No relato anterior, contei sobre o fetiche do corno, que desejava provar uma rola na boca e me chupou em seu carro, na garagem da casa deles e, como funcionam os encontros deles com outros machos, que é todo teatral, cheio de sedução e os machos não sabem que estão sendo usados, até chegar ao limite e perceber que queriam transar a 3 (ou mais). Como ele mencionou sobre jogarmos baralho, tive que dar uma lida e tentar decorar mais ou menos como era o jogo de buraco, pois é o jogo que eles gostam de jogar. Esse encontro rolou depois de duas semanas depois do boquete do corno e eu teria de fazer o jogo deles e fingir não saber da provocação dela com ele perto. Estávamos na mesa da sala de jantar deles, jogando e transformando o ambiente em pura fumaça, eu com cigarro e eles com o charuto dele, que dividiram. Nós três tomávamos cerveja. Esse dia, fui com tempo, pois sabia que seria demorado e, como cito no meu perfil, não sou um cara que vai esfolar o casal no valor e ficar medindo tempo, vai da demanda, claro. Seria algo bem amistoso e seria um fim de tarde e parte da noite de lazer e descontração, além do sexo que viria depois, então fechamos algo quase que simbólico ($) e fui. Sempre que ela se levantava para ir pegar algo para comermos ou mais cerveja, ela sempre dava um jeito de se inclinar para mostrar a calcinha (saia curta) ou o decote da camisetinha. O marido fingia não perceber quando eu notava algo, apesar de estar sabendo do joguinho deles, mas, seria como seria o dia que daríamos um jeito de tornar a vida deles ainda mais liberal, com ele assumindo querer participar chupando os machos, mantive o teatro. - Amor, lembra aquele meu amigo do trabalho, eu te contei que descobri que a esposa dele traiu ele? Ele chegou em casa e pegou no flagra. - Sério? Acho que uma vez a vi no mesmo salão que eu vou. Tem mulher que não vale nada. Ela falou isso e olhou pra mim, dando um discreto passar de língua nos lábios. - E você, se uma mulher casada der em cima de você, o que você faria? - Sinceramente, eu pegaria. Se a mulher tá dando em cima, não sou o primeiro e não serei o último. Já se for muito amigo meu, não teria coragem. Nisso, senti seu pé encostar na minha panturrilha e dei um olhar, fingindo estar surpreso. Ela levantou pegar cerveja e quando estava retornando deixou cair a lata embaixo da pia (aham, deixou cair). Ela ficou de quatro para pegar a lata e o marido me olhava, para eu notar a jogada dela, mas sem ela perceber. Ela se levantou e ajeitou a calcinha quase que mostrando a bunda, mesmo estando de frente para mim. Aos poucos os assuntos foram ficando mais ousados e o corno participando mais. Falavam coisas que gostavam em quatro paredes, sem nunca mencionar a vida liberal, mas como se estivessem meio chapados de beber. - E você, o que gosta em quatro paredes? - Eu sou um pouco bruto. Depois que teve todas as preliminares, que está todo mundo excitado, gosto de bater na bunda, puxar o cabelo, gosto de sexo total. Ela completa: já deve ter feito muito homem de corno né? - Já. Eu gosto, mas prefiro quando o marido gosta de ver. - Sério? Essa conversa ocorria depois de muito eu fingir disfarçar e até afastar as investidas dela com os pés nas minhas pernas. - Sim, eu adoro ver o corno cheio de tesão enquanto a mulher trepa. - O meu marido não toparia nunca algo do tipo, né amor? - Verdade, se um dia você falar algo do tipo, é separação na hora. - E como você age no sexo a três? - Você diz quando é com um corno ou quando eu e mais alguém pega uma mulher? Se for eu e um casal, eu exijo que o corno, depois que acabarmos, limpe a bagunça no corpo da esposa e me deixe limpo também. - Como assim? Você gosta de fazer o cara te chupar? - Não é que eu goste, mas me dá um tesão muito grande em fazer o marido de submisso e colocar ele para chupar, acabou virando costume. Sempre que estou com um casal, eu faço o marido me chupar também e coloco ele no lugar dele, no final tem que limpar o que eu deixar na esposa. - Pelo que conheço o meu marido, ele não toparia nunca chupar um homem. Ficamos nesse jogo um tempo, até esfriou um pouco o assunto, pois ela sabia que talvez não iria pra frente o encontro ou que teria primeiro que conversar com ele e, após um gesto dele, inventei precisar esticar as pernas um pouco e que precisava fazer uma ligação. Eles conversaram sobre o que eu falei e como seria se eu mandasse ele chupar e ele a questionou se ela estava afim de transar comigo e como a resposta foi positiva, ele propôs que se ela estivesse com tesão e querendo transar comigo ainda naquele dia, que ele toparia, pois também estava com tesão. Retornei quase 15 minutos depois à sala e eles estavam se beijando. Disfarçaram e retornamos ao jogo. Mas logo ele foi ao banheiro, era a fase final da sedução dela. Assim que ele fechou a porta do banheiro, ela veio rápido até mim e me deu um beijo. Eu me mostrei assustado, que ele poderia escutar algo e ela dizia estar com tesão, que se o marido não estivesse ali ela daria para mim. Pegou no meu pau por cima da calça. Eu enfiei a mão na buceta dela por debaixo da saia. Escutamos a descarga e ela voltou ao seu lugar e disfarçamos. O assunto voltou a esquentar e ela, com o pé na minha perna. Coloquei o pau para fora e puxei o pé dela. Ela percebeu e trouxe o corpo mais para frente. Fiz ela sentir meu pau com os pé e o corno fingindo não notar o jogo (fingindo para ela). Pedi um pedaço de papel e cortei em 3 partes e escrevi "transarmos agora". Falei que estava me sentindo meio bêbado e eles disseram que também estavam. - Vamos fazer uma aposta? (eu tinha preparado as cartas para bater após descartar algumas cartas que joguei embaixo da mesa). - Cada um vai escrever no papel um desafio e quem bater primeiro, tem direito ao que estiver escrito no papel. Eles, toparam claro e provavelmente me deixariam ganhar para ver se eu tinha escrito algo mais ousado. Escrever algo em seus papeis e logo que foi a minha vez de jogar eu joguei as cartas e disse: "bati, ganhei a aposta". Eles falaram que era trapaça, mas queriam saber o que eu tinha escrito. Falei que contaria primeiro para ela e depois para ele e pedi para ele sair da sala. Assim que ele saiu, me levantei e levei o pau até ela e disse: "chupa". Ela fez sinal para eu fazer silêncio para ele não desconfiar. Ele perguntava de longe: posso ir? e eu respondia para ele esperar. Ergui a camiseta dela e chupei os seios dela. - Eu quero foder você sua vadia. Ficou me atiçando até agora, vou comer até o seu cu sua putinha. - E o meu marido, como você vai fazer para ele não saber? - Deixa comigo, vou dar um jeito. Pode voltar! - gritei para ele. Ele chegou e falou: - E aí, o que ele pediu? - É piada dele. Introduzi o assunto: toma o papel, leia para ela. Ele leu em silêncio e olhou pra ela. - Você leu? - Não. O que está escrito? - Puta que pariu, com o tesão que eu estou e você escreve isso? Mas não vai rolar. - O que está escrito amor? - "Transarmos agora". - Como assim? - Aposta é aposta, nós combinamos. Na sequência ri e falei que era brincadeira. Ela disse: eu topo. Ele fingiu mostrar espanto, mas não aguentou e riu. - Chega vai, trouxemos você aqui para curtirmos juntos. Topa? - Eu topo, mas vocês sabem do que gosto e vocês já disseram que o sexo oral estava fora de cogitação, mas sabem que eu gosto de fazer o marido chupar. - Nós conversamos quando você saiu da sala e ele disse que se eu estivesse com tesão e querendo transar com você hoje, que ele toparia para me agradar. - Ah é? Falou? Então prova que topa. Coloquei o pau duro para fora e fiquei esperando. Ele olhou para ela, como pedindo aprovação e ela disse: - Agora quero ver você chupar! Tô morrendo de tesão, agora vai ter que chupar para eu dar para ele. Ele se aproximou e colocou a boca de uma vez no meu pau e chupou um pouco. - Está bom assim? - Por enquanto. Toda vez que eu mandar você vai chupar e no final, vai tomar toda a porra. - Agora você, vem cá, chupa também. Ela agachou, enfiando a mão na buceta, com as pernas abertas e chupou meu pau. - Vem junto corno. Chupa com ela, beijem-se. Ele também se abaixou e ficou trançando a língua com ela ao redor do meu pau e colocando um dedo na buceta dela. Estávamos um tempo naquele jogo, então nossos cheiros de tesão e até um pouco de suor estava impregnado, mas era um sexo que não tinha mais como adiar e nem sequer pausar para banho. Cai de boca na buceta dela, ali no chão da sala, salgadinha, meladinha. Ela chupando o pau dele, ajoelhado perto dela. Não demorou e estávamos no quarto deles, sem roupa, pura curtição. Ela queria minha rola, mas mandei o corno comer primeiro. Eu estava com muito tesão e estava com receio de gozar logo. Ele a fez gozar, com ela sempre olhando para o meu pau. Assim que ela gozou e ele, continuando a meter, ela estava pronta para seguir gozando e estava começando as sensações novamente. - Sai, sai, eu quero gozar no pau dele. Eu estava sentado na cama, ao lado deles, ela só virou o corpo assim que ele saiu e se encaixou sentada em mim. Começou a passar a língua embaixo do meu braço enquanto se esfregava com a minha rola dentro. - Gosto de macho, salgado, suado. Gosto assim. Confesso que estava incomodado em estar suado, mas a entendo e tem muitas transas, que os odores parecem nos atiçar ainda mais. Ela gozou rápido e deitou ao meu lado, com o corpo molhado de suor, passando os dedos na buceta e levando até a boca. - Estou salgada também. Passou os dedos novamente e deu para o corno provar. - Sente! Ele chupou os dedos dela. Meu pau estava duro e falei para ela sentar no meu pau, mas de costas para mim. Ela sentou e fiquei passando a mão naquele corpo gostoso, liso de suor. Chupa a buceta dela com meu pau dentro corninho. Ele se posicionou e chupou, caprichou nas lambidas. Fiquei segurando os seios dela e apertando os bicos. Quando ela começou a gemer, só com as chupadas dele e com meu pau enterrado nela, levei minhas mãos na cabeça dele e puxei com força. - Chupa forte ela até ela gozar no meu pau. Ela gozou e mandei ele gozar na boca dela, deitada de barriga pra cima, em cima de mim. Ele trouxe o pau e encheu a boca dela. - Beija ela agora. Prova a sua porra imaginando que é a minha. Daqui a pouco você vai provar. Assim que percebi que não havia mais a porra dele a fiz chupar até eu gozar, mas espalhei bem a porra no rosto e nos seios dela. - Manda ele limpar! - Vem corninho, me limpa. Limpa sua esposinha. Limpa a porra do macho. Ele sugou gemendo e mexendo no pau, querendo acelerar a ereção. O banho agora era necessário. Nossos cheiros agora era forte realmente. No banho alternamos em passarmos sabonete um no outro e, com um dedo, bem ensaboado, encaixei no cuzinho dela. - Vamos deixar bem limpinho esse cuzinho para te darmos bastante rola no rabo. Como ela gosta de jogos de submissão também, a forçamos mamar as duas rolas ao mesmo tempo, pisamos no rosto dela enquanto revezávamos em comê-la de bruços, um metia e o outro dava tapa na bunda branca dela, vez o outra a fazíamos diminuir os gemidos colocando um pau na boca dela até estarmos exaustos e precisar de um gozo forte. Eles tinham a mente bastante ousada e tentamos até mesmo uma DP anal após fazermos DP vaginal, com ela novamente deitada em cima de mim, mas no anal, não conseguimos colocar as duas rolas, tentamos de duas ou três formas, mas não rolou. Ele me perguntou se eu já tinha chupado um pau e respondi como ele talvez quisesse. - Não, por que? - Tô quase gozando, quer provar um pouco. Eu não gozo na sua boca se não quiser. Fui de encontro ao pau dele, assim que tirou da buceta dela para gozar, duas ou três mamadas e ele estava espirrando porra para todo lado. Peguei o rosto dele e esfreguei na bunda dela. Ele limpou. A levantei e a coloquei apoiada na cama, com os pés no chão, agarrei seus ombros pela frente e meti fundo, com força, mas queria uma transa mais apertada para gozar mais gostoso e a deitei novamente, de bruços e encaixei o pau com as pernas dela bem fechadinhas, com a bunda contraída e segurando a cintura dela. Meti forte, apertado, a fazendo gemer com aquele gemido de reclamação. Com todo o prazer de uma esposa que aprende a mandar o corno limpar, ela disse: - Dá as últimas metidas sem camisinha e goza em cima da minha buceta pra ele me chupar até eu gozar. Mais algumas estocadas e a virei, tirei a camisinha, enfiei mais umas 3 vezes e tirei o pau a tempo de esporrar em cima da buceta dela. - Vai corno. Faz tua mulher gozar. Ele encheu a boca na buceta dela e chupou, ainda teve tempo de dar umas mamadas em mim para tirar o resto de porra. Sentei com um cigarro aceso na boca e assisti aquela cena maravilhosa que é um corno chupar a esposa gozada e vê-la não gozando, mas tendo um orgasmo, depois de momentos de pura luxúria, sem tabus. Fomos para a sala, que estava batendo um ventinho, para nossos corpos respirarem, ainda sem roupa. Tomamos mais uma cerveja, fumamos mais um cigarro. Estávamos exaustos do calor, do tempo jogando e seduzindo antes da trepada, das descobertas dela com ele e dos novos prazeres envolvidos, como de gozar com ele limpando seu corpo galado. Fomos para o banho, tanto ele quanto eu sem vontade mais de transar, mas a vadia disse: - Eu daria meu cu novamente pra você hoje, com uma condição. Pronto, meu pau ficou duro ao ouvir uma fêmea propondo uma foda novamente. - Qual condição? - Você teria que comer meu cu chupando meu marido. Vejo que o pau dele endureceu na hora também. - E você, vai gozar como? - perguntei. Vendo a cena, sentindo seu pau no meu cuzinho e com seu dedo enfiado na minha buceta enquanto me masturbo. Sequer saímos do chuveiro, exceto ele que correu buscar uma camisinha para mim. Encapei e passei sabonete molhado no cuzinho dela, de quatro no box do banheiro e engatei a rola. Foi uma foda rápida. Ele deu uma enchida na minha boca, mas olhando para ele, cuspi no corpo dele o chamando de corno. Gozei no cu dela, mas ela não gozou como era a pretensão de todos. Dessa vez, eu que a fiz gozar com oral. Mesmo não sendo pequeno o box, para a posição estava desconfortável, mas o tesão nos faz ajustar tudo e deitado no chão, com ela, suguei sua buceta até uma difícil gozada chegar. Agora sim estávamos os três exaustos. Fui embora me arrastando de cansaço e dormi muito bem ao chegar em casa.
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