Depois de ler vários contos, resolvi escrever algo que aconteceu entre eu e minha filha Neuza. Neuza desde pequena não gostava de usar roupas colantes, e eu sabia qual era o motivo, pois minha esposa chegou a comentar comigo. Ela tinha uma vagina muito saliente, que marcava suas roupas um pouco mais justas que usava somente dentro de casa. E ela também tinha uma mania que deixava eu e sua mãe preocupados; de querer apostar tudo que tinha oportunidade. Antes por brincadeiras no colégio, chegava a perder ou a ganhar pequenos objetos escolares por apostar alguma coisa com seus coleguinhas: caneta; lápis; borracha etc. Chegamos a receber reclamações da diretoria do colégio, e tentávamos corrigi-la pra evitar de acontecer novamente. Mas, não demorava pra novamente acontecer e sermos notificados. Certa vez eu é que tive que ir conversar com a diretora, que ficou constrangida em me contar o ocorrido, mas solicitou que arrumássemos outro colégio para matriculá-la. Fiquei arrasado tendo a certeza de devia ter sido algo muito sério. Neuza chorava copiosamente, e no carro ainda no estacionamento do colégio exigi que ela me contasse o que aconteceu. Sempre me pedindo desculpas, disse que flagraram ela junto com um garoto dentro uma construção nos fundos do colégio. Perguntei se ela estava fazendo sexo com o garoto, e notando que ela tentava esconder algo novamente exigi que ela me contasse a verdade, falando até em proibir dela estudar em qualquer outro colégio. Depois de lhe fazer várias ameaças de castigos e proibições, acabou confessando que tinha perdido uma aposta com um garoto e teve que chupar o pinto dele e foram flagrados, me pedindo pelo amor de Deus não contar pra ninguém, principalmente para sua mãe. Fiquei de boca aberta ouvindo aquele relato, já imaginando os tipos de apostas que deve ter feito com o seu primeiro namoradinho que durou apenas 3 ou 4 meses. Ela foi estudar em outro colégio, e conversei muito sobre aquela sua mania, pedindo pra tomar cuidado, pois caso ela criasse algum problema novamente eu não ia arrumar outro colégio. Passei a ter mais presença com ela, até buscando-a no colégio quando o horário me permitia. E foi num desses dias, que ela ao entrar no carro se descuidou me deixando perceber que estava sem calcinha. Dirigindo resolvi ser bem direto, questionando dela estar sem calcinha. Neuza ficou toda atrapalhada, e mais uma vez ela foi obrigada a confessar que não tinha sido nenhuma aposta, apenas uma brincadeira feita com uma colega dela passar o dia todo dentro do colégio sem a calcinha... Estava claro que era algum tipo de aposta. - E alguém chegou a ver? - Acho que não! Tomei cuidado pra não aparecer nada!... Quando perguntei onde estava a calcinha, ela disse que tinha ficado com a colega que só ia devolver no dia seguinte. Estávamos quase chegando em casa, quando perguntei se ela teria coragem de deixar seu pai vê-la sem calcinha. - Mas você não disse que viu? - Mas foi muito rápido! Quando entrei com o carro na garagem. - Você quer que eu mostre agora; ou lá dentro de casa? Sabendo que minha esposa estava em casa. - Quer mostrar agora um pouquinho? E ela demonstrando que estava um pouquinho nervosa e ansiosa, puxou a saia me deixando ver aquela bucetinha lisinha e volumosa. Tive vontade de colocar a mão, mas me segurei pra não a deixar mais nervosa. Tive que explicar novamente sobre ela ter cuidado com algum tipo de aposta e muito menos se expor na frente de pessoas pra que ela não tivesse mais problemas principalmente dentro do colégio, e que comigo ela podia falar e perguntar qualquer coisa sem precisar ter vergonha. Passei a olhar suas notas e ao dizer que ela tinha que melhorar em pelo menos três matérias, Neuza sem querer fez uma pergunta: - “quer apostar comigo que nas próximas provas eu melhoro todas as notas?”. Mais uma vez falei sobre apostas, e ela: - Desculpa pai, foi sem querer! Acabei tendo uma ideia e falei que comigo ela podia apostar, e ela abriu um sorriso perguntando o que íamos apostar, e acabou acontecendo algo bastante fora do normal entre um pai e uma filha... No fundo queria tirar proveito daquela situação. - Você vai ter que pagar “peitinho” pra mim! - Kkkkkkkk! E se eu ganhar você paga “pau”; pode ser? - Ok! Mas só não pode falar para ninguém! E os dias foram passando e eu sempre perguntando se ela estava conseguindo não fazer nenhuma aposta com seus coleguinhas, e ela rindo dizia que estava, mas que a aposta que ela tinha feito comigo continua valendo. Na semana seguinte, acho que ela aproveitou de estar sozinha comigo em casa pra me mostrar suas novas notas no boletim, onde apareciam todas as notas azuis. - Parabéns filha! Mas tem que continuar estudando, combinado? - E a nossa aposta? - Tá! Mas você vai querer que eu pague, mesmo? - Prometo que ninguém vai saber!... Pedi pra ela virar o rosto pro outro lado e fui abrindo a calça pra puxar meu pau pra fora que foi ficando rapidamente duro, e quando disse que podia olhar, ela virou. - Nossa pai, é grande né? Lógico que em comparação ao seu ex-namoradinho e do garoto que ela chupou dentro do colégio o meu realmente devia ser grande. Eu já imaginava que minha filha era bem safadinha e que gostava de fazer algumas coisas proibidas, mas levei um susto quando ela segurou meu pau e começou a fazer carinho olhando pro meu rosto e sorrindo. - Quer fazer igual você fez com o garoto lá no colégio? Sem largar meu pau e continuando a olhar pra mim. - O quê? - Chupar!... Fui descobrindo que minha filhinha era bastante putinha, quando ela sem pestanejar fui com a boquinha lambendo e chupando a cabeça da minha piroca antes de colocar alguns centímetros dentro da boca e fazer o melhor boquete que tive na minha vida... A safadinha sabia o que estava fazendo. - Oooooooh fiiiiiiilha! Oooohhhhhh! Ela só parou pra novamente me olhar. - Tá gostando paizinho? - Muuuuuito! Continua! Só que quando senti que o gozo estava vindo, pedi pra ela parar e correr pro banheiro e gozar dentro do vaso. Voltei e ela ainda sentada me olhando com aquela carinha de sem-vergonha. - Se quiser eu pago “peitinho” pra você, quer? Eu sabendo que minha esposa ia demorar pelo menos umas 3 horas pra voltar pra casa, falei pra Neuza irmos pro seu quarto. No quarto ela não hesitou em suspender sua blusa me mostrando seus lindos pequenos peitinhos. Apalpei, mas não resisti em levar a boca começando a chupar. - Aaaaahhhh! Aaaahhhh! Que gostoso pai!... Um fogo foi tomando conta do meu corpo, com meu pau voltando a ficar duro. - Deixa o papai tirar o seu short? - Pode! Mas estou sem calcinha por baixo! Fui percebendo que minha filha gostava de uma putaria. Arranquei seu short vendo novamente aquela maravilhosa buceta inchada. Primeiro passei o dedo que ficou todo molhado com seu líquido vaginal, e sem perder tempo cai de boca e comecei a chupar aquela gostosura de rachadinha, fazendo Neuzinha se debater na cama pressionando suas coxas no meu rosto. - Aaaaahhhh! Aaaaahhhh! Vai pai! Vaaaiiiii!... Mas passados somente uns 2 minutos ela começou a gritar. - Vem pai, vem! Mete na minha buceta, mete!.... Naquele momento, com ela mesma pedindo tive certeza de que minha filhinha já não era mais virgem. Com minha cabeça a mil por hora, na posição de papai e mamãe (filha), encostei meu pau duro e fui forçando e sentindo a penetração. - Aaaaaiiii! Aaaaiiiii! Continua pai! Continua! Só não goza! Só não goza!... Era exatamente aquele meu medo... Passei a socar com força, com ela gritando de prazer. - Mais! Maaaaiiiiisssss!!!! Vou gozar pai! Vou goooozaaaarrrrr!!!!! Ainda dei mais algumas bombadas antes de tirar e gozar um pouquinho acima da sua bucetinha. Depois desse dia, tanto eu quando Neuzinha sabíamos que tínhamos que tomar cuidado, e só fazíamos alguma coisa quando a gente tinha certeza de que não íamos ser flagrados. A safadinha passou a gostar de chupar meu pau, e eu a chupar sua bucetinha carnuda. Um dia pedi pra ela deixar na bundinha, e a putinha nem argumentou... Só ficou de quatro sobre sua cama com a bundinha empinada, pedindo primeira meter na sua xana pra ela gozar e depois enfiar no seu cuzinho. Novamente enfiei o pau na bucetinha e comecei a meter com bastante força pra que ele gozasse rápido. E assim que ela gozou, tirei da sua buceta e fui logo enfiando no seu cuzinho apertadinho. Ela reclamou um pouco, mas aguentou tudo e ainda rebolou no meu pau até eu gozar dentro da sua bundinha. Minha filha foi minha amante por alguns anos, até ela se casar. Graças de Deus, hoje ela é muito bem-casada... Só não sei se ela é fiel ao marido.
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