Um conhecido que já havia alugado sua casa em um condomínio fechado na baixada me fez uma proposta: passar o fim de semana sem custo quando eu quisesse, em troca de realizar a troca de todas as dobradiças e corrediças da casa, pois estavam com ferrugem. Da vez anterior, eu consegui uma novinha, pelo menos para a minha idade, 25 aninhos, loira, toda gostosinha que mora no condomínio e, pensei na possibilidade de repetir. O combinado seria eu ir no sábado e ficar até o domingo, mas, perguntei se podia ir na sexta feira à noite e já com todas as ferragens em mãos que ele havia comprado, fui. Assim eu ganharia tempo armando algo nesse tempo antes e também agilizaria o serviço para ter tempo livre para curtir a praia.
Vi a loira, mas ela estava com um namorado novo e, pela cara dele, por ser morador do condomínio, devia saber de algo por alguma fofoca e me olhou feio quando cumprimentei sua namorada. Enfim, sabendo que na sexta não daria para fazer nada, agilizei o serviço e, no sábado de manhã, apenas terminei. Fui no mercado self service que tem lá no condomínio e peguei algumas coisas para jantar quando retornasse. Cumprimentei o casal que estava lá e conversamos um pouco enquanto tentavam finalizar as compras, pois deu erro no processamento e demorou um pouco.
Fui para a praia com aplicativo e estava curtindo as paisagens naturais, se é que me entendem. Escuto uma discussão e é a mulher do condomínio discutindo com um turista embriagado que passou e derrubou o cooler deles. O marido, um bananão, apenas olhando a cena, sem fazer nada. Como eu estava perto, fiz o papel de homem e como o turista, alterado ficava falando alto sem parar, cheguei perto e o coloquei para andar. Ela agradeceu e depois escutei ela discutindo com o marido que viu tudo e não falou nada. Ela saiu andar e ele ficou enchendo a cara sozinho. Ela retornou e logo foram embora. Mudei a posição da cadeira para analisá-los e ela voltou dirigindo, porque o marido estava bem alto já.
Ela não faz o meu tipo, muito magra, praticamente sem nenhum seio, quase nenhuma curva no corpo, mas um rosto bonito. Olhei toda a situação por mera curiosidade apenas e, quando reagi, reagi como reagiria para defender qualquer outra mulher, para evitar que pudesse evoluir para algum tipo de agressão.
Não consegui nenhum esquema na praia e também não tentei nada, pois não é o meu estilo. Eu observo e espero pelo momento e situação adequadas, não sou de perder tempo ou fazer alguém perder tempo ouvindo papo furado. Quando olhos se cruzam e as intenções são parecidas, não é preciso papo furado.
Estava cansado de ficar na praia e fui embora, mas, como dois tinham cancelado e era apenas 15 minutos andando, fui embora andando. Tomei banho e liguei a TV depois, enquanto preparava algo para comer.
Atendo a porta, após a campainha tocar. Era a mulher da praia.
- Oi, precisava te agradecer, mal tive tempo e cabeça na hora.
- Imagina, eu entendo. Não precisava se preocupar.
Ela estende a mão com uma tigelinha e um pedaço de bolo que havia feito.
- Trouxe para você como agradecimento, só preciso de um favor, tenho certo ciúme das minhas coisas, se você tiver como esvaziar para eu levar.
- Claro, quer que te leve ou quer esperar e já devolvo agora?
- Eu espero então.
- Quer entrar um pouco?
- Aceito, obrigada.
Ela entrou e eu não tinha intenção. Não havia quase nada que me despertasse tesão nela. Perguntei se ela e o marido haviam feito as pazes e ela disse que ele estava dormindo porque bebeu mais do que aguenta.
- Você já veio aqui no condomínio né? Lembro de você.
- Sério? Eu não tinha te visto quando estive aqui. Faz um tempo já.
- Eu te reconheci porque teve um comentário de umas mulheres que contaram que você ficou com a irmã de uma delas.
- Esse povo adora fofocar! - ri.
- A irmã dela contou até detalhes que a irmã contou para ela.
- Vixe, acabou comigo então.
- Pelo contrário, falou que você a tratou como uma mulher.
- Mas como a trataria?
- Diferente de como me trata o meu marido. Hoje mesmo na praia, todo homem que se preze, agiria como você agiu, já o meu, ficou lá olhando a cena sem fazer nada. Isso tira todo o tesão de uma mulher no homem.
Senti que o assunto poderia mudar rápido e disse que a tigela dela estava lavada e para ela tomar cuidado para não ser falada pelas outras moradoras ao notarem ela saindo da casa que eu estava.
- Ah, se alguém me viu entrando, vão falar de qualquer jeito. Não me preocupo. Ah, continue fazendo o que fez hoje na praia e a mulher que você tiver sempre terá a chama acesa em você.
- Vou me lembrar sim.
- Como eu disse, isso faz a mulher ter tesão no homem.
- Estou entendendo. Tem certeza que quer ir adiante?
Como eu disse, quando os olhos se cruzam e fazem as pessoas se entenderem, não precisa de muita coisa. Como citei também, ela não é o tipo de mulher que me atrai, mas, o fato de uma mulher sendo safada e querendo fazer um marido de corno, isso mexe comigo.
Ela já se aproximou quando perguntei se queria ir adiante e perguntei mais uma vez sobre o marido.
- Foda-se ele. Preciso de uma transa com um homem.
Peguei a mão dela e coloquei no meu pau.
- Já que te contaram detalhes, você sabe que precisa ser bem habilidosa comigo.
Ela ajoelhou e começou a mamar.
- Vai, chupa safada. Tô precisando dar uma boa gozada na boca primeiro.
Ela chupou, como alguém que deseja ser recompensada depois. Gozei e ela engoliu, provavelmente, fazendo o inverso do que faz quando chupa o marido. Fui dar uma lavada no pau e a levei para o quarto.
- Tira a roupa e deita para eu te fazer gozar. Vou dar uma boa chupada em você. Deve estar tensa da praia ainda.
- Aqueles seios que mal criavam saliência no tórax ficaram expostos e, como quase todo mulher bastante magra, sua buceta tinha os lábios bem expostos, apesar de ter uma buceta pequena.
Suguei aquele volume saliente, às vezes o segurando levemente com os dentes e passando a língua. Suguei, enfiei o dedo. Ficou bem molhadinha e foi aumentando a lubrificação, até escorrer seu gozo.
Confesso, que pelo tamanho daquela bucetinha, tinha medo de machucá-la, pois meu dedo não entrava todo nela, ela parecia ser bem rasa.
Deixei ela comandar o ato, deitando com o pau para cima. Ela se encaixou e deslizava o quanto conseguia, aumentando o ritmo ao "decorar" o quanto descer, sem precisar ficar limitando com a mão o quanto entraria. Dei uns tapas naquela bundinha magra, apertei sua cintura passando a unha pela costela e ela delirando de tesão, com seus movimentos curtos e rápidos, querendo e precisando gozar e os beicinhos bem aparentes.
Enquanto ela se movimentava, para acelerar o tesão dela e para eu conseguir o que gosto ao máximo de tentar:
- Já que te contaram em detalhes sobre minha aventura aqui, sabe que tem uma coisa que vou querer né?
- Ai, não vai caber.
- Vai sim, coube na bucetinha pequena, vai caber no cuzinho também. Você vai ficar se masturbando até gozar enquanto como esse cuzinho.
Ela podia até estar com receio de tentar dar o cuzinho, mas isso mexeu com ela e ela gozou. Fiquei fazendo carinho pelo seu corpo magro, até a sensibilidade dar lugar ao tesão novamente. Comecei a pincelar o dedo na buceta que voltava a ficar bem molhada novamente e comecei a sussurrar no seu ouvido.
- Pede para eu colocar no cuzinho, pede.
- Coloca um pouquinho então.
- Colocar aonde?
- No meu cuzinho, devagar.
Ela foi ficando de quatro, mas, acho que eu a abriria se comesse naquela posição. Abri a porta do armário do quarto, que tinha um espelho, para ela se ver. Ficamos ajoelhados na cama, com meu papo ereto, com sua bunda fazendo um hotdog. Ela ficou com o corpo um pouco mais erguido. Falei para ela ir forçando aos poucos, no tempo dela.
Ela olhava pelo espelho, seu franzir de lábios e testa conforme tentava fazer entrar sem sucesso.
- Aiiii, eu não vou conseguir.
Mandei ela esperar. Não era o ideal, mas voltei com o pau lambuzado de azeite e com a mão também. Coloquei um dedo e fui forçando e ela com aquela expressão tensão. Meu dedo entrou e circulei o dedo, para deixar o azeite bem espalhado. Mandei ela tentar novamente e ela colocou o cuzinho bem na cabeça do pau. Forçou até cansar. Algumas vezes quase cedeu, mas a tensão a fazia apertar o cuzinho e não entrava nada. A coloquei deitada e de frente posicionei o pau e fui forçando. Ela cravou a unha nas laterais do meu corpo, me olhando com os olhos arregalados. Fiz a cabeça entrar, ela suava frio. Fiquei apenas mexendo o corpo, o pau não saía e não entrava, apenas dois ou três centímetros dentro a fazendo lacear um pouquinho. Falei para ela respirar fundo e toda vez que expirasse, eu forçaria um pouco. Assim consegui deixar entrar mais. Ela parou de limitar com a mão e aprendeu a confiar que não estava tentando apenas comer seu cu, mas sim, conquistar prazer para ambos e não teria pressa.
Comecei a tirar o pau todo até sair e depois voltava, até ela perder a resistência e parar de contrair. Quando os movimentos passaram a ser algo mais comum para ela, começou a se dar alguns toques com os dedos na bucetinha pequena.
Falei: vamos tentar novamente na posição inicial.
A abracei, de costas para mim, e ficamos nos olhando pelo espelho enquanto eu ajudava mantendo resistência para ela forçar o cuzinho. Já havia entrado e saído várias vezes, então, ela já havia aprendido que não a machucaria.
Levei sua mão até a bucetinha e ela passou a buscar seu prazer e ao mesmo tempo, observando no espelho seu corpo tentando receber meu pau.
Conseguiu iniciar movimentos com o cuzinho e logo estava rebolando, devagar, mas estava, pois já havia prazer. A induzi a querer a rola trabalhando nela.
- Vai gozar sentindo meu pau? Vai querer me ver comendo esse cuzinho ou vai ficar só nisso? Elas te contaram que o cuzinho da sua vizinha ficou bem vermelho?
E sabendo que não teria o problema da bucetinha rasa (não para mim risos): pelo menos não corre o risco de bater no útero, vai doer um pouquinho, mas você vai lembrar dessa rola no cuzinho depois. Você vai lembrar que gozou sentiu meu pau no cuzinho.
Vi no espelho seus olhos fechados, entregues ao prazer. Tirei a mão dela da buceta e enchi a mão, fazendo meu dedo médio entrar e ficar brincando lá dentro com minha mão segurando por fora.
Quando ela estava bem excitada, até esquecendo da rola no cu, pedi:
- Abre os olhos, quero que você me veja fodendo esse cuzinho.
E nos mantivemos ajoelhados na cama, com ela de costas para mim. Forcei o cuzinho e a vi com a boca muito aberta, segurando o gemido, um misto de dor com o prazer do meu dedo a estimulando na buceta.
- Quando você estiver quase gozando eu vou comer esse cu bem gostoso.
- Tô sentindo sua buceta bem encharcada.
- Assim que você começar a sentir eu vou meter bem fundo.
Não tinha mais vontade. Ela sabia que iria doer, mas quando a vontade de gozar fala mais alto, esquecemos tudo.
Ela começou a gemer e a morder meu pau com o cuzinho, seus gemidos pareciam suspiros. "hunnnnhaaaammmmmm"
Quanto mais rápido os "hunnhamm", mais sabia que ela estava prestes a abandonar o corpo para gozar, não criaria resistências ou teria preocupação com meu pau buscando também o meu gozo. Ela vivia em dois mundos, o prazer e também a dor. Sua expressão facial tinha esse misto, seus lábios exalavam prazer, mas seus olhos derrubavam algumas lágrimas que escorriam de forma quase contínua.
- Eu vou gozarrrr!
Assim que ela falou, intensifiquei a metida e o movimento do meu dedo dentro da bucetinha. Foram umas 15 a 20 metidas fortes nela e ela gozou em meio a prantos. Deitou na cama ainda sentindo espasmos, mas chorava sem parar.
- Está doendo. Está doendo. - mas mantinha a mão na buceta, ainda se estimulava.
A levei até o banheiro para se lavar. Ela caminhou com dificuldade até o banheiro, quase mancando. Joguei a camisinha cheia no lixo. Fui carinhoso com ela. Ficamos abraçados embaixo do chuveiro e perguntei se ela estava bem e se estava arrependida.
- Não. Eu gostei. Doeu, mas eu gostei. Foi tudo perfeito.
Virou de frente e me beijou. Perguntei se ela já havia feito anal e ela disse que às vezes faz com o marido, mas ele tem pinto bem pequeno e só dá um pequeno desconforto.
Falei que iria demorar para voltar e se ela queria fazer mais um pouco. Ela disse que estava dolorida para penetração, pois até com o marido dificilmente dá duas na mesma noite, pois ela é bem pequenininha de buceta e fica dolorida. Propus se queria mais uma chupadinha e deu um sorriso.
Voltamos para o quarto e a chupei devagar, para ela se recuperar bem. Fui bem romântico com ela nesse momento, a chupei como se beijasse uma boca lentamente. Assim que seu momento encerrou, ela me olhou: quer mais uma chupada também, já que não vai poder me comer de novo hoje?
Sentei com as pernas esticadas e esperei. Foi a minha vez de ficar olhando no espelho.
Estava começando a vontade de gozar. Falei pra ela: olha lá no espelho sua boquinha me fazendo gozar. Ela olhou de rabo de olho e brincou com a língua no meu pau e sorriu para ela mesma no espelho. Fechou os olhos e caprichou nos lábios. Apertou gostoso meu pau e sugou até sua boquinha engolir parte da porra e o resto escorrer pelos lábios até cair na minha perna esticada.
Antes de ir embora ela pediu para eu ir até a porta e ver se não tinha ninguém para fora que a visse sair. Não tinha ninguém e apaguei todas as luzes também para ser ainda mais discreta sua saída. Ainda pude observar ela caminhando rápido e mancando um pouco.
No domingo, nos vimos na praia e sentamos os três juntos. Quase engasguei tomando cerveja quando o marido disse:
- Melhorou da perna?
- Melhorei um pouco.
- O que aconteceu? - perguntei irônico.
- Eu saí caminhar ontem à noite e tropecei e dei uma pequena torção. Está um pouco ruim para pisar, mas vai melhorar.