Vou me apresentar como Antônio Costa.
Então, eu, Antônio Costa, casado com a Maria Costa a cinco anos, sem filhos, somos só nós dois. Ela e eu.
Eu sou um homem adulto, vivido, com idade muito próxima dos cinquenta. Ela, uma mulher jovem, no auge dos seus trinta e cinco anos, fêmea, morena, fogosa, e dona de um corpo invejável.
Uma mulher que rouba os olhares por onde passa, e na mesma proporção, desperta o “ódio” das beldades ao seu redor.
Jeito de mulher, cara de menina, sorriso pidão. Covinhas na face, lábios bem desenhados, busto firme e um pouco acima do proporcional para sua estatura, bumbum duro, volumoso, empinado. Pernas grossas, musculosas de tanto treino. Olhar fulminante, cabelos longos, lisos e negros e uma “pepeca” carnuda, cujo volume e marcação da sua fenda sempre ficam evidentes quando usa seus trajes de treino.
Vez em quando ela chega me contando que fulano, ou beltrano, deu em cima. Que cicrano falou determinada coisa sobre o seu corpo… a porra da morena é uma provocação ambulante!
Certa vez, numa das nossas noitadas, estávamos em um clube para um show de uma banda de grande sucesso em Fortaleza. E lá encontramos com muitas pessoas do nosso ciclo atual, mas principalmente com pessoas da época da nossa adolescência, do colégio… uma surpresa maravilhosa para nós dois.
Desta fantástica, pessoas maravilhosas, lembranças que quase perdemos, é nessa “vibe”, encontro Márcio, uma amigo do colégio da época da adolescência. Concluímos o 1º Grau junto e seguimos com a nossa e parceira até o segundo ano do segundo grau.
Entre o fim do 1º Grau e a metade do segundo ano do 2º grau, eu e Márcio aprontamos muito. Descobrimos o prazer do sexo, e até onde o sexo pode nos levar.
Apresentei a minha esposa pra ele. Ele falou que seguia solteiro. A conversa, as memórias, a familiaridade, que sensação maravilhosa poder reviver coisas que eu achava que havia perdido com o passar do tempo.
Papo, cerveja, memórias, mais cervejas, segredos, curiosidades, confidenciais.
Foi nessa noite que a minha esposa soube que eu já fiz sexo grupal, que eu e o Márcio dividimos muitas das garotas que namoramos, até que costumávamos nos masturbar juntos assistindo fitas de filmes pornos. Coisas que só o álcool é capaz de reviver.
Banheiro recorrente, consequências do volume absurdo de cervejas ingeridas, até que a Maria é surpreendida por uma colega da época do colégio, adolescência.
Banheiro outras vezes, até que numa destas o Márcio, mijando do meu lado, fala:
Cara, como foi que tu casou com uma gostosa daquela?
Nisso, pego de surpresa com o comentário do meu amigo enquanto urinava um volume absurdo de mijo, respondi:
Vai se fuder Márcio! Não somos mais garotos cheios de tesão e curiosidade. A Maria é minha esposa, caralho!
mas antes que eu terminasse o meu monólogo moralista, o Márcio se vira de frente pra mim e diz:
Cara, leve a mal não. Mas olha aqui como eu tô só de pensar na tua Maria.
Nem pensei direito no que ele falou. Foi puramente instintivo; meus olhos focaram o pênis do Márcio totalmente duro, com veias salientes, pulsando. A impressão era que o pau dele estava maior e mais grosso que na época em que éramos jovens.
Surpreso respondi:
Porra Márcio, tá maluco, mano!?
Que caralho é isso que você tá fazendo?
Porém, ver o pau do Márcio duro daquele jeito fez com que, involuntariamente, eu também tivesse uma ereção. Daí ele falou:
“Macho”, tu que é o marido daquela gata ficou de pau duro quando eu falei que ela me deixou de pau duro só de pensar nela. Tu quer que eu coma ela. Do jeito que a gente fazia antigamente. Eu e tu socando o pau na bucetinha das gatas. Os dois juntos, ao mesmo tempo, entrando e saindo das bucetas. Pau com pau fudendo as bucetinhas. As meninas gozavam aos gritos com o nosso pau dentro delas.
Porra, ele naão tava mentindo. Era daquele jeito mesmo que a gente fez muitas vezes. E muitas vezes a gente gozava por causa do atrito de um pau com o outro.
Pensar nisso fez o meu pau pulsar e o Márcio viu. Nisso ele simples e deliberadamente desceu a mão e agarrou o meu pau duro e falou:
Se tu não tiver afim de fazer, tudo bem. Eu me ajoelho aqui e te chupo até você se acalmar ou gozar. Porque esse seu pau não vai baixar e todo mundo vai ver esse “mondrongo” no meio das suas pernas. Quem mandou ter um pauzão desse?!
E ele fez o que disse. Ajoelhou, chupou e eu gozei na boca dele em segundos.
Depois disso saímos do banheiro e voltamos para a nossa mesa onde a Maria é sua amiga conversavam e riam de coisas que, pelos seus olhares, era pura sacanagem.
Eu gozei, meu pau ficou mole. O Márcio não e o pau dele tava duro ainda, enorme, marcando a sua calça pornograficamente.
Maria é a amiga perceberam de imediato. Seus olhos denunciaram. E aquilo me deu um tesão do caralho. Tanto que o meu pau ficou duro de novo.
Descarado e, por muitas vezes, arrogante, Márcio fez questão de garantir que Maria é sua amiga e vissem o volume do pau dele duro marcando a calça.
Foi quando o papo mudou o tema e agora sexo era tudo o que se falava.
As meninas, em dado momento, foram ao banheiro juntas. Façamos nós dois e nisso Márcio não perdeu tempo e agarrou o meu pau duro por cima da minha calça e perguntou:
E aí? Elas tão afim. Tu também tá. Bora, como nos velhos tempos?
Novamente eu não tive tempo de processar e apenas falei:
A Maria não vai aceitar.
Então o Márcio falou:
Não fala nada, deixa rolar a noite. Ela quer. Quase lambeu os lábios olhando pro meu pau. Ela e a amiguinha dela.
Eu:
Porra Márcio, tu vê putaria em todo mundo cara!
Márcio:
Se até tu ficou com tesão. Teu pau ficou duro na hora.
Eu:
Deixar rolar e se acontecer, aconteceu? Sem forçar nada?
Márcio:
Exatamente isso! Topa?!
Eu:
Topo!
As meninas voltaram do banheiro diferentes. O olhar, a postura, o molejo e o rebolado do seu caminhar. Tudo estava propositalmente provocante. E eu adorei tudo aquilo.
Meu pau pulsava dentro da roupa. O volume era notório para quem desviasse o olhar por um segundo. Absolutamente igual ao volume do pau do Márcio.
Sara, a amiga da Maria, sentou ao lado do Márcio, e Maria ao meu. A mão da Maria pousou em cima do volume do meu pau que, naquele momento pulsou mais forte. Então ela apertou, acariciou, me olhou nos olhos e falou:
A gente devia ir pra um lugar mais tranquilo.
Sara:
Vamos comprar cerveja e vamos tomar num motel, desses que tem deck e piscina?!
Maria:
Eu já topei, e aí, vamos?
Quem respondeu foi o Márcio:
Bora agora!
Nesse momento foi quando eu vi que a Sara estava com a mão dentro da calça do Márcio.
Então, sem saída, falei:
Garçom, traz a conta!
CONTINUA…