A Esposa de Todos — Vitória



Luna:

Boa noite, gente...

Sabe, estava com saudades de escrever aqui junto com o meu marido Théo. Adoro quando a gente alterna os relatos, compartilhando tudo com vocês.

Bem, li o último texto que o Théo escreveu sobre a viagem dele sozinho com o Fábio... Amei cada detalhe que ele escreveu.

Fiquei de pepeca molhadinha lendo. Ele, Théo, estava morrendo de vontade de contar dessa viagem há um tempo. Recebi algumas mensagens; perguntando se eu não tinha ciúmes do Théo?

— Não pessoal, eu apoio meu marido em tudo, de verdade! — Amo ver meu esposo feliz, se entregando e sendo usado também, se realizando sexualmente. Isso só fortalece o que a gente tem.

Bom, quero mudar de assunto. Vou contar pra vocês sobre o que rolou nesse final de semana.

Na sexta-feira à noite, — eu e o Théo pegamos a estrada e viajamos pra São Paulo, capital. Foi uma viagem cansativa pra caralho, saímos da cidade que moramos, aqui no Paraná, corremos a madrugada na estrada, só chegamos em SP, no sábado de manhã.

Théo não me deixou dirigir, ficou o tempo inteiro, coitado, enquanto eu dormia e acordava alternadamente no banco do carona.

Agora, vou dizer, o que nos motivou a isso. O motivo da viagem era pra conhecer pessoalmente a Vitória35. Vocês a conhece? Ela é escritora do site que a gente segue. Vih... permitiu que a gente divulgasse o seu perfil:

https://www.contoseroticos.com/vitoria35/perfil

Confiei nela, pegamos o contato uma da outra, e víamos conversando quase todos os dias pelo WhatsApp, por 3 semanas.

Gostei dela de cara, rolou química, papo bom, algumas conversas +18, muita honestidade das duas partes, pronto. Falei com o Théo semana passada, ele aceitou ir pra São Paulo e conhecê-la.

Foi eu que marquei o encontro com ela. Sim, pra dizer a verdade, no começo, eu fiquei um pouco receosa. Não era, nem estava no nosso plano conhecer alguém do site assim, pela segurança do casal.

Digo que valeu muito a pena. Mesmo com seu jeito “maluquinha e aventureira de ser”. Vitória foi uma pessoa incrível: extrovertida pra caralho, super simpática, linda e gostosa, mais do jeito que a gente imaginava.

Agora é a vez do Théo, até daqui a pouco...
Théo:

Fala seus cornos leitores... Boa noite, kkkk

Tô muito feliz com a vida. Meu casamento com a Luna tá incrível, a melhor fase da minha vida sem dúvida nenhuma. Me sinto realizado, tenho liberdade sexual que poucos casais têm.

Vou falar escrever um pouco pra vocês. Uma coisa é óbvia. Eu acesso bem mais esse site de contos que a Luna. Na maioria das vezes, respondo as mensagens, interajo com os nossos leitores (as).

Foi no relato (do mecânico), que reparei na Vitória35. Ela fez um comentário bem legal, achei a mulher bonita, mas fiquei cabreiro de ser “FAKE”, porém, resolvi mandar mensagens pra ela.

Vitória respondeu no dia seguinte, foi super simpática, querida, atenciosa e demonstrando muita vontade de conhecer eu e a Luna pessoalmente. No mesmo dia, comentei com a minha esposa sobre ela. De noite, as duas começaram a conversar primeiro pelas mensagens do site. No terceiro dia, migraram pro WhatsApp.

A Luna não me deixou mandar um “A” pra Vitória, será que bateu ciúmes nela? Ficaram enviando mensagens todos dias, outras, conversaram por vídeo, mas pra ser sincero, nem sei o teor da conversa. O corno sempre é o último a saber (risos).

Eu li todos os contos da Vitória, e vi as fotos dela... isso só aumentou ainda mais meu interesse. E posso garantir pessoal: ela é ainda mais linda pessoalmente do que nas fotos.

Um mulherão da porra, toda malhada, durinha, alta, bonita, gostosa, tesuda, deliciosa, chupa um pau que o caralho, a buceta é uma loucura, ela dá o cu rindo, faz de tudo, uma verdadeira piranha na cama. Sei que ela vai gostar dessa parte, né Vitória?

Como eu sei disso? Eu comi a mulher, caralho! Aliás, comi as duas no sábado. A decisão de aceitar encontrar com a Vitória, partiu total da Luna. Foi ela quem deu o ‘ok final’, pra gente marcar a viagem.

Dirigi durante horas até São Paulo, foi bem cansativa, saímos de madrugada de sexta e chegamos sábado de manhã.

Pra facilitar pra Vitória, a gente se hospedou num hotel bacana no bairro do Tatuapé, SP. Próximo ao shopping Tatuapé.

A gente chegou bem cansado no hotel. Era um hotel decente, quarto confortável. Comemos alguma coisa rápida, tomamos banho (eu e a Luna juntos, claro) e caímos na cama. Dormimos como pedra. Acordamos já no horário do almoço no sábado.

Quando a Luna pegou o celular, ela avisou que tinham 3 mensagens da Vitória; ‘perguntando se a gente tinha chegado bem, se estava tudo certo’. A Luna respondeu contando um pouco sobre a viagem cansativa, e que a gente tinha acabado de acordar.

Depois a minha linda esposa, me olhou com aquele sorriso safado que eu conheço bem, e falou: — ‘Amor, marquei com ela no Martin Bar, amor.’

— Perguntei: “Que porra é Martin Bar?” — Ela, Luna, explicou; ser um barzinho próximo ao hotel.

Pra não demorar, tomamos banho juntos. A Luna ficou linda naquele vestido vinho de bolinhas, que vocês viram na foto do elevador. Eu coloquei uma blusa marrom e short.

Descemos de elevador, pegamos o carro e o trajeto até o Martin Bar foi bem rápido. Quando chegamos, a Vitória ainda não tinha chegado. A gente sentou, pediu uma bebida e ficou esperando.

Uns minutos depois, ela apareceu no bar... E caralho. Quando vi a Vitória ao vivo, a Luna sabe disso: na hora, meu pau deu uma leve crescida dentro da cueca. Não esperava encontrar uma mulher tão gostosa e bonita pessoalmente. Toda maquiada, corpão incrível, sem falar na roupa sensual, um sorriso matador. Até a Luna ficou impressionada com a mulher, vi no olhar dela.

A gente levantou da cadeira. Cumprimentei a Vitória com um abraço e beijo no rosto. A Luna também. A gente subiu pra parte superior, na área externa do bar. Não conhecia o Martin Bar, é bem legal, estiloso, com uma vista boa..., mas o que eu realmente curti, foi estar sentado ali entre duas gostosas: minha esposa do lado e a Vitória do outro. Morram de inveja seus cornos. Estava com duas mulheres lindas, bem vestidas, sorrindo e conversando.

A Luna vai continuar...

Luna:

Oi de novo, meu povo...

Quando a Vih chegou no barzinho, caramba, fiquei impressionada. Ela é linda de verdade. Vi na hora que o Théo gostou dela, o olhar do meu esposo entregou tudo.

Como Théo disse. A gente subiu pra parte de cima e sentamos numa mesa bem gostosa. Pedimos alguns petiscos e papeamos, conversamos sobre vários assuntos: sobre o site, sobre nossas vidas, fantasias, viagens... bebemos bastante, comemos umas coisas.

Não sei por conta da cerveja, o clima gostoso, foi ficando cada vez melhor. Eu e a Vih, demos o primeiro beijo. Foi um beijo de boas-vindas, depois mais elaborado com língua.

Théo assistindo, ficou com cara de taradão. Logo depois ele a beijou também. Ficamos com muito tesão, o clima estava pesadão.

Partiu do meu maridinho, irmos pra um lugar, voltar pro hotel. A Vitória super topou, fazendo carinha de sapeca misturado, com sorriso de safadinha. Théo pagou a conta rapidinho, e a gente se picou do bar e voltamos de carro pro hotel. Tiramos algumas fotos no elevador, mas ficou só nisso, pessoal. Não têm fotos de putaria.

Chegando no quarto, eu e a Vih “caímos” no beijo enquanto o Théo abria uma garrafa de espumante. Ela amou a nossa suíte!

A gente brindou o encontro, rindo e já bem animadas. Depois o Théo e a Vitória começaram a se beijar na minha frente, tirando a roupa um do outro. Eu que não sou boba nem nada, me juntei aos dois: era beijo daqui — beijo dali — mão em todo lugar.

O corpo da Vih nua era lindo, sensual, seios volumosos, pele macia e cheirosa, curvas perfeitas... eu e o Théo ficamos babando nela.

O Théo já estava de pau duro pra caralho mesmo antes de tirar a roupa. Eu e a Vitória ficamos de frente uma pra outra, esfregando os seios uma na outra bem devagar, provocando-o, que assistia com os olhos brilhando.

Logo depois, a gente se ajoelhou na frente do meu Théozinho. Eu e ela chupamos o pau e os testículos do Théo juntas. Ele gemia, segurando nossas cabeças, empurrando devagar enquanto a gente babava no pau e nas bolas dele... O Théo tava gemendo alto, segurando nossas cabeças enquanto eu e ela revezávamos chupando-o.

Depois de um tempo, meu corninho favorito, nos puxou pra cima e a gente caiu na cama. Ele mandou a gente deitar uma do lado da outra. O Théo se ajoelhou entre nossas pernas e começou a chupar a buceta das duas de um modo delicioso. Primeiro ele se dedicou à minha xaninha, enfiando a língua fundo, chupando meu clitóris do jeito que ele sabe que eu gosto, enquanto enfiava dois dedos na xota da Vitória. Depois trocou: foi pra buceta dela, caiu de boca, lambendo gostoso, e me dedando ao mesmo tempo.

Foi uma putaria do cacete! A gente gemia e se beijava, sentindo as mãos, a língua e a boca dele trabalhando nas duas.

Eu não aguentei só receber... me virei, abri as pernas da Vitória e comecei a chupar a buceta dela. Fazia tempo que não lambia uma buceta. E a dela era deliciosa, carnuda, molhada, com um gostinho doce. Fui descendo a língua pelo corpo dela, chupando os peitos, a barriga, voltando pra buceta. A Vitória fazia o mesmo comigo: me virou de lado e começou a me lamber toda, enfiando a língua na minha buceta e no cuzinho enquanto eu gemia no meio das pernas dela.

Enquanto isso, o corno do Théo, estava ajoelhado ao lado da cama, punhetando o pau duro, assistindo a gente se lamber e se chupar. — O olhar dele, completamente tarado, vendo nós duas se chupar, se comendo na frente dele.

Vai, fale meu amor, do seu ponto de vista.

Théo:

Voltei, turma, caralho, que tesão foi essa parada no sábado.
Depois de ver as duas se chupando, nem aguentei mais só assistir. Coloquei a camisinha (a Luna que mandou), pedi pra gostosa da Vitória subir em mim. A safada veio, ela sentou no meu pau e cavalgou gostoso. Posso garantir, a buceta da mulher era funda e macia pra cacete, quente, apertava de um jeito que me deixou louco.

Do mesmo tempo que a “cavalona” da Vitória rebolava em cima de mim, a Luna ficou de pé na cama, e as duas começaram a se beijar e a Vitória chupava os seios da minha esposa. Eu vendo tudo de baixo, metia, segurando a bunda da safada, enquanto via aquele espetáculo ao vivo e a cores.

Depois troquei pra Luna. Coloquei a minha linda esposa de lado, e fodi minha mulher com força, bem fundo da sua bucetona, enquanto a Vitória chupava os peitos dela e me beijava.

A Luna gemia alto, dizendo; ‘o quanto tava gostoso ver a gente assim.’

Já estava no limite quando voltei pra Vitória e a fodi de quatro, não teve sexo anal, pra dizer a verdade, nem sei porque não teve. Foi muita emoção, fica pra próxima vez. Só sei que empinei aquela bundona e meti nela bem forte na xana. Eu segurava o quadril dela e enfiava fundo.

Porém, seus cornos, o tesão estava no máximo. Não aguentei muito tempo e gozei pra caralho dentro da camisinha, apertando a bunda dela com as duas mãos.

Porra, caralho, que trepada gostosa, não irei esquecer jamais, nem depois de ficar gagá.

A gente ficou um tempão deitado na cama. Depois a Luna foi tomar banho primeiro. Enquanto isso, fiquei de papo com a Vitória, eu bebendo vinho, ela bebendo espumante, os dois pelados na cama.

Vendo aqueles peitões, não aguentei, e comecei a chupar os seios dela de novo, bem devagar, mordiscando os bicos. Ela nem ligou, até riu. Fiquei encantado com ela — linda, gente boa, safada na medida certa.

Não rolou mais trepada depois disso. Quando a Luna voltou do banho, a Vitória foi tomar o banho dela. Eu fui depois dela, mas quando voltei pro quarto, nu, secando o corpo, flagrei a Luna e a Vitória no maior beijão na cama de novo.

Rolou umas putarias entre as duas, buceta esfregando com buceta, gemidos, eu fiquei só de telespectador, admirando minha esposa com uma outra mulher. Isso foi demais de bom.

Conhecer a Vitória foi incrível. Além de ser uma mulher linda, gostosa e super sensual, ela é uma pessoa divertida e que entrou no clima com a gente de forma natural.

Pra mim, foi uma das melhores aventuras que a gente teve esse ano. No começo da noite, eu e a Luna levamos ela até a casa dela, não irei dizer o local. Nos despedimos com beijos e abraços, já combinando de manter contato.

Foi um dia inesquecível, até a próxima seus cornos.

Luna:

Pra mim foi maravilhoso conhecer a Vitória. Ela é ainda melhor pessoalmente: carinhosa, legal, divertida, maluquinha, linda, e com um corpo que dá água na boca.

A química entre nós três rolou tão bem... Se depender de mim, com certeza vai ter outros encontros, sim. Quero repetir essa experiência várias vezes.

E assim, eu termino mais um relato do casal. Espero que vocês tenham gostado de acompanhar.

Boa noite, queridos (as).

Foto 1 do Conto erotico: A Esposa de Todos — Vitória

Foto 2 do Conto erotico: A Esposa de Todos — Vitória

Foto 3 do Conto erotico: A Esposa de Todos — Vitória

Foto 4 do Conto erotico: A Esposa de Todos — Vitória

Foto 5 do Conto erotico: A Esposa de Todos — Vitória


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Comentários


foto perfil usuario aliceshurtz

aliceshurtz Comentou em 22/07/2026

Theo n deu conta das duas 😱🤣🤣

foto perfil usuario zanaleitte

zanaleitte Comentou em 22/07/2026

Poxa que mundo pequeno, já estive uma vez no Martin Bar 😲 Fica na zona leste de SP.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Esposa de Todos — Vitória

Codigo do conto:
267910

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
21/07/2026

Quant.de Votos:
13

Quant.de Fotos:
5