Comprei um guarda roupas da Casas Bahia e marquei a entrega para o sábado, pq moro sozinho e trabalho a semana toda. Sou viúvo, tenho 38 anos, 1,80m, 90 Kg, parrudo, pernas grossas, peludo, barba cerrada, meio ruiva, pele clara, pau de 20cm, por 16 cm, saco grande, cuzão peludo. Adoro foder um cuzinho peludo e mamar uma pica grossa. No dia acertado, 7h30 da manhã tocam a campainha de casa e levantei, meio dormindo ainda, para ver que era a entrega do móvel. Meio de mau humor, resmunguei com o rapaz, poxa, precisava vir de madrugada? Ele fez que não entendeu, deu um sorriso e disse, é que estou sozinho e quero terminar o serviço hoje pro senhor ficar satisfeito e ficou olhando pro meu pau, duro na cueca. A popular ereção do mijo, ou ereção matinal. Olhei pra baixo e o bichão estava saltando da. Dei uma risadinha sem graça e falei, desculpa aí cara, sempre acordo assim. Não se anima não, que não é por sua causa. E dei uma risada para descontrair o ambiente. Ele riu, disse tudo bem e perguntou se podia ir descarregando. Autorizei, fui fazer um café e continuei só de cueca, afinal éramos dois homens. Convidei ele pra tomar café, no que respondeu só uma xícara de café preto. Já comeu? Perguntei. Não senhor, mas não quero perder muito tempo. Coloquei o café e mandei, sente aqui e come um pedaço de pão, queijo, pra ficar forte, aguentar o tranco, dei risada. Meio ressabiado, perguntou, como assim, aguentar o tranco? Ué, tem que montar o guarda roupa, fazer força e o que mais aparecer. (já falei na maldade, para sentir se podia investir. Afinal, era uma rapaz de uns 28 anos, 1,80m, fortão, cabelo castanho bem curto, barba por fazer e uma mala razoável marcada na calça de moletom). O Sr. Vai querer mais algum serviço por fora? Falou já com um ar mais descontraído. Vou sim, respondi, levantando da mesa, com o pau duro de novo e fui em direção a ele, olhando bem firme nos olhos dele e já peguei na sua mão e coloquei em cima da minha pica, fazendo ele sentir o calor e o pulsar da minha vara latejando. Vi que ele engoliu em seco e não tinha reação. Então cheguei no ouvido dele e falei bem baixinho, fazendo ele arrepiar, agora você tira ele da cueca e começa a punhetar bem devagar, como se fosse a sua pica. Vai puxando a pele até sair toda a cabeça, passa a ponta do dedo na ponta e sente a baba dele no seu dedo. Ele foi obedecendo, meio na vontade, meio no susto e falou, eu nunca fiz isso com outro cara. Sempre tem a primeira vez, continua. Coloquei mão na cabeça dele e fui fazendo força pra baixo, direcionando ele pra chupar meu cacete. Ele tentou resistir e mandei, agacha e chupa. Foi se abaixando, com medo, olhando pra cima e mandei agora chupa, devagar. Primeiro lambe a cabeça, senti o gostinho da minha baba e vai engolindo, sem raspar os dentes. Fui colocando devagar para ele se acostumar, segurei a cabeça dele e fui fodendo aquela boca de macho, aos poucos até socar tudo até a garganta, fazendo ele engasgar e soltar lágrimas. Puxei ele pra cima e disse vem aqui eu quero sentir o gosto do meu pau na sua boca, trouxe ele e meti a língua dentro da sua boca. Ele tentou sair e eu disse, agora que começou, vamos até o fim. Aqui eu mando e você obedece. Ele relaxou e retribuiu. Como você está sendo um bom rapaz, vem aqui que vou te retribuir, deitei de lado, baixei a calça dele, saltou um pauzão gostoso, de uns 19 cm, grosso, pentelhudo do jeito que eu gosto, engoli de uma vez e ele urrou de prazer. Dei umas três chupadas e mandei, deita aqui e chupa o meu enquanto chupo o seu. Ficamos ali por uns minutos e fui virando ele de 4 por cima de mim, abri as pernas, cheirei o cuzão peludo, delicioso, que nunca viu uma gilete, cheirei e comecei a lamber. Ele se contorcia e gemia. Meti a língua dentro, forçando as pregas e ele começou a rebolar instintivamente. Fui passando o dedo e, devagar, comecei a forçar um dedo pra dentro. Ele resmungou um pouco, mas aguentou firme. Dei uma cuspida, enfiei meu dedo na boca dele e enfiei dois dedos, ele pediu pra parar, dei uma segurada e enfiei de novo. Fui brincando e ele foi se acostumando. Levantei, vim por trás, cuspi no cu dele, no meu pau, que já estava bem lubrificado com a própria baba e fui pincelando para deixa-lo relaxado. Fui forçando e tirando, forçando e tirando, até que comecei a enfiar a cabeçona. Ele pediu pra para que estava doendo. Parei, fiz de conta que estava na paz e recomecei. Quando ele reclamou, eu falei, relaxa, faz força pra fora, como se fosse cagar, que vou por bem devagarinho e vai entrar aos poucos, sem dor, só um leve desconforto. Quando ele relaxou, dei uma leve cutucada e quando a cabeça entrou, segurei firme e soltei o peso sobre ele, entrando com tudo de uma vez só, arregaçando todas as pregas daquele cuzão peludo gostoso. Para, para, para... está arregaçando meu cu, seu filhodaputa.... Mordisquei a orelha dele e disse, calma, o pior já passou, agora vem o prazer. Relaxa e deixa comigo. Meti por mais uns minutos, tirei de dentro, sentei no sofá e mandei, agora senta no meu pau, de frente, fode meu cacete olhando pra mim, conduz a foda do jeito que te dê prazer também. O cara cavalgou como se fizesse isso a vida inteira e pediu quero gozar. Levantei peguei ele por trás, comecei a bombar com força e punhetar o pau dele ao mesmo tempo. Ele deu um grito e soltou uma porra grossa e farta enquanto eu enchia o cu dele de porra. Sentamos com as pernas trêmulas e ele falou cara, você me arrombou. Eu não sou veado. Por que você fez isso comigo? Porque nós dois queríamos. Agora vamos tomar uma banho, dar mais uma e depois você termina seu serviço.
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