O abandono de Seu Antônio deixou um vazio que a nossa rotina não conseguia preencher. Minha mulher parecia outra pessoa: andava pela casa com os nervos à flor da pele, o corpo em brasa, e eu, por mais que tentasse, sentia que não era o suficiente. Minha rola fina não dava conta da fome que o vizinho havia despertado nela. Foi então que o acordo mudou de patamar. — Deixa eu entrar no bate-papo? — ela pediu enquanto jantavamos, com os olhos brilhando de ansiedade. Eu consenti. Assisti de perto enquanto ela conhecia Romão, um cara da Zona Leste, solteirão, que transbordava aquela confiança bruta de quem sabe o que faz. Eles marcaram o encontro, mas o medo e o tesão dela se misturavam; ela não queria ir sozinha para um território desconhecido. O papel de "motorista" e espectador silencioso caiu sobre mim. Atravessamos a cidade em um silêncio carregado. Ela estava impecável, mas o nervosismo a fazia batucar as unhas no painel do carro. Quando chegamos ao endereço combinado, uma rua tranquila da ZL, Romão já esperava no portão. Ele era exatamente o que ela procurava: ombros largos, pele curtida e um olhar que a despiu antes mesmo dela sair do veículo. Eu o olhei nos olhos e o cumprimentei com a cabeça, queria que ele soubesse que minha mulher estava em segurança. — Me espera aqui? — ela sussurrou, mais como um pedido de cumplicidade do que uma pergunta. — Vou estar bem aqui — respondi, vendo-a caminhar em direção ao desconhecido. Fiquei no carro, com o motor desligado e a imaginação a mil por hora. Cada minuto que passava era uma eternidade de suposições. Imaginei o choque das realidades, a força de Romão preenchendo o que Seu Antônio deixou vago, e o som dos prazeres que eu não podia proporcionar. O tempo parecia esticar, e o banco do motorista tornou-se o meu confessionário particular de desejos proibidos. Quase duas horas depois, o portão se abriu. Ela surgiu na calçada e meu coração deu um solavanco. Estava completamente desarrumada: o cabelo, antes alinhado, agora era um emaranhado selvagem; a blusa estava ligeiramente torta e o batom, totalmente desaparecido. Mas o que mais chamava a atenção era o sorriso. Um sorriso de quem tinha sido domada e adorado cada segundo. Ela entrou no carro exalando um cheiro de suor alheio e prazer realizado. Não disse "oi". Não perguntou se eu estava cansado. Ela me abraçou e me agradeceu, " Obrigada amor! — Ele é um animal... — ela ofegou, a voz rouca. — Me usou de todos os jeitos, me jogou na parede, me fez sentir coisas que eu nem sabia que existiam. O meu pau respondeu instantaneamente àquela descrição brutal. Ela notou o volume no meu jeans e, sem aviso, abriu as pernas. Olha como estou ensopada amor — e ordenou, com uma autoridade nova. — Chupa minha buceta amor.. Nos afastamos por uns 200 metros e paramos, e ali mesmo, no silêncio daquela rua da Zona Leste, com o cheiro de Romão ainda impregnado na pele dela, ela me mandou chupa-la, com uma ferocidade que eu nunca tinha experimentado. Eu olhava pelo vidro, temendo que alguém passasse, mas o risco só tornava tudo mais intenso. Eu era o corno, o motorista, o marido... e, naquele momento, o homem mais realizado do mundo por ver minha mulher tão feliz e tão suja. Ela gozou de novo, e então seguimos a viajem de volta.
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Caralho que delícia !
Fiz exatamente isso semana passada, fiquei esperando, dentro do carro, minha esposa visitar um amigo.
Ela voltou, beijei, senti cheiro de pica, porra, suor, sexo, toda feliz ela falou Semana que vem, vai ter mais !