Eu entendo eles



Tem muito casal que se abre para novas oportunidades, não porque acabou o amor, mas, porque amadurecem e entendem que o outro ainda está vivo. Alguns, deixam virar traição ou até acabar a relação por completo, mesmo que não se separem. Os corninhos são aqueles que mais amam as esposas, mas, vários deles, percebo que precisam resgatar em suas mentes aquele instinto de putaria, ter outros machos com ele e a esposa, como forma de imaginar a esposa sendo só mais uma que ele, junto com um amigo, usam para o seu prazer, pois como se conhecem bem, já sabem todo o roteiro para fazer o outro gozar e isso, às vezes esfria a relação, por não ter mais o que conquistar. Porém, vários maridos, ao cederem e permitir a abertura da relação, queiram ou não, não estão apenas satisfazendo as esposas, estão se satisfazendo ao assistir, com e sem participação, e enquanto estão assistindo, está vendo um pau diferente comer a esposa e, aos poucos, criam coragem para dar a primeira pegada em um pau, logo querem sentir o cheiro do macho no corpo da mulher e, em algum momento, sentirá o gosto, seja no corpo da mulher ou na fonte.
Eu, como voyeur confesso, que com o tempo, além de me interessar em ver a mulher se entregando ao prazer, queria ver o macho comendo, imaginando ser eu em seu lugar e ver um pau gozar é muito bom e, enquanto voyeur, gozamos praticamente juntos, cria-se uma sintonia, com ou sem o casal saber que estão sendo assistidos.
Estive com um casal que teve somente duas experiências liberais. Uma delas, rolou apenas sexo entre eles em uma casa de swing, dentro de uma cabine e a mulher, apenas tocou em alguns paus e o marido, não transou com outras porque não era o combinado. Queriam apenas conhecer. A segunda experiência deles, foi com um colega de futebol, porém, ele ainda não estava preparado para ter alguém dividindo a cama com eles e acabou não rolando, principalmente, porque havia o receio da história vazar no futebol e ser adjetivado de forma negativa entre os amigos de longa data dele que também vão ao futebol e apesar do rapaz do futebol ter dado a deixa que é frequentador de casa de swing e gosta de casais, a euforia deles em realizar os fez querer aproveitar a oportunidade, mas no dia, pagaram um motel, mas nada rolou e disseram ter mudado de ideia. Nisso, eu surgi, quando a esposa ouviu no salão de beleza um papo de uma mulher com as demais e a procurou no instagram e ela passou meu contato.
O marido entrou em contato e me relatou essas duas situações e negociamos para o caso de não dar certo no dia que combinássemos.
Cheguei na casa deles no sábado e liguei. Eles estavam chegando de um churrasco. Aguardei e subimos. Eles estavam bem alegrinhos já e foram tomar um banho. Os aguardei na sala tomando um drink e fumando um cigarro. A mulher apareceu com uma roupa sensual e salto alto e ele, com um jeans e camiseta. Continuamos conversando e contei algumas histórias para eles, de pessoas tímidas etc (eles queriam saber, talvez para se imaginarem lidando com a própria timidez).
Um drink aqui, outro ali e logo estavam os dois rindo sem parar, por nervosismo e também por ansiedade. Falei para ele: está um pouco frio, abrace sua esposa, fique mais perto dela.
Ele sentou ao lado dela na cadeira do bar da sala deles e a abraçou.
- A beije, me deixe sentir a sensualidade de vocês.
Eles fecharam os olhos enquanto se beijavam.
- Sinta o corpo dela com as mãos.
Enquanto ele passava a mão em seu corpo, notava um pequeno tremor nela e respiração acelerada, com tesão. Permaneceram um tempo nesse beijo cheio de toques. Ao abrirem os olhos, me notaram com o pau para fora e os observando.
Ela levantou e disse que precisava de mais um drink e também apagou as luzes. Aumentou um pouco o volume da música. Aos poucos, o copo que estava cheio, foi sendo tomado por ambos. Ele chegou a falar baixinho para ela, mas ouvi, que estava um pouco tonto já e ela, rindo disse que também estava.
Fui para perto deles e passei a língua no pescoço dela enquanto ele a beijava. Suas pernas se abriram e coloquei a mão entre as coxas, sentindo ainda aquele leve tremor. Ele abria os olhos às vezes para olhar, mas dava para ver que seus olhos tentavam focar sem muito sucesso e apenas pegou a mão dela e colocou em seu pau, ainda dentro da calça.
Coloquei minha mão em cima da mão dela, a fazendo apertar o pau dele e, pelo que senti através da mão dela, o tesão dele não tinha mais opção, a não ser ceder aos receios.
Falei: "vamos para o quarto?"
Eles se levantaram e de mãos dadas, foram rindo e se apoiando pelas paredes, por estarem bem altos de beber a tarde toda.
Pedi para ele tirar a roupa dela e ela, a dele. Sem luz acesa, apenas a do banheiro acesa, nos dando alguns pequenos detalhes do que ocorria. Logo estavam em um sexo romântico entre eles, lento, com muitos sussurros e gemidos, bem convencional.
Me afastei alguns passos e retirei a minha roupa, para que ouvissem os sons da roupa sento retiradas e pudessem lidar com o nervosismo, talvez até desistir, mas continuaram.
Fui para perto deles e coloquei um joelho na cama, deixando o pau disponível para quando decidissem que ela provaria. Então escuto ele dizer baixinho:
- Pega na mão.
Logo, sua mão fria estava segurando, mas sem fazer movimentos ou algo do tipo. Eu comecei alguns leves movimentos para que ela o sentisse mais. Tirei sua mão e passei o pau no ombro dela, deslizando para o seio e fazendo o movimento de volta, até esfregar a cabeça em seu rosto e ficar levando até perto da boca dela e depois tirando. Ele pergunta:
- Você tá chupando?
- Não.
- Quer?
- Pode?
- Pode.
Ele, apenas sentia a cena, não estava vendo nada, pela dificuldade em focar algo, pela tontura alcoólica que estava e ela, era mais sensações também, mas tinha uma visão um pouco melhor, também pela luz do banheiro quase ao lado do quarto.
Logo, seus primeiros toques com a boca em meu pau e o marido a comendo de frente, a abraçando. Eu precisava saber se ele já tinha despertado aquele desejo oculto da maioria dos corninhos e tirei da boca dela e deixei na frente do rosto dele.
- Hun, meu pau tá todo babado, que delícia.
E conforme ele fazia o movimento de vai e vem, vez ou outra, aquela leve encostada não intencional em seu rosto e, eu sabia que era entre a lateral do rosto e o buço. Segurei apontando a cabeça na direção do rosto dele e facilitei que ele encostasse mais o rosto durante os movimentos. Ele sentiu tesão e se mexia mais rápido, logo, os toques do rosto se repetiram mais. Respirando pela boca, começou a tocar nos lábios a cada vai e vem. Facilitei um pouco mais.
- Deixa o pau parado bem dentro da buceta dela e deixa ela rebolar no seu pau.
Eu o queria com o corpo parado bem na frente do meu pau. Sentindo o cheiro e talvez o sabor. Logo sua boca já estava mais aberta e sentindo na língua o meu gosto. Ele, timidamente, deu uma pequena chupada e antes de levar de volta para sua esposa, bati algumas vezes em seu rosto com o meu pau. Coloquei novamente na boca dele. Fez três movimentos de vai e vem com a boca. Saciou a vontade. A esposa colocou na boca e ela estava mais solta com a permissão anterior dele. Chupava com mais vontade. Não sei ao certo se ela teve a visão do pau na boca do marido, porque eu a sentia com os olhos fechados durante o sexo com ele.
- Quer experimentar ele?
- Quero.
Quando ele perguntou, já abri a camisinha e coloquei.
Ele disse que talvez me mandasse parar para chupá-la quando ela quisesse gozar, porque ela tem dificuldade em gozar com penetração.
IDEIA IDEIA IDEIA IDEIA
- Vamos fazer assim, faz um 69 com ela e eu vou colocando devagar nela.
Entendendo ou não, aceitaram. Ele ficou por baixo dela e esperei eles aquecerem e realmente ela se soltava bem mais sendo chupada. Quando coloquei a cabeça na entrada, ela deu um suspiro, ao sentir um pau diferente em alguns anos. ISSHHIINNNN
Deixei deslizar, ela estava excitada e deslizou fácil. Entrava e saia devagar. Esse sexo no escuro é gostoso, porque ficam somente as sensações, logo senti o cavanhaque dele raspar no meu saco, e algumas vezes eu retirava o pau e voltava com o pau roçando no cavanhaque dele até entrar na esposa. Sua língua, variava entre a buceta dela e meu saco, ele fazia de um jeito rápido, que parecia ser sem querer, mas, nenhum homem se manteria roçando no saco ou pau do outro se não estivesse com vontade.
Ela começou a gemer e pedir para ele chupar mais forte e ficou pressionando a buceta no rosto dele. Eu comecei a enfiar mais forte e fiz carinho no seu cuzinho com a ponta do dedo. Ela gozou longo e se manteve em movimento nele. Me pediu para tirar um pouco.
Ele pediu para ela continuar chupando e ela o chupou rápido. Dessa vez ele é quem gemeu e ficou repetindo a pedida: chupa, chupa.
Eu estava com um puta tesão e querendo aquela buceta cremosa para me fazer gozar. Aproveitei a posição dela, de quatro ainda segurando o pau dele e passei a língua no cuzinho dela e desci até a buceta. Enchi a boca e forcei a língua. Ela rebolou. Reacendeu.
O marido continuava embaixo. Coloquei o pau e finquei fundo e forte. Para o caso de não desejarem, avisei:
- Vou gozar, vou lavar essa bunda gostosa de porra.
Não falaram nada. Tirei rápido a camisinha e gozei na bunda dela. Passei a mão esfregando e com a mão com porra, passei na coxa dela, perto da virilha. Queria que o maridão sentisse o cheiro de macho nela.
Para o caso dele estar tímido por ela vir a saber algo, eu falei:
- Aproveita que vocês estão bêbados e chupa ela corninho.
Escutei os sons dele lambendo a buceta dela e passando a mão pela bunda dela.
Tomaram banho e com a luz acesa ficaram um pouco tímidos e não fizemos mais nada e estavam no limite do sono após passarem a tarde bebendo no churrasco, mas creio que os ajudei a realizar o que buscavam, tanto para a esposa continuar tendo prazer sem que ele pudesse evitar pelas rotinas de casal e, agora, com essa experiência nova, passarão a ser mais cúmplices um do outro para expor que estão com vontade e do que estão com vontade. Pouco a pouco vão confidenciar suas fantasias e explorar.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico hcoroagp

Nome do conto:
Eu entendo eles

Codigo do conto:
275053

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
19/10/2026

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