sempre profundas e sempre eloquentes me premiando com gozos caudalosos vertendo de minha vulva com uma tórrida e delirante cachoeira orgásmica ... e foi nesse clima exultante que também experimentei um gozo anal tão vibrante que quase me pôs fora de combate. A fadiga já tomava conta do meu corpo e também de minha consciência, pois meu neto me concedera um êxtase desmedido que ao longo de minha vida nenhum homem, nem mesmo meu marido havia conseguido ofertar; acima do pecado, acima da imoralidade, enfim acima de tudo, naquele quarto havia um casal dominado pela sedução e pelo desejo de pertencimento mútuo. Passamos o resto do dia varando noite e madrugada trepando como pecadores que éramos alheios aos riscos iminentes que nosso encontro causaria caso fosse descoberto; com meu corpo colado ao dele a única coisa eu sentia não era vergonha, nem medo, nem arrependimento ... eu sentia um tesão sem fim por ele, e deixei de lado qualquer resquício de recato que ainda existisse dentro de mim e disse a ele que se quisesse eu seria sua puta para sempre. E assim seguimos pecando dia após dia, com ele vindo ao meu encontro sempre cheio de tesão me tratando com sua mulher e eu querendo que ele me tratasse mesmo como uma vadia. Nesse clima ele pegou o apetrecho que me dera tempo atrás e me ensinou a introduzi-lo no meu cuzinho exigindo que eu passasse o dia com ele enterrado dentro de mim afirmando que essa era a forma de eu provar que lhe pertencia, de que eu era a sua vadia ... e assim o fiz todos os dias esperando que ele o retirasse para me enrabar mais uma vez. Retornando para a realidade, ainda sentada naquele banco de praça com a condenação verbal do padre ecoando dentro de mim percebi que elas de nada valiam, já que eu não era mais capaz de prosseguir com a vida sem que nela houvesse a presença do meu neto, do meu homem, do meu macho ... voltei para casa e escrevi uma carta para meu marido que deixei em um envelope sobre a mesa da cozinha e sobre ele depositei a aliança, pegando a pequena maleta e rumando para a rodoviária onde adquiri uma passagem para ir ao encontro de Binho que me esperava ansiosamente.
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