O sócio do meu tio é macho pra caralho

Quando meu tio Felipe me ligou dizendo que tinha uma vaga aberta na FH Construções, eu, Matheus, 24 anos, recém-formado em engenharia civil, quase pulei de alegria dentro do meu quarto.
“Tá na mão, moleque. Mas o Hugo tá resistindo pra caralho. Ele odeia nepotismo, diz que mistura família com negócio e vira bagunça.”
Meu tio falou isso rindo, mas eu sabia que ele ia insistir até o fim. Felipe e Hugo eram sócios há quinze anos, construíam de tudo — prédios residenciais, reformas de luxo. Os dois eram casados, pais de família, machos pra valer, daqueles que bebem cerveja gelada no fim do expediente, falam de futebol e de mulher sem filtro nenhum.
Hugo, especialmente, era o tipo que fazia qualquer um virar a cabeça: 45 anos, 1,88 m, ombros largos de quem já carregou saco de cimento na mão, barriga tanquinho ainda firme apesar da idade, barba cerrada, cabelo curto grisalho nas têmporas e um jeito de olhar que parecia mandar no mundo inteiro.
Eu cheguei na sede da empresa numa segunda-feira de manhã. Tio Felipe tinha me avisado:
“Hugo vai te entrevistar, mas ele tá puto. Segura a onda.”
Entrei no escritório climatizado e lá estava ele, sentado atrás da mesa de vidro, camisa polo preta justa marcando o peitoral e os bíceps grossos, calça jeans escura e botina de obra suja de poeira. O cheiro dele já chegou antes: mistura de perfume caro, suor limpo de homem que acordou cedo e um leve toque de cigarro que ele fumava escondido da esposa.
— Matheus, né? Sobrinho do Felipe. — A voz dele era grave, rouca, quase um rosnado. Ele não sorriu. — Senta aí.
Sentei. Ele me olhou de cima a baixo, demorando um segundo a mais nos meus braços (eu malhava desde os 18, peito largo, braços definidos) e no meu rosto. Depois bufou.
— Olha, vou ser sincero. Eu não queria te contratar. Não é nada pessoal, mas a gente já tem problema demais com gente que não bate ponto direito. Se eu aceito sobrinho de sócio, todo mundo vai querer colocar filho, cunhado, sei lá. Entende?
— Entendo, seu Hugo. Mas eu sou formado, tenho experiência em estágio na obra da Barra e…
— “Seu Hugo” não. Aqui é Hugo ou chefe, como preferir. — Ele cortou seco, mas eu vi que os olhos dele desceram de novo pro meu peito, onde a camisa social colava um pouco por causa do calor. — Felipe já encheu meu saco a semana inteira. Disse que tu é bom, dedicado, que vai aprender rápido. Eu vou te dar um mês de teste. Se vacilar, tá fora. Nem que eu brigue com teu tio.
— Beleza. Obrigado pela chance.
Ele levantou, esticou a mão. O aperto foi forte, quente, a palma calejada roçando na minha. Fiquei ali um segundo a mais do que o normal, sentindo o calor dele subir pelo meu braço. Hugo puxou a mão rápido, como se tivesse sentido a mesma coisa.
— Começa amanhã. Vai pro campo com o João, aprende a medir laje. E não chega atrasado.
Assim começou.
Os primeiros dias foram puro trabalho pesado. Eu ficava na obra da manhã até o fim da tarde, depois voltava pra sede pra ajudar com planilhas e orçamentos. Hugo me tratava com distância profissional, mas eu reparava em tudo. Como ele tirava a camisa polo quando o sol apertava, ficando só de regata branca colada no corpo suado, o peito largo brilhando, os pelos escuros do tórax aparecendo pela gola. Como ele cheirava a homem depois de um dia inteiro no sol — suor, cimento, terra. Como ele andava com aquele volume marcado na calça jeans, o pau grosso balançando de leve quando ele subia escada.
Ele era hétero até o talo, casado com a Patrícia há vinte anos, falava dela o tempo todo: “Minha mulher faz o melhor escondidinho do mundo”, “Ontem a Paty me deu um banho de língua que eu nem merecia”. Nunca tinha olhado pra homem na vida. Eu sabia. Mas eu também sabia que, quando ele me olhava de canto, demorava um segundo a mais.
Tio Felipe viajava bastante pra acompanhar outras obras, então eu e Hugo ficávamos muito tempo sozinhos na sede à noite, revisando projetos. Uma quinta-feira, já eram quase dez da noite, o ar-condicionado desligado porque tinha pifado. O calor dentro do escritório estava insuportável. Hugo tirou a camisa polo de vez, ficando só de regata branca molhada de suor. Os mamilos marcavam o tecido, escuros, duros. Ele passou a mão na nuca, os pelos da axila aparecendo, densos, pretos.
— Porra, tá quente pra caralho. Tu não tá morrendo de calor não, Matheus?
— Tô, Hugo. Mas aguento.
Ele riu, um riso cansado, e abriu a geladeira pequena do escritório. Pegou duas latas de Brahma gelada.
— Toma. Hoje a gente merece. O orçamento da obra da Penha tá fechando.
Bebemos em silêncio. Ele sentou na cadeira giratória, pernas abertas, o volume da calça jeans bem marcado agora que o tecido esticava. Eu tentei não olhar, mas era impossível. O pau dele parecia grande até mole. Ele percebeu meu olhar uma vez. Não disse nada. Só bebeu um gole longo, a garganta subindo e descendo, e desviou o olhar pro chão por um segundo a mais do que o necessário.
— Tu é quieto, hein? — ele comentou depois de um tempo. — Diferente do teu tio, que fala pelos cotovelos.
— Aprendi a ouvir mais que falar.
— Bom. Aqui na obra quem fala demais se fode. — Ele passou a mão na barriga, por baixo da regata, coçando os pelos. A mão demorou um pouco ali. — E tu… tem namorada? Noiva? Sei lá.
— Não. Nada sério.
Ele ergueu a sobrancelha, mas a pergunta veio sem pressão, como se estivesse só matando assunto.
— Sério? Um cara bonito, forte, formado… as mina não correm atrás?
Dei de ombros.
— Correm. Mas eu sou exigente.
Hugo riu alto, bateu a lata na mesa.
— Exigente é foda. Eu casei com 24, moleque. Me arrependi pra caralho algumas vezes, mas… é o que é. Mulher, filho, casa, carro. Vida de homem.
O jeito como ele disse “vida de homem” soou quase como uma defesa. Eu sorri e não respondi. O silêncio ficou pesado. Ele terminou a cerveja, amassou a lata e jogou no lixo. Quando se levantou pra pegar a minha lata vazia, a mão dele roçou na minha por um instante. Pareceu acidente. Ele não se afastou imediatamente.
— Amanhã tem reunião cedo. Vai pra casa, Matheus. Eu fecho aqui.
— Beleza. Boa noite, Hugo.
Quando passei por ele pra pegar minha mochila, nossos braços roçaram de novo. O suor dele grudou na minha pele. Ele não se afastou de imediato. Olhou pra mim, sério, quase confuso, como se estivesse medindo alguma coisa. Depois pigarreou e virou pro computador.
Os dias seguintes foram assim: olhares mais longos do que o profissional exigia, toques “acidentais” quando pegávamos a mesma prancheta, ele me chamando pra almoçar junto no boteco da esquina com uma naturalidade que às vezes parecia demais. Uma vez, na obra, ele escorregou numa laje molhada e eu segurei ele pelo braço. Senti o músculo quente, pulsante, a pele molhada de suor. Ele ficou ali, colado em mim um segundo a mais do que precisava, o peito encostando no meu.
— Valeu, moleque — murmurou, voz rouca.
— Sempre, chefe.
Ele me olhou estranho, quase como se estivesse testando a própria reação. Depois se afastou rápido, mas a mão dele ficou um segundo a mais no meu ombro.
O clímax veio numa sexta-feira à noite, três semanas depois que eu tinha entrado. Tio Felipe estava em São Paulo, fechando um contrato grande. Eu e Hugo tínhamos que entregar o projeto final da obra do Grajaú até domingo. Ficamos na sede até meia-noite. O ar-condicionado ainda não tinha voltado, o calor estava de matar. Hugo tirou a regata de vez, ficando só com a calça jeans aberta no botão de cima. O peitoral peludo brilhava de suor, os mamilos escuros, a barriga com aquela linha de pelos descendo pro umbigo e sumindo dentro da cueca que dava pra ver a borda.
— Porra, Matheus, eu tô derretendo. Tu também, né? Tira essa camisa, cara. Aqui não tem mulher pra fazer frescura.
Tirei a camisa. Meu peito liso, definido, brilhava também. Ele olhou. Demorou. Depois desviou o olhar pro papel na mesa, mas eu vi que o volume na calça dele tinha crescido. Notável. Ele cruzou as pernas por um segundo, como se quisesse disfarçar, e depois as abriu de novo.
Terminamos o projeto às 01h20. Hugo abriu a última cerveja da geladeira e dividiu comigo, bebendo direto da lata.
— Tu salvou minha pele hoje, moleque. Sem ti eu tava fodido.
— Eu que agradeço a oportunidade, Hugo. De verdade.
Ele sentou na cadeira, pernas bem abertas. O pau dele agora estava semi-duro, marcando forte contra o jeans. Ele passou a mão na coxa, coçando distraidamente. Os olhos dele subiam até o meu peito e desciam de novo, sempre com cuidado, como quem não queria ser pego.
— Sabe… — ele começou, e parou. Passou a mão na nuca. — Tu é diferente dos outros moleques que passam por aqui. Trabalha quieto. Não enche o saco. É… fácil de ficar perto.
Não era uma confissão. Era quase um elogio profissional. Mas a voz dele estava um pouco mais baixa, e ele não me olhava direto.
— Obrigado — respondi só.
Ele bebeu outro gole. O silêncio pesou. Depois ele falou de novo, ainda testando:
— Tem hora que eu fico pensando se… se as coisas não podiam ser um pouco mais simples. Sem tanta regra. Mas isso é papo de quem já tá cansado, né?
Eu dei um passo à frente, devagar. Parei perto da cadeira dele. Ele não fechou as coxas. Só me olhou, a respiração um pouco mais pesada, como se estivesse medindo a distância.
— Às vezes as coisas são mais simples do que a gente imagina, Hugo.
Ele engoliu em seco. A mão dele tremia um pouco quando segurou a lata. Não falou nada por uns segundos. Só ficou me olhando, como se estivesse decidindo se dava o próximo passo ou se voltava atrás.
— Fecha a porta — ele disse, quase num sussurro. Não foi ordem. Foi pedido.
Eu fechei. Quando voltei, ele ainda estava sentado, mas o pau dele agora estava duro pra caralho, esticando o jeans. Ele não se mexeu. Só me olhou, olhos um pouco arregalados, assustado e excitado ao mesmo tempo.
— Matheus…
Não pediu. Não explicou. Só falou meu nome.
Eu me ajoelhei na frente dele, devagar, dando tempo pra ele me parar se quisesse. Ele não parou. Só respirou fundo quando minhas mãos abriram o botão da calça e puxaram o zíper. A cueca boxer preta estava molhada de pré-gozo na ponta. O cheiro dele subiu forte: suor, pau, homem puro. Puxei a cueca pra baixo. O pau dele pulou pra fora — grosso, venoso, cabeça rosada inchada, uns 19 cm, pesado, curvando levemente pra cima. O saco grande, peludo, cheirando a macho.
— Porra… — ele gemeu baixo quando minha mão envolveu a base. A voz saiu quase surpresa, como se ele ainda estivesse tentando entender o que estava deixando acontecer.
Eu lambi da base até a cabeça, devagar. Hugo deu um pulo na cadeira, a mão dele apertando o braço da cadeira.
— Aaaahhh… porra…
Chupei a cabeça, girando a língua na fenda, sugando o pré-gozo salgado. Ele agarrou meu cabelo, não pra empurrar no começo, só pra se segurar. Depois a mão apertou um pouco mais.
— Continua… — murmurou. A voz estava rouca, sem a segurança de sempre.
Eu engoli mais fundo, até sentir a cabeça bater no fundo da garganta. Hugo soltou um gemido gutural, longo, as coxas tremendo. Eu subi e desci, babando tudo, fazendo barulho molhado. Ele não parava de gemer, mas as palavras vinham soltas, como se ainda estivesse processando:
— Isso… assim… caralho… nunca… nunca senti…
Depois de uns minutos ele me puxou pelo cabelo, me fazendo levantar. Os olhos dele estavam escuros, decididos de um jeito diferente. Ele se levantou, me virou de costas pra mesa e me empurrou de leve pra frente. A mão grande dele desceu pela minha coluna até a bunda, apertando.
— Tira a calça — falou baixo. Não era pedido. Era quase uma ordem cautelosa, como se ainda estivesse testando se eu ia obedecer.
Tirei. Meu pau estava duro, latejando. Hugo passou a mão por cima da minha cueca, sentindo o volume, depois puxou a cueca pra baixo. A mão dele, calejada, envolveu meu pau por um segundo e soltou, como se ainda estivesse medindo o próprio desejo. Depois ele abriu minha bunda com as duas mãos e cuspiu no meu cu.
— Relaxa — murmurou. A voz dele estava tensa, mas firme.
O dedo dele entrou devagar. Eu soltei um gemido. Ele girou, procurou, encontrou o ponto e pressionou. Eu quase dobre i a mesa.
— Porra… — ele falou, quase pra si mesmo. — Tá quente…
Adicionou o segundo dedo. Eu empinava a bunda pra ele sem vergonha. Hugo respirava pesado atrás de mim, como se cada movimento ainda o surpreendesse.
Quando ele tirou os dedos, ouvi o som da calça dele caindo. A cabeça grossa do pau dele se encaixou na minha entrada. Ele empurrou devagar. A cabeça entrou com um plop molhado. Eu soltei um gemido abafado.
— Devagar… — ele mesmo disse, como se estivesse se controlando. — Porra, tá apertado…
Empurrou mais. Centímetro por centímetro. Eu sentia cada veia, cada pulsação. Quando ele entrou até o talo, as bolas batendo na minha bunda, os dois soltamos um gemido longo.
— Cheio… — eu gemi.
Hugo começou a meter devagar, tirando quase tudo e enfiando de novo. Cada estocada batia fundo. A mão dele segurava minha cintura com força, a outra apertava minha nuca de leve, me mantendo curvado na mesa.
— Isso… — ele rosnou baixo. — Aguenta…
Aumentou o ritmo. O escritório encheu de barulho de pele batendo em pele, gemidos, o som molhado do pau dele entrando e saindo. Eu rebolava contra ele. Hugo metia com força, estocadas longas e profundas, a respiração dele cada vez mais pesada.
— Porra, Matheus… — a voz dele saiu quebrada. — Tá bom demais…
Ele acelerou. As mãos apertavam minha cintura com força. Eu gemia alto, a mesa rangendo. Sentia a próstata sendo massacrada a cada estocada. Meu pau pingava sem ser tocado.
— Tô perto… — eu avisei.
Hugo meteu fundo e segurou. Sentiu meu cu apertar em volta dele. Eu gozei forte, jatos batendo na mesa, sem nem tocar no pau. O aperto me puxou ele junto. Ele enterrou até o fim e descarregou dentro de mim, enchendo meu cu de porra quente, gemendo baixo e longo contra a minha nuca.
Ficamos ali, ofegantes, o pau dele ainda dentro de mim, latejando. Ele não saiu logo. Passou a mão pela minha coluna, como se ainda estivesse tentando entender o que tinha acabado de fazer.
Quando tirou, um fio de porra escorreu pela minha coxa. Hugo se afastou um passo, pegou a camisa dele e me passou pra limpar. Os olhos dele ainda estavam escuros, mas a cautela tinha voltado um pouco.
— Isso… fica entre nós — falou baixo, quase sem olhar pra mim. — Ninguém precisa saber.
— Fica — respondi.
Ele se vestiu em silêncio. Eu também. Antes de sair, ele parou perto da porta, a mão na maçaneta, e me olhou de lado.
— Segunda… depois do expediente. Se tu quiser ficar um pouco mais… pra fechar o orçamento.
Não era convite claro. Era a mesma cautela de sempre, testando o terreno.
— Fico — eu disse.
Hugo assentiu, quase imperceptível, e abriu a porta. O ar da madrugada bateu no rosto suado dos dois. Ele dirigiu em silêncio. A mão dele ficou no câmbio a maior parte do tempo, mas uma vez ou outra a ponta dos dedos roçou na minha coxa, como se ainda estivesse medindo até onde podia ir.
Eu sabia que, a partir daquela noite, alguma coisa tinha mudado. O macho hétero casado não tinha se entregado de uma vez. Tinha só dado o primeiro passo — cauteloso, tenso, e já viciado o suficiente pra querer o próximo.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico daniel8

Nome do conto:
O sócio do meu tio é macho pra caralho

Codigo do conto:
272199

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
14/09/2026

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