Estava realizando reparo em um móvel, no apto de um casal novinho e notei que ela comentou o valor que estava dando no app para levá-los para um local. Ele disse para aguardar que o preço deveria baixar até a hora de saírem, ou seja, depois que eu terminasse. Me senti um pouco pressionado a agilizar o serviço, pois podia ser uma tática deles para eu terminar logo. Ele disse para ela ir se trocar que sairiam quando eu terminasse, pois notou que eu estava acabando.
Meio que "de rabo de olho" notei quando ela saiu do quarto, pois senti seu perfume logo que saiu do quarto e fiquei tentado a olhar, mas para não ser inconveniente e ver seu corpo em um vestido justo e curto, que notei sem olhar, mantive o foco.
Terminado o serviço o rapaz me fez o pix e disseram que desceriam junto para ir ao compromisso deles.
Ela comentou que o preço era o mesmo ainda e fez a chamada ainda no elevador. Mencionou que demoraria 7 minutos até a chegada do motorista. No elevador, consegui analisar seu corpo naquele vestido de tecido fininho e justo. Ela estava com calcinha socada na bunda e sem sutiã. Até me passou pela cabeça que iram para uma casa de swing ou motel, mas, como temos a mania de criar um perfil visual e analisar várias outras coisas, achei que não seria o caso, mas, ela estava bastante ousada naquele vestido para ir a um shopping ou evento familiar, ainda mais durante a semana e no meio da tarde. Talvez fosse um cinema. Minha curiosidade estava me matando para saber o destino e pensei em aguardar o motorista chegar e disfarçadamente seguir, mas, meu instinto de bons modos falou mais alto e encerrei o pensamento. Quando ela chamou, ainda no elevador, até tentei ver o destino, mas ela deixou o celular inclinado somente para os olhos dela.
Havia acabado de acender um cigarro e estava saindo da vaga destinada a visitantes do prédio quando notei ela reclamando algo. Passei por eles e dei uma buzinada para me despedir e ele comentou: "ela está brava, o motorista cancelou e o segundo aceitou e cancelou na sequência". Não pensei para falar:
- Se não for muito longe eu levo vocês.
Ele olhou para ela, que deu um sorriso desconfortável, mas deu de ombros, como se deixasse a decisão para ele. Entraram no carro, ele veio na frente comigo. Perguntei o endereço e ele disse que era perto da Anchieta. Eu conheço, mas dependendo a rua e numeração, é bom saber se precisarei fazer alguma conversão ou algo do tipo e pedi o endereço para colocar no GPS. Eles passaram e era o Motel Faraós. Senti o constrangimento quando apareceu na mídia do carro o local, mas a seguir, ela disse para o marido ligar para avisar.
- Liga lá, avisa quanto tempo demoraremos.
- Oi, daqui a 15 minutos mais ou menos chegamos.
Tentei escutar a voz do outro lado, mas só ouvi a resposta do marido.
- Putz, sério. Você devia ter falado antes que teríamos ficado em casa. Mas ok, tá bom. Depois falamos.
Desligou e disse: teve um contratempo.
Emendei: quer que faça o retorno?
- Não. Nós vamos. Bom, você já ouviu, não adianta. Íamos fazer uma festinha, mas deu errado.
Olhei pelo retrovisor e vi que sua esposinha acompanhou minha reação pelo retrovisor. Desviei o olhar para permanecer discreto e talvez até termos um serviço futuro.
- Você nos deixaria lá dentro? Ela tem vergonha de entrar caminhando.
- Claro. Fiquem tranquilos. Eu entendo pelo que estão passando e o que pretendiam fazer. Já tive contato com muita gente do mundo liberal e não se preocupem que não faço julgamentos. Para mim, tudo isso é muito tranquilo.
Entramos e fomos direto na direção da suíte. Chegando lá, desceram e fui embora. Quase 10 minutos depois chega uma mensagem de áudio.
- Amigo, você falou algo e estava conversando com a minha esposa, se você achar que não tem nada a ver você me fala. (nessa hora já dei seta e procurei por um retorno por imaginar o final do longo áudio), tínhamos tentado algo com um cara que conhecemos na internet, mas você viu que não deu certo. Nós somos inexperientes, mas estamos decididos a experimental coisas diferentes - encurtando o áudio - se você não tiver compromisso e caso tenha gostado da gente e quiser voltar para nos divertimos juntos, será um prazer ter você com a gente, caso contrário entendemos".
Cheguei no motel e disse meu nome e a suíte que iria. Cheguei e estavam muito tímidos, afinal, por mais modernos que estejam os jovens atuais, quando resolvem experimentar seus fetiches, ficam tímidos. Conversamos para quebrar o clima tenso, enquanto bebíamos algo e ela me pediu um cigarro:
- Você trouxe o seu cigarro? Me dá um?
Ele disse que ela fuma quando está nervosa.
Conversamos bastante para saber o que rolaria, para ajudá-los a realizar a fantasia deles pela primeira vez, porque talvez ficassem dependentes disso por falta de coragem em fazer algo.
Falei que deveria ser tudo muito natural, sem nada que não desejassem e ao mesmo tempo, fazerem de tudo que quisessem entre eles e nós três.
Ele disse: tanto ela quanto eu podemos fazer o que bem quisermos?
Respondi: não tudo, eu não topo penetração entre homens.
- Só penetração?
- Sim.
Ela se aproximou dele e o beijou e se abraçaram. Eu disse: pessoal, eu preciso muito de um banho, vocês me dão licença?
- Claro, vai lá amigo - disse ele.
Fui ao banheiro e notei a curiosidade deles, provavelmente para ver meu pau. Eu a peguei esticando o pescoço e fiz sinal para irem comigo.
Ela pediu se podia pegar mais um cigarro e pedi para acender um para mim também. Levei meu copo e durante o banho terminei o cigarro e a bebida. Estava com discreta ereção, aquela meia bomba conhecida. Eles ficaram me vendo tomar banho, entre sorrisos e risadinhas nervosas, diante de uma pessoa com o dobro da idade deles. Eu não falaria nada sobre valores com eles, como disse antes, até para talvez termos um serviço futuro. Iniciar casais, quando surge assim de forma aleatória, não costumo falar de "trabalho".
Coloquei a toalha enrolada e fui para o quarto. Estavam sentados na beirada da cama.
- E aí pessoal, como brincaremos? Como querem fazer? Estão dispostos ainda? Se não quiserem, gosto de ser voyeur também, assim, é uma alternativa se não estiverem à vontade para ir adiante com isso.
- Queremos, só não sabemos como começar.
- Já sei. Você é tímida? Muito?
- Um pouco.
Deixei a luminosidade do quarto mais aconchegante e coloquei uma música. Peguei na mão dela e tenho certeza que ela imaginou que eu iria dançar com ela, mas assim que ela ficou de pé eu larguei sua mão e sentei na cama ao lado do futuro corninho. Me apoio com as mãos no colchão, com os braços jogados para trás e aumentei um pouco mais o volume da música.
Ela deu uma risadinha e disse: ai meu deus, quer que eu dance!?
- Sim, dance pra gente e vai mostrando esse corpinho sem o vestido.
Ela começou meio rápido, já fazendo o movimento para tirar o vestido e interrompi.
- Calma. Feche os olhos e se solte, depois tire o vestido. Venha de vez em quando aqui perto para tocarmos você.
Ela se aproximou, virou de costas e rebolou timidamente. O marido me olhou, esperando que eu fizesse algo. Sinalizei que primeiro ele.
Ele passou a mão na bunda dela e deu um tapinha. Eu, depois, coloquei a mão perto do joelho, e fui subindo até sentir o calor da bucetinha dela, mas não a toquei, apenas fiz suspense. Tirei a mão e dei também um tapa na bunda dela, mas um tapa mais forte, que terminava após o som de tapa com um apertão. Precisava fazê-la ficar bem molhadinha para querer transar gostoso e se soltar. O marido a seguiria, com certeza, exceto se o ciúme tomasse conta e coisas se passassem na cabeça dele e os fizesse interromper tudo.
Ela voltou a ficar alguns passos distante e dançou mais livremente. Veio algumas vezes dançar de frente, oferecendo seu corpo ao toque. Dessa vez fui direto com a mão, pela frente, por cima do vestido mesmo e enchi a mão com a buceta dela. Ela deu uma leve arqueada de pernas e suspirou. Meu pau já aparecia pulsante na toalha e o libertei para não ficar aprisionado e apertado. Ela dançava olhando. Notei que o maridinho também e até perguntou:
- Vai aguentar amor?
Ela se aproximou e colocou a mão perto, tentando analisar o tamanho real. Sua mão era menor que o meu pau. Aquelas mãos pequenas e delicadas.
- Posso pegar?
Não respondi. Apenas abri a perna para ela ter visão completa desde o saco. Ela tocou levemente, passando o peito da mão por toda a extensão.
- Segura ele. - pedi.
Ela segurou e disse para o marido: pesado.
Olhei para ele: quer sentir o peso também?
- Por enquanto não, tranquilo.
Ele estava ainda com vergonha de se libertar das vontades que tinham planejado.
Ela terminou sua dança e ficou somente com a calcinha fio dental e de salto alto. Seios lisinhos, biquinhos sem quase nenhuma elevação, rosados, bucetinha bem aparada, com aquele tapetinho lindo, quase loiros, e a bundinha, redondinha, cheinha, sem muito volume, mas um volume que deve atiçar muito homem na rua, principalmente se ela usar vestidos justos como aquele que estava antes.
A chamei com o dedo indicador. Ela se aproximou.
- Fica de pé na cama.
Ela subiu, ainda cuidando das partes íntimas, evitando exposição mais explícita.
- Como você quer? Aqui?
- Na frente do meu rosto.
Ela ficou ajeitando a posição dos pés durante um tempo, talvez pelo nervosismo não encontrasse sustentação. Mantive beijos e lambidas em suas cochas, senti a pele da sua bunda com a minha mão passando de um lado para o outro, até subir pelas cochas e chegar na sua buceta, com a mão direita, a agarrei segurando entre o reguinho e a buceta e a puxei para a minha boca. Enfiei a boca e parte da língua naquela rachinha justa.
Sua primeira reação com a minha boca foi dizer: ai meu deus. Percebi seu marido com a mão no pau vendo a cena.
Ela passou a gemer e ficar suculenta. Segurava os seios e os biquinhos discretos estavam entumecidos, mas ainda discretos, rasinhos.
Pois bem, por isso que não se pode julgar a aparência de ninguém. Na casa deles, ela estava com roupa de ficar em casa, sem destaque para o corpo, apesar de ser evidente que tinha um corpo gostoso, óculos com grau, que tirava o destaque da beleza do seu rosto e o marido, jovem com idade próxima da dela, que deve ter 21-23 anos. Nunca sabemos exatamente o que se passa na cabeça das pessoas quando estão em seu meio social convencional. Tem muita mulher, que capricha tanto nos acessórios e lingerie para trazer aos nossos olhos como desejam ser vistas e na hora que tiram, o corpo não representa o mesmo e muitas mulheres jovens estão todas judiadas por falta de cuidados essenciais à uma mulher. Eu prefiro muito mais as mulheres que não escondem o que dizemos ser imperfeições, pois não tem jeito, acabará vindo à tona, seja o tamanho do seio, uma estria, os quilos a mais ou até a menos do que temos como "padrão". E na hora que as coisas esquentam, nós homens não ficaremos julgando isso. Já tive sexo com pessoas que não tenham uma boa apresentação visual e de aparência, mas que foram fodas fantásticas enquanto algumas, todas perfeitinha, digamos assim, com corpo bem trabalhado, ótima aparência e na hora do vamos ver, toda fresca e toda mecanizada, como se fosse um roteiro, mas sem entregar o que parecem querem e não digo isso por falta de posições ou desenvoltura, pois às vezes fazer o básico, papai-mamãe, pode ser tão bom também, da mesma maneira, nós homens, não adianta vender que somos super humanos, quando podemos brochar sem aviso, gozar rápido e a companhia boa faz as coisas darem certo. Brochou ou gozou rápido? Contorne tudo. Reinicie. O importante é não ter cobrança de nenhum lado, por isso é bom sempre conversar sobre o que gosta ou não, para a mulher não ficar regulando o quanto penetramos, a velocidade. O ideal é falar durante o sexo. Empina essa bunda. Mete forte. Chupa. Temos que ser autoritários um com o outro, para que nos dê o prazer que queremos e, darmos o prazer que a pessoa quer. Com muitas pessoas, não é preciso falar nada, pois parecem ter sintonia e as reações vão demonstrando o caminho para tudo. Com eles havia perguntando sobre anal e ele respondeu por ela, que não gosta muito, mas que às vezes fazem, o que entendi que não teríamos - infelizmente, pois aquele anelzinho miudinho era muito convidativo para querer enterrar até o fundo.
Voltando. Ela precisava de conforto para continuar sendo chupada. Ela desceu da cama e ficou ajoelhada no chão, entre nós dois. Ela pegou nos dois paus, um em cada mão. Ficava nos masturbando e buscando nosso cheiro e perfume com o nariz. Aspirava com força e soltava com a boca. Ela continuou segurando o meu pau e colocou sua boca no pau do marido. Se mostrou mais desinibida com ele durante o boquete, até largar o meu pau e se dedicar a ele. Foram se acomodando na cama e ela se encaixou nele. Ela precisava gozar e talvez, ainda estivesse desconfortável em se dedicar a gozar comigo e se libertar com as reações difíceis de esconder.
Ela sentou, subindo e descendo algumas vezes, rápido e forte e depois engatou em ficar levando para frente e trazendo para trás sua buceta, esfregando com força, com as mãos no tórax magro, branco e sem pêlos do marido. Ela gozou e gemeu alto, de olhos fechados. Ela terminou e falou para ele: quer que eu fique de quatro?
Ele disse que não, para ela ficar comigo um pouco. Coloquei a camisinha e me posicionei na cama, esperando que ela quisesse continuar na mesma posição, mas ela foi mais conservadora e se deitou, abrindo as pernas. Encaixei na sua pequena cavidade e fui colocando. Ela inflou as bochechas e soprou o ar. Franziu o rosto.
- Não tô acostumada com a grossura.
O pau do marido era comprido também, mas bem mais fino. Fui empurrando e ela repetindo a respiração. Entrou tudo. Deixei dentro para ela acostumar.
Ela gostou da sensação de "desconforto". De forma tímida ainda ela falou baixinho: mete.
Eu mantive a penetração lenta. Ela pediu novamente, um pouco mais alto. Depois falou de forma convincente: METE!
O marido já ficou de pé para ver melhor e se masturbando. Acho que ele também não estava acostumado a ver esse outro lado dela.
- Quer que mete safada? - falei.
- Mete forte. Goza em mim. Goza na minha barriguinha.
- Quer leitinho?
- Mete, mete, mete forte!
Nessa hora amigos, vocês sabem, na nossa mente só tem uma possibilidade e nosso cérebro já parece preparar para a gozada. Foram umas 10 bombadas fundas e fortes, com ela gritando "aiiii, aiii, mete mais". Tirei rápido a camisinha e gozei na barriguinha dela, como me pediu. Gozei quente, leite denso, os nervosos ao redor ficaram sensíveis até.
Acabei de gozar e ela pediu para o marido: vem também, goza em mim.
Ele se posicionou, mas puxou suas pernas pelos tornozelos e a virou. Ele estava possuído também. A comeu de quatro segurando em sua cintura.
- Que buceta quente meu tesão!
Percebi que ele tirou uma das mãos e olhou para a mão, estava melada com o meu gozo (risos). Ele voltou a mão, começou a dar tapas fortes na bunda dela.
- Gosta forte vagabunda? Então toma. Quer porra? Você gosta de várias rolas puta?
Ele tirou o pau e gozou nas costas dela e ficaram deitados agarrados, com ele em cima dela e com o pau amolecendo.
Fomos tomar um banho. Nessa hora a consciência é retomada. Ela ria e dizia: estou morrendo de vergonha, parece que eu saí de mim.
Nós rimos e o marido disse que estranhou ela pedir com força. Mas ela acrescentou: mas eu quero mais, ainda não tô satisfeita.
- Nossa amor, você está com um fogo hoje hein!?
- Eu tô, tô com muito tesão amor. Quero transar bastante.
Comentei: o cara que deu o cano em vocês não sabe o que perdeu.
O marido disse: acho que ela não vai mais querer ele, porque a foto que ele mandou do pau, era um pouco mais grosso que o meu, mas menor, já o seu é mais grosso e maior que o meu.
Ela: só vou querer pinto grande agora amor se a gente continuar fazendo isso e se você quiser também claro.
Ele: mas você vai ficar me devendo quando eu te pedir uma mulher, vou querer ver você sendo chupada por uma mulher, chupando junto com ela.
Eles foram apimentando a conversa e logo estavam se beijando e tocando no corpo um do outro, com tesão. Os deixei curtir aquele momento deles e fiquei ouvindo na cama eles transarem no chuveiro. Ele passou a ser mais ousando e aproveitando as pedidas dela na cama, metia forte e dava tapas fortes na bunda dela que pedia para bater mais. Ouvindo isso pensei: vou querer bater bastante nessa bunda.
Voltaram para o quarto, com aquele olhar de sono, mas era só relaxamento mesmo. Ela me olhou e disse:
- Sabe o que eu quero agora né?
O marido falou surpreso: mas já quer mais?
Ela riu e disse: nãoooo, um cigarro, mas agora é para dar uma curtida mesmo, não estou mais tensa.
Ela pegou o maço, acendeu. O marido experimentou também, mas engasgou. Ela me perguntou se eu queria que acendesse um e fumamos juntos. Tomamos um drink, copo bem cheio, mas dividimos entre nós três.
Conforme fomos ficando mais soltos novamente, fomos retomando a sedução.
- Você se prepara. Agora que se soltou e começou a pedir para colocar com força, vou dar bastante tapa nessa bunda gostosa enquanto enfio o pau.
- Ah é!? Você gosta de bater?
- Essa bunda merece uns bons tapas.
Ela ficou de pé, de costas e empinou a bunda.
- Você quer bater na minha bundinha?
Dei um tapa de amostra que ela endireitou o corpo na hora.
- Quer mais?
Ela empinou. O marido entrou na onda. Ele batia em uma banda e eu na outra, intercalados. Até que a bunda ficou quente de tantos tapas e ela pediu para parar porque estava latejando, mas falou isso passando a mão e fazendo biquinho com os lábios.
Fiquei de pé com o pau duro e puxei ela pela nuca, com o cabelo na minha mão e a coloquei para chupar. Fiz entrar o máximo que deu naquela boquinha fina. Fiz ela chupar o pau do marido da mesma forma, mas eu direcionando os movimentos da cabeça dela, bem filme pornô mesmo. Ele passou a tratá-la como sua putinha. Mandava ela engolir tudo.
- Hoje vou gozar na sua cara puta. Nós dois vamos gozar na tua cara ao mesmo tempo e você vai tomar tudo. Nem pense em cuspir. Vai beber tudo vadia.
Ela adorou o jeito dominante dele. Colocou a língua para fora e disse: aqui dentro da minha boquinha?
A testosterona foi a mil, principalmente nele. Ele tomou a cabeça dela para ele e deu um tapa no rosto dela. Chupa vadia. Ela chupava fungando, gemendo. "Mete a rola na minha boquinha"
Ele a colocou apoiada na cadeira, de pé, e enfiou o pau nela puxando o cabelo. Eu em pé, com o pau duro olhando e mexendo no pau. Notei que ele não tirava o olho.
- Senta no chão corninho. Senta para ela montar em você.
Ele deve ter pressentido o que eu faria, pois obedeceu rápido. Ele sentou, ela montou nele e começou a galopar com força. Coloquei o pau na boca dela. Tirei e mandei:
- Beija ela agora.
Ele a beijou. Coloquei o pau novamente.
- Beija ela!
Repetiram o beijo. Perguntei se estava bom o gosto do beijo. Ele não respondeu.
Quando tirei o pau novamente e mandei ele a beijar, assim que a boca dele chegou perto da dela, coloquei o pau no meio. Eles estavam transando, cheio de excitação e não foi difícil para ambos iniciar o fetiche. Desfrutaram juntos do meu pau na boca. Ela gozou antes dele e continuou, mas agora só se esfregando para frente e para trás. Ele caprichou em colocar dentro da boca também e curtiu uns dois minutos.
- Mamou? Satisfeito agora?
- Gostei. Grande. Grosso. Quente. Na próxima se eu tiver coragem vou chupar mais, até o fim.
Bom, ele estava pensando em se preparar para uma segunda vez, quem sabe, provar porra. Direto da fonte talvez, mas, quem sabe não poderia provar ainda no mesmo dia, mesmo que não fosse direto da fonte?
Ela anunciou: não acredito, eu vou gozar de novo, bate na minha cara. - pediu para o marido.
Ele deu um tapa, ela acelerou as esfregadas com o pau enterrado nela.
- Quer mais?
Ela apenas gemia e acelerava. Ele deu outro tapa. Com a outra mão, bateu na bunda dela. Foram alguns tapas seguidos entre rosto e bunda e ela gozou, gozou chorando realmente, se apertando nele, tremendo, sensível ao toque, mas ainda rebolando discretamente com o pau dentro.
- Chupa meus peitos.
Ele agarrou os seios dela com as mãos e os uniu com as mãos para passar a língua nos dois e encher a boca quando os chupava. Ela já estava se mexendo novamente. Ele pediu para esperar.
- Vamos na cama. Vamos fazer uma coisa.
Mantiveram a posição que estavam no chão.
- Já que você gostou de sentir a buceta doendo, vai sentir dois paus na buceta.
Ela suspirou com tom de tesão. Foi realmente uma reação natural ao ouvir a proposta do marido. Ela apenas continuou se mexendo no pau.
Me posicionei e fui fazendo acontecer. Parecia que não conseguiria, porque ela era bem estreitinha mesmo, não era rasinha, mas cavidade estreita na entrada. Entrou muito apertado e para ela sentir a pressão, teve que ficar parada e ele mandou que fodesse forte. Fui tentando achar espaço e ângulo e ela parecia que iria desmaiar, aparentava alguém que está com pressão baixa, mas era reação do corpo se adaptando. Ela gozou, gozou não, teve um orgasmo. Ela pediu um segundo antes:
- Deixa dentro.
Só dei aquela socada para entrar espremido e ela gozou gargalhando, possuída, misturando gargalhada e choro, intercalando. Ela é daquelas que chora na maioria das vezes que tem orgasmo.
Demos outra pausa. Não preciso dizer que tanto para ele, quanto para mim, isso só garantia uma coisa: acumular porra. Pois, como ela atingiu intensidade e capacidade de gozar várias vezes diante da realização do fetiche de ambos, ela precisava se recuperar.
Fizemos todo o descanso novamente. Repetimos conversas, cigarro, drink. Até, novamente partir dele uma nova proposta:
- Você sempre pediu para não fazermos com muita força, mas hoje aprendeu a gostar. Você sempre reclama de algo que eu quero, mas será que aproveitando que você está bem relaxada agora não daria para pensar?
- Sabia que você iria pedir, mas achei que iria pedir em casa.
- Mas não vamos fazer devagarzinho não. Vamos fazer do jeito que eu sonho fazer com você.
Percebi ela levando a mão perto da buceta e esticando um dos dedos até o cuzinho.
- Ai, você vai querer o meu cuzinho?
- Vou, e vou meter forte. Quero ver você gozar dando o cuzinho.
- Eu não vou gozar dando o cu!
- E se estiver com um pau na buceta?
Ela juntou as pernas em reação de prazer, apertando a bucetinha com uma das mãos.
Agora, bastava para mim, torcer para ela querer o meu também no cuzinho.
Ele foi até o lugar que tinha itens de comercialização da suíte e pegou o gel. Passou no mão olhando para ela.
- Vou comer seu cu. Hoje vou enfiar inteiro.
Ela me chamou para ir se aquecendo. Sentou no meu pau na cama. Pediu gel para o marido. Ele esfregou na bunda dela. Ele aproveitei a posição e levei meu dedo e deslizei. Ela gemeu com o dedo dentro e debruçou em mim. Enfiei a orelha dela na minha boca e fiquei mascando devagar, passando a língua e falando baixinho:
- Vai dar pra mim também? Fiquei louco nesse cuzinho desde o começo.
Ela só gemia. Bom sinal. Dependeria do marido não fazer ela se arrepender e torcendo para a buceta dela ter muito tesão para incendiar o corpo todo.
Ele se posicionou. Tirei o dedo. Ele encaixou e foi empurrando de uma vez. Nessa hora só pensei uma coisa: ele vai traumatizar e vou ficar sem.
Ela soltou um longo "aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii".
- Aguenta safada, tá quase todo - ele dizia.
Por sorte, depois de fazer o vai e vem poucas vezes, sem muita velocidade porque o cu ainda não estava bem relaxado, ele tirou.
- Não vai dar, se eu continuar vou gozar. Quero guardar para gozar na tua cara.
- Vem você.
Achei que talvez ela não toparia. Mas ela já saiu de cima de mim para que eu fosse atrás. Ele deitou na cama, com as pernas para fora.
- Vem, vou ficar te chupando, você vai gozar tomando no cú.
Ela colocou a buceta na boca dele e buscou atingir um bom nível de prazer para relaxar para o anal comigo. Enquanto eu passava o lubrificante no meu pau, exibia para ela ver o que entraria nela. Meu pau estava mais duro do que no início da primeira foda. Sim, senhoras e senhores, quando sabemos que terá anal, o tesão vem com força.
Seu cuzinho estava com uma discreta abertura nessa hora. Bom para mim. O corninho embaixo chupando a buceta com vontade. Encaixei a cabeça na entrada e fiz com calma a entrada e ao mesmo tempo dizendo para ela relaxar.
- Isso, relaxa. Respira. - entrava um pouco mais e dizia novamente.
A cada vez que ela soltava o ar, colocava um pouco mais. Ela começou a rebolar na cara dela.
- Enfia essa língua em mim. Passa a língua daquele jeito que eu gosto.
Ela relaxou por completo e não tinha mais volta. Quando se atinge o prazer, nada mais é barreira.
Ele parou um instante de chupar e falou:
- Fode o cu dela. Fode pra valer.
Agarrei a cintura dela e imobilizava quando socava, para ela sentir batendo no fundo. Ela intercalava em dizer "ai" e gemer com as chupadas dele.
Ao sentir que estava iniciando a vontade de gozar, ela sussurrou, como na primeira vez:
- Mete. - baixinho.
Continuei com retiradas lentas e uma socada seca, de uma vez. Ela pediu de novo.
- Chupa mais. Eu tô quase. Mete. Pode meter.
Soquei com vontade, sabendo que ela aproveitaria o momento de estar quase gozando para aguentar.
Ela gozando tomando paulada forte. Ou ela gozou com uma pequena pausa e terminou, ou ela gozou duas vezes seguidas, não sei. Eu estava quase e sabia que se gozasse, talvez não conseguiria outra, porque seria forte a gozada.
Acho que o marido percebeu e falou:
- Tira, vamos gozar nela.
Tirei a camisinha e já estava me adiantando em masturbar perto dela. Ele pediu para esperar um pouco e se masturbou rápido para atingir o ponto.
- Pronto, vamos.
Ela estava com a barriga para cima, deitada, mas com a bunda levemente virada de lado, devia estar com o cuzinho bem sensível.
Gozamos na cara dela, tanto ele quanto eu, demos uma gozada farta. Fazia tempo que não dava essa gozada forte, com jatos seguidos e fartos. Seu rostinho claro ficou melado. O marido, pela pouca idade, cheio de tesão, se manteve com o pau duro após a gozada.
Eu estava cheio de tesão com toda a cena, é uma linda visão ver tanta porra na cara, mas meu pau estava amolecendo, infelizmente.
Falei para ele aproveitar e dar a saideira. Ele foi por cima dela e transaram devagar, mas ela é um vulcão e logo estava erguendo o corpo buscando mais profundidade e rebolando, fazendo o pau tocar em todas as partes dentro dela. Ele não resistiu, durante o gozo conjunto deles e apaixonadamente se beijaram. Como disse antes, ele não provou da fonte, mas provou de outra maneira.
Os deixei em casa e no caminho comentei com eles que às vezes alguns casais me pagam para iniciá-los, ou até mesmo casais experientes que querem um terceiro elemento diferente dos anteriores. Eles me perguntaram se eu cobraria se saíssemos novamente.
Foi uma tarde e início de noite tão prazerosa, que minha resposta foi:
- Não conseguirei cobrar de vocês se quiserem repetir. Se formos para um motel novamente, vocês bancam o motel e está tudo certo.
Eles me confidenciaram que nas conversas que tiveram para terem uma terceira pessoa pela primeira vez, foi muito franca e, que tinham vontade de sexo grupal, de preferência mais homens do quê mulheres, talvez só homens e ela de mulher, mas que seria um passo para o futuro, primeiro tentariam essa experiência com só uma pessoa por enquanto até estarem prontos e o corpo dela também (sim, ela é bem apertadinha).
Brinquei que se continuarem nessa vibe e demorar 6 meses para revê-los que ela já estará bem abertinha. Ela disse que não curte, mas que tem vontade de sair com negros também, porque nos filmes que viram juntos, sempre eram paus grandes.
Fiquei com ciúme e disse: maior do que o meu? Ela disse que sim, a maioria, mas que o meu judiou bastante dela.
No mesmo dia, eles me mandaram mensagem agradecendo a experiência e que gostariam de conhecer outras pessoas, mas que se eu topasse, pela cumplicidade que criamos, que eu poderia ser um fixo deles e comigo, transariam no apartamento deles porque ganhei a confiança.
Respondi que podiam mandar mensagem quando estivessem com vontade de fazer algo diferente ou repetir, mas para avisar antes para eu me programar com meus compromissos.
Nunca fui fixo de ninguém, tanto por mim quanto pelos casos anteriores, mas creio que esse casal e eu, tivemos muita sintonia, até por serem pessoas naturais em seu jeito de ser, com fetiches como qualquer outro, decididos a experimentar as coisas e, apesar de não ser um super humano, tenho mais vivência do que eles e posso agregar em algo nessa fase deles de buscarem prazer de várias formas.
hcoroagp