A Raquel no jipe com o J e o A

Alguns dias depois do encontro no gabinete, Raquel combinou com o J. Mandou mensagem ao marido António dizendo que ia passar o dia na praia com as amigas. Para ficar convincente, vestiu o fato de banho que o próprio António lhe tinha oferecido há pouco tempo: um biquíni vermelho ousado, com a parte de cima triangular que mal continha os seios fartos e a parte de baixo um fio dental que desaparecia entre as nádegas redondas e empinadas. Por cima, colocou um vestido leve de praia, curto e transparente, e sandálias. O corpo baixo, escultural e sensual ficava ainda mais provocante.
Encontrou-se com o J num parque de estacionamento discreto. Ele estava com o jipe grande e escuro. Entrou no carro e, mal

arrancaram, já tinha a mão dele na coxa.
— Estás linda pra caralho, Raquel. Esse biquíni… mal consigo conduzir.
— É o que o meu marido me ofereceu. Ele não faz ideia que vou ser fodida com ele hoje — respondeu ela com um sorriso safado, abrindo um pouco as pernas.
J conduziu até ao meio do monte, perto de um terreno que pertencia ao A, amigo de casa deles. Um sítio isolado, rodeado de árvores e mato, perfeito para não serem vistos. Parou o jipe num caminho de terra, longe da estrada.
— Aqui ninguém nos incomoda — disse ele, reclinando o banco do passageiro.
Raquel tirou o vestido imediatamente, ficando só com o biquíni vermelho. Os seios quase a saltar do top, o fio dental enterrado no cu empinado. J puxou-a para o seu colo e beijou-a com fome, as mãos grandes apertando as nádegas redondas.

— Quero-te agora. Tira esse biquíni.
Raquel desatou o top, deixando os seios fartos livres. J atacou os mamilos, chupando e mordendo enquanto ela gemia e rebolava o cu contra o pau duro dele.
— Tira as calças, J. Quero sentar-me nesse pau grosso.
Ele baixou as calças. Raquel puxou o fio dental para o lado e sentou-se devagar, engolindo o pau grosso centímetro a centímetro.
— Ahhh… fode… que grosso… estás a abrir-me toda! — gemeu ela alto, começando a cavalgar com vontade.
O jipe balançava com o movimento. Raquel subia e descia, o cu redondo batendo contra as coxas dele, os seios saltando na cara do J.
— Rebola esse cu, sua puta casada! Fode-me com força! — grunhia J, dando tapas nas nádegas.
— Adoro este pau… mete fundo! Rasga a minha

cona! Sou tua puta hoje… mais forte! — respondia ela, acelerando, o suor brilhando na pele.
J agarrou-a pela cintura e fodeu por baixo com estocadas brutais. Raquel gritava de prazer:
— Sim! Assim! Vou gozar… não pares!
Gozo forte, a cona apertando o pau dele. J não parou. Virou-a de lado no banco, levantou uma perna dela e meteu novamente, fodendo com intensidade enquanto chupava os seios.
— Quero no cu agora — pediu Raquel, voz rouca.
J cuspiu no buraco e empurrou o pau grosso. Raquel gemeu alto quando ele entrou:
— Devagar… isso… agora fode-me o cu! Usa-me!
Ele metia com força, o jipe rangendo. Raquel rebolava as ancas, completamente entregue:
— Fode o meu cu empinado! Enche-me! Sou uma vadia insaciável!
Foi nesse momento que A, que tinha ido ao terreno para verificar umas obras, ouviu os

gemidos. Aproximou-se devagar entre as árvores e ficou paralisado ao ver a cena: Raquel, a mulher do amigo, baixa, escultural, completamente nua exceto o fio dental puxado para o lado, a ser fodida com força no cu pelo J dentro do jipe.
A ficou excitado ao extremo. Escondeu-se um pouco, abriu as calças e começou a tocar-se furiosamente, olhando para o cu redondo de Raquel a engolir aquele pau grosso.
— Porra… que puta… — murmurou baixinho, batendo a punheta cada vez mais rápido.
Dentro do jipe, Raquel e J não notavam nada. J fodia o cu dela com estocadas profundas:
— Vou encher-te, Raquel!
— Goza dentro! Enche o meu cu! — gritou ela.
J explodiu, jatos quentes enchendo o intestino dela. Raquel gozou outra vez, tremendo.
Foi nesse instante que A, incapaz de se controlar, gemeu e esporrou-se com força contra

a lateral do jipe do J. Um jato grosso de porra atingiu a porta e a janela.
Raquel ouviu o barulho e virou a cabeça. Viu o A, pau ainda na mão, a olhar para eles.
— Merda… — sussurrou ela.
J também viu e ficou tenso. A guardou o pau e aproximou-se da janela com um sorriso.
— Ora, ora… a mulher do António a levar no cu no meu terreno. Que surpresa.
Raquel saiu do jipe devagar, porra escorrendo pelas coxas, os seios à mostra, o corpo sensual brilhando de suor. Em vez de se cobrir, aproximou-se de A com olhar provocador.
— A… por favor. Não contes nada ao António. Somos amigos de casa… tu e a L. Eu faço o que for preciso para guardares o segredo.
A olhou para o corpo dela, especialmente para o cu redondo e o fio dental vermelho.
— E o que estás disposta a fazer, Raquel?
Ela encostou-se ao jipe, empinando o cu na

direção dele.
— O que quiseres. Fode-me. Agora. Para selar o segredo.
J ficou a ver, ainda sentado no jipe, o pau meio duro.
A não hesitou. Agarrou Raquel pela cintura fina, virou-a de costas contra o jipe e abriu as calças. O pau dele era comprido e curvo.
— Sempre quis foder este cu… a L tem um cu redondo bom, mas o teu é especial.
Cuspiu e enfiou na cona primeiro, fodendo com força.
— Ahhh… sim… fode-me, A! Usa-me para guardares o segredo! — gemeu Raquel.
A metia com vontade, dando tapas no cu.
— Que puta… a ser fodida pelo cliente e agora pelo amigo do marido. Rebola esse cu!
Raquel rebolava, gemendo alto:
— Mais forte! Fode a tua amiga casada! Quero que gozes dentro!

Depois de uns minutos intensos na cona, A puxou e apontou para o cu:
— Agora aqui.
Entrou no cu ainda cheio da porra do J, deslizando mais fácil. Fodeu com estocadas brutais, segurando os seios dela por trás.
— Porra… que cu apertado… vou encher-te também!
— Enche! Goza no meu cu! Sou tua puta agora! — gritava Raquel, completamente entregue.
A fodeu mais uns minutos e explodiu, adicionando a sua porra à do J. Raquel gozou pela terceira vez, pernas tremendo.
Ficou encostada ao jipe, ofegante, porra escorrendo pelas coxas e pelas nádegas redondas.
A deu-lhe um tapa final no cu e sorriu:
— Segredo guardado. Mas quero repetir. Da próxima vez quero-te sozinha.
Raquel virou-se, beijou-o na boca e respondeu:

— Combinado. Mas ninguém pode saber. Nem a L, nem o António.
J, ainda no jipe, sorriu:
— Isto ficou melhor do que esperava.
Raquel limpou-se como pôde, vestiu o biquíni e o vestido leve e voltou para casa como se tivesse passado um dia inocente na praia. Por dentro, sentia-se mais viva e perigosa do que nunca


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


267219 - As entradas do jantar - Categoria: Cuckold - Votos: 2
267212 - A Raquel e o rui no hotel - Categoria: Cuckold - Votos: 10
267172 - A foda no parque de merendas - Categoria: Cuckold - Votos: 5
267163 - Dois numa tarde - Categoria: Cuckold - Votos: 7
267148 - O T foi fodido pela Raquel - Categoria: Cuckold - Votos: 7
267050 - O N apanhou a Raquel a foder com o Antonio - Categoria: Exibicionismo - Votos: 2
267049 - A Raquel, o N e o Manuel - Categoria: Cuckold - Votos: 4
267036 - As primeiras fodas com o N - Categoria: Cuckold - Votos: 5
267030 - Almoço de negócios - Categoria: Cuckold - Votos: 3
267019 - A Raquel e o cunhado no escritório dela - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
262973 - A Raquel fodeu com o Paulo para ajudar o Rodrigues - Categoria: Cuckold - Votos: 7
262362 - A Raquel e o Pinto - Categoria: Cuckold - Votos: 2
251438 - Sabado a 3 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
250680 - O jantar anual - Categoria: Traição/Corno - Votos: 9
249975 - A Raquel e o ex cunhado - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
249670 - A Raquel e o dr - Categoria: Cuckold - Votos: 7

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico ptmanuelpt

Nome do conto:
A Raquel no jipe com o J e o A

Codigo do conto:
267217

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
15/07/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0