Elias e Lúcia eram o casal modelo da igreja Assembleia de Deus de Palmas. Vinte anos de casamento, dois filhos já criados, Bíblia na cabeceira e saia longa até o tornozelo. Todo mundo os via como exemplo. Mas Elias carregava um segredo que o corroía: ele era corno de nascença. Sonhava em ver a esposa, aquela “santinha” de óculos e aliança dourada, sendo usada por outro macho. Depois de meses de conversas torturadas, Lúcia cedeu. “Se você quer tanto… mas só uma vez, e com alguém de fora.”
Encontraram o rapaz no site. Vinícius, 28 anos, 10 anos mais novo que eles, malhado, branco, cabelo loiro curto, rosto de modelo de revista evangélica. Trabalhava como personal trainer na cidade vizinha. Elias pagou passagem de ônibus, hotel e até o jantar. “Só pra deixar tudo certo”, disse ele, tremendo de tesão e medo.
No dia marcado, se encontraram no lobby do Hotel Plaza. Vinícius chegou cheirando a perfume caro, camisa justa marcando os peitorais. Conversaram no quarto 407 como três adultos civilizados.
— Pode fazer tudo, menos machucar ela. Seja carinhoso. E usa camisinha sempre — pediu Elias, voz rouca.
Vinícius sorriu, dentes perfeitos.
— Tranquilo, irmão. Se você quiser chupar ou bater uma enquanto eu como ela, tá liberado.
Elias engoliu seco.
— Não… não vai precisar.
Lúcia estava encabulada, saia evangélica preta, blusa de manga comprida, óculos de armação fina, aliança brilhando no dedo. Quando os três deitaram na cama king size e ligaram a TV no canal gospel (um louvor tocava baixinho), ela tremia. Elias beijou a esposa primeiro. Depois pediu:
— Beija ele também, amor.
Lúcia chorou baixinho.
— Isso é pecado, Elias… eu fui na igreja hoje de manhã. Eu me sinto suja.
— A Bíblia diz que a mulher seja submissa ao marido, Lúcia. Isso não é traição, eu estou aqui. Você só dormiu comigo a vida inteira. Obedece o varão.
Ela virou o rosto molhado de lágrimas para Vinícius. O rapaz foi gentil no começo: beijos leves no pescoço, na bochecha, até chegar na boca. Sentiu o gosto salgado das lágrimas misturado com saliva doce. A rola dele, já dura pra caralho por causa do estimulante que tomou antes, latejava dentro da calça.
— Coloca a mão aqui, princesa — sussurrou Vinícius, guiando a mão dela para o volume.
Lúcia resistiu dois segundos. Depois, incentivada pelo marido que já masturbava devagar, apertou. Vinícius tirou a cueca. A rola saltou: grossa, veia pulsando, cabeça rosada brilhando, quase 24 cm. Elias sentiu um soco no estômago. Arrependimento puro. Mas já era tarde.
Vinícius despiu Lúcia devagar. O corpo dela era pecaminoso: seios fartos caídos de tanto amamentar, bunda avantajada, buceta carnuda e peluda como mandava a igreja. Ele ajoelhou, abriu as coxas dela e chupou com vontade. Lúcia gemia baixinho, mão na boca, olhando pro lado para não ver o marido. O pau de Vinícius babava pré-gozo no lençol.
Colocou a camisinha GG, deitou em cima dela no papai-mamãe e enfiou devagar. Lúcia gritou:
— Ai meu Deus… é muito grosso, Elias!
— Aguenta, amor… aguenta pra mim — pediu o marido, punhetando mais rápido.
Vinícius fodeu com força. Gozou gemendo, a rola latejando tanto dentro dela que a camisinha estourou. Quando tirou, o látex rasgado pingava uma porra grossa e branca direto da buceta inchada.
— Porra… desculpa… eu gozei demais — murmurou Vinícius, preocupado.
Lúcia chorou de verdade. Elias abraçou ela, consolando:
— Amanhã você toma a pílula do dia seguinte, amor. Vai ficar tudo bem.
Vinícius foi tomar banho. No chuveiro, lembrando da buceta quente e apertada, ficou duro de novo. Saiu só de toalha. Viu o casal abraçado. Pediu desculpa mais uma vez e deitou junto.
Minutos depois, o clima esquentou de novo. Vinícius pediu:
— Agora quero que ela me mame.
Lúcia olhou pro marido como quem pede permissão. Elias, voz tremendo de tesão e humilhação:
— Vai, amor… mama pra ele.
Vinícius ficou em pé na cama, nu, rola dura apontando pro teto. Lúcia ajoelhou, óculos embaçados, aliança brilhando na mão que segurava o saco pesado.
— Imagina que tesão, nós três num quarto… eu nu em pé na cama e sua mulher ajoelhada fazendo um boquete bem babado em mim — disse Vinícius, segurando o cabelo dela. — Isso corninho, bate punheta assistindo sua esposinha me mamando gostoso. Ela tem uma carinha de santinha mas tô vendo que ela é uma putinha bem gulosa. Olha como ela engole meu cacetão inteiro… essa safada ficou lambendo as bolas e deixou a mamadeira cheia. Eu acho que sua mulher quer tomar uma esporrada na boquinha. Do jeito que ela tá apertando meu saco com a mão em que você colocou a aliança… Ela vai me fazer gozar já já. Deixa eu jorrar na boquinha da sua esposa, corninho? Ou você prefere que eu esporre na carinha dela? Se quiser pode beijar a boca da sua mulher melada da minha gozada.
Elias, punhetando desesperado:
— Vai amor… faz o pirocão dele de chupeta até sair leitinho… bebe tudo, não desperdice nenhuma gota tá… seu maridão corno tá quase gozando também.
Lúcia mamou com fome, babando, engasgando, olhos lacrimejando. Vinícius gozou na boca dela. Ela engoliu quase tudo, o resto escorreu no queixo e pingou nos seios.
Depois, ele colocou ela de quatro.
— Já que a camisinha estourou da primeira vez, agora não adianta mais se prevenir. Vou comer na pele.
Elias quis dizer não… mas só conseguiu gemer um “pode”. Vinícius enfiou cru, sem nada. Lúcia gritou de dor e prazer. Ele meteu fundo, bolas batendo na buceta molhada. Elias gozou vendo as bolas do outro latejarem enquanto enchiam a esposa dele de porra quente.
Dormiram os três. No meio da madrugada, Elias acordou sozinho na cama. Ouviu barulho no banheiro: corpos se chocando, gemidos abafados. Aproximou-se da porta entreaberta.
— Shhh… não geme alto senão seu marido acorda — sussurrava Vinícius.
— Tá doendo… eu nunca dei o cu… minha igreja não permite — choramingava Lúcia.
— Vai ser nosso segredinho, só nosso. Relaxa essa bundinha pra mim.
Eles foderam o cu dela por quase uma hora. Elias fingiu dormir quando voltaram. Abraçou a esposa no escuro e sentiu: o cu dela estava escorrendo porra quente do outro. Raiva, tesão e humilhação misturados.
Mais tarde, ainda de madrugada, acordou de novo com o barulho. Vinícius comia Lúcia de ladinho, devagar. Ela sussurrava:
— Gozei gostoso no pau dele… de novo…
Pela manhã, Vinícius, já íntimo, pediu um último boquete. Lúcia mamou de novo, gulosa. Ele gozou na cara dela, porra grossa escorrendo nos óculos e na aliança. Depois ela foi tomar banho.
Elias viu a cama molhada. Percebeu que ela tinha gozado só de mamar rola dura na garganta. Sentiu-se traído de verdade.
No carro, voltando pra casa, silêncio pesado. Elias lembrava: ele tinha pago passagem, hotel, tudo, pra outro macho arrombar sua mulher. Chegaram em casa. Ele tomou banho e chorou no chuveiro como uma criança.
Lúcia, sozinha no quarto, tirou a calcinha ainda molhada, deitou na cama e se masturbou lembrando do caralhão de Vinícius rasgando ela. Gozou duas vezes.
Mas os segredos não pararam ali.
Dias depois, durante uma briga baixa e cheia de culpa, Lúcia confessou tudo, chorando e gozando ao mesmo tempo enquanto Elias ouvia:
— Eu já traí você antes, Elias… várias vezes. O pastor João… aquele que prega todo domingo… ele me comeu no escritório da igreja depois do culto de quarta. Disse que era “cura espiritual”. Me fodeu sem camisinha e gozou dentro. Depois pediu pra eu dar o cu pra ele também. Eu dei. Doeu, mas eu gozei como nunca.
E continuou, voz rouca:
— E o seu chefe… o Seu Roberto… aquele gordo nojento que você odeia. Eu mamava ele no escritório toda sexta, depois do expediente. Ele me obrigava a engolir. Um dia eu pedi: “goza na minha boca e na minha cara, Seu Roberto… me trata como puta”. Ele gozou tudo. Depois eu pedi pra ele comer meu cu com força. Ele arrombou minha bundinha em cima da mesa, eu gritando baixinho pra ninguém ouvir. Gozei jorrando enquanto ele me enchia de porra.
Elias tremeu inteiro. A “santinha” de óculos e saia longa tinha sido puta do pastor e puta do chefe dele o tempo todo. E agora, depois de Vinícius, ela estava viciada.
Naquela noite, enquanto Elias chorava no banheiro, Lúcia se masturbou de novo, sussurrando:
— Perdoa-me, Senhor… mas eu quero mais.
E o arrependimento deles só aumentava o tesão.
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