Eu tinha 18 anos quando uma menina do bairro encanou comigo. Vivia correndo atrás de mim, mandava bilhetes, recados por amigas, e eu não dava muita bola porque ela era muito novinha na época. Ela era bonita, baixinha, loirinha, magrinha e com uma bundinha bem arrebitadinha. Tinha também cara de ser bem safada. Até que, um dia, em uma festa perto de casa, ela me encontrou e me pegou para conversar. Como já era quase final de festa, acabamos indo embora juntos. Fomos a pé, pois estávamos a quatro quarteirões de casa. Paramos perto da casa dela e ficamos conversando. Já era madrugada quando começamos a nos beijar, e as mãos começaram a ficar bobas. Ela era bem assanhada, mas nesse dia não passou disso. No outro dia, lá estava ela atrás de mim novamente. O pai dela era caminhoneiro e a mãe não tinha cara de santinha não. De tanto ela insistir, fui no sábado à noite na casa dela. A mãe dela, muito simpática, me chamou para entrar e falou para a gente ficar à vontade — detalhe: no quarto da menina. Achei a mãe dela muito liberal, mas, afinal, reclamar para quê, né? Começamos a nos beijar e o fogo logo começou. Ela pegava no meu pau, apertava, lambia meu pescoço. Em um momento, tirou meu pau para fora e mamou gostoso. Chupava como se nunca tivesse visto um pau na vida. Mas não conseguia colocá-lo inteiro dentro da boquinha; creio que por ser novinha, ter a boca pequena e não ter muita experiência. Chupei o peitinho dela, que era pequeno e durinho. Nesse dia ficamos só nisso. Claro que virei "namoradinho" (risos). Afinal, eu estava louco para comer ela e a mãe dela também. A mãe era mais gostosa que a filha, sempre de shorts curto provocando muito. Acredito que o marido dela levava uns galhos, viu? Mas em outra ocasião conto essa parte. No domingo, lá estava eu novamente na casa dela. Naquele dia, ficamos somente eu e ela na casa; a mãe tinha ido à missa com o irmãozinho dela. Claro que aproveitamos a oportunidade e nos pegamos novamente. Lá estava ela mamando de novo e eu tirando sua roupa. Quando vi aquela menina peladinha na minha frente, fiquei doido. Deitei ela e chupei sua bucetinha bem gostoso. Me posicionei e coloquei o pau na bucetinha dela, mas percebi que não entrava. Achei estranho e perguntei se ela já tinha transado. Para minha surpresa, ela falou que não; que só tinha chupado alguns namoradinhos. Fiquei doido e tenso ao mesmo tempo. Ela era menor e eu não queria ter problemas. Mas, vendo o fogo dela, perdi o juízo. Coloquei meu pau novamente na pepeca dela e meti para dentro. Ela deu uma gemida forte, agarrou nas minhas costas e ficou um tempo imóvel. Comecei a meter devagarzinho e ela chorava baixinho. Continuei metendo e ela foi se acostumando. Não demorou muito para eu ver que iria gozar; tirei meu pau de dentro dela e gozei na sua barriguinha. Nos limpamos; tinha um pouco de sangue no meu pau e na coxa dela. Ficamos ali e logo a mãe dela chegou. Ficamos nesse pega por cerca de um mês, mais ou menos. A gente metia todo dia e em todos os lugares da casa, pois a mãe dela saía toda hora e a gente sempre aproveitava. Até que resolvi voltar com minha namoradinha de infância e terminei com ela. Um dia, a mãe dela me ligou em casa e deixou recado para eu retornar a ligação. Imaginando o assunto, retornei. Ela me perguntou por que eu tinha largado a filha dela. Expliquei a situação e ela disse que ficou chateada comigo. Falou também que sabia que eu tinha tirado a virgindade da filha, mas como eu era gente boa e ela conhecia a filha que tinha, não iria contar para o marido o que eu tinha feito. Fiquei aliviado e preocupado ao mesmo tempo. Passados uns meses, briguei com a namorada e resolvi ligar para ela. Quando atenderam o telefone, começamos a conversar. Mas, ao invés de ter sido a filha, era a mãe dela quem tinha atendido. Ela começou a conversar comigo como se fosse a filha, e a conversa começou a ficar mais quente. Perguntou se eu estava com saudade, se era saudade dela ou da bucetinha dela, e eu caí igual um patinho na conversa da mãe. Em um certo momento, a mãe se identificou. Eu não sabia o que fazer. Ela falou para eu ficar tranquilo e pediu para eu ir à casa dela no outro dia, pois queria falar comigo pessoalmente. Fiquei com um certo receio de ir, mas acabei indo. Era dia de semana, após o almoço, e eu estava de férias do trabalho. Cheguei e chamei no portão. Ela gritou lá de dentro para eu entrar, que o portão estava aberto. Entrei e fiquei na porta da sala; ela veio da direção da cozinha ao meu encontro. Perguntei pela Manu, a filha dela, e ela falou que estava na escola, assim como o filho. Pediu para eu me sentar no sofá e foi até a garagem fechar o portão com cadeado. Voltou, sentou ao meu lado e começamos a conversar. Senti uma malícia na conversa dela e comecei a entrar no jogo. Ela falava e colocava a mão na minha perna. Meu pau foi ficando duro e, quando menos percebi, já estávamos nos beijando. Ela tirou minha bermuda e caiu de boca no meu pau. Chupava com experiência e maestria, ia do pau para o saco. Já ficou de quatro no sofá e pediu para eu foder gostoso. Meti nela no sofá, na mesa da cozinha e fomos para a cama dela, onde comi o cuzinho dela gostoso e ainda enchi a boca dela de leite. Ficamos metendo a tarde toda. Quando estava perto da hora de a filha chegar, tive que ir embora. E, mesmo assim, coloquei ela para mamar na sala de novo e enchi a bucetinha dela de leite. Fiquei uns seis meses comendo mãe e filha. Claro que a filha não sabia da mãe, que era a minha putinha preferida.
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