MEU NOIVO FOI CORNO DEPOIS DO EXPEDIENTE

Bom Dia meus lindos e lindas;
Sou a Tammy e uma seguidora mandou uma experiencia quentinha, quentinha com imagens reais. O nome dela real mas dos envolvidos são diferentes por conta que ela pediu.

Meu nome é Paloma, tenho 30 anos, seios naturais bem firmes, sou baixinha (1,58m) e tenho um corpo bem trabalhado na academia. Sou noiva do Hugo, de 38 anos. Juntos, somos empresários no ramo de confecções íntimas aqui da cidade: lingeries, calcinhas, sutiãs, espartilhos... tudo que deixa uma mulher (e um homem) louca de tesão.

Nosso relacionamento estava OK, a gente se amava e se respeitava, mas com a correria louca do final de ano — vendas explodindo, estoque, fornecedores, clientes exigentes —, acabamos nos perdendo um pouco no sexo. Era só trabalho, números, entregas e mais trabalho. Fazia semanas que a gente mal se tocava de verdade. Eu sentia falta daquele fogo, daquela fome que a gente tinha antes... e acho que o Hugo também.

Numa quinta-feira à tarde, o Hugo me avisou enquanto eu arrumava umas peças novas na loja:
— Amor, hoje à tarde vai vir um amigo meu aqui na empresa pra trocar o sistema no servidor. Eu não consigo vir, tenho reunião com fornecedor fora da cidade. O nome dele é Lucas, ele é um nerd bom pra caralho nisso. Deixa ele trabalhar tranquilo, tá? Qualquer coisa você me liga.
Eu respondi distraída, sem dar muita bola:
— Tá bom, amor. Pode deixar.

Não conhecia esse Lucas, nunca tinha visto nem ouvido falar. Mas tudo bem, né? Serviço é serviço.

Por volta das 14h30, a campainha da empresa tocou. Eu estava no escritório dos fundos ainda vestida com minha roupa de trabalho: uma blusa social branca de botões, bem ajustada no corpo, com os primeiros botões abertos por causa do calor, e uma calça jeans escura bem justa que marcava direitinho minha bunda empinada e as coxas grossas de quem treina pesado na academia.

Lucas realmente era um nerd. Ele tinha uns 37 anos no máximo, alto (pelo menos 1,85m), pele morena clara, cabelo preto bem cortado, barba feita rente e um corpo que claramente não passava o dia só na frente do computador. Quietinho, olhar sério, voz grave e calma.
— Boa tarde. Você deve ser a Paloma, né? Hugo me falou que podia vir direto. Sou o Lucas.
— Sou eu mesma. Entra, Lucas. O servidor fica no escritório dos fundos. Vem comigo.

Ele entrou, carregando uma mochila preta grande. Enquanto caminhávamos pelo corredor curto, eu sentia o olhar dele descendo pelas minhas costas e parando na minha bunda bem marcada pela calça jeans justa. Não era descarado, mas também não era inocente. O silêncio entre nós era daqueles que pesa.

Chegamos no escritório. O servidor ficava numa mesinha lateral, com fios pra todo lado. Eu tinha espalhado várias fotos impressas e o notebook aberto em cima da mesa grande do centro — eram as fotos novas das modelos usando as lingeries da coleção de verão.
— Olha... eu tô organizando essas fotos aqui das modelos pra postar nas redes e no site. Se eu for atrapalhar seu trabalho no servidor, eu posso sair um pouco e te deixar sozinho. Não quero ficar no teu caminho.
Ele deu um sorrisinho de canto de boca:
— Não atrapalha não, Paloma. Pode continuar fazendo o que você tava fazendo. Só não sei quanto tempo vai demorar...

De vez em quando ele olhava pra mim, especialmente quando eu me inclinava pra pegar alguma foto que caía no chão. A blusa social branca ficava mais aberta, mostrando o vale entre meus seios firmes e o sutiã de renda preta que eu usava por baixo.

Passaram uns 40 minutos e eu percebi que não era só “trocar o sistema”. Ele estava fazendo uma implantação completa, atualizando tudo, testando conexões, rodando backups… ia demorar pra caralho. Já eram quase 17h30, o expediente estava quase acabando e a loja já tinha fechado pras clientes. Estávamos só nós dois na empresa.

Eu peguei o celular, respirei fundo e liguei pro Hugo. Coloquei no viva-voz sem querer, porque minhas mãos estavam ocupadas com as fotos.
— Alô, amor? — atendi assim que ele atendeu.
A voz do Hugo saiu seca, cansada e um pouco irritada do outro lado:
— Fala, Paloma. Tô na reunião ainda.
— Amor, o Lucas tá aqui ainda mexendo no servidor. Ele falou que vai demorar mais um pouco, eu tô aqui esperando pra fechar tudo. Posso ir embora e deixar ele sozinho ou...
Hugo me cortou no meio da frase, grosso como sempre quando estava estressado:
— Não. Fica aí até ele acabar tudo. Não vai deixar o cara sozinho na empresa, porra. Qualquer coisa você me liga depois. Tô ocupado aqui.

E desligou sem nem se despedir direito. O silêncio que ficou foi pesado. Eu fiquei olhando pro celular, meio sem graça. Lucas, que estava ouvindo tudo pelo viva-voz.
— O Hugo é um cara bom pra caralho no que faz, mas quando tá no modo trabalho... vira esse bicho. Eu já trabalhei com ele em outros projetos. Ele manda e a gente obedece, né?

Eu soltei um suspiro e voltei a organizar as fotos na mesa grande. Lucas levantou da cadeira do servidor e veio caminhando devagar até onde eu estava. Parou do meu lado, bem perto, e começou a olhar as imagens impressas espalhadas.

Algumas fotos eram bem ousadas, com as modelos em poses sensuais, pernas abertas, olhares de quem tá louca pra ser comida.
Senti o corpo dele bem próximo. O cheiro dele era bom — uma mistura de perfume amadeirado e homem. Ele pegou uma das fotos com calma
— Caralho... que trabalho foda vocês fazem — murmurou ele. — Essas peças são absurdas.

Enquanto ele olhava as fotos, eu notei o volume na calça dele. A calça social preta que ele usava começou a marcar um pau bem grande, grosso, que estava claramente endurecendo. Ele tentou disfarçar, mudando o peso do corpo, mas era impossível não perceber. O pau dele tava latejando ali, empurrando o tecido.

Meu coração acelerou. Fazia semanas que eu não via o Hugo excitado daquele jeito por mim... e agora um estranho, na minha própria empresa, tava ficando de pau duro só de olhar umas fotos de lingerie.
Lucas continuou olhando as imagens, mas eu sentia que o olhar dele também voltava pra mim de vez em quando — pros meus seios firmes quase saltando da blusa aberta, pra minha bunda empinada dentro da calça justa.

Ele pegou outra foto, dessa vez uma modelo morena usando um conjunto vermelho bem safado, e falou com uma voz mais baixa, quase casual, mas cheia de indireta:

Lucas pegou outra foto, dessa vez uma modelo morena usando um conjunto vermelho bem safado, e falou com uma voz mais baixa, quase casual, mas cheia de indireta:
— Vermelho é a minha cor favorita, porra. Fica insano numa mulher. Imagina isso aqui no corpo certo...

Ele olhou direto pra mim, sem disfarçar mais. O pau dele já estava marcando forte na calça social preta, o volume grosso e longo empurrando o tecido de forma quase obscena.
Eu senti um calor subir pelo corpo inteiro. Fazia tempo que ninguém me olhava com aquela fome crua. Meu noivo estava estressado demais pra me comer direito, e agora esse nerd alto, quieto e bem-dotado estava ali, na minha empresa, com o pau latejando só de olhar as fotos e pra mim. Ele continuou apontando pra outra imagem:
— Por que você não tira foto pra empresa também, Paloma? Ia vender pra caralho.
Eu dei uma risadinha nervosa, sentindo as bochechas queimarem.
— Ah, o Hugo é muito ciumento. Ele nem aceita que eu pose pra propaganda. Diz que é só pra modelos, que eu sou só dele. Nem pensar em me mostrar pra cliente ou pra internet.
Lucas soltou uma risada baixa, rouca, e se aproximou mais um passo, o corpo quase colado no meu.
— Ciumento, hein? Mas deixa a mulher dele aqui sozinha com outro cara até tarde da noite... interessante.

O tesão de ser desejada daquele jeito me subiu forte. Meu noivo me tratando como funcionária, mandando eu ficar ali enquanto ele trabalhava, e agora esse homem me olhando como se quisesse me devorar. Eu respirei fundo, a voz saindo mais baixa e safada do que eu pretendia:
— Você... quer ver essa lingerie vermelha? Ao vivo?

Lucas não hesitou nem um segundo. Os olhos dele brilharam com uma mistura de surpresa e desejo bruto.
— Quero ver no teu corpo, Paloma. Não na foto. Quero ver como fica em você.

Eu fiquei confusa por um instante, o coração batendo na garganta. Sabia que estava pisando numa linha perigosa, mas o tesão estava mais forte que o juízo.
— É só pra você ver, tá? Sem ninguém saber. Isso fica entre nós. Promete?
— Prometo. Ninguém vai saber — ele respondeu

Eu fui até o estoque rápido. Escolhi o conjunto vermelho mais safado da nova coleção: sutiã meia-taça de renda transparente que mal segurava meus seios naturais firmes, e a calcinha fio-dental que sumia entre minha bunda empinada.

Voltei pro escritório. Lucas estava sentado no sofá que ficava no canto da sala. Quando me viu, ele abriu um sorriso lento e safado, os olhos descendo devagar pelo meu corpo.
— Caralho, Paloma... vem cá.Eu me aproximei e parei na frente dele, girando devagar pra mostrar tudo. Ele pegou o celular e, sem pedir, começou a tirar fotos.
— Olha só pra isso... que corpo gostoso da porra, o Hugo não sabe o tesouro que tem em casa, hein?

Ele me mostrou as fotos no celular. Eu realmente estava uma delícia naquela lingerie vermelha. O tecido fino marcava meus mamilos duros, a calcinha já estava molhada no meio.Não resisti mais.

Eu me ajoelhei entre as pernas dele, as mãos tremendo de tesão enquanto abria o cinto e o zíper da calça social. Quando puxei a cueca pra baixo, o pau dele saltou pra fora — grosso, venoso, bem maior que o do Hugo. A cabeça inchada brilhava de pré-gozo.
— Porra... que pau lindo — murmurei, já babando.

Sem pensar duas vezes, abri a boca e cai de boca nele. Engoli o máximo que consegui, chupando com fome, lambendo as bolas pesadas enquanto ele gemia baixo, segurando meu cabelo.
— Isso, sua safada... chupa o pau do amigo do teu noivo. O Hugo tá na reunião e a noivinha dele tá aqui mamando gostoso.

Depois de uns minutos chupando com vontade, ele me levantou, colocou minha calcinha vermelha de lado e me jogou no sofá do escritório. Abriu minhas pernas e meteu fundo na minha buceta molhada num só golpe.
— Aaaahh caralho! — gritei, sentindo ele me abrir toda.

Ele me comeu forte no sofá, segurando meus quadris, metendo fundo e rápido. Depois me virou de quatro, e me fodeu ainda mais gostoso, com a palma da mão batendo na minha bunda enquanto o pau grosso entrava e saía fazendo barulho molhado.
— Que buceta apertada, porra... melhor que eu imaginava. O Hugo deve tá louco pra te comer direito e não tá nem aí.

Eu gemia alto, sem vergonha, empinando mais a bunda pra ele:
— Mais forte... me come, Lucas... me fode enquanto meu noivo corno trabalha...

Ele me deu várias estocadas profundas, depois puxou o pau pra fora e me virou de frente novamente. Segurou meu cabelo e enfiou o pau na minha boca.
— Abre a boca, Paloma. Vou gozar.

Eu obedeci. Ele gozou forte, jatos grossos e quentes enchendo minha boca enquanto eu engolia tudo o que conseguia, o resto escorrendo pelo queixo e pingando nos meus seios.

Ficamos os dois ofegantes no sofá. Eu ainda de lingerie vermelha, agora toda bagunçada, com o gosto dele na boca. Lucas sorriu, passando o dedo no meu queixo sujo de porra:
— Isso aí... agora você sabe como é ser desejada de verdade. O Hugo que se foda com as reuniões dele.

Foto 1 do Conto erotico: MEU NOIVO FOI CORNO DEPOIS DO EXPEDIENTE

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Ficha do conto

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Nome do conto:
MEU NOIVO FOI CORNO DEPOIS DO EXPEDIENTE

Codigo do conto:
260067

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
22/04/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
5