Quem tem Canetas Hidrográficas Coloridas não precisa se vestir.
Eu me olhei no espelho antes de sair. Pedi para um conhecido pintar em meu corpo, usando canetas hidrográficas permanentes que não saíam com água, uma blusa lilás que terminava logo acima do umbigo, deixando minha barriga nua e exposta, e uma bermuda verde. Essa pintura era para simular uma roupa. A ilusão era fascinante; de longe, eu parecia vestida. Mas a realidade era que eu sentia cada corrente de ar, cada olhar, cada partícula de poeira tocando minha pele. Para completar o contraste, eu usava apenas meus óculos de grau, meias brancas e tênis esportivos. Saí de casa sentindo o tesão me atingir como um raio. Eu estava peladona no meio da cidade, fingindo que a pintura na minha pele eram roupas. O primeiro lugar que visitei foi um Hall de um Prédio Comercial (Meio-dia) O contraste era violento. O hall era repleto de homens de terno e maletas. Eu caminhei com a confiança de quem domina o ambiente, sentindo meus bicos endurecerem sob proteção visual da tinta que simulava a blusa. Um executivo, com um terno cinza impecável, parou ao meu lado enquanto esperava o elevador. Ele me olhou de cima a baixo, com um cinismo letárgico. — Isso é só tinta, não é? Você está completamente pelada — comentou. — É sim, é só tinta — respondi, descarada, sustentando o olhar enquanto sentia meu rosto arder de vergonha. — Mas ninguém percebe, é como se eu estivesse vestida. Você pode até tocar que vai ver que parece uma roupa de verdade. Ele sorriu e, com a naturalidade de quem toca um tecido, deslizou a ponta dos dedos delicadamente pelas minhas tetas, alisando minha pele pintada. — Nossa, essa roupa é muito macia... — ele sussurrou. — Essa tinta sai se molhar? Se inclinou e lambeu meu bico, longamente, com a língua quente, ignorando completamente o fato de que estávamos em um ambiente corporativo. Ele desceu a mão suavemente para minha buceta, que estava pintada para parecer a região da bermuda. Com um movimento cínico, ele inseriu apenas um dedo. — Agora vou testar se essa bermuda parece roupa de verdade— disse ele, começando um movimento de vai e vem rítmico. A sensação de ser masturbada descaradamente, enquanto as pessoas passavam por nós totalmente vestidas, me fez perder o chão. Gozei violentamente, sentindo minha lubrificação escorrendo sobre a bermuda feita de tinta. Depois que gozei ele simplesmente retirou a mão com indiferença e entrou no elevador, me deixando ali largada, morrendo de vergonha, culpa e arrependimento. Depois disso caminhei lentamente com as pernas bambas até uma Praça de Alimentação de Shopping Eu ainda estava vibrando. Caminhei até o shopping, onde a multidão era imensa. Sentei-me em uma mesa de plástico, sentindo minha bunda nua entrar em contato com o material frio. Um homem que comia ao lado, totalmente vestido com jeans e camisa polo, me encarou. — Você é louca? Vir para um shopping assim, só com tinta no corpo? É para parecer uma roupa? Se for você está perdida, porque o desenho está muito mal feito — ele perguntou, com um deboche cortante. Da para perceber nitidamente que você está pelada. — Sou louca sim — respondi, rindo de vergonha. — E adoro como essa pintura mal feita faz eu me sentir pelada. Ele riu e, fingindo querer "sentir o tecido", deslizou a mão por baixo da mesa. Seus dedos encontraram minha buceta encharcada. — Nossa, essa bermuda está ficando úmida... Parece até que você está pelada — ele sussurrou, começando a masturbar meu clitóris com movimentos rápidos e descarados. Eu estava ali, com centenas de pessoas ao redor, enquanto eu era masturbada por um estranho sob a mesa. O contraste entre a minha nudez "pintada" e a normalidade vestida dos outros disparou meu segundo orgasmo. Tive um orgasmo longo e intenso, que me obrigou a soltar gemidos escandalosos na frente de todos. Ainda mole por ter acabado de gozar, andei lentamente e me contorcendo toda de vergonha, mas tentando disfarçar, até Uma Estação de Ônibus Movimentada. A tarde caía e eu estava em um estado de luxúria incontrolável. Na estação, encostei-me em um poste de metal. Um homem que fumava ao lado, vestido com um casaco pesado, me observou. — Essa bermuda é bem desenhada, mas não esconde nada do que você está sentindo agora — ele disse, notando minha respiração ofegante. — É a minha roupa favorita — respondi, sentindo meu clitóris pulsar. — Sinto-me tão elegante com essa roupa... Ele se aproximou e, com um cinismo absoluto, começou a lamber meus bicos, um por um, enquanto comentava: — Estou lambendo só para ver se essa tinta é boa. Essa tinta não sai nem se eu lamber... — Ele então desceu a mão e, com a ponta dos dedos, começou a brincar com meus pequenos lábios. — Deixa eu ver se a tinta dessa bermuda também não sai nem quando fica molhada. Ele me prensou contra o poste e começou a me masturbar com muita técnica, ele realmente sabia como masturbar uma mulher. De repente, meu orgasmo veio violento, junto com uma vergonha absurda. Gozei escandalosamente, sentindo a frieza do metal nas minhas costas e o calor da mão dele na minha buceta. Mesmo morrendo e vergonha, ao invés de ir embora após ter gozado tanto, ainda caminhei por uma Avenida Comercial. Enquanto caminhava, sentindo apenas as meias e os tênis como as únicas roupas reais, fui abordada por dois homens que saíam de uma loja. — Olha só essa mulher! — um deles gritou. — Ela pintou o corpo ao invés de se vestir! — Não é pintura, estou com roupas de verdade! — respondi, sentindo a vergonha me excitar. Um deles me puxou para um recuo da parede. Ele passou a mão suavemente em minhas tetas e a ponta dos dedos nos bicos: — Nossa, essa parte da roupa... parece até que estou passando a mão nos bicos das suas tetas! — Ele então desceu a mão para minha buceta e começou a me masturbar com um movimento técnico. Desta vez demorei um pouco para gozar. O quarto orgasmo foi lento, mas visceral, acompanhado pelo olhar cínico do outro homem que observava a cena. O Retorno sob a Luz dos Postes: Já era noite. Eu estava saturada, mas o desejo de ser vista e tocada não diminuía. Encontrei um homem em um ponto de ônibus, totalmente vestido com um agasalho esportivo. — Essa pintura é impressionante, mas eu quero passar a mão nessa bermuda — ele disse. Ele me virou de costas para ele, me deixando de frente para a rua e começou a me masturbar me abraçando por trás tocando minha buceta com uma mão e passando a mão em minhas tetas enquanto desconhecidos passavam e me olhavam nos olhos. Esse orgasmo demorou muito mais. Eu lutava contra a demora do meu corpo, sentindo o prazer se arrastar, tornando a experiência ainda mais torturante e excitante. Mas quando chegou, senti mais vergonha do que o normal por ter estado tanto tempo sendo masturbada. Finalmente, antes de chegar em casa, sentei-me em um banco de praça. Um estranho sentou-se ao meu lado. Ele não disse nada, apenas deslizou a mão na minha "bermuda" de tinta e começou a me estimular. Esse orgasmo foi a prova final da minha safadeza. Levei quase uma hora para gozar. Eu via as pessoas passando, totalmente vestidas, e sabia que elas percebiam que eu estava ali, "vestida" de tinta, mas lutando desesperadamente para gozar. A percepção de que eu estava insistindo no prazer, exposta e vulgar, tornou esse último orgasmo algo devastador. Cheguei em casa com a tinta intacta, ainda estava tão bem pintada que dava até para ir a uma festa, minha buceta estava latejando e a mente em chamas, sabendo que a mentira de me sentir vestida era a chave para a minha mais profunda e pública entrega. Adorei a experiência, pois estando pintada posso ir a lugares bem mais públicos e arriscados. Além de tudo, é um ótimo recurso para economizar dinheiro com roupas. Gostaria muito de receber sugestões. Quais são os lugares que da para ir com essa roupa? Sejam específicos, me falem algum endereço para eu ir assim (só peço para que escolham dias quentes).
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