Saí do Rio com uma mochila nas costas e a cabeça cheia de barulho. Escolhi o Maranhão quase sem planejar. Queria ver as dunas, o Delta, aquele azul absurdo que só existe por lá. Cheguei numa cidadezinha perto da entrada dos Lençóis, daquelas que ainda respiram devagar. A pousada era simples, de fachada azul desbotada e redes na varanda. A dona, Dona Lourdes, me recebeu com um sorriso cansado e um cafezinho.
— Meu filho vai te levar nos passeios se quiser — falou, ajeitando o cabelo. — Ele conhece tudo por aqui. Chama Ilson.
Ilson apareceu no final da tarde.
Dezoito anos, 1,65 m, uns 70 kg bem distribuídos. Coxas grossas, bunda redonda e alta que o short verde apertado não conseguia esconder. Cabelo preto liso penteado pra trás, bochechas cheias, carinha de marrento que misturava inocência com safadeza. Olhos escuros, sobrancelhas grossas, um sorrisinho de canto que já entregava que ele sabia o efeito que causava.
— E aí, carioca — falou, a voz ainda de menino. — Quer conhecer o Delta amanhã?
Aceitei na hora.
Nos dois primeiros dias a mãe estava em casa. E o flerte foi construído devagar, delicioso.
No primeiro passeio ele me levou de barco pelo rio das marés. O motorzinho fazia barulho baixo enquanto a gente descia entre ilhas de mangue. Ilsonzinho ia na frente, em pé na proa, apontando os guarás vermelhos e os macacos-prego. Toda vez que se inclinava pra frente o short subia e a curva daquela bunda redonda ficava ainda mais evidente. Eu ficava sentado atrás, fingindo prestar atenção nos pássaros, mas meu olhar não saía daquele bundão empinado. Em determinado momento ele se agachou pra amarrar uma corda e o short grudou de vez. Deu pra ver o formato inteiro. Quando ele olhou pra trás, me pegou encarando. Em vez de ficar constrangido, só deu aquele sorrisinho de marrento e perguntou:
— Tá vendo os guarás, carioca… ou tá vendo outra coisa?
— Tô tentando ver os guarás — respondi, rindo. — Mas tá difícil se concentrar.
Ele riu baixo e virou de novo, agora rebolando um pouco mais do que o necessário enquanto equilibrava o barco.
No segundo dia fomos pra umas dunas mais afastadas, daquelas que ainda não têm muita gente. A subida era íngreme. Ilsonzinho ia na frente, as coxas grossas contraindo a cada passo, a bunda subindo e descendo no short verde. O suor fazia o tecido grudar. Em uma das paradas ele se virou de lado pra beber água e eu vi claro o volume da minha calça marcando. Ele olhou direto pra lá, sem disfarce, e passou a língua no lábio inferior.
— Tá pesada a mala aí, hein? — falou, a voz baixa, só pra mim.
— Tá — respondi, ajeitando na cara dura. — E parece que vai ficar pior se você continuar andando na minha frente desse jeito.
Ilsonzinho deu aquela risadinha de bochechudo e continuou subindo, agora ainda mais safado, parando de propósito em lugares altos pra eu ter a visão completa da bunda empinada.
À noite, na pousada, ele passava pela minha porta de short curto e me dava “boa noite” demorado demais. Ele estava mais ousado, uma dessas vezes entrou no quarto e enquanto falava qualquer besteira sobre o passeio que faríamos no dia seguinte chegou a encostar a mão na minha cintura. A mãe estava na cozinha, a poucos metros. O perigo só deixava tudo mais gostoso.
No terceiro dia Dona Lourdes anunciou:
— Vou pra São Luís ver minha irmã. Fico três dias. Ilson cuida de tudo, viu?
Ela saiu de manhã cedo.
Ficamos só nós dois na pousada inteira.
Naquela mesma tarde ele me levou de novo pras dunas. O sol já estava mais baixo, a areia ainda quente. A gente subiu uma elevação alta, longe de qualquer turista. Quando chegamos no topo, o vento batia forte. Ilsonzinho tirou a camisa, o suor brilhando nas costas lisas, e se virou de lado pra beber água. Foi aí que vi.
Por baixo do short folgado apareceu o fio fino de uma calcinha preta. Fio dental. O tecido sumia entre as nádegas redondas.
Ele notou meu olhar e não disfarçou.
— Gostou, carioca? — perguntou, a voz baixa, quase um desafio.
— Gostei pra caralho, Ilsonzinho.
Ele se aproximou, o corpo ainda quente do sol. Eu puxei ele pela cintura e beijei aquela boca de bochecha cheia. O beijo começou manso e virou fome em segundos. A língua dele era doce de água de coco. Minhas mãos desceram e apertaram a bunda com força. Ele gemeu alto contra minha boca.
— Dá palmada… — pediu, a respiração já pesada. — Eu gosto pra caralho.
Puxei o short e a calcinha pra baixo num movimento só. A bunda saltou livre, lisa, redonda, o cuzinho rosado apertado. Dei o primeiro tapa. O som ecoou na duna. Ele soltou um grito curto e empurrou a bunda pra trás.
— Mais forte, porra…
Dei outro. E outro. A pele ficou vermelha rapidinho. Ilsonzinho gemia alto, sem vergonha nenhuma, o pauzinho semi-duro balançando entre as coxas grossas. Ajoelhei na areia, abri as nádegas e passei a língua devagar no cu dele. Ele quase caiu.
— Porra, Vitor… assim não…
Chupei, molhei, enfiei a língua. Ele rebolava na minha cara, gemendo sem parar. Quando já estava bem aberto e molhado, deitei na areia quente e puxei ele pra cima de mim.
— Senta, Ilsonzinho.
Ele não precisou de mais convite. Segurou meu pau com a mãozinha, posicionou e foi descendo devagar. O cu apertado engoliu a cabeça, depois o meio, depois tudo. Ele soltou um gemido longo e agudo quando sentou até o fim.
— Ai, caralho… que pau grosso… tá me abrindo todinho…
Começou a quicar. Devagar no começo, sentindo cada centímetro. Depois mais rápido. As mãos dele no meu peito, apertando, enquanto eu apertava os peitinhos dele e puxava os mamilos. Ele se inclinava pra beijar minha boca, depois meu pescoço, depois descia chupando e mordendo meus mamilos com vontade. Eu mordia o pescoço dele, chupava, deixava marca. Cada vez que eu mordia ele apertava o cu em volta do meu pau e gemia mais alto.
— Assim… morda mais… porra… eu gosto…
O suor escorria entre os corpos. A areia grudava nas costas. O barulho era só o da pele batendo e os gemidos dele, altos, sem controle. Eu segurava a bunda vermelha de palmadas e metia pra cima, encontrando o ritmo dele. Dei mais uns tapas enquanto ele quicava, o som molhado misturado com os gritos dele.
— Me chupa um pouco — pedi.
Ele saiu do meu pau com um estalo molhado, desceu e engoliu tudo de uma vez. Mamava com vontade, babando, olhando pra cima com aqueles olhos de marrento. Depois subia beijando minha barriga, meu peito, mordendo os mamilos de novo, lambendo o suor do meu pescoço, como se quisesse provar meu corpo inteiro. Só quando eu já estava quase gozando ele voltou a sentar.
Dessa vez a foda ficou mais bruta. Ele quicava forte, a bunda batendo na minha virilha, gemendo meu nome entre gritos. Eu sentia o cu dele tremer a cada estocada. Passei a mão no peito suado dele, apertei os mamilos e mordi o pescoço de novo, mais forte.
— Vou gozar… — ele avisou, a voz falhada, as bochechas vermelhas.
— Goza no meu pau, Ilsonzinho.
Ele gritou quando gozou, o corpinho inteiro tremendo, o cu contraindo forte em volta de mim. Eu segurei a cintura dele e continuei metendo até gozar também, fundo, enchendo ele enquanto ele ainda soluçava de prazer.
Ficamos abraçados na areia quente, ofegantes, o sol quase se pondo. O vento batia nos corpos suados. Ilsonzinho ainda estava sentado no meu pau, a cabeça no meu ombro, a respiração pesada, as bochechas coradas.
— Dorme na minha cama hoje? — perguntou, a voz rouca.
— Dormimos pouco — respondi, apertando a bunda vermelha dele e dando mais um tapa de leve.
Ele riu baixinho, aquele riso de bochechudo marrentinho, e me beijou de novo, demorado, como se ainda não tivesse se cansado de provar minha boca.
Nas duas noites seguintes a mãe ainda não tinha voltado. E a gente usou cada canto da pousada.
Mas a primeira vez, ali nas dunas, com o sol se pondo e o cu dele ainda tremendo no meu pau… essa eu não vou esquecer.




