Desde pequeno meu corpo foi se transformando num corpo feminino, até com peitinhos. Fui crescendo com uma silhueta magra, a ponto dos meus pais me levarem a alguns clínicos, sem conseguir um diagnóstico preciso... Apenas que eu tinha problemas hormonais. Minha mãe que desejava uma filha, foi me transformando em um travesti. Minhas roupas passaram a ser de meninas, e o problema era que eu gostava. Meu pai também foi se acostumando e até passou a me chamar de filha. Nos meus 16 anos, meu pai descobriu que minha mãe o estava traindo com o dono da firma onde ela trabalhava, e depois de alguns flagrantes filmados pelo meu próprio pai, eles entrando mais de uma vez em um motel. Acabou que minha mãe por conta própria resolveu assumir sair de casa e ir morar com o seu amante, que também estava se separando da esposa. Foi um trauma para meu pai, que só não pirou de vez porque resolvi lhe dar todo apoio possível. Passei a cuidar da casa e dele, pois minha mãe sempre me ensinou as tarefas de limpar uma casa e de até cozinhar o básico pra sobreviver. O problema é que ele passou a beber pra afogar as mágoas, e algumas vezes chegava em casa um pouco acima do normal. Mas nunca chegou a perder a consciência. Normalmente eu tinha que separar suas roupas, toalha e pedir pra ele ir tomar seu banho antes de lhe servir o jantar ou um lanche. Um dia que ele foi pro banho, ao passar pelo corredor e vendo a porta do banheiro aberta resolvi dar uma olhada só pra ver se estava tudo bem. Foi a primeira vez que vi meu pai pelado, pois ele mantinha a cortina do box toda aberta. Só cheguei na porta. - Está tudo bem, pai? Primeiro ele levou um susto e instintivamente cobriu seu bilau. - Está tudo bem, Tina (meu apelido)!... Minha vontade foi de ficar ali mais tempo pra ver seu bilau já que o vi muito rapidamente. Fui pra cozinha, e quando ele entrou me abraçou por trás me dando um beijo no rosto. - Desculpa filha, por ter deixado a porta do banheiro aberta. - Ué, qual o problema? - É que você me viu pelado, né? - Continuo não vendo problema nenhum! Acho que depois desse dia, meu pai foi ficando mais liberal comigo, a ponto de quase sempre no banho deixar a porta aberta. Eu passava, mas nem me atrevia a entrar mesmo com minha curiosidade quase me matando. Até o dia que ele me percebeu passando em frente ao banheiro, me chamou, e eu chegando na porta ele escancarou a cortina do box me deixando vê-lo de frente por completo. - Você esqueceu de deixar a toalha, filha!... - Desculpe pai, vou buscar!... Voltei com a toalha e ele simplesmente estava parado fora do box me esperando. Aí sim, consegui ver seu pinto que foi ficando duro na minha frente... Era grande e bastante grosso. Fui procurando ser mais normal possível, com ele pegando a toalha da minha mão e começando a se secar... Ainda fiquei ali dentro por pelo menos uns 2 minutos, e antes de sair vi que seu pau além de grosso tinha algumas veias salientes. Passei a sentir tesão pelo meu pai, e fui percebendo também que ele a cada dia que passava ficava mais à vontade na minha frente. Até no seu quarto trocando de roupa ele não fechava a porta e me deixava muitas vezes vê-lo pelado com aquela sua enorme piroca balançando entre suas pernas, e outras vezes dura e reta. Até que um dia, vendo-o peladão andando dentro do seu quarto de um lado pro outro, me chamou pra perguntar sobre uma determinada bermuda. Entrei no seu quarto e fui até seu armário abrindo as gavetas até achar a tal bermuda. - Aqui pai, é essa? Ele com aquela piroca imensa bem pertinho de mim, pegou a bermuda e abrindo os braços. - Vem aqui dar um abraço do seu pai, vem! Nos abraçamos com seu pau meio de lado pressionando minha barriga, e não demorou pra sentir suas mãos descendo pelas minhas costas até chegarem na minha bunda alisando-as por cima do tecido do short. Um pouco nervosa, levei a mão segurando seu pau, mas rapidamente soltando. - Pode segurar filha, é gostoso!... Quando voltei a segurar, senti suas mãos entrando por dentro do meu short indo apalpar diretamente minhas nádegas. - Pai?????? - Você quer filha? - Acho que eu quero sim pai, mas estou com um pouco de medo! Ele soltando minha bunda pra segurar meu rosto e lascar um beijinho de leve na minha boca. - Não precisa ter medo, ok? - Mas o seu é muito grosso! - Se doer, você fala que eu paro! - Tá bom!... Me ajudou a ficar peladinha, me mandou ficar de quatro sobre sua cama e molhando a ponta do seu pau com saliva veio encostando no meu cuzinho. - Pode ir filha?... - Pode!... De repente senti aquela tora arregaçando meu cuzinho, mas apesar da dor fui aguentando. Mas ele não chegou a enfiar tudo, e após ficar parado por um tempinho começou a puxar pra trás e enfiar novamente. Fui sentindo um prazer tão grande dando a bundinha pro meu pai, que mesmo antes dele gozar dentro da minha bunda, tive que pegar meu short pra também gozar. Fui me limpar e um pouco envergonhada fui pro meu quarto me jogando sobre a cama. Não demorou pra ele aparecer na porta do meu quarto ainda peladão, deitar do meu lado, me puxar e começar a me beijar na boca como se eu fosse realmente uma mulher. Menos de uma hora depois ele estava novamente socando seu pauzão no meu cuzinho ainda ardido. A pedido dele, passei a esperá-lo todos os dias pra gente tomar banho junto. Ele me ensinou a chupar seu pau que meu cabia na minha boca, e a me comer muitas vezes ali mesmo dentro do banheiro... Aprendi também, ele sentado em algum lugar eu sentar em cima do seu pau duro e ficar cavalgando até ele gozar... Algumas vezes eu gozava junto.
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