Vanessa Chupa rola - Acabou fodendo no carro pelo vício de rola.



Quem acompanha as histórias de Vanessa, sabe que ela é viciada em fazer sexo oral.

Vontade insana que fez ela se meter em cada situação.

Parecia que as coisas estavam controladas....mas era um grande engano...nunca estariam.

Vanessa saiu da faculdade quase às dez da noite. Estava com uma calça jeans clara, justo demais nas coxas, uma blusa preta de manga curta que marcava os seios e um tênis branco já sujo de tanto uso. O cabelo preso num rabo de cavalo alto, algumas mechas soltas grudando no pescoço suado. A mochila pendurada num ombro só. O celular na mão, a tela acesa só para iluminar um pouco a calçada.

A rua lateral era mal iluminada. Poucos carros passavam. Ela acelerou o passo, o coração já um pouco acelerado só pela escuridão.

Foi quando ouviu a buzina curta e a voz.

— Ô, Vanessa chupa-rola…

O Civic preto estava parado dois metros à frente, motor ligado, farol baixo. Bruno no volante, braço para fora da janela, sorriso safado iluminado pelo painel. Ele sozinho.

Vanessa parou. O estômago revirou. Surpresa, medo e um calor traidor subindo entre as pernas ao mesmo tempo.

— Vai embora, Bruno. E para com essa merda de me chamar de chupa-rola.

Ele abriu a porta e desceu devagar, as mãos nos bolsos da bermuda. Veio andando até ela sem pressa, como se tivesse o tempo do mundo.

— Que isso? Nem um oi? Depois daquela noite gostosa no seu ap você me trata assim?

— Eu falei que não queria mais. E o Felipe…
— O Felipe não está aqui — ele interrompeu, parando bem perto. O cheiro de perfume barato e menta dele bateu nela.

— Só nós dois. E essa ruazinha quase deserta.

Vanessa deu um passo para trás. A vergonha já queimava o rosto. Ela olhou em volta. Um casal passava do outro lado da rua. Uma moto longe. O risco era real.

— Eu vou embora. Aqui não é meu apartamento seu louco.

Bruno segurou de leve o pulso dela. Não com força. Só o suficiente para ela parar.

— Fica. Só um minuto. Eu não vou te forçar a nada. Só quero conversar.
Ela não puxou o braço. Odiou a si mesma por isso.

Ele era um escroto. Aceitou a ideia de chupar ele para matar a vontade de dois paus ao mesmo tempo. Só que ele era abusado, sujo e manipulador.

O duro...era que estava com tesão, com vontade....queria aquele pau...sendo que achava ele um crápula que não merecia.

Ele se aproximou mais, a voz baixa e suja:

— Fiquei pensando em você esses dias. Na forma como você gozou com meu pau te comendo e o dele na boca. No tanto que você babou. No jeito que engoliu. Porra… você é viciada de verdade, né?

Vanessa sentiu a calcinha úmida. A blusa preta de repente parecia apertada demais nos seios. Ela olhou para o chão.

— Para de falar isso aqui.
— Por quê? Com vergonha? — ele riu baixo.

— Ou será tesão?

— Olha em volta. Quase ninguém. E mesmo se alguém passar… o que será que pensa se te ver aqui comigo?

Ele abriu a porta de trás do carro.

— Entra. Só um pouco. Se não gostar, você desce.

Vanessa hesitou. O coração batia na garganta. Entrar naquele carro significava trair o Felipe. Significava que a obsessão estava mandando de novo. Significava mais risco.

Ela entrou.

Bruno fechou a porta, deu a volta e sentou no banco do motorista. Não andou com o carro. Só travou as portas e se virou para trás, o braço no encosto.

— Tira a blusa.

— Não. Logo aqui. Você é louco.

— Tira. Ou eu tiro.
Ela ficou parada, respiração curta. Bruno se ajoelhou no banco da frente, se inclinando para trás, e puxou a blusa dela para cima sem pedir de novo. Os seios saltaram, presos só no sutiã preto. Ele puxou o sutiã também, deixando-os livres. O ar frio do carro bateu nos mamilos duros.

Ela não acreditava no que estava deixando ele fazer.

— Porra, que peito gostoso… — murmurou, apertando um com a mão.

— O Felipe não sabe o que está perdendo essa noite. Ou melhor, gosto que ele esteja perdendo.

Vanessa soltou um gemido baixo quando ele chupou o mamilo com força. A outra mão dele já descia pela barriga e abria o botão da calça jeans. O zíper. A mão enfiou dentro da calcinha e encontrou ela encharcada.
— Olha só… já está escorrendo e ainda finge que não quer.

— Está gostando da putaria no carro, aqui na rua. Sua vadia.

Ele enfiou dois dedos de uma vez. Vanessa arqueou as costas no banco, as pernas abrindo sozinhas. Bruno masturbava ela com vontade, o polegar no clitóris, enquanto chupava o outro peito.
— Me responde uma coisa — ele falou, a boca ainda no peito dela.

— Se alguém passar agora, olhar pelo vidro e ver você assim… peito de fora, minha mão na sua buceta… o que você faria?

Vanessa não conseguiu responder. Só gemeu.

Bruno tirou os dedos, chupou eles na frente dela e perguntou de novo, a voz mais baixa e suja:

— E se fosse um cara? Um desconhecido. Parasse o carro, descesse e viesse até aqui. Você mandaria ele embora… ou convidaria ele para entrar?

A pergunta bateu fundo. A imagem veio nítida: outro homem, outro pau, entrando no carro. A vergonha e o tesão se misturaram tão forte que ela quase gozou só com o pensamento.

Bruno percebeu.

— É… você convidaria. Eu sabia.

Ele abriu a própria bermuda e puxou o pau para fora. Já estava duro, grosso, a cabeça brilhando. Segurou o cabelo dela e puxou para baixo.

— Chupa. Agora.

Vanessa desceu a cabeça entre os bancos. O gosto dele encheu a boca. Ela engoliu com vontade, engasgando, saliva escorrendo. Bruno metia a cabeça dela para cima e para baixo, gemendo baixo.

— Isso… mama direito. Escondida do seu amiguinho. Que putinha safada.

Ele puxou ela pelo cabelo, virou o corpo dela no banco de trás e a colocou de quatro. Abaixou a calça e a calcinha de uma vez só até as coxas. Cuspiu na buceta dela e enfiou o pau de uma tacada só.

Vanessa gritou abafado contra o banco. Bruno segurou a cintura dela e começou a meter forte, o carro balançando de leve.

— Aperta… isso. Chupa o próprio dedo enquanto toma pau. Imagina se alguém parasse agora. Imagina se entrasse mais um.

Ela estava gozando. O corpo tremia, a buceta apertando em volta dele, a vergonha e o prazer se misturando num nó apertado. Bruno meteu mais fundo, mais rápido, até gozar dentro, sem tirar.

Ficaram parados por alguns segundos, só a respiração pesada.

Bruno puxou para fora, limpou o pau na coxa dela e riu baixo.

— Próxima vez a gente chama mais gente. Você topa.

Vanessa não respondeu. Estava de quatro no banco de trás, a calça descida, o gozo escorrendo pela coxa, o gosto dele ainda na boca. O coração batia descompassado.

Do lado de fora, um carro passou lento.

Ela sentiu o peso frio da realidade descer:

Tinha traído o Felipe.

Tinha chupado e dado para o Bruno no carro, em uma rua perto da faculdade.

E a vontade, em vez de diminuir, só tinha aumentado.

Foto 1 do Conto erotico: Vanessa Chupa rola - Acabou fodendo no carro pelo vício de rola.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Vanessa Chupa rola - Acabou fodendo no carro pelo vício de rola.

Codigo do conto:
273323

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
27/09/2026

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