Eu gosto de muitas coisas. Algumas bem incomuns, outras perturbadoras e situações que são cotidianas na vida de qualquer pessoa.
Sou uma mulher pequena, que não atrai olhares e que passa batida na multidão. Eu sei a minha dimensão. Eu sei o que quero. E isso pode envolver dominação ou submissão.
Qualquer pessoa pode ligar um dos dois modos. A dominante que encontra mais confiança em fazer isso com homens e a submissa, com mulheres. Mas isso não é uma regra rígida. Até porque não tive muitas experiencias reais e físicas.
Você pode me enganar, pode quebrar minhas regras, mas se você se comprometeu a ser minha pessoa submissa, o nosso trato não se limita a este mundo. Eu quero respeito, confiança e lealdade, mas isso só se encontra se o outro lado assim o faz.
Por isso, se está num degrau abaixo e aceitou minha coleira por tempo indeterminado e me "scaneia" neste mundo. Teremos uma eternidade para lhe castigar das formas mais intensas e profundas que forem possíveis.
A escolha é totalmente de quem se curva a mim. No começo, quando assim o quis, cumpriu a liturgia, foi avisado de tudo e aceitou conscientemente e depois, quando já com a coleira decidiu mentir ou obedecer plenamente.
Quer o calor do chicote apenas neste mundo ou por toda a eternidade?
Ah! E sobre ser a submissa, a cada dia parece que esse lado tem diminuído. Será?