Quando a campainha tocou, Mary caminhou entusiasmada até a porta e, ao abri-la, ficou sem palavras. A primeira que chegou, foi a Camila. Sua sobrinha mais nova estava diante dela, com seu corpo voluptuoso em pleno desenvolvimento. Seus cabelos negros e levemente ondulados caíam suavemente sobre os ombros, seus olhos castanhos claros brilhavam de excitação pela viagem, mas o que realmente chamou a atenção de Mary foram os seios daquela jovem de apenas dezoito anos. Eram grandes e perfeitos, firmes e curvilíneos, semelhantes aos de Juliana. Mary sentiu o coração disparar, uma onda de calor invadindo seu corpo ao perceber o quanto sua sobrinha havia mudado e se tornado tão idêntica à mãe, mulher com quem havia guardado tantos segredos.
— Oi, tia Mary! — disse Camila, com seu sorriso tímido e resplandecente. — Nossa, que lugar lindo, tia!
Mary tentou disfarçar o desconforto, sua mente voltando no tempo. Lembrava-se claramente de todo passado que teve com a irmã e das vezes em que viu Juliana amamentar Camila. Naquela época, algo incômodo e secreto a invadia, um desejo estranho de poder fazer aquilo também, de sentir a conexão íntima entre mãe e filha. E agora, diante dela, estava a mesma Camila, só que agora adulta, mais mulher, ostentando seios tão lindos quanto os de Juliana.
— Camila, você está... diferente — Mary mal conseguiu dizer, sua voz carregada de uma hesitação que não conseguia esconder. — Entre, filha.
Enquanto guiava a sobrinha pela casa, Mary tentava ignorar os impulsos que ressurgiam em sua mente. Cada vez que seus olhos pousavam nos seios volumosos de Camila, cobertos apenas por uma blusinha justa, memórias da amamentação voltavam com força. Tentando distrair a mente, Mary entrou no assunto:
— Porque os outros primos não vieram, Mila?
— Pois é, tia. A distância é longa demais e ficou mais difícil. Mas não sabem eles o quanto já estão perdendo desta cidade linda. Inclusive estou louca par irmos à praia.
— Sim, filha. Preparei a casa e todo um cronograma. Mas, infelizmente, somente você e a Sarah puderam estar aqui.
— Ela chega quando, tia? É só amanhã, mesmo? Podemos ir à praia antes dela chegar?
— Claro, Mila, organiza suas malas e vamos logo. — Mary entendeu que aquela seria uma ótima ideia. Afinal, precisava fazer alguma coisa para não ficar presa naquela casa apenas com a sobrinha, que parecia ter roubado o corpo da mãe. "Até a Sarah chegar amanhã, preciso me livrar destas ideias inconvenientes", pensou.
— Mila, você vai ficar neste quarto!
Camila sorriu animada.
— Tá bom, tia! Ah... a mamãe mandou um beijo enorme pra você. Ela disse que está com muita saudade.
Mary ficou pensativa. E enquanto via a sobrinha arrastando suas malas até o quarto de hóspedes, recordações, das mais simples às mais íntimas, mexeram com a sua cabeça.
A manhã passou rápido, enquanto as duas se atualizavam das novidades. Excitada, Camila alertou a tia, querendo ir o quanto antes, para o mar.
— Claro, princesa. Você trouxe as roupas?
— Sim, tia. Comprei biquínis novos, canga e toalha.
— E protetor solar, você trouxe? — Mary entrosava, já se livrando do impacto incestuoso e louco que sempre fervilhou em seu sangue.
— Sim, tia!
Quando as duas estavam prontas para sair, Mary quase se arrependeu da ideia. Ao ver Camila surgir em um biquíni minúsculo, com um decote que realçava ainda mais seus seios perfeitos e sua cintura fina, a tia sentiu o desejo se intensificar. Ela havia criado uma armadilha para si mesma. E agora, ali estava, dividida entre os pensamentos impróprios e o esforço de manter a compostura.
— Coloca o shortinho, Mila. Quando chegar à praia, você tira. — Porém, antes de enfrentar aquele sol escaldante, Mary se deparou com outro dilema:
— Mila, passa o protetor logo, antes de irmos. O sol está muito quente.
Tomada por uma tempestade de absurdos que rondavam sua mente, Mary sabia que não teria outra pessoa pra tocar em cada centímetro daquela pele jovem e macia.
— Passa aqui também, tia. Camila insistia para cobrir cada cantinho que Mary tentava se desvencilhar.
— Nos seios, você passa, Mila. Mary tremeu e suou ao perceber que seu biquíni ficou melado de um prazer inexplicável. tentando não associar a imagem da sobrinha, que ela tanto carregou no colo, com a da irmã, ordenou pra que a garota terminasse de passar o próprio filtro. E então desceram a pé até a praia. E o entusiasmo daquela menina a envolvia com uma imersão profunda.
Caminharam juntas pela areia quente até encontrarem um canto mais reservado. Mary observava discretamente a sobrinha, cujos olhos estavam deslumbrados com a vista do mar, mas seus próprios olhos não conseguiam deixar de admirar o corpo jovem e cheio de curvas que se movia à sua frente.
— Tia, vamos entrar?
— Vai lá, Mila. Aproveita enquanto vou armar a cadeira e estender a toalha. Depois eu entro.
Sentada na cadeira, com o sol queimando sua pele, Mary sentiu o corpo fervilhar de desejo. O suor escorria pelas suas costas e, sem pensar muito, suas mãos começaram a vaguear discretamente. E então, ali mesmo, com todas aquelas imagens na cabeça, Mary cedeu à luta. Aproveitando enquanto Camila se refrescava naquelas ondas macias, ela ajeitou o biquíni de ladinho, os dedos escorregando suavemente para dentro, começando a acariciar sua boceta rosada. Seus seios imploravam para também serem acariciados, e assim ela os atendeu. Um arrepio intenso e incontrolado a tomava naquele lugar vazio. Mas antes de perceber os primeiros espasmos, viu Camila sair da água em sua direção. E enquanto os olhos se fixavam nos seios fartos de Camila, que quase saltavam pra fora do biquíni, ela se encontrou diante da necessidade de frear seu auto prazer.
— Que delícia de água, tia! Vem entrar também, vem?
— Deixa a tia admirar o visual primeiro, princesa. — Mary interpelou, já sentindo seu cheiro subir dos próprios dedos.
E então Camila deitou na toalha colocada estrategicamente logo à sua frente. A jovem parecia distraída, admirando a imensidão do oceano, mas Mary, imersa em seu próprio prazer tentou novamente. Suas pernas se abriram ligeiramente, os dedos movendo-se com mais intensidade, enquanto ela mantinha os olhos fixos nas curvas de Camila. O biquíni de Mary já estava molhado de excitação, e ela não conseguia mais conter os movimentos cada vez mais acelerados. A vontade de sentir os seios da sobrinha, de tocá-los e explorá-los, tornava o desejo insuportável. Mary tentou manter o controle, respirando fundo e mordendo o lábio para abafar os gemidos, mas seu corpo estava à beira de um clímax. Aquele toque dissimulado, o atrito delicioso do biquíni contra seu clitóris, e o pensamento constante nos seios da sobrinha a levaram a um orgasmo intenso e avassalador. Seu corpo estremeceu, e ela apertou os lábios com força para conter o gemido, enquanto o prazer a dominava por completo. Camila, que ainda parecia alheia ao que acontecia, virou-se para Mary, sorrindo, seus olhos iluminados pela beleza da praia.
— Essa praia é incrível, tia!
Mary, ofegante, tentava se recompor, afastando a mão discretamente de dentro do biquíni, enquanto respondia com um sorriso tenso.
— É... sim, é linda.
O caminho de volta para casa foi tranquilo, mas Mary não conseguia afastar os pensamentos do que acabara de acontecer. Ela havia perdido o controle, e por mais que tentasse se convencer de que Camila não percebera nada, havia uma tensão no ar que era impossível ignorar. Ao chegarem em casa, o ambiente estava envolto por um silêncio estranho, quase desconfortável. Camila tomou um banho e logo que saiu foi a vez da tia. Mary se apressou em ir, na tentativa de esfriar a cabeça, mas sua mente não parava de girar em torno do que havia acontecido na praia. Enquanto a água fria escorria por seu corpo, Mary respirava fundo, tentando recuperar o controle. "Foi só um deslize," cochichou para si mesma. "Camila não percebeu, está tudo bem." Ela se enxugou rapidamente e vestiu uma camisola leve, pronta para fingir que o dia havia sido normal. Ao sair do banheiro, encontrou Camila na sala, sentada no sofá, o cabelo ainda um pouco úmido do banho que tomara após a praia. A jovem a olhou com um sorriso que Mary interpretou como inocente, mas algo no olhar de Camila parecia... diferente.
— Tia Mary... — Camila começou, sua voz baixa, hesitante. — Eu... acho que percebi algo na praia hoje. — Mary sentiu o coração parar por um segundo.
— O que... o que você quer dizer, Camila?
Ela tentou soar casual, mas sua voz saiu mais tensa do que esperava. Camila desviou o olhar, parecendo um pouco constrangida, mas sua voz ganhou confiança.
— Eu vi o que você estava fazendo. Na praia... Eu percebi quando você... se tocou. — As palavras saíram suaves, mas carregadas de uma tensão que fez o corpo de Mary estremecer. Por um momento, ficou paralisada. Seu coração batia forte no peito, e suas mãos tremiam.
— Camila, eu...
Ela não sabia o que dizer, as palavras se prendiam em sua garganta. Como poderia explicar aquilo? Mas então Camila fez algo inesperado. Ela se levantou do sofá, caminhando em direção à tia, os olhos castanhos agora fixos em Mary de uma maneira intensa e, para sua surpresa, não era de julgamento. Havia algo mais, algo que Mary não conseguia decifrar imediatamente.
— Tia, eu não me importo. — Camila disse suavemente. — Na verdade, eu... eu também senti algo hoje.— Ela corou, mordendo o lábio, e Mary observou com uma mistura de surpresa e desejo enquanto a jovem falava. — Eu sabia que você estava me observando, e eu gostei. Eu... gostei de provocar.
Mary engoliu em seco, o corpo inteiro tremendo com a revelação. Camila, sua doce e tímida sobrinha, estava admitindo que também havia se sentido atraída, que havia percebido e até incentivado as ações de Mary. Um calor denso se instalou entre elas, a tensão crescendo cada vez mais.
— Camila... eu...— Mary tentou falar, mas foi interrompida pela jovem, que se aproximou ainda mais, seus olhos fixos nos dela.
— Você sempre foi tão próxima da mamãe... eu sempre pensei que, de alguma forma, você cuidava de mim do jeito que ela cuidava,— Camila sussurrou, seus dedos traçando suavemente o braço de Mary. — Eu via o jeito que você olhava para mim quando eu era mais nova, e hoje... hoje eu entendi. — Mary sentiu o sangue fervilhar em suas veias. As palavras de Camila eram como faíscas acendendo algo que ela tentava manter enterrado há tanto tempo. O desejo proibido que sempre sentira por Juliana, e agora, sua sobrinha, havia finalmente se revelado, e ela não sabia mais como controlar aquilo.
Camila se aproximou ainda mais, os seios pressionando suavemente contra o corpo de Mary. — Eu sempre fui curiosa... E hoje... eu quero mais, tia.
Mary respirou fundo, o corpo inteiro em chamas. A tensão entre elas era palpável e, antes que pudesse se conter, seus dedos se moveram por conta própria, traçando o contorno dos seios de Camila sobre a blusinha fina. A jovem fechou os olhos, soltando um suspiro suave de excitação.
— Ai, tia...
O desejo incontrolável que Mary tentava ignorar durante todo o dia explodiu dentro dela. Ela deslizou a mão sob a blusa da sobrinha, sentindo a pele macia e quente. Camila arfou, inclinando-se para Mary, pressionando-se ainda mais contra ela. E então, sem mais hesitação, seus lábios finalmente se encontraram em um beijo suave e repleto de desejo. As duas caíram no sofá, e Mary, agora completamente dominada pelo desejo, começou a beijar o pescoço de Camila, enquanto suas mãos se moviam para os seios volumosos da jovem, acariciando-os com avidez.
— Eu sempre quis... amamentar você...— Mary murmurou contra a pele da sobrinha, suas palavras entrecortadas pelo prazer crescente. —Sempre quis sentir você dessa forma.
Mary estava nervosa. Camila estava deslumbrante. E Mary não conseguia tirar os olhos dos seus seios volumosos que balançavam a cada movimento, convidando, provocando. Uma mistura perigosa de desejo e fascínio tomou conta daquela dama, que sabia que tal loucura não tinha mais volta. A jovem olhou para cima, seus olhos grandes e curiosos fixos nos de Mary. Não havia palavras suficientes para descrever a tensão que se formava no ar.
— Você é linda, Mila. Sabia? — As palavras saíram da boca de Mary antes que ela pudesse se conter. Sua mão deslizando devagar até alcançar o tecido fino que cobria o busto da jovem. Camila mordeu levemente o lábio inferior. A respiração acelerada entregava seu estado de excitação. Os olhos de Mary estavam fixos em seus seios volumosos, perfeitamente moldados pelo vestido, os mamilos duros, visíveis através do tecido fino. Mary puxou o tecido delicadamente, revelando aos poucos os seios daquela menina-mulher, a pele rosada contrastando com o branco do vestido. Camila suspirou quando os dedos experientes de Mary tocaram seus mamilos sensíveis. Era como se cada toque acendesse uma chama dentro dela. A jovem ofegou, o corpo tremendo sob o toque da tia. Mary inclinou-se, sua boca encontrando um dos mamilos, sugando-o gentilmente, sentindo o gosto doce da pele intocada de Camila. Ela gemeu baixinho, se arqueando em resposta ao beijo da tia. As mãos da jovem, sem saber ao certo como agir, começaram a explorar o corpo da sua dona, encontrando os seios fartos e macios de Mary por debaixo da camisola de cetim. Camila não resistiu em agarrá-los com força, sentindo o peso deles em suas mãos, os mamilos rijos pressionando contra suas palmas.
— Tia, seus seios... são tão lindos... — Camila sussurrou entre suspiros, seu corpo inteiro fervendo de desejo. Mary sorriu maliciosamente ao ouvir isso, puxando sua camisola para cima e revelando seu busto por completo. Seus mamilos estavam entumecidos, implorando por atenção.
— Toca, Camila... sente eles...— Mary gemeu, guiando as mãos da jovem. Camila não hesitou, esfregando e apertando, perdendo-se no prazer de tocar a mulher que agora se entregava completamente.
— Posso beijá-los, tia? — Aquelas palavras cortaram o âmago daquela mulher como uma espada afiada. Aquela combinação de palavras causaram um arrepio que trouxe Mary à beira de um orgasmo que nunca experimentara antes. E o beijo veio...
— AAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!
E as duas imergiram naquele momento, mãos e bocas explorando os seios, chupando, apertando, sentindo o gosto e o cheiro. O calor entre as pernas de ambas se tornava insuportável. As respirações se tornavam mais rápidas, entrecortadas por suspiros e gemidos abafados. A sala parecia ter parado no tempo, preenchido pelo calor dos seus corpos. Os seios inchados de desejo, os mamilos rijos e sensíveis, cada toque enviando prazer absoluto. Mary, com um olhar lascivo, segurou firme a cintura de Camila, puxando a jovem para si, colando os corpos um contra o outro. Os seios se pressionaram, macios e quentes, os mamilos túrgidos esfregando-se deliciosamente. O atrito era o bastante para arrancar gemidos profundos, enquanto as mãos de Camila exploravam o corpo da tia, deslizando pelas costas e coxas, querendo mais, precisando de mais.
— Eu nunca senti algo assim, tia — Camila sussurrou, quase sem ar, sua boca entreaberta buscando os lábios de Mary, os olhos fechados de prazer.
Mary, completamente entregue, guiou a mão de Camila para entre suas pernas, o tecido já completamente ensopado de excitação. — Toca aqui, Mila... sente o quanto eu te quero, filha — ela balbuciou entre beijos úmidos e profundos, sua voz carregada de desejo incontrolável. Camila não hesitou; os dedos ágeis da jovem encontraram o centro quente e molhado de Mary, sentindo a excitação pulsar ali. Mary arqueou o corpo para trás, mordendo o lábio, o prazer se espalhando por cada centímetro de seu ser. Os dedos de Camila exploravam, deslizavam, enquanto Mary soltava gemidos baixos e roucos — "aaaaaaiiiiii!" — cada movimento acelerando o ritmo entre elas. Sem conseguir resistir mais, Mary deslizou uma das mãos para dentro da calcinha de Camila
— Mila, você ainda é?
Com um olhar lânguido e transbordando não somente prazer, mas toda uma conexão incestuosa, a jovem entendeu a pergunta e sussurrou ingênua:
— Sou, sim, tia...
Os dedos de Mary logo encontraram aquela bocetinha melada e quente, pulsante de desejo. O toque firme e preciso fez com que Camila soltasse um gemido alto, o corpo inteiro tremendo ao sentir os dedos da tia acariciando seu clitóris entumecido, escorregando na umidade que escorria de sua boceta.
— Eu... eu vou... não consigo parar — Camila gemeu, seus dedos acelerando dentro de Mary enquanto a tia pressionava seu clitóris com movimentos circulares. As duas estavam completamente imersas no prazer, os corpos suados, quentes, colados um ao outro.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!!
E gozaram juntas. O Clímax chegou como uma represa se rompendo, revelando conexões que somente um incesto lésbico consegue proporcionar. Mary sentiu o corpo estremecer, suas coxas chacoalhando incontrolavelmente enquanto o prazer explodia dentro dela. Seus gemidos eram profundos, intensos, o corpo inteiro reagindo à maneira como Camila a preenchia com os dedos. Os músculos internos se contraíram, e ela se desfez em um orgasmo puro, molhando os dedos da sobrinha.
Camila, perdida na intensidade do momento, também sentiu seu corpo explodir em prazer. O clitóris entumecido sob os dedos de Mary se contraiu violentamente, o prazer surgindo em ondas que tomavam conta de cada parte do seu corpo. Ela agarrou o corpo da tia com força, suas pernas tremendo, e deixou que o orgasmo a guiasse, gritando o nome de Mary enquanto se desmanchava de prazer
— AAAAAAAAAAIIIIII TTTTIIIIIAAAAAAAA MAAARRRYYYYYY!!!
E então as duas se desfaleceram, uma no colo da outra. E enquanto ainda permaneciam conectadas por corpo, alma e mente, Camila sussurrou sem forças:
— A Mamãe me contou tudo, tia.
E, naquela noite, Mary fez mais um segredo.
