Vanessa chupa rola - Precisou passar a noite no motel e pediu ajuda para os homens de lá.



Vanessa era viciada em fazer sexo oral. Desde que tinha mudado de cidade para fazer faculdade, sempre procurava algum evento ou festa na cidade vizinha para chupar ou até foder com algum estranho.

Assim poderia controlar sua cara sem que conhecidos soubessem dela.

O que ela não contava era que fosse dar problema aquela noite, a chuva forte provocou um acidente atrapalhando seus planos.

O acidente tinha engarrafado a rodovia por quilômetros. Vanessa ficou quase duas horas parada no carro, o ar-condicionado falhando, as pernas inquietas, a boca seca de vontade. Tinha saído de casa justamente para ir a outra cidade chupar alguém. Qualquer desconhecido. E agora estava presa.

Quando finalmente conseguiu sair pelo acostamento, o único lugar aberto era um motel simples, de fachada antiga, luz neon fraca. O estacionamento quase vazio. Só o carro dela e mais dois.

Na recepção, o homem que a atendeu era gordo, calvo na frente, uns cinquenta e poucos anos, camisa social apertada na barriga. Olhou ela de cima a baixo sem muita discrição.
— Por causa do acidente só ninguém está vindo aqui hoje. Acho que apesar do tumulto lá fora será uma noite tranquila — ele disse, entregando a chave.

— Quarto 12. Fundo.

Vanessa subiu. O quarto cheirava a desinfetante e cigarro velho. Ela tentou se acalmar.

Tirou a calcinha e começou a se tocar, achando que gozar iria acalma-la.

Se tocou em cima da cama. Gozou rápido, mas não resolveu. A vontade continuava ali, latejando.

Então veio a ideia que deixou ela rubra de vergonha.

— Não acredito que quero fazer isso. Falou olhando para o espelho do teto.

— Que droga, que vergonha.

Ficou numa briga interna por alguns minutos e depois desceu de novo.

O gerente estava sozinho na recepção, mexendo num caderno.

— Esqueceu alguma coisa? — perguntou.

Vanessa parou na frente do balcão. O rosto já estava quente. As mãos apertavam a barra do vestido.
— Eu… — a voz saiu baixa.

— Não sei como dizer.... eu eu estou com uma vontade. Desde antes do acidente. Eu saí de casa por causa disso. Estava falando de forma confusa. O tesão não conseguia controlar a vergonha.

Ele ergueu as sobrancelhas, surpreso.

— Vontade do quê, mocinha?

Ela engoliu em seco. A vergonha queimava, mas a necessidade era maior.
— De chupar. Eu… eu gosto de chupar. E agora estou aqui sozinha, me toquei tentando parar a vontade e não aguento mais. Preciso de um pau.

Ela estava roxa.

O silêncio durou alguns segundos. O gerente passou a mão na barriga, ainda processando. Depois soltou uma risada curta, descrente.

— Uma garota nova, gostosa, bonita que nem você… querendo isso comigo? Nunca imaginei uma coisa dessas, viu?

Vanessa baixou o olhar, o rosto em chamas.

— Eu sei que é estranho. Nunca te vi antes... mas mas… é o que eu preciso.

Ele se inclinou no balcão, a voz mudando, ficando mais baixa e direta:

— Então fala direito. Você quer só chupar… ou também quer que eu te coma? Porque se for pra subir, eu não vou querer só boca não.

Ela gaguejou.

— E-eu… pode. Pode fazer tudo comigo.

O gerente passou a língua nos lábios, já com outro olhar.
— Vai pro quarto. Eu subo em cinco minutos.

Ela foi com uma vergonha gigante. Era humilhante uma mulher bonita como ela pedindo para ser usada. Também não conseguiu recusar que outros pudessem ir.

Vanessa voltou para o 12 com as pernas moles. A espera era dolorida. O tempo para pensar no que pediu e iria fazer deixava ela muito desconfortável. O simples ato em si com alguém e logo indo embora é uma coisa. Mas ali. passaria a noite toda.

Pouco depois a porta abriu. Ele entrou, encostou a porta, e ficou olhando ela.

— Hoje vai ser uma bela noite disse ele.

— Tira a roupa. Devagar. Quero ver.

Ela obedeceu. Primeiro o vestido, subindo pelo corpo e caindo no chão. Depois o sutiã. Os seios pesados ficaram livres, os mamilos já duros. Por último a calcinha, que deslizou pelas coxas. Ficou nua na frente dele, o rosto quente, o peito subindo e descendo rápido.

O gerente assobiou baixo.

— Porra… esses peitos, essa cintura, essa buceta já tá brilhando. Você realmente veio com tesão, hein?

Ele se aproximou, passou a mão grossa nos seios dela, apertou, depois desceu a barriga até entre as pernas. Vanessa soltou um gemido quando os dedos dele encontraram o calor.

— Deita. Eu quero provar essa buceta também.
Ela deitou. Ele se ajoelhou entre as pernas dela com dificuldade por causa da barriga e começou a chupar. A língua era larga, molhada, sem muita técnica, mas faminta. Vanessa arqueou as costas, as mãos no lençol. Ele chupava com barulho, os dedos abrindo, gemendo contra a carne dela.

Era a primeira vez que era chupada e sentiu aquilo de uma forma intensa e gostosa.

Depois de um tempo ele se levantou, abriu a calça e puxou o pau para fora. Não era grande, mas era grosso, a cabeça escura, já duro. O cheiro era forte, de homem mais velho.

— Ajoelha e chupa.

Vanessa desceu da cama e ajoelhou. Segurou o pau dele com as duas mãos e levou à boca. O gosto era pesado, salgado. Ela engoliu a cabeça, depois mais, a língua trabalhando. Ele soltou um gemido rouco e segurou o cabelo dela.

— Isso… mama direito. Olha só a novinha chupando o velho…

Ela chupava com vontade, a baba escorrendo, os olhos fechados. Estava perdida no gosto quando o telefone do quarto tocou.

Ele atendeu sem tirar o pau da boca dela.

— Alô… pois não…

Vanessa continuou chupando, mais devagar, o coração disparado. Do outro lado da linha era o rapaz da recepção.
— É o gerente… — ele falou, a voz um pouco ofegante.

— Tô no doze. Com a mocinha do acidente. Não é mentira o que ouviu.

Houve um silêncio do outro lado. Depois uma risadinha. Vanessa sentiu o rosto pegar fogo. O recepcionista sabia. Sabia que ela estava ali, de joelhos, chupando o dono do motel.

O gerente olhou para baixo, para ela, e falou na ligação:

— Espera um pouco.

Afastou o aparelho do ouvido e perguntou, a voz baixa e safada:
— Tem outro colega aqui querendo subir. Posso mandar ele vir?

A sensação de vergonha era gigante. Outro subir, ver aquilo. Ela deveria dizer não, iria dizer não.

Vanessa tirou a boca só o suficiente para responder, a voz falha e gaguejante:
— P-pode… pode deixar.

Não conseguiu negar. Era pau e iria aceitar.

O gerente sorriu e voltou a falar no telefone:

— Manda o Diego subir. Quarto doze.

Pouco depois a porta abriu. Um homem mais novo, uns trinta anos, magro, camiseta do motel, entrou e parou. Vanessa estava nua, de joelhos, a boca ainda brilhando de saliva, o pau grosso do gerente a poucos centímetros do rosto. O olhar do Diego subiu e desceu nela sem pressa.

— Então é essa — ele falou, já abrindo a calça.

O gerente riu, a mão ainda no cabelo dela.

— Chupa os dois. E se quiser… depois a gente chama mais. Com esse acidente na estrada, o movimento vai ser zero. Posso até fechar o motel hoje.

Vanessa olhou para o pau novo que aparecia na frente dela. Depois para o do gerente. A vergonha era enorme. O tesão era maior. Ela abriu a boca e engoliu o primeiro que empurraram, enquanto a mão já buscava o outro.
A noite no motel 12 tinha apenas começado.

Vanessa se revezava entre os dois paus como se a vida dependesse disso.

Ajoelhava no chão frio do quarto 12, nua, os seios pesados balançando a cada movimento. Primeiro engolia o pau grosso e mais curto do gerente, a boca se esticando, o gosto pesado e salgado preenchendo a língua. Depois puxava para fora com um fio grosso de saliva e ia direto para o de Diego — mais longo, mais veioso, cheiro mais limpo de homem novo. Alternava sem parar. Uma mão no que estava livre, masturbando, enquanto a boca trabalhava o outro.

O gerente soltava risadas baixas, a barriga tremendo.

— Olha essa novinha… veio reclamar de tesão na recepção e agora está mamando os dois funcionários do motel. Quem diria.

Diego segurou o cabelo dela com mais força e empurrou fundo, fazendo ela engasgar.

— Porra, que garganta. Ela engole até perto do saco. Olha a cara dela… parece que está adorando.

Vanessa gemia em volta dos paus, os olhos marejados, a baba escorrendo pelo queixo e pingando nos seios. Cada vez que trocava de um para o outro, sentia a diferença de textura e gosto. O vício cantava alto. Dois desconhecidos. Num motel. Depois do acidente. E eu pedi por isso.

— Usa a língua embaixo… isso — o gerente ensinava, como se fosse professor. — Agora chupa só a cabeça. Olha como ela obedece.

— Será que ela engole porra também? — Diego perguntou, já metendo mais rápido na boca dela.

— Engole sim — o gerente respondeu. — Essa daí é do tipo que não desperdiça. Não é, mocinha?

Vanessa só conseguiu gemer em resposta, a boca cheia.

Eles trocavam de posição sem muita pressa. Um sentava na beira da cama, o outro ficava em pé. Ela se virava de joelhos, sempre com um pau na boca e a mão no outro. O quarto cheirava a sexo, suor e desinfetante barato. Os comentários continuavam, soltos, bobos e sujos:

— Esses peitos balançando enquanto mama…
— Olha a saliva no chão.
— Vieram falar que o acidente ia dar prejuízo e no fim a gente ganhou uma putinha de brinde.
— Ela saiu de casa só pra chupar pau e acabou no nosso motel. Azar o dela, sorte a nossa.

Vanessa sentia o corpo inteiro quente. A buceta latejava, molhada, escorrendo na coxa. Cada insulto baixo, cada risada, cada vez que chamavam ela de novinha ou putinha só fazia a vontade aumentar.

O gerente, gordo, ofegante, metia com força entre as pernas dela, a barriga batendo na dela a cada estocada. Diego estava ajoelhado perto da cabeça dela, o pau longo entrando e saindo da boca. Os dois se revezavam sem pressa. Quando um cansava de meter, o outro assumia. Quando um queria sentir a boca, empurrava o pau entre os lábios dela.
Vanessa estava nua, o corpo arrepiado, os seios balançando, a boca constantemente ocupada. A cabeça dela era um turbilhão.

Ela acompanhava toda a cena pelos espelhos do quarto.

O gerente segurava as coxas dela abertas e metia fundo, gemendo alto.

— Aperta essa buceta… isso. Olha como ela engole o pau do Diego enquanto toma. Que novinha safada.

Diego ria, a mão no cabelo dela.

— A garganta dessa porra é um poço. Nem reclama. Só mama.

Foi nesse momento que a porta abriu de novo.

Dois homens entraram. Um era mais baixo, barriga iniciando, uns trinta e cinco anos, rosto comum, cabelo ralo. O outro era negro, por volta dos quarenta, corpo grosso, ombros largos, barriga moderada, cara de quem trabalhava em motel há anos. Os dois pararam e olharam a cena: Vanessa deitada, as pernas abertas, o gerente metendo nela e o pau de Diego fundo na boca.
— Porra… — o negro falou, já abrindo a calça.

— O chefe não mentiu.

— Ela tá sendo comida e ainda mama — o outro completou, rindo.

— Olha a cara de puta.

Vanessa sentiu o rosto pegar fogo, mas não parou de chupar. O gerente tirou o pau dela, ofegante, e fez sinal com a cabeça.

— Podem chegar. A novinha aguenta. A gente está revezando.

Os dois novos se aproximaram. Em poucos segundos Vanessa tinha quatro paus em volta dela. O negro foi o primeiro a se posicionar entre as pernas. O pau dele era grosso, escuro, as veias saltadas. Ele enfiou devagar, gemendo pesado.

— Caralho, que buceta apertada… e já está toda arrombada pelos outros.
Vanessa gritou abafado porque no mesmo instante o mais baixo enfiou o pau na boca dela. O gosto era diferente. Mais um. O quarto agora cheirava só a sexo e suor.

É a primeira vez que estou com mais de dois ao mesmo tempo…
Num motel… com homens que eu mal conheço…
E eu pedi por isso.

Eles se organizaram como quem já tinha feito isso antes. Enquanto um metia, outro usava a boca. Os outros dois descansavam, fumavam, comentavam e se masturbavam olhando. Depois trocavam.

— Olha ela rebolando sozinha no pau do Negão.

— No começo tava com vergonha, agora está pedindo com a buceta.

— Essa daí saiu de casa pra chupar um desconhecido e acabou numa orgia de motel.

— Quatro caras. E ainda deve querer mais.

Vanessa sentia tudo de forma quase delirante. Cada pau era diferente. O do gerente era grosso e curto. O de Diego ia fundo. O do negro abria ela de um jeito que fazia as pernas tremerem. O do mais baixo tinha um gosto mais forte. Ela chupava um enquanto era comida por outro, depois trocavam, e ela mal tinha tempo de recuperar o fôlego.

É a minha primeira orgia…
Quatro homens…
Eles estão me usando com calma porque podem descansar e voltar…
E eu estou gozando sem conseguir parar.

O negro metia com força, segurando as coxas dela, enquanto falava:

— Mama o do chefe enquanto eu te como. Isso. Olha nos olhos dele. Mostra que você gosta de ser puta de motel.

O gerente ria, empurrando o pau na boca dela.

— Engole fundo. Depois você vai engolir a porra de todo mundo. Um por um.

Diego estava do lado, passando o pau no rosto dela.

— Essa novinha vai sair daqui andando torto. E com o gosto de quatro homens na boca.

Vanessa gozava, o corpo inteiro contraindo, a boca cheia, a buceta latejando em volta do pau que a fodia. Eles não paravam. Quando um gozava perto, tirava e colocava na boca dela. Ela engolia. Depois outro assumia.

O negro foi o primeiro a gozar dentro da boca dela naquela rodada. Grosso, quente, muito. Ela engoliu quase tudo, um pouco escorrendo pelo canto da boca. Os outros comentaram na hora:
— Engoliu a do Negão.

— Olha a cara de quem adora porra.

— Agora a do chefe.

E assim seguiram. Um atrás do outro. Fodendo, fazendo ela chupar, gozando na boca, trocando, descansando e voltando. Vanessa tinha perdido a conta de quantas vezes tinha gozado. O corpo estava marcado de dedos, a garganta ardia, a buceta latejava, e mesmo assim a boca dela continuava buscando o próximo pau.

O gerente, sentado na cadeira ofegante depois de gozar pela segunda vez, olhou para ela espalhada na cama, nua, suada, saliva e porra no queixo, e falou com a voz rouca:
— Com esse acidente na estrada… acho melhor a gente fechar o motel hoje.

— Se você aguentar… ainda tem mais um funcionário no turno da noite.

Vanessa, ofegante, o gosto de quatro homens misturado na boca, só conseguiu olhar para ele com os olhos marejados e sem conseguir responder.

A noite ainda era longa.

Quando o último homem saiu do quarto, Vanessa ficou sozinha na cama do motel 12.

Nua, o corpo marcado de dedos e chupões, as coxas sujas, a garganta ardendo. O gosto de quatro homens diferentes ainda dominava a boca — grosso, salgado, misturado. Ela virou de lado, olhando a luz fraca que entrava pela fresta da cortina, e sentiu o peso familiar descer devagar.

Tinha pedido. Tinha se entregado. Tinha engolido.

E mesmo assim, no fundo da garganta, a vontade já começava a pedir o próximo.

A mudança de cidade não tinha resolvido nada.
O acidente na estrada também não.
A boca dela continuava no comando.

Foto 1 do Conto erotico: Vanessa chupa rola - Precisou passar a noite no motel e pediu ajuda para os homens de lá.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Vanessa chupa rola - Precisou passar a noite no motel e pediu ajuda para os homens de lá.

Codigo do conto:
274749

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
15/10/2026

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