No fundo do quintal ficava a casinha de aluguel. Há seis meses morava ali o Rafael, 27 anos, marceneiro, corpo definido, tatuagens nos braços, olhar de quem não perde nada. Desde o primeiro dia ele notou a bunda da patroa. Toda vez que ela vinha cobrar o aluguel ou levar um prato de comida “pra não deixar o irmão passar fome”, ele ficava olhando aquela saia balançando, imaginando como seria abrir aquelas nádegas.
A aproximação foi lenta. Conversas na varanda, café oferecido, “irmão, você precisa vir no culto domingo”. Rafael sorria, concordava, mas os olhos desciam sempre para o decote discreto ou para a bunda quando ela virava de costas.
O primeiro beijo aconteceu numa noite de temporal. Valdir estava em Manaus. A luz acabou. Suelen foi até a casinha dos fundos com uma lanterna e velas. Rafael abriu a porta só de short. O corpo molhado de suor por causa do calor úmido.
— Entra, irmã… tá perigoso lá fora.
Ela entrou. A chuva batia forte no telhado de zinco. Conversaram sobre fé, sobre solidão. De repente Rafael segurou o rosto dela.
— Suelen… você é linda demais pra ficar sozinha.
Ela tentou recuar:
— Rafael, pelo amor de Deus… eu sou casada… eu sou crente…
Mas ele já estava colando os lábios nos dela. Beijo quente, urgente. Suelen resistiu dois segundos, depois abriu a boca e deixou a língua dele entrar. Gemeu baixinho quando ele apertou sua bunda por cima da saia.
Quando sentiu o pau duro dele roçando contra sua barriga, Suelen arregalou os olhos e empurrou o peito dele.
— Meu Deus… isso é grande demais… Rafael, misericórdia… eu nunca vi um negócio assim…
Rafael sorriu safado, levantou a saia longa dela até a cintura, afastou a calcinha de algodão branco pro lado. A bunda grande, branca, perfeita apareceu. Ele ajoelhou e foi direto: lambeu o cuzinho dela com vontade. Língua quente circulando o anel apertado, entrando um pouco. Suelen se arrepiou inteira, pernas tremendo.
— Para… Rafael, para… isso é pecado… eu sou casada… ahhh…
Mas o cuzinho piscava, entregando o tesão. Ele lambeu mais fundo, babando tudo.
Depois levantou, puxou o short pra baixo. O pau saltou: 23 cm de rola grossa, veia grossa pulsando, cabeça rosada enorme. Segurou a mão dela e colocou sobre o membro.
— Toca… sente o que você tá fazendo comigo.
Suelen resistiu, mão tremendo, mas acabou fechando os dedos ao redor. Os olhos arregalados.
— Meu Deus do céu… é tão grande… tão grosso… o do Valdir é bem menor… Rafael, vai devagar… por favor…
Ele perguntou, já esfregando a cabeça na buceta molhada:
— Quer camisinha?
Suelen balançou a cabeça, voz rouca de vergonha:
— Minha religião não permite… preservativo é pecado… tem que ser natural…
— Então abre as pernas, irmã.
Ele colocou a cabeça na entrada e empurrou. Suelen tentou escapar, mãos no peito dele, mas ele segurou a cintura dela e meteu mais. Centímetro por centímetro, abrindo aquela buceta evangélica que só conhecia o pau pequeno do marido. Suelen gritou abafado contra o ombro dele, unhas cravando nas costas.
— Ai meu Deus… tá rasgando… tá muito grande… para… não… ahhh!
Rafael não parou. Estocadas fundas, ritmadas, cada vez mais fortes. A buceta dela se alargava ao redor do pau enorme, lábios inchados, completamente arrombada. Suelen chorava e gemia ao mesmo tempo, gozando pela primeira vez na vida com um pau dentro.
Rafael gozou forte, jatos grossos enchendo o útero dela. Tirou o pau devagar, porra escorrendo pela coxa dela.
— Boa noite, patroa… — disse ele, beijando a testa dela.
Suelen saiu cambaleando até a casa principal. Entrou no chuveiro, água quente caindo. Sentiu o sêmen grosso escorrendo da buceta, misturando com a água. Caiu de joelhos no box, chorando alto:
— Me perdoa, Jesus… me perdoa, Valdir… eu fui estuprada… eu sou uma pecadora…
Mas no fundo sabia que não tinha sido estuprada. E que queria mais.
---
O caso durou dois anos inteiros.
**Primeiro boquete tímido**
Duas semanas depois. Valdir ainda na estrada. Rafael chamou ela pra “ajudar a escolher um versículo” na casinha. Suelen ajoelhou no chão de cimento, mãos tremendo, abriu o short dele. Olhou aquele pau enorme de perto e sussurrou:
— Eu nunca fiz isso pro meu marido… isso é tão errado…
Chupou só a cabeça primeiro, tímida, língua tímida girando. Depois foi engolindo mais, engasgando, lágrimas escorrendo. Rafael segurou o cabelo dela e gozou na boca. Suelen engoliu tudo, tossindo, culpada, pecadora, mas com a buceta pingando.
**Primeiro anal**
Quatro meses depois, na casa principal, na cama de casal. Valdir tinha acabado de sair para outra viagem. Rafael deitou ela de bruços na cama onde ela dormia com o marido, levantou a saia, cuspiu no cuzinho e foi enfiando devagar. Suelen mordeu o travesseiro, chorando:
— Dói… mas não para… me arromba, Rafael… me faz sentir mulher de verdade…
Ele meteu até o fundo, arrombando o cuzinho virgem. Quando gozou dentro, ela pediu com vergonha, rosto vermelho:
— Goza no meu rosto… por favor… eu quero sentir seu leitinho na minha cara de crente…
Rafael tirou, virou ela e esporrou forte no rosto, nos olhos, na boca entreaberta. Suelen lambeu o que pôde, gozando só com isso.
**Quando o corno voltava**
Valdir chegava cansado, abraçava a esposa, dava beijo inocente. Não percebia que a buceta dela ainda estava larga, inchada, com marcas dos dedos de Rafael. Não sentia o cheiro de outro homem na cama. Suelen sorria, cozinhava, rezava junto, mas à noite, quando Valdir dormia, ela mandava mensagem: “Ele tá dormindo… vem rapidinho na cozinha.”
**Sexo na cama de casal**
Aconteceu várias vezes. Rafael entrava pela porta dos fundos às três da manhã. Fodia Suelen bem devagar na cama king, enquanto Valdir roncava no quarto ao lado (quando dormia em casa). Ela montada nele, bunda grande subindo e descendo, gemendo baixinho:
— Mais fundo… me arromba enquanto meu marido dorme… eu sou uma vadia crente…
Rafael gozava dentro, enchia ela de porra, depois saía pela mesma porta. Suelen ficava deitada ao lado do marido, sentindo o sêmen escorrendo, misturando com o cheiro de Valdir.
Em dois anos foram dezenas de encontros: na casinha dos fundos, na cozinha, no quintal à noite, no carro dela no supermercado, até no banheiro da igreja uma vez (quando Valdir estava em viagem longa). Sempre sem camisinha. Sempre ele gozando dentro ou na cara. Sempre ela chorando depois, mas sempre voltando.
Valdir nunca desconfiou. Continuava chamando Rafael de “irmão”, convidando pra churrasco, pra orar junto.
E Suelen… continuava sendo a evangélica exemplar de saia longa.
Mas toda vez que o caminhão de Valdir saía pelo portão, ela já sabia: em menos de uma hora Rafael estaria batendo na porta dos fundos.
E ela abriria.
Porque o pecado, uma vez provado, vira vício.
E a bunda grande da crente agora tinha dono.
sidnelsondf