Me chamo Eduardo, morava em uma casa com um quintal grande e com bastante plantação (árvores), fazia divisa com a igreja da cidade. A parede dos fundos da igreja ficava exatamente colada com a cerca de arame. O padre Juca, um homem de +- 65 anos, vinha apenas nas terças-feiras; sábados e domingos celebrar missas, e ele tinha um cômodo nos fundos da igreja onde ele costumava dormir antes de voltar pra sua cidade. Meu colega Elias, passou a trazer escondido revistas de mulheres peladas que seu pai colecionava, pra gente ficar folheando vendo aquelas fotos de bucetas e bundas que nos deixavam de pau duro. Escondidos atrás das árvores, no início ficávamos tocando punheta até gozar, mas logo começamos a meter na bundinha um do outro. Só que, jamais poderíamos imaginar que o padre do segundo andar da igreja andou nos espiando por um pequeno basculante de entrada de ar. Certo dia o Elias estava grudado na minha bunda socando seu pau no meu rabo, quando sorrateiramente o padre apareceu bem do nosso lado. - Bonito hein?... Só sei que Elias tirou seu pau da minha bunda e correu desesperado, e eu ao tentar correr com a bermuda arriada, levei um tombo com o padre vindo me levantar e me ajudar a suspender minha roupa. Sem saber o que falar, só ouvi ele me dizendo que eu e o Elias precisávamos nos confessar, pois estávamos cometendo um grande pecado... A revista ficou lá jogada no chão. De famílias muito religiosas, normalmente a gente se confessava, mas lógico que a gente não contava sobre o que fazíamos um com o outro. Passado alguns dias, fui até a padaria comprar pães pra minha mãe e dei de cara com o padre que simplesmente me disse que, se caso eu e meu amigo não fossemos confessar, ele ia contar pros nossos pais o que ele tinha visto. Minhas pernas tremeram na hora, e rapidamente procurei o Elias pra lhe contar e decidimos ir ao confessionário (antigamente era o que todos os cristãos faziam). Logo que ajoelhei, ele me reconhecendo pela janelinha me fez contar com as minhas palavras o que ele já sabia. Falei das revistas de mulheres peladas, das punhetas e depois passamos a fazer troca-troca. Elias ao confessar, o padre disse que era pra ele ir buscar no dia seguinte a revista que ele tinha guardado. Elias me chamou pra ir com ele, e ao entrarmos na igreja o padre trancou a porta e nos levou até o seu aposento, e além de devolver a revista nos mostrou outras que ele tinha dentro de sua mala de viagem. Eram revistas americanas, umas de mulheres nuas e outras de homens também pelados com seus enormes cacetes. Curiosos ficamos folheando as revistas até que levantei os olhos vendo o padre Juca vindo nu da cintura pra baixo, com seu pinto duro. Eu e o Elias levamos um susto, mas o padre nos convenceu que não era para termos medo, pois ele jamais ia contar nada para nossos pais e só queria brincar um pouco. O cacete do padre tinha um tamanho normal, mas era bonito e tinha uma cabeça rosada e brilhosa. Nos fez alisar seu pau por alguns instantes, e depois pediu pra tirarmos nossas roupas. Fiquei um pouco constrangido, mas vendo o Elias tirar, também tirei. Eu e o Elias só dávamos a bunda um pro outro, mas o padre pediu pro Elias abrir a boca e chupar seu pau, e Elias começou a mamar e fui percebendo que ele estava gostando. Quando o padre tirou da boca do Elias e pediu pra eu também chupar um pouquinho, muito sem jeito comecei, mas logo também estava gostando de chupar aquele pau roliço e duro, que em pouco também senti ele soltar um jato de porra que bateu na minha garganta me fazendo engasgar, e quando soltei recebi o resto do seu gozo todo no meu rosto sujando até meus cabelos. Padre Juca me levou até o seu banheiro pra que eu pudesse me limpar, mas quando entrei embaixo do chuveiro ele rapidamente tirou a camisa que ainda usava e entrou chamando o Elias para que viesse se juntar a nós. Não demorou para estarmos todo à vontade com o padre, que rindo passava a bucha pelos nossos corpos e nós também passávamos pelo seu corpo como se fossemos 3 crianças embaixo do chuveiro. Padre Juca foi ficando novamente de pau duro e nos fez voltar a alisar seu cacete. Puxou o Elias e simplesmente começou a lhe beijar na boca surpreendendo meu amigo que tentou se livrar daquele abraço, mas foi aos poucos relaxando e aceitando o beijo, até que o padre lhe soltou. - Agora deixa comer sua bundinha, deixa? E Elias virou a bunda pra ele, se apoiou na parede arrebitando a bundinha... O padre encostou e foi empurrando tudo com força que Elias chegou a gemer alto. - Haaaaaahhhhh! Haaaahhhhhh! Devagar padre! Devagar!!!! Fiquei só assistindo o padre socar a pica no rabo do meu amigo que passei a ter a vontade de também dar a bunda. Assim que o padre gozou na bunda do Elias e vendo que ele também estava de pau duro, foi minha vez de pedir para que o Elias comesse minha bunda. Eu ali também me apoiando na parede fui sentindo a pica do meu amigo entrando e o padre puxando meu rosto pra também me beijar na boca. Eu e Elias continuamos a nos encontrar no fundo do quintal, só que com mais vontade de nos beijar na boca e também mamar no pau um do outro. Principalmente nos domingos na parte da manhã, o padre ficava nos esperando na igreja pra irmos pro seu quartinho onde ficamos os três pelados, mamando, dando a bunda pro padre que muitas vezes nos colocava de quatro um do lado do outro, pra enfiar na bunda de um, meter bastante, tirar e socar na bunda do outro. Em quem o padre chegasse a gozar na bunda, era quem ia comer a bunda do outro até também gozar. Crescemos, arrumei uma namorada de nome Elizabeth que era bastante putinha e fazia também de tudo: chupava, adorava levar pica na bucetinha e na bunda. Nos casamos, mas continuei dando a bunda pro meu amigo Elias. Tempos depois descobri que ele andava comendo também minha mulher. Abrimos o jogo e hoje vivemos os três juntos, com Elizabeth tendo dois machos na cama com ela, já sabendo que eu e o Elias também gostamos de dar a bunda.
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