corpo baixo e escultural dela ensaboar os seios fartos, virar-se e abrir as nádegas redondas debaixo da água. O pau dele ficou imediatamente duro.
Raquel saiu do banho, espalhou creme hidratante por todo o corpo até a pele brilhar e vestiu uma lingerie fio-dental preto, ligas pretas com meias transparentes e um robe de seda preto transparente que mal escondia nada.
Voltou para a sala. Beberam dois copos de vinho, a conversa ficando cada vez mais quente. A puxou-a para o colo e beijou-a com força.
— Senta-te em cima de mim. Quero sentir esse cu a trabalhar — ordenou ele.
Raquel sorriu safada, tirou o fio-dental e posicionou-se por cima do pau duro. Segurou-o com a mão pequena e desceu devagar, engolindo-o na cona quente.
— Ahhhhh… que delícia… estás a encher-me toda… — gemeu alto, começando a rebolar as
ancas.
A agarrou imediatamente as nádegas redondas e empinadas com as duas mãos grandes, apertando com força, abrindo-as, amassando enquanto ela cavalgava.
— Porra, Raquel… este cu nas minhas mãos… tão redondo, tão firme… aperta-me o pau assim! — grunhia ele, os dedos enterrando na carne macia, dando tapas sonoros.
Raquel acelerou o ritmo, subindo e descendo com força, os seios fartos saltando na cara dele.
— Aperta mais o meu cu! Gosto quando me apalpas assim… ahh… fode-me por baixo! — pedia ela, gemendo intensamente.
A levantou o quadril, metendo com estocadas fortes enquanto ela descia. Depois inclinou a cabeça e mamou os seios com fome, chupando forte um mamilo, mordiscando o outro.
— Chupa os meus peitos… assim… morde! Ahhh! — gemia Raquel, segurando a cabeça dele
contra o peito.
Os gemidos dos dois enchiam a sala:
— Hmmmm… que cona gulosa! Rebola esse cu, sua puta! — rosnava A, apertando as nádegas com mais força.
— Ai… A… estás a rasgar-me por dentro! Mais fundo! Adoro o teu pau… continua a apalpar o meu cu! — respondia ela, cavalgando cada vez mais rápido, o corpo brilhante de creme e suor.
Ela inclinou-se para a frente, oferecendo os seios. A mamava ruidosamente, passando a língua nos mamilos duros enquanto as mãos não largavam o cu, apertando, abrindo e batendo.
Raquel mudou o ritmo: movimentos circulares lentos e profundos, depois subidas quase até sair e descidas violentas.
— Canzana… apalpa-me toda… aperta essas nádegas! Quero sentir as tuas mãos marcadas amanhã! — gemia ela, voz entrecortada de
prazer.
A, louco de tesão, levantou-se do sofá ainda com ela empalada, segurando o cu com força, e carregou-a até ao quarto de casal. Deitou-a na cama e mandou:
— De quatro. Quero foder-te como deve ser.
Raquel empinou o cu redondo, olhando para trás. A meteu na cona com força bruta, fodendo com estocadas selvagens.
Depois puxou e apontou para o cu:
— Agora vou rasgar este cu como eu gosto.
Empurrou tudo de uma vez. Raquel soltou um gemido longo e rouco:
— Ahhhhhhh… estás a rasgar-me o cu! Devagar… não… fode! Fode-me duro!
A segurou as ligas das meias e martelou o cu redondo com força animal, as nádegas tremendo a cada estocada. Não parava de apalpar e apertar.
— Que cu perfeito… vou destruir-te hoje! Rebola
para mim, puta!
— Rasga-me! Fode o meu cu como quiseres! Sou tua puta… mete tudo! Ahhh… assim… vou gozar de novo! — gritava Raquel, completamente entregue.
A meteu a mão por baixo, esfregou o clitóris dela enquanto continuava a foder o cu sem piedade. Os gemidos eram altos e descontrolados. A explodiu com um grunhido animal, enchendo o intestino dela de porra quente. Raquel gozou ao mesmo tempo, o corpo tremendo violentamente, o cu apertando o pau dele.
Ainda ofegante, A puxou o pau. Raquel virou-se imediatamente, agarrou o membro brilhante e fez uma mamada gulosa e intensa, limpando tudo com a boca.
— Isso… chupa tudo… boa putinha — murmurou ele, acariciando o cabelo dela.
Depois de limpar, Raquel levantou-se, o corpo
brilhante de suor e creme, porra escorrendo pelas coxas, e deu-lhe um beijo safado.
— Agora vai arranjar-te. Daqui a pouco chegam os outros.
A saiu do quarto. Raquel arranjou a lingerie, fechou o robe, passou mais creme no corpo e foi para a cozinha terminar os preparativos do jantar como se nada tivesse acontecido.
Quando o António e a L chegaram, o casal estava sentado no sofá, copos de vinho na mão, conversando normalmente. Apenas o brilho no olhar de Raquel e o leve desconforto ao sentar-se denunciavam o que tinha rolado minutos antes na sala e na cama de casal.

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