A chuva fina caía sobre o telhado do prédio abandonado em Queens. Peter Parker, ainda de uniforme, estava sentado na beira, máscara puxada até o nariz, respirando pesado depois de uma noite corrida. O corpo doído, o traje colado na pele suada. Foi então que ela apareceu. Uma mulher alta, curvas generosas, cabelos pretos molhados grudados no rosto. Vestido curto preto, molhado, colado nos seios fartos e na bunda redonda e firme. Sem sutiã. Os mamilos duros marcavam o tecido. Ela subiu pelo acesso de serviço, sem medo, e parou a poucos metros dele. — Homem-Aranha… — a voz era baixa, rouca, cheia de intenção. — Eu te vi pular daquele prédio. Você tá suado… e eu tô molhada. Peter levantou o olhar. Os olhos castanhos dela brilhavam. Ela se aproximou devagar, o vestido subindo um pouco a cada passo, revelando a parte interna das coxas macias. Sem calcinha. — Você não deveria estar aqui — ele murmurou, mas a voz saiu rouca. O pau já começava a endurecer dentro do traje. Ela sorriu, provocante, e se ajoelhou entre as pernas dele. As mãos subiram pelas coxas dele, apertando o tecido justo. — Eu sei exatamente onde eu deveria estar. Embaixo de você. Ou em cima. Ou de quatro. Tanto faz… desde que você me coma gostoso. Peter puxou a máscara completamente. O rosto jovem, a barba por fazer, os olhos escuros de fome. Ele agarrou o cabelo molhado dela e puxou a cabeça para trás. — Você quer o herói ou o homem? — Eu quero o pau grosso do Homem-Aranha me arrombando até eu gritar. Ele não esperou mais. Beijou ela com força, língua invadindo a boca dela, lambendo, chupando, mordendo o lábio inferior. As mãos dele desceram, apertaram os seios fartos por cima do vestido, beliscaram os mamilos duros. Ela gemeu alto na boca dele. Peter rasgou o vestido de uma vez. O tecido se abriu, os seios pesados saltaram livres, mamilo rosados e duros. Ele baixou a cabeça e engoliu um deles, chupando com força, dentes roçando, língua girando. A outra mão desceu direto entre as pernas dela. A buceta dela estava encharcada. Dedos longos e ágeis deslizaram pelos lábios inchados, abriram o caminho e entraram fundo. Dois dedos, depois três. Ele fodia ela com a mão enquanto chupava o peito, o polegar esmagando o clitóris. — Porra… — ela gemeu, rebolando nos dedos dele. — Mais fundo… assim… ah, caralho… Peter tirou os dedos encharcados e colocou na boca dela. Ela chupou limpo, olhando nos olhos dele. Então ele a empurrou de costas no telhado molhado, abriu as pernas largas e enterrou o rosto na buceta. Língua larga, quente, lambendo de baixo pra cima, chupando os lábios, enfiando fundo. Ele comeu ela com fome, barulhento, molhado, o nariz esfregando no clitóris enquanto a língua fodia o buraco. Ela gritou, as mãos puxando o cabelo dele, as coxas tremendo ao redor da cabeça dele. — Vou gozar… porra, Homem-Aranha, me come… me come… Ele não parou. Continuou lambendo e chupando até ela gozar na boca dele, o corpo se contorcendo, o líquido escorrendo pelo queixo dele. Peter se levantou, abriu o traje na frente e tirou o pau grosso, veias saltadas, a cabeça já pingando pré-gozo. Ela olhou e engoliu seco. — Que pau grosso do caralho… Ele a puxou pelo cabelo até a boca. Ela abriu e engoliu até a metade de uma vez, engasgando, saliva escorrendo. Peter fodeu a boca dela com força, segurando a cabeça, empurrando até a garganta. O som molhado, o engasgo dela, os olhos marejados… ele adorava. Quando tirou, o pau brilhava de saliva. Ele a virou de quatro, a bunda redonda e molhada levantada, a buceta inchada e pingando. Encostou a cabeça do pau e enterrou tudo de uma vez. Ela gritou. O pau dele abria ela toda, fundo, batendo no fundo. Peter agarrou os quadris dela e começou a meter forte, sem piedade. A cada estocada a bunda dela batia contra a virilha dele, o som molhado ecoando no telhado. As teias saíram sem ele controlar, grudando nos pulsos dela e prendendo as mãos no chão. — Isso… me come, porra… me fode mais forte… Ele obedeceu. Estocadas profundas, rápidas, o pau saindo quase todo e enfiando até o saco bater. Uma mão desceu e esmagou o clitóris dela enquanto fodia. A outra apertava um peito pendurado, beliscando o mamilo. Ela gozou de novo, o corpo tremendo, a buceta apertando o pau dele em espasmos. Peter não parou. Continuou metendo através do orgasmo dela, mais bruto ainda, até ela estar gemendo sem parar, quase chorando de prazer. Ele a puxou pelo cabelo, levantou o tronco dela e continuou fodendo de joelhos, peito colado nas costas dela. Beijou o pescoço, mordeu o ombro, sussurrou no ouvido: — Sua buceta é tão apertada… tão molhada… vou te encher de porra. Ela só conseguia gemer. Ele a virou de novo, deitou ela de costas, abriu as pernas ao máximo e enfiou de novo, agora olhando no rosto dela. Estocadas lentas e profundas no começo, depois cada vez mais rápidas e brutais. O pau entrava e saía brilhando, o clitóris inchado sendo esmagado a cada movimento. Peter sentiu o gozo subindo. Acelerou, metendo com tudo, até explodir dentro dela. Jatos quentes e grossos enchendo a buceta, vazando pelas laterais enquanto ele continuava empurrando, espremendo até a última gota. Ele ficou em cima dela por um tempo, ainda dentro, respirando pesado. Depois tirou o pau mole e observou a porra escorrendo da buceta aberta e vermelha dela. Ela sorriu, satisfeita, e passou dois dedos ali, juntou o sêmen e chupou. — Delicioso… — murmurou. — Quando a gente faz de novo, herói? Peter riu baixo, já sentindo o pau reagir de novo. — Agora. Vira de quatro de novo. Ainda não terminei de te comer. E a chuva continuou caindo enquanto ele a fodia pela segunda vez, mais sujo, mais profundo, mais voraz.
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