Estava visitando um parente, próximo do local que mora a minha mãe e revi alguns amigos da rua, todos morando ou na mesma rua ou paralelas. Antes de ir embora, peguei o carro e fui no endereço que um ex vizinho disse que estariam todos, pois mantém o hábito aos domingos de tomarem cerveja em frente a casa um do outro. Nos reunimos e ficamos relembrando as situações que ocorriam, dos vizinhos que reclamavam do futebol na rua, daqueles que furavam a bola e por aí vai. Muitas risadas e saudosismo envolvido. Falamos de trabalho, casamento, as puladas de cerca e por aí vai. Comentei que faço uns por fora de um certo tempo pra cá e claro, nós homens adoramos contar, além dos exageros, alguns coisas que nos levam ao prazer máximo. Comentei de mulheres que marcam sozinhas, solteiras ou não, de casal, enfim, essa farra toda.
Um deles, se casou com uma menina da nossa rua e ela saiu conversar também, relembramos de quem gostava de quem na época que tínhamos nossa turminha grande de meninos e meninas. Foi muito legal. Me disseram que o tempo passa e agora são os filhos que cresceram e se reúnem na mesma rua. A esposa que apareceu comentou dos dois filhos, que estão trabalhando e a filha já trabalha para várias empresas ao mesmo tempo, com vídeos para as empresas divulgarem. Não fez curso ou tem formação, apenas gosta, tem talento e depois que surgiu o primeiro trabalho para um comércio da região, outros se interessaram e hoje, ela pega serviços maiores. A garota, de quase 20 anos apareceu. Cabelo liso e curtinho. Aquele nariz pequeno, de menina de 15 anos, 1,60m mais ou menos, corpinho leve, seios pequenos mas redondinhos, aquele short engana tonto, para quando você olha de costas não é saia, mas sim short, mas que te faz, quando olha de frente, querer olhar por baixo para ver a calcinha, pele morena bem clarinha, olhos castanhos, praticamente uma cópia da esposa do cara quando era jovem.
Super educada, notou que não me conhecia enquanto cumprimentava todos: oi, você eu não conheço!
O pai dela responde: e não precisa conhecer, ele não presta. - todo mundo riu, mas sabendo a razão do que ele quis dizer através da brincadeira. Passaram alguns dias e aparece no meu instagram pessoal um pedido para seguir e solicitação para receber uma mensagem. Não preciso dizer de quem era o perfil.
Vou escrever com aspas a mensagem que recebi: "Oiii Sou a filha do (...). Escutei meus pais conversando e depois perguntei para a minha mãe. Ela contou e fiquei curiosa e quis te perguntar se você faz o que eles falavam".
Eu pensei várias vezes em responder ou não, até para evitar problemas futuros com o pessoal da velha guarda. Não aceitei o pedido de amizade e não respondi. Os dias passaram e a imaginação me corroendo por dentro. Estava tomando umas doses em casa, e o capetinha atiçando no meu ouvido. Mandei mensagem, contando e ao mesmo tempo não. "Olá, desculpe a demora. Não sei o que sua mãe disse para confirmar ou não".
Ela me respondeu que tem namorado e para eu ficar tranquilo que não estava querendo "dar em cima" de mim, mas que ficou curiosa e se for verdade, que desejava perguntar algo.
Entre incógnitas e conversa, acabei confirmando. Ela me perguntou o preço e perguntei para quem era. Ela disse que seria para uma amiga. O medo de ser ela e a vontade de ser ela me consumiam. Eu queria ir além, ao mesmo tempo não. Não é todo dia que surge uma carne fresquinha no nosso colo, aquele jeitinho de menina nova, aquele corpo que mesmo que tivesse vivido algumas coisas, ainda não era um corpo de mulher realmente experiente. Esse nosso instinto de querer essas meninas "puras", com pouca experiência ou, sem experiência com homens que já tiveram muitas experiências e não com jovens ainda aprendendo, isso tudo mexe com a gente. Falei para ela mandar a pessoa falar comigo e eu responderia, pois poderia ter assuntos que a pessoa não queria contar para ela e que costumo conversar antes de passar preço. Passou um tempo e a resposta dela chegou: estou ainda descobrindo meu corpo, não tenho liberdade o suficiente para pedir algumas coisas para o meu namorado, tenho vergonha de pedir algumas coisas e ele me julgar. Nessa hora, trocamos o instinto e passamos a ser "pai".
- Olha, uma das coisas que você precisará aprender na vida, é jogar limpo, ser transparente com o seu desejo, senão, acabará como provavelmente todos nós da turma das antigas, as mulheres vão se reunir e contar suas fantasias entre elas e nós homens, falaremos o que fazemos, com quem pulamos a cerca, o que fizemos que não fazemos em casa. Se ele for a pessoa certa e dificilmente é, porque são muito jovens e a tendência é cada um seguir por um caminho diferente durante a faculdade, rotina de trabalho, novas amizades e até pessoas que surgem para colocar à prova ou colocar fim à relação. Se você acha que não deve pedir para ele determinadas coisas por essa razão, eu entendo, mas imagine que vocês fiquem juntos para sempre, como será o sexo no futuro, você precisará fantasiar ou trair?
Ela concordou, mas disse estar decidida e já vinha pesquisando garotos de programa em sites de acompanhante, mas que todos prometem o mesmo em sua descrição e talvez seja algo que soe como não natural para ela. Ela quer alguém que goste de verdade. Eu falei que precisaria pensar e, se decidisse por seguir com isso, que precisaria ser algo que ela não contasse sequer para as amigas dela ou, que se contasse, que não se referisse que é alguém que ela conhece, pois é um assunto que costuma circular rápido e tenho uma vida privada. Ela concordou com o meu tempo e demorei mais de um mês para mandar a mensagem. Consegui conter o instinto de querer pegar um corpinho com jeito de menina, apesar dela já ser adulta, enfim, deixando claro, eu não faria com alguém com menos de 18 anos, mesmo que fosse em um local que estivesse de férias, a centenas de quilômetros do local que vivo, mesmo que não tivesse meu número ou soubesse meu nome. Combinei com ela um dia e horário para falarmos pessoalmente e a peguei perto de um shopping que ela estaria. Nosso destino seria dirigir alguns quilômetros para ficar distante de qualquer conhecido, mas apenas encontrar uma lanchonete discreta para conversarmos sobre como seria nosso encontro e suas vontades. Ela me surpreendeu com os pedidos, que não é necessário adiantar agora, mas deixar para o relato.
No dia do encontro ela me mandou uma mensagem: "estou ansiosa" e no final do encontro fiz um pedido também: por favor, apague o meu contato do seu celular e todos os rastros, isso pode trazer problema para nós dois. Ela topou, mas notei um olhar um pouco chateado com esse pedido e nós, com mais experiência, sabemos que uma jovem, sem interesses, quando começa a ter relações com alguém mais experiente, que faça o que ela deseja, estando exposto o que deseja ou não, mas que a satisfaz, tende a confundir com sentimentos e isso não seria bom para ninguém, pois daqui a algum tempo, ela seria uma mulher ainda jovem, e eu, um ancião e mesmo com todo amor que pudesse existir (não dá para descartar nada), essa diferença de idade acabará pesando, seja por coisas que eu posso acabar não conseguindo dar para o corpo dela ou até mesmo, situações de velhice com ela ainda "viva".
Chegamos no motel e a tratei até aquele momento como um encontro casual, fui cortês, carinhoso, nos beijamos e de olhos fechados, voltei no tempo, lembrando como eram os beijos quando tinha a mesma idade dela e antigamente, através dos beijos íamos explorando cada centímetro e a garota permitia até o seu limite, não era como hoje, que (infelizmente) uma jovem de 12 anos muitas vezes está em um baile funk transando com caras muito mais velhos, participando de surubas e repito o infelizmente acima, pois a jovem, menor de idade, muitas vezes pensa estar agindo bem em realizar essas coisas de forma tão prematura e talvez sequer sinta algum prazer, mas é um status social que se conquista fazendo coisas que não se está preparada.
Ela pediu alguns minutos para se preparar e me pediu para esquecer que a conheço e a tratar de acordo com o personagem dela.
Senhoras e senhores, ela saiu do banheiro do motel, vestida de mulher gato, mas com abertura frontal e traseira e na frente, um enorme decote, que permitia ver até o biquinho dos seios pequenos. Jogou a algema na minha direção e a levei até a parede para prendê-la nas demarcações que tinha na madeira (sim, um quarto BDSM). Ela havia lido bastante e disse que a palavra de segurança seria "Andrômeda" e se não falasse isso, para eu não me importar com nada e fazer o que eu quisesse com ela.
A deixei de costas para mim e usei acessórios disponíveis na suíte para brincar com seu corpo. Sua bundinha bronzeada ganhou algumas marcas e essas marcas ficaram inchadas, como dizíamos antigamente "vergão". Apertei seus biquinhos de auréolas pequeninas, enfiei dedos na sua bucetinha de menina, no seu cuzinho, manuseei todo o corpo. A beijava notando seus olhos fechados. Inverti a posição dela e caprichei na chupada, com um vibrador dentro dela e a fiz gozar várias vezes antes de realmente a possuir.
A soltei e não retirei a venda dos seus olhos colocada logo no início ao algemá-la, mas inverti a posição dos braços dela, os colocando para trás. Fiquei apreciando aquela bucetinha com pêlos ralinhos que mal cobriam sua bucetinha jovem, queria colocar a minha boca nela, agora sem o vibrador (que era pequeno, só para estimular com a vibração). Confesso que por mais tesão que dá, analisando meu pau e sua buceta, temia ferir. Sem aviso, posicionado, coloquei e forcei para entrar o máximo que desse. Ela gemeu resmungando, doendo, rasgando sua pequena bucetinha, pedia para parar (não era a palavra chave e ela havia mencionado isso várias vezes), meu pau ficava quase metade para fora, não ía tudo, mesmo que eu quisesse. Fodi, entre pensamentos de alguém que temia ferir e pensamento de alguém que estava ali para realizar exatamente aquilo.
- Pare, por favor, está me machucando, para de enfiar esse pau enorme em mim.
- Cala a boca vadia! - e toma uma tapa na cara.
- Não me bate mais!
Eu entendia que era para bater mais. Ela chorou com o rosto ardendo.
- Pare de me bater, eu não quero, por favor, pare!
Eu chegava a confundir os pedidos dela, mesmo sem falar a palavra chave e sempre que ameaçava parar de foder, ela forçava de encontro ao meu pau, para continuar. Mordi seus pequenos seios. Que tortura, tanto para ela quanto para mim, diante dos impasses internos meus. Após fortes metidas na bucetinha, precisava fazer algo que ela queria experimentar - e pela primeira vez.
A virei de costas e trouxe para ficar somente com a parte superior do corpo e a bunda em cima da cama. Abri suas pernas e falei a frase do filme que ela citou durante nossas conversas.
- Eu preciso te perguntar, você gosta de anal? Porque eu gosto!
Ela começou a se debater e a imobilizei segurando pelas algemas e colocando meu peso. Posicionei o pau, mesmo sem olhar para o cuzinho até encontrá-lo e fazê-lo entrar. Ela gritou muito, um grito de desespero, eu fiz uma pequena pausa e ela estava realmente vivendo a personagem, pois já deu uma chacoalhada de bunda, dando a entender "vai, mete".
O pau entrou todo, diferente da bucetinha, mas extremamente apertado, doendo até em mim durante a penetração e imagino nela, era o que ela queria experimentar, fantasiar e apesar de muito jovem, muito decidida e preparada para aguentar aquilo para depois avaliar se era como fantasiou. Eu meti, praticamente à seco, foi sexo crú, selvagem, incrível de se imaginar em uma jovem ter esses desejos e que eu seria o escolhido para realizar. Fui tomado por um instinto animal de querer meter cada vez mais forte e rápido, as lágrimas e choro não poderiam mais naquele momento interferir para eu me conter e só temia que ela dissesse "andrômeda" naquele momento e ter que tirar o pau, mas ela não disse e sequer consegui tirar o pau de dentro para retirar a camisinha e esguichar nela, como gostaria de ter feito. Ela continuou choramingando durante alguns minutos e deitei ao seu lado a abraçando. Ela balançou os braços para eu retirar a algema e retirei. Ela retirou a venda dos olhos, me olhou profundamente, me abraçou e me beijou, ficamos como namorados durante intermináveis minutos aos beijos. Sequer percebi que retomei a ereção e quando me dei conta da excitação que estava, foi quando ela buscou o meu pau para colocar na boca. Foi aos poucos girando o corpo e trazendo sua bunda, com as marcas e sua bucetinha avermelhada até o meu rosto. Gozamos um na boca do outro. Ela me disse que uma vez tentou chupar o namorado até o final, para sentir o gosto da porra dele, mas que ele acabou avisando que iria gozar, em um gesto para ela decidir se continuaria ou não e ficou tímida em seguir e ele passar a vê-la somente como alguém para sexo depois disso. A partir desse dia ela não teve coragem em insistir no ato com ele e ele, talvez por ela ter parado na hora de gozar, começou a tirar o pau da boca dela perto de gozar. Anal, ela já chegou até insinuar deixando bem exposto para ver se ele tentaria, mas nunca cogitou e no vaginal, ele é sempre muito cuidadoso, fica perguntando se está bom e coisas do tipo e ela queria se sentir dominada.
Tomamos uma ducha e depois fizemos um sexo romântico novamente, com ela por cima, buscando o orgasmo e eu a estimulando gentilmente por todo o corpo até retomarmos os gestos mais bruscos, com tapas na bunda, no rosto, de forma muito menos selvagem do que antes, mas aqueles pequenos gestos bruscos que muitas vezes proporcionamos ou buscamos perto de gozar, seja para estimularmos o parceiro ou para nós mesmos. Sugeri depois fazemos anal novamente, de forma mais cuidadosa, para ela conhecer o orgasmo através do sexo anal.
A coloquei de frente, a chupei bastante, dessa vez me lubrifiquei bem e já de camisinha e com o pequeno vibrador dentro, encaixei o meu pau. Dessa vez ela já pediu para ir mais devagar algumas vezes e outras, "empurra um pouco mais, devagar". Assim que acostumada e relaxada, sentindo as vibrações na bucetinha, fiz um vai e vem ritmado, sem pressa, devagar, a fazendo gozar. Ela me olhou com aquele jeito de menina assim que passaram as sensações do orgasmo e perguntou:
- Quer gozar como?
Tirei o pau do cuzinho dela e sentei próximo ao pescoço dela, com dois travesseiros embaixo da cabeça dela. A deixei mamando delicadamente e ao mesmo tempo fazendo movimentos de vai e vem, devagar, deixando ela curtir também, diferente do namorado dela. Quando a vontade chegou forte apenas pedi: "vai", também diferente do namorado dela. Com uma das mãos dando suporte na nuca dela, mantive sua cabeça mais erguida, para poder entrar o máximo naquela boquinha e só retirei quase todo alguns segundos antes de esporrar nela, para ficar entre a língua e alguma coisa no rosto. O que estava na boca, ela engoliu, como durante o 69, o que estava na parte externa da boca ali ficou e, acabei provando, quando ela, com seus olhinhos brilhando me pediu:
- Me beija!
Ela fez esse pedido fechando os olhos. Foi um momento apaixonante o que vivemos nesse dia e são momentos como esse que me fizeram pensar rápido e fazer o pedido que contei no início, de apagar meu contato etc. Claro, ela poderia pegar meu número no celular do pai ou me chamar pelo instagram. Um sexo selvagem e ao mesmo tempo romântico, muitos de nós passam a vida buscando esse tipo de prazer em uma única pessoa e não encontramos e por isso, depois de talvez mais de meia vida vivida, temos de raciocinar para evitar gerar problemas, mesmo que futuros para ambos. Ela, até hoje não me enviou nenhuma mensagem e não sei como será a reação dela e minha caso a gente se veja novamente em algum dia que passar ver a turma. Eu não lembrava dela antes dos 12-15 anos e realmente, só de notar no rosto que é menor de idade, meus olhos não buscam outras partes do corpo para olhar, mas agora, adulta, mas com esse jeito de menina ainda, isso faz pirar.
Ela não havia pago quando saímos do motel e ao deixá-la no local que havíamos combinado para ninguém nos ver, ela abriu a bolsa para pegar o dinheiro. Eu estiquei a mão e disse: guarda, eu não quero.
Talvez devesse ter aceitado para que ela me visse como alguém que cobra por isso e não me procurasse mais, talvez tenha sido o certo, porque também combinamos de não manter mais contato desse tipo.
Espero não estar ficando vulnerável (risos), é a segunda situação dentro de 2 meses que não cobro.