Carnaval em BC

Carnaval em BC
Olá. Me chamo Rafael, tenho 32 anos, e essa história aconteceu há uns 8 anos, quando eu tinha uns 26 anos.
Moro em Curitiba, mas sou do interior do estado. Então, depois que me mudei para cá, eu passei a aproveitar muito a vida. Saio, bebo com amigos e, como é de se esperar, transo loucamente. Modéstia a parte, eu sou bonito. Tenho cabelos castanhos claros, curtos, pele branquinha com bochechas vermelhas, fortinho, mas não sarado, sem muitos pelos no corpo. Uma carinha de “bebê” que encanta vários caras por aí.
Depois de uma desilusão amorosa em dezembro de 2017, resolvi que até o carnaval eu aproveitaria a vida com tudo o que tivesse direito.
Um amigo meu tinha uma casa em Balneário Camboriú e convidou eu mais dois amigos, todos gays, para passarmos o carnaval lá. E assim fomos.
Chegamos lá na quinta feira, e naquela noite eu já fiquei com vários na balada, bebi todas e mais um pouco, mas acabei bebendo demais e não finalizei com ninguém.
No dia seguinte, acordamos meio tarde, saímos direto para almoçar e pegar uma praia. Eu ainda meio de ressaca, resolvi comer bem antes de voltar a beber. Almoçamos e fomos para a praia que, nesta época estava lotada.
Ao chegarmos lá montamos nosso guarda-sol, e começamos a tomar vodka com energético, e um dos meus amigos começou a interagir com um pessoal que estava ali perto. Ao que parecia, eram amigos que também vieram passar o carnaval, mas eram mais velhos que a gente, na casa dos 35 a 40 anos. Tinha três rapazes mais novos, claramente gays, e um homem mais velho e uma mulher muito bonita. Quando vimos nosso amigo já estava pegando um deles e o resto foi se enturmando.
Como eu ainda estava um pouco indisposto, resolvi ficar mais na minha, mas não deixei de notar que o cara mais velho era lindo. Era alto, careca, todo tatuado, bronzeado, na casa dos 40 anos. Era malhado (com uma leve barriguinha), tinha pelos no pelo e barriga, usava uma sunga verde bem apertada, tinha uma barba bem marcada, um nariz grande e usava óculos escuros.
Ele viu que eu olhava para ele, mas logo desviou o olhar e foi até uma mulher também muito bonita, e a interação dos dois deu a entender que era um casal.
Aos poucos fui melhorando e o álcool passou novamente a bater. Nesse ponto, só eu e um dos meus amigos estávamos ali, e os outros dois já tinham conseguido boys e sumiram com eles. Meu amigo, então, se arranjou com o terceiro e veio me falar:
- Rafa, tu fica com as coisas aí? Boy tá querendo me mostrar o apê dele que é aqui perto...
- Claro, Vitinho... – e pisquei de um olho para ele – e não me volte aqui sem ter dado loucamente para ele – e ri.
- Óbvio – disse ele rindo também.
Me conformando com a minha sina, olhei para o lado e vi que só o casal do rapaz bonito tinha ficado na barraca deles, e a moça começou a acenar para mim e falou alto:
- Desmonta as coisas aí e vem aqui com a gente...
Como eu estava sozinho mesmo, resolvi ir.
Desmontei tudo e cheguei lá e disse:
- Oiii... eu sou o Rafael, prazer!
Ela na hora respondeu:
- Eu sou a Amanda e esse aqui é o meu noivo, o Júlio.
- E aí, de boa, irmão? – Me disse o Júlio estendendo a mão.
- Acho que nossos amigos devem estar juntos em algum lugar escondido por aí – disse a Amanda – aí tu espera eles aqui com a gente, melhor...
- Ah sim, e aí, são de onde?
Claramente o Júlio estava incomodado com a minha presença, então resolvi conversar mais com a Amanda.
- Somos do Rio Grande do Sul... e você? – disse ela com um sotaque inconfundível.
- Ah, de Curitiba.
- Adoro lá – disse ela.
Papo ia e vinha, e era impossível não notar o corpo e a beleza do Júlio. Ele tirou o óculos, e os olhos dele era azuis e com cílios pretos e grandes. Eu e Amanda ríamos bastante, ela também bem altinha na bebida.
Nossos amigos voltaram e combinamos de jantarmos todos na casa em que eles estavam hospedados, já que eles iriam fazer churrasco.
Nos encontramos com os outros dois amigos na nossa casa e combinamos de irmos lá e depois pegarmos outra balada.
Chegamos lá, e pude perceber que só o Júlio e a Amanda eram os héteros da casa. Acabei descobrindo que um dos rapazes que um dos meus amigos tava ficando era irmão da Amanda, e que ele morava longe e veio passar o carnaval com ela e os amigos. O Júlio, claramente, veio a reboque.
Naquela casa estavam o Julio, a Amanda, o Arthur (irmão da Amanda) e o Gui (um dos amigos). O Fábio, que meu amigo Vitor estava ficando, morava na cidade e tinha um apartamento ali perto e era amigo do Arthur.
Mais uma vez todos começaram a beber e fomos ficando bem alterados. O Júlio estava fazendo o churrasco, e como sempre, com aquela cara de incomodado. Ele estava usando uma regata, bermuda e havaianas.
Depois de comermos, fomos todos para a balada (menos Amanda e Júlio) e mais uma vez naquela noite fiz tudo o que podia, mas nada de sexo.
O meu tesão só aumentava.
E assim fomos indo até que chegou o domingo de carnaval.
A gente tinha ido para a praia pela manhã e tarde, e à noite resolvemos ir para um barzinho antes da balada. Ao barzinho Júlio e Amanda também foram.
Saindo do barzinho, eu caí e torci meu pé. Os meninos tinham hora para ir para a balada, para conseguir entrar pelo VIP, e como estava doendo bastante eu disse para eles irem que eu ia ficar de molho em casa, porque estava com dor de verdade.
Amanda na hora disse:
- Pare, você vai lá para casa com a gente para eu dar uma olhada nesse entorse – ela era médica – e aí a gente já medica isso também. Aproveita e fica lá com a gente e o Arthur vai com os meninos para a sua casa. Vai ser melhor, não é bom você ficar andando tanto.
Assim fizemos. Fui a casa deles, ela viu que era uma torsão chata, mas não havia nada urgente. Então ela fez compressas de gelo, e me deu remédio para dor.
- Amanhã ainda vai estar chato, mas acho que você ainda consegue curtir a terça de carnaval.
- Tem onde eu possa tomar um banho? – perguntei.
- Claro... Júlio, leva ele no banheiro e vê uma toalha para ele, enquanto isso eu vou arrumando essa casa.
Claramente incomodado, Julio me ajudou a me levantar e me levou até o banheiro e disse:
- Calma aí que já trago a toalha pra ti.
Eu já fui tirando a roupa, e quando ele trouxe a toalha eu estava de costas para a porta, de cueca branca. Quando virei para pegar a toalha, ele estava claramente olhando para a minha bunda, e ficou um pouco vermelho e sem graça.
- Obrigado – agradeci.
Saí do banho, a gente comeu alguma coisa que a Amanda tinha feito e o Julio trouxe umas cervejas para a gente beber.
Já meio tarde da noite a Amanda disse:
- Ai, gente, tô cansada. Júlio, fica um pouco mais aí com o Rafa, que eu já vou dormir.
Ele não sabia o que fazer, e ficou até meio incomodado. Mas era educado o suficiente para não dizer nada e ficar comigo.
A Amanda saiu e eu perguntei:
- E você, Julio, trabalha com o quê?
- Sou empresário, tenho uma loja de materiais esportivos.
Eu já meio altinho disse:
- É, você tem corpo de quem gosta de esportes mesmo.
Ele me olhou meio em silêncio...
- E tu, Rafa, trabalha com o que?
- Sou advogado – respondi.
- Uhm... vive de vara em vara, então – disse ele querendo fazer uma piada completamente sem graça, mas rindo em seguida.
Eu esbocei um sorriso e respondi:
- Só nas varas que eu quero...
- Uhm... então tá bom.
Silêncio. Ele estava sem camisa, com aquele peito maravilhoso a mostra, e tomou toda a cerveja do copo de uma vez:
- Se você não se importar, acho que já vou me deitar...
- Ah, mas já? Não quer tomar uma última antes? – questionei na esperança de fazer ele ficar ali.
- Pode ser, claro. – respondeu ele.
- Não tem nada mais forte? – perguntei.
- Tem whisky, quer?
- Só se você me acompanhar... – disse eu.
Ele olhou para mim e para o whisky e disse:
- Ah, foda-se, é carnaval mesmo...
Serviu duas doses grandes, colocou um pouco de música e eu disse:
- Ué, a Amanda não vai acordar?
- Aquela lá dorme mais que pedra... e no nosso quarto não chega som, é lá em cima...
- Uhmmmm... – respondi – mas, então, tu faz academia mesmo ou outro esporte?
- Crossfit.
- Ah, vc tem jeito de crossfiteiro mesmo – disse eu rindo.
Ele me olhou e questionou:
- O que é jeito de crossfiteiro? – tomando um grande gole de whisky em seguida.
- Além do corpo perfeito? A marra – e ri.
- Eita carai, sou marrento não – disse ele rindo.
- Não, não... eu que sou – respondi – depois de 3 dias que tô conseguindo conversar com você...
Ele puxou a cadeira mais para perto de mim:
- Sou na minha só, mas não é marra não. Sou de boa.
Claramente a bebida tava começando a fazer o efeito dela.
Eu estava com uma bermuda bem curtinha e camiseta e disse:
- Nossa, que calor que eu tô menino... – e levantei e tirei a camisa. Propositalmente fiz isso meio de lado, e ele de novo ficou olhando para a minha bunda – mas e aí, quando casa com a Amanda?
Ele foi pego de surpresa....
- Éééé – disse se perdendo nas palavras mas logo se achando – tá marcado pra daqui dois meses.
- Ah, que legal... – respondi, e como ele tava meio alteradinho, tentei jogar a isca – e a despedida de solteiro, tá marcada já?
- Capaz, véi... Amanda não deixa não – respondeu ele rindo – a coleira ali é forte.
- Uhmm... – respondi – nossa, mas nadinha? Nem um bar com amigos?
- Ah, a gente vai fazer juntos, eu e ela com amigos, mas assim, só eu com amigos, não! – respondeu ele.
Eu levantei de novo, me servi de mais whisky e perguntei se ele queria mais, ele respondeu que sim, se levantou e me trouxe o copo dele.
Ele estava ali, frente a frente comigo, e eu me aproximei bastante para pegar o copo dele e ele não se afastou. Ele era mais alto que eu, então eu o servi, entreguei o copo e virei de costas para voltar ao meu lugar. Ao virar, empinei minha bunda e senti ela passar no quadril dele. Fiz isso devagar e voltei a sentar.
Ele ficou ali, meio congelado, mas voltou ao lugar dele, mas posicionando a cadeira dele mais próximo da minha, bem de frente.
Eu olhei e ali entendi que seria possível. Nem conseguia imaginar aquele deus grego em cima de mim, nem parecia verdade. Perguntei:
- Mas e uma brincadeirinha sem ela saber? Já pensou? Sem os amigos, nem nada?
- Ah, cara, sei lá – respondeu ele – ia ser massa, mas também não quero zoar com ela, sair com outra mina...
- Uhm... e se não fosse uma mina? – Perguntei.
Ele me olhou estranho...
- Nunca saí com homem, respeito e tals, mas nunca saí – respondeu ele sério...
Eu olhei para ele de cima a baixo e disse:
- Mas não tem nem vontade de saber como é?
Ele me olhou de novo...
- Ah, não vou dizer que não tenho curiosidade... Mas não sei... Não quero ninguém mexendo no meu cu...
Eu respondi:
- Mas isso é de boa, eu mesmo não curto muito comer, meu negócio e dar... – e ri. Me recostei na cadeira e estiquei o pé machucado fingindo uma cara de dor, mas a verdade é que já estava com tanto álcool que não sentia mais dor nenhuma. Mas ao esticar a minha perna, encostei na dele – ai, desculpa, foi sem querer...
- De boa – respondeu ele – o tornozelo tá doendo ainda?
- Um pouco...
Ele olhou pra mim como quem estava fazendo cálculos mentais...
- Quer uma massagem no pé para tentar aliviar?
Era a senha que eu precisava.
- Claro.
- Vamos ali no sofá – disse ele.
E assim fizemos. Fomos ao sofá, ele sentou numa ponta e pediu para eu dar meu pé para ele... eu sentei e assim fiz. Em silêncio, ele começou a massagear meu pé. Eu fui fazendo alguns sons baixinhos, de propósito. Respirações altas, pequenos gemidos, até que em um momento ele baixou meu pé na perna dele e pegou o outro para fazer a massagem.
Eu fui me recostando e fui colocando o pé para o lado, alcançando a rola dele que, já estava ficando dura por baixo da bermuda de moletom. Ele olhava pra mim, meio sem saber o que fazer, até que ele quebra o silêncio e diz:
- Rafa, nunca saí com nenhum cara, não sei direito... – e a frase ficou sem terminar.
- Relaxa, Julio, só curte...
Eu puxei meu pé, fique de joelhos no sofá e fui direto à boca dele... Ele se afastou um pouco.
- Calma, Rafa...
Eu dei o whisky para ele tomar, fui até as costas dele e comecei a fazer uma massagem. Ele estava muito tenso. Fiz ele deitar no sofá, e fui fazendo uma massagem no corpo todo. Ao chegar na cintura, eu tirei a bermuda dele, e deixei ele só de cueca.
Massageei as pernas e os pés dele.
- Agora vira, Júlio.
Ele se virou tapando o pau com a mão. Mas era impossível. Tava hiper duro e era grande.
Eu comecei a beijar os pés dele, fui subindo pelas pernas com a língua, e ele começou a arfar. Com delicadeza tirei as mãos dele do pau, mas ainda não fiz nada ali.
Beijei as mão dele, que eram enormes, os braços fortes e tatuados, a axila, o pescoço. Nessa hora ele já gemia baixinho. Cheguei ao queixo dele, e então tentei de novo o beijo.
Dessa vez ele aceitou. A barba dele era macia, e a língua áspera, mas longa. O beijo dele era molhado, forte, e ele me colocou sobre ele, sentado, enquanto eu o beijava, e passava as mãos dele pelas minhas costas, até chegar na minha bunda e começar a apertar com força.
Então eu fui descendo pelo peito forte e peludo dele, pelo abdômen, e cheguei na cueca, que tava armada com o pau durasso dentro.
- Caralho, Rafa, nunca ninguém fez assim comigo. Que tesão...
Eu comecei a abocanhar o pau dele por cima da cueca, e ele gemia e respirava fundo com as mãos sobre a minha cabeça...
Eu tirei a cueca dele. O pau dele era uma delícia. Cabeçudo e veiúdo, com um corpo levemente para a direita, saco grande e pelos bem aparados.
Ele tirou as mão de mim, se recostou com almofadas no sofá, abriu as pernas e disse:
- Eu quero ver – e colocou as mãos atrás da cabeça dele.
Eu comecei chupando as bolas dele. O saco era realmente grande, então tinha que ser uma de cada vez. Fui subindo lambendo todo o pau, até chegar na cabeça. Então olhei para ele de baixo, e comecei a lamber a cabeça de rola dele, que estava babando e com um saborzinho delicioso de porra.
Comecei a chupar e não tirei o olhar dele, e ele começou a falar:
- Com esse olhar assim fica difícil, Rafa.... tu é bem safadinho, hein.
Tirei o pau dele da minha boca e disse:
- Vc não viu nada...
- Ah é? Então me mostra, vai. – respondeu ele – que que tu faz que a Amanda não faz?
- O que que você quer? Pra um macho desse faço qualquer coisa... – perguntei.
- Caralho... vai me dar esse rabinho gostoso?
- Já disse, o que você quiser.
Então ele pegou no meu rosto pelas bochechas e sacudiu um pouco, e disse:
- Tu é assim, é? Então chupa essa rola, vai.
E pegou a minha cabeça e forçou para baixo, fazendo eu engolir toda a rola dele. Eu tentava levantar a cabeça, mas ele não deixava e metia a rola na minha garganta até eu engasgar e dizia:
- Aguenta, Rafa... tu disseste que era o que eu quisesse, então aguenta.
Eu consegui falar rapidamente:
- Manda a ver, sem dó.
Ele levantou, me colocou contra o sofá, segurou a minha cabeça e continuou metendo a rola na minha boca, enquanto dizia:
- Vai, safado, vai... aguenta essa piroca, vai.
Depois de mais alguns minutos assim, ele me colocou de quatro no sofá e disse:
- Agora o que eu queria ver – e baixou minha bermuda com a cueca e tudo, e abriu minha bunda e disse – do jeito que eu pensava... rosinha.
Ele deu um tapa na minha bunda que ecoou na sala, e meteu a língua no meu cu.
Apesar de não ter sido o melhor cunete que já ganhei, ele fazia aquilo muito bem.
A língua dele ia e vinha no meu cu, e eu sentia a barba na minha bunda, enquanto eu me punhetava e gemia. Ele disse:
- Gosta, né?! Geme mais alto, vai...
- Mas e a Amanda...
- Ela já deve estar no décimo sono... geme, vadia, geme pra mim. – e começou a brincar no meu cuzinho com o dedo dele...
- Ain, Julio... puta que pariu, que homem delicioso - e comecei a piscar o cuzinho pra ele...
- Não faz isso que você me deixa doido, safado.
Então ele se levantou e disse:
- Tu vai ter que aguentar, Rafael, porque agora eu vou nesse cu até estourar ele...
- Vem, Julio, me come gostoso...
E ele cuspiu no pau e disse:
- Arrebita esse rabo para levar pica.
E assim eu fiz... mas ele começou a colocar e doeu bastante... eu saí um pouco pra frente e ele disse:
- AH, NÃO... quero te comer agora, seu filho da puta...
- Deixa eu ir por cima no começo, depois vc me fode até na mesa se quiser.
Ele deitou no sofá, e eu vim por cima dele, passei muito cuspe no cu e comecei a sentar naquela rola... ele começou a gemer dizendo:
- Caralho, que rabo delicioso...
Eu via aquele homem lindo embaixo de mim, com o pau dele entrando no meu cu, minhas mãos sobre o peito gostoso dele, sentido os pelos, vendo as tatuagens e ele virando os olhos de tesão... aquilo era delicioso demais.
Eu relaxei e consegui colocar aquela rola toda dentro de mim, até sentir que estava sentado sobre ele. Comecei a quicar sobre ele gemendo, e ele me pegando no pescoço com uma mão e com a outra dando tapas fortes na minha bunda. Cada tapa ecoava e ele dizia:
- Vai, vadia, vai.... senta nessa rola, vai.
Então ele me pegou pela cintura e me virou, pegou as minhas pernas, colocou sobre os ombros dele, me enforcou no pescoço com uma mão e com a outra encaixou a rola dele na portinha do meu cu:
- Foi tu que disse, vadia. Agora aguenta até eu gozar, e eu vou demorar.
E ele meteu de uma vez em mim, sem dó. Doeu um pouco, mas eu já estava alargado, então logo passou a dor. Ele me enforcava com uma mão, mas não sem deixar respirar totalmente, e com a outra dava tapinhas na minha cara dizendo:
- Era o que tu queria desde que me viu na praia, né, puta... eu lembro o teu olhar.
Ele me arrombava forte, como macho mesmo. Meu rabinho tava largo demais já, e ele me colocou de quatro e continuou socando em mim.
Depois de mais alguns minutos, ele tirou o pau de mim, se levantou, me levantou e disse:
- Vem cá.
Subimos a escada e eu disse:
- O que você vai fazer?
Ele fez sinal de silêncio para mim e me puxou pela mão até um dos quartos, abriu uma porta da varanda que, de lado, dava para o mar e me disse baixinho:
- Agora geme baixinho porque o quarto da Amanda tá aqui do lado... mas quero gozar em você olhando pro mar.
A rua ainda estava com algumas pessoas, mas estávamos mais ao fundo, então não era tão fácil nos ver.
Ele me colocou apoiado no parapeito da sacada, abriu meu cu e foi de novo socando em mim. Eu me controlava para não gemer alto, e só ouvia ele respirando fundo e o barulho do mar.
Ele começou a apertar a minha cintura, tirou o pau do meu cu e limpou um pouco numa cortinha que tinha na porta da sacada, pelo lado dentro. Disse baixinho:
- Vem me chupar que quero gozar na tua boca, vadia. E você vai engolir tudo.
Então ele prendeu a minha cabeça com as mãos no parapeito da sacada e fodia de novo a minha boca. Passados uns dois minutos assim, ele começou a respirar muito forte e a segurar os barulhos, até que senti a porra estourando do pau dele e descendo pela minha boca e garganta e ele dizendo:
- Caralho, Rafael, que delícia de boquete.... engole tudo, vai, engole puta que pariu.
Era muita porra, e estava be grossa. Eu engoli todo aquele leite delicioso, ele me puxou pra dentro, me colocou na cama que tinha no quarto e me beijou muito. Eu comecei a punhetar com aquele beijo e logo veio a minha gozada.
Eu gozei litros sobre mim e sobre ele.
Ele me deu mais um beijo e disse:
- Olha... que do caralho essa foda. Pena que não vamos conseguir mais, né.
- Depende, as vezes conseguimos uma rapidinha amanhã ou depois.
- Não, acho difícil... mas de vez em quando vou a Curitiba.
- Sempre que quiser, Julio.
Ele me virou de bunda e disse:
- A tua sorte é que vou casar com a Amanda, senão ia bancar essa bundinha para ficar sendo só minha.
- E tu acha que sou assim, é? – e rimos.
Fomos dormir.
No outro dia não falamos sobre o assunto. E só no último dia, em que conseguimos um momento a só, ele me disse:
- Lá por julho vou ter que ir pra Curitiba. Me espera com esse rabão, que vou estourar ele de novo, mas dessa vez sem limite de tempo.
- Vai ser todo seu – respondi.
- Safado – disse ele rindo.
E assim acabou o carnaval.
E ele veio para Curitiba em julho daquele ano, e passou 3 dias aqui, e em todos os dias eu fui ao hotel dele e ele me comia a noite toda, as vezes 3 vezes na noite.
Se quiserem posso contar esses dias também.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario carazosp

carazosp Comentou em 18/03/2026

Que tesão de conto.... Continua




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


254971 - O filho do dono da mercearia. - Categoria: Gays - Votos: 24
252335 - Minha saída com o policial – contém fetiche (dominação) - parte 02 (final) - Categoria: Gays - Votos: 6
252175 - Minha saída com o policial - parte 01 - Categoria: Gays - Votos: 10
251122 - O Militar do cinema - Categoria: Gays - Votos: 20
249917 - Meu chefe me comeu! - Categoria: Gays - Votos: 22
249419 - As férias na chácara – Parte 04 (Final) - Categoria: Gays - Votos: 11
249418 - As férias na chácara – Parte 03. - Categoria: Gays - Votos: 8
249400 - As férias na chácara – Parte 02. - Categoria: Gays - Votos: 8
249282 - Férias na Chácara - parte 1 - Categoria: Gays - Votos: 9
249009 - Du, o primeiro de muitos - Categoria: Gays - Votos: 11
247052 - Meu primeiro estágio - 2ª parte - Categoria: Gays - Votos: 13
247051 - Meu primeiro estágio. - Categoria: Gays - Votos: 12

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico sublindo

Nome do conto:
Carnaval em BC

Codigo do conto:
257133

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
17/03/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
0