Passei um tempo sem publicar nada porque estive com bastante tarefa agendada no segmento "marido de aluguel", para pequenos reparos em móveis e pela logística envolvida, de ser em pontos não tão próximos um do outro, acabou me fazendo evitar agendar os outros trabalhos. Pois bem, um dos que valem a pena citar, foi de um corninho super gente boa, aliás, o conheci através de um reparo no móvel da casa dele. Terminei o ajuste após substituição das peças com problema e, diante do extremo calor que fazia naqueles dias, me chamou para acompanhá-lo em um cerveja antes de ir embora. Me levou até sua sacada gourmet e ficamos olhando a piscina do prédio dele, com bastante gente se divertindo e tomando sol. Ele mostrou os marmanjos secando uma mulher com biquini socado, com o bundão para cima tomando sol. Comentei que do 7o andar dava para notar que era uma bela bunda e ele disse que aquela mulher já tinha feito a alegria de muitos marmanjos do prédio. Perguntei se ele já tinha comido também e ele disse que já, que ela era bem putinha. Fiz um comentário comum entre nós homens, dizendo que ela tinha jeito de ser bem safada mesmo e que devia usar aquele biquini exatamente para mostrar o rabo, pois sabia que vários homens estariam vendo de seus apartamentos. Ele me surpreendeu dizendo que era sua esposa e, que desde que ficou com ela a primeira vez, sabia que não conseguiria sozinho dar conta dela. Entramos no assunto de como era sua participação e ele disse que para que ela tivesse mais liberdade, ela sempre marcava com os caras quando ele não estava, para parecer que ele não sabia e que apenas assistia depois a gravação que ela fazia escondido para ele ver. Perguntei se ele nunca havia participado e ele disse que sim, em casa de swing, mas que ela não gostava de casa de swing e preferia manter dessa forma, porque ela gostava da sensação de agir como se ele não soubesse para os machos ficarem com mais tesão. Contei que presto alguns serviços por fora nessa área também e, caso viesse a ter interesse, que sou bem flexível com casais, desde que não fuja do oral. Ele confessou que nas vezes que foram em casa de swing que sentiu vontade de pegar nos paus que surgiram no glory hole, mas que teve vergonha com a esposa perto. Falei para ele me contratar e faria com que ele matasse a vontade, de uma forma que não precisasse confessar à esposa. Um dia ele me mandou mensagem, querendo marcar e eu já imaginava que ele entraria em contato. Ele queria um pretexto para não parecer que foi armado e que a esposa é bem safada e qualquer insinuação minha, já se abriria toda para fazer joguinho de sedução, mas imaginando que não daria em nada, pois ela gosta de ficar atiçando os machos e eu teria de ser ousado para fazê-la querer trepar já naquele dia, com ele em casa. Falei que talvez ela não toparia se ele estivesse, mas que poderia chegar assim que eu mandasse mensagem para ele. Dei umas dicas para ele desregular as dobradiças, para aparentar que o serviço foi mal feito e eu precisasse voltar para corrigir. Cheguei e lá estava ela, me aguardando com seu shortinho curto e blusinha sem sutiã. Mostrou as portas a corrigir alinhamento e ela ficou acompanhando. - Posso fazer um comentário? - Pode, claro! - Eu já te vi uma vez. - Sério, quando? - Quando seu marido me chamou para vir trocas essas peças. Quando acabei, tomamos uma cerveja na sua sacada e te vi tomando sol na piscina. - E como me reconheceu? - Pelo cabelo e pelo corpo. Mesmo não estando de biquini, não tem como confundir o seu corpo. Seu marido deve passar nervoso na rua né? - Por que? - Porque os homens devem ficar loucos por você. Eu já fiquei maluco aqui de cima te vendo tomando sol, imagino os que estavam ali perto vendo. - Vocês são todos safados! - Mas e ele, não liga quando os homens ficam te olhando? - Ele fica com tesão. - Sério!? Eu fico com tesão quando sei que o marido é assim. Vou te confessar que quando o marido é corninho, eu coloco pra chupar. - O meu não toparia. No máximo assistiria. - Vamos apostar que eu consigo? - O que você quer apostar? - Aposto o seu cuzinho que faço seu marido me chupar se marcar algo um dia com ele presente. - E o que eu ganho se você perder? - Você pode pedir na hora o que te vier à mente. Já parti pra cima dela durante a conversa e ficamos dando um belo amasso e nos beijando. Ela pegou no meu pau por cima da calça, mas logo estava abrindo o zíper e segurando meu pau latejando em sua mão. Tirei sua blusinha e a chamei para irmos para o quarto, só pedi um minuto para colocar o celular no silencioso, era a minha deixa para mandar a mensagem. - "Espera 10 minutos e pode vir". Já no quarto, tirei a calça e cueca e coloquei o pau na boca dela. Ela chupou apressada, com aquele tesão igual cachorro quando abre o portão, cheio de energia sai puxando o dono, mas no caso dela, querendo engolir o meu pau com toda vontade do mundo. Tirei seu shortinho e a coloquei deitada para chupar sua buceta bem depilada. Ela estava cheia de tesão e quando escutou o barulho da porta erguei a cabeça. Mandei ela continuar deitada e disse: - É hoje que comerei o seu cuzinho. - "Oi amor, o cara veio consertar?" - falou da sala o marido. - Está aqui arrumando outra coisa. Ele chegou no quarto e me viu chupando a buceta da esposa com as pernas arreganhadas na minha boca. - Tira a roupa e vem brincar com a gente! - eu disse Ele tirou a roupa rápido e foi direto beijar a esposa e ela gozou enquanto o beijava. - Come ela um pouquinho enquanto ela me chupa mais um pouco. Ele, mais do que rápido se encaixou na buceta enxarcada dela e ficou olhando meu pau na boca dela, que gemia com o pau dele na buceta e respirava pela boca ao mesmo tempo. Quando ele começou a acelerar, percebi que ele estava para gozar e mandei trocarmos. Coloquei a camisinha rápido e deitei na cama. Ela veio por cima e ele levou o pau dele na boca dela e gozou. Ela estava esfregando bem sua buceta em mim enquanto se mexia para cima e para baixo, mas sempre dando aquela pressionada de buceta de encontro ao meu corpo para estimular mais e fiz uns movimentos que fizessem meu pau deslizar para fora. Assim que consegui eu disse forte: - Meu pau saiu corninho, coloca ele para dentro de novo. Ele, obediente, pegou meu pau e encaixou na buceta dela. Ela me olhou e me viu sorrindo. - Tem dúvidas ainda que ganharei a aposta? Ele perguntou qual era a aposta e eu disse que depois contaria. Mandei ela ficar encaixada em mim somente e se masturbar para vê-la gozar. Ela começou a se masturbar rápido e com força com meu pau dentro e logo senti sua buceta me apertar e ela gozou mais uma vez. Falei que era a minha vez de gozar e pedi para ela sair de cima. Ela, logo foi ficando de quatro para eu meter, mas a mandei ficar deitada e fiz um pedido novamente para o corno: - Beija ela de novo. Encaixei o pau na buceta dela enquanto o beijava, mas fiquei mexendo devagar. Estava no ponto e além de garantir o cuzinho, tinha que cumprir com o prometido ao marido. Tirei da buceta dela e subi meu joelho até perto dos seus dela e levei até sua boca. Ele parou de beijá-la mas ficou olhando de perto. - Eu não mandei você parar de beijá-la. Vem, continua beijando sua esposinha e prova o pau do macho que vai gozar na boca dela. Ele fechou os olhos e buscou a boca da esposa e sentiu um pau pela primeira vez. Tirei da boca dela e soquei na boca dele. - Mama corninho. Todo corno merece uma rola na boca. Vou gozar na boca dela e você vai provar porra. Segurei a cabeça dele, conduzindo como queria e quando estava para gozar, enfiei na boca dela me masturbando ao mesmo tempo. Gozei e ele logo estava chupando meu pau e beijando a esposa ao mesmo tempo. Logo ele quis gozar novamente também e levou o pau na boca da esposa. O presentei também a beijando enquanto ele gozava, mas foi uma gozada mais rala e quase não deu para sentir nada. Ela foi para o banho e ficamos ali deitados na cama conversando. - E aí, foi como esperava? Curtir chupar? Acho que a partir de agora vocês terão mais transas juntos com os machos e você poderá provar mais rolas na boca. - Foi legal, bem armado, acho que ela não se ligou que armamos né? - Acho que não. Ela foi bem safada, como você disse. - O que vocês apostaram? - Eu apostei com ela que se marcasse com você junto, que faria você me chupar. Ele riu. - FDP, você foi esperto hein, já sabia que eu chuparia. RISOS. - Mas o que você apostou? - Apostei o cuzinho dela. - Vixe, seu pau é grande, vai deixar o cuzinho dela aberto. - Ela não costuma fazer anal? - Não é sempre, porque quando ela marca com os caras do prédio, para evitar deles ficarem muito tempo, ela sempre fala que estou para chegar e os caras a comem e vão embora rápido. - Vamos tentar uma DP com ela? Quando eu for gozar, se quiser, me faz um sinal e te faço chupar de novo. Ela saiu do banho, enrolada na toalha e ficou nos olhando. - E aí, matou sua vontade de me ver transando? Gostou? - Gostei. Ele disse que está com uma ideia para fazermos os três. - Qual a ideia? - falou isso já deitando e vindo me chupar, mas intercalando e chupando o marido também. - Eu falei para ele que nós dois vamos te comer ao mesmo tempo. - Hun, não sei se dou conta. - Vai dar sim, vai ser bem putinha pra gente. Ela ficou bem putinha com as falas e logo estava colocando os dois paus na boca. - Lavou bem o meu prêmio? - Está prontinho para você. - Senta no pau dele então e comecem a brincadeira. Ela sentou no marido e quando estava bem excitada, comecei a lamber seu cuzinho. Enfiei um dedo na buceta dela, enquanto cavalgava e deixei bem melado para começar a preparar o cuzinho. Ela gostou do pau na buceta e o dedo no rabo. Rebolou gostoso e debruçou o corpo no marido. Coloquei a camisinha e posicionei meu pau. Fui forçando e ela ficou imóvel, fazendo força inversa para facilitar. Ficou bem estufada e apertada com os dois paus, demorou um pouco para ter bons movimentos. Peguei seu cabelo e enrolei na minha mão, já com movimentos mais livres de vai e vem, mas mantendo em um ritmo lento, para ela desfrutar ao máximo enquanto buscava prazer na buceta. Relaxada e mais acostumada, soltei o cabelo dela e agarrei os seios, dava aquela enfiada gostosa e deixava um tempo lá dentro, permitindo que ela galopasse no marido. Ela transpirava bastante, e tentando gozar e ao mesmo tempo dosar o impacto de duas rolas dentro dela, tremia um pouco. Dei uns tapas gostosos na bunda dela, mandando ela gozar. - Goza safada, goza com dois paus dentro. Goza pra gente te deixar cheia de porra. Ela acelerou e gritou rouco, com tesão. - CA-RA-LHÔÔ, QUE TESÃÕÕ. VOU GOZARR, VOU GO...ZAAARRRRR. Ela gozou longo e deixou o lençol todo molhado. O marido saiu de baixo e começou a masturbar perto do rosto dela e eu ainda com o pau no rabo dela, mas falei pra ele. - Enche de porra o rosto dessa puta. Tirei o pau do cu dela e tirei a camisinha e deixei ele gozar primeiro. Ela ficou deitada e continuou se masturbando enquanto esperava o leite. Dessa vez ele representou bem e gozou farto no rosto dela. Eu aproveitei e esfreguei a porra, espalhando em todo o rosto dela. Levei meu pau para ela chupar, mas tirei da boca dela para fazer o combinado. - Acho que ainda não tá no ponto. Fica sentado corno. Ele sentou na cama e eu de pé levei meu pau até a boca dele. Mandei ele segurar com a mão e chupar. Quando o gozo estava chegando mandei ele ir limpar a porra dele no rosto dela. Ele caiu de boca, com a língua, beijando o pescoço da esposa, gozei quase que em pé ainda, gozando de cima para baixo, jogando bastante porra, tanto nele quanto nela. Ela lambia a porra que chegava em seus lábios, a mistura dos dois machos e também gozou se masturbando com toda a putaria daquele momento. Assim que ela gozou, voltei a chupá-la mais um pouco. É muito bom chupar uma mulher logo depois que ela goza, elas ficam bem sensíveis, e ficam reagindo com o corpo, querendo e não querendo ao mesmo tempo, querem sentir a chupada e ao mesmo tempo nos afastar porque estão sensíveis. Tomamos um banho e brincamos mais um pouco novamente. Caprichamos nas brincadeiras orais os três, nos revezando em chuparmos um ao outro e na finalização, gozamos nela novamente. Eu nos seios e o marido na boca dela novamente. Em breve conto outras aventuras desse período que fiquei sem postagem. Teve uma em um drive-in que foi bem legal também e outra, com uma casada no motel, ligando para o marido vê-la cavalgando e tomando porra.
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