A Pescaria - um final de semana de puro sexo, os 3 amigos do meu marido voltaram a me comer
O sol da manhã seguinte custou a romper a espessa neblina que cobria a mata, mas o calor que restava entre nós era bem diferente daquele da fogueira. Quando finalmente saímos das barracas, o clima havia mudado completamente. A barreira da timidez e do respeito ensaiado na primeira noite tinha evaporado de vez. ?Para os três, eu já não era apenas a esposa do amigo. Eu era a rainha daquele acampamento, a mulher deles durante aqueles dias longe de tudo. E o Ricardo estava ali, assistindo a tudo com um sorriso cúmplice e satisfeito no rosto. Para os amigos, ele mantinha a pose de marido dono da ideia, o cara seguro que curtia ver a esposa desejada e compartilhada; mas só eu e ele sabíamos a verdade secreta que nos ligava e que fazia o tesão dele pulsar em silêncio. ?Assim que o dia clareou e a suposta "pescaria" começou de verdade — com varas jogadas à toa na beira do rio —, a ousadia tomou conta. ?Juca passou por mim carregando os coolers e, sem o menor pudor, deu um tapão estalado na minha bunda, seguido de um beijo bruto no meu pescoço. — Bom dia, gostosa. Dormiu bem? — sussurrou, mordiscando minha orelha antes de seguir adiante. ?Logo depois foi o Marcelo, que fingiu me ensinar a segurar a vara de pescar, mas colou seu corpo por trás do meu, guiando minhas mãos enquanto sua mão livre descia por dentro do meu short, encontrando minha calcinha já molhada. — Olha só para o rio, Luana... e sente o que você faz com a gente — ele murmurou, roçando a virilha dura contra mim, arrancando-me um gemido abafado. ?José não ficou atrás. Quando passei por ele perto das pedras, puxou-me pelo braço, colou sua boca na minha num beijo longo, cheio de língua e desejo reprimido, sem se importar se o Ricardo estava olhando a poucos metros. E o melhor de tudo era ver o olhar do meu marido: o Ricardo nos olhava com os olhos brilhando, cruzando os braços, achando o máximo ver os amigos atacando a sua mulher à luz do dia. ?A verdadeira diversão, no entanto, aconteceu à beira da água. ?A cena virou um ritual delicioso. O Ricardo sentou-se numa pedra grande e confortável perto da margem, com a vara de pescar apoiada nas pernas e um sorriso malicioso nos lábios. Eu me ajoelhei bem na frente dele, encaixando o seu pau já duro na minha boca, chupando com vontade, fazendo o meu marido fechar os olhos e suspirar de prazer diante dos amigos. ?E enquanto eu mantinha o Ricardo ocupado e satisfeito na minha boca, a pescaria dos outros ganhava um sentido totalmente novo. ?— Minha vez — disse José, largando a vara dele na grama. ?Ele se aproximou por trás, abaixou meu short e, sem cerimônia, me ergueu levemente pelos quadris, enfiando a sua rola grossa na minha buceta com força, bem ali, com o Ricardo assistindo a tudo enquanto recebia minha chupada. Eu gemia abafada em volta do pau do meu marido, sentindo o corpo de José me estocar com ritmo, o barulho da água do rio misturado aos tapas secos na minha pele. ?Quando José gozou fundo dentro de mim, Marcelo logo tomou o lugar dele. E depois foi a vez do Juca. Durante aqueles dias, a rotina foi exatamente essa: eu fui a piranha deles, a mulher de todos e de ninguém ao mesmo tempo, revezada sem trégua entre a beira do rio, as barracas e a sombra das árvores. O Ricardo se divertia como nunca, curtindo cada segundo daquela submissão compartilhada, fingindo ser apenas o marido liberal para os outros, enquanto por dentro sabíamos o quanto aquela dinâmica nos corrompia e excitava. ?Até que chegou o domingo, o dia de levantar acampamento. ?Para encerrar com chave de ouro, fizemos a última brincadeirinha logo na manhã de sol forte. Sentados em círculo na grama, eu fui de um em um. Cada hora eu sentava no colo de um deles, rebolando devagar, namorando de verdade, ouvindo declarações safadas, beijando na boca com carinho e intensidade, enquanto era preenchida de todas as formas e jeitos possíveis. ?Fui usada, amada, comida e venerada por quatro homens durante um fim de semana inteiro. Quando arrumamos as coisas para voltar a Belo Horizonte, o silêncio no carro era pesado de memórias e o cheiro misturado do nosso suor ainda impregnava a pele. Olhei de sossego para o Ricardo dirigindo, com aquele sorriso de canto de boca, e tive a certeza absoluta: aquela tinha sido a melhor viagem da minha vida, e eu já sabia exatamente que faria questão de repetir tudo aquilo dali a pouquíssimo tempo.
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