Era uma manhã de sábado, com meus I8-2...anos... pensava apenas como seria meu primeiro boquete... minha primeira transa...rsrsr... Estava distraída olhando pela janela do carro quando papai passou pelo portão de madeira na entrada da fazenda do tio Roger. Fazia mais de dez anos que não nos víamos. Meu tio estava com 52 anos, irmão mais velho do meu pai e, casado com tia Lucia, resolveram ir morar na fazenda.
Na varanda da casa, vimos o coroa sentado numa cadeira de balanço. Papai parou o carro, descemos e fomos ao seu encontro. Ele estava com uma camisa quadriculada branca e preta, sua calça jeans apertada marcava as pernas grossas e usava um chapéu de palha. Estava bem mais gordinho do que me recordava. Branquinho, usava um óculos com seu cabelo curto e grisalho.
— Quem é esse mulherão?
Fiquei sem graça e envergonhada. Coloquei as mãos cruzadas sobre a barriga. Estava usando um short jeans, camiseta branca e uma botinha de couro.
— Deixa disso, Gabizinha. Venha cumprimentar seu tio.
Ele me abraçou forte e senti o cheiro de macho suado, achei estranho que, de certa maneira, aquilo deu um choquinho na minha bucetinha.
— Gabi, tio..me chama de Gabi.
Ele riu.
— Como quiser.
O coroa cumprimentou meus pais.
— A Lucia deu uma saída ao mercado na cidade. Mas... vamos... vamos... entrem.
Entramos na casa, bem aconchegante. Eles moravam sozinhos e tudo estava em seu devido lugar. Na sala, fiquei escutando eles botarem as fofocas em dia. Falavam da prima tal que engravidou, do sobrinho que foi preso e assim, por diante. Até que tia Lucia chegou, houve cumprimentos, ela fez um café e então pedi permissão para andar pela fazenda.
— É perigoso andar por ai, sozinha, Gabi. — Disse tia Lucia. — Pode se perder e não saber voltar.
— Eu vou com você. Além disso, podemos dar uma volta de cavalo.
Aquilo me atiçou os instintos. Fiquei pensando em como seria estar sozinha com titio.
— Legal, tio. O senhor poderia me ensinar a cavalgar.
Meu tio quase cuspiu o café levando um tapa no ombro da tia Lucia.
— Deixa de sem vergonhice.
Todos riram e fiquei sem entender o motivo. Fomos até aonde ficavam os cavalos.
— Quer mesmo aprender a cavalgar?
Quando vi o tamanho do cavalo fiquei com medo.
— Podemos dar uma volta primeiro pra eu sentir como é?
— Sem problemas, Gabi.
Em pouco tempo, tio Roger estava com as rédeas em mãos e eu sentada atrás dele com as mãos em sua barriga
— Gabi, vou ir bem devagar. Estou sentindo que você está toda dura.
— É que nunca andei de cavalo antes.
O cavalo deu alguns passos e começou um leve trote. Eu me agarrei ainda mais e então, o cavalo começou a ir mais rápido fazendo minhas mãos descerem cada vez mais. Eu apenas fechei os olhos e então senti algo pulsando na minha mãozinha. Era a primeira vez que sentia uma rola pulsando.
— Se segura, Gabizinha. A coisa vai ficar ainda mais dura.
Ele fez o cavalo correr e seu segurava a pica ainda mais forte. Quando finalmente paramos diante de um riacho, o cavalo se acalmou. Continuei com a mão na rola do coroa que me fez tirar a mão.
— Pode soltar agora. HAHAHA.
— Tio... me desculpa por isso. — falei descendo.
— Desculpa pelo que? — ele fingiu que nada aconteceu acho que era para eu não ficar consternada. — Você se saiu muito bem. Na volta, você que vai guiando.
Aquilo me fez estremecer.
— Aqui não é maravilhoso, Gabi?
Estávamos atrás de um morro, ao redor, quilômetros e quilômetros de terra completavam a paisagem além do riacho. Tio Roger prendeu o cavalo e então, levei um susto. O coroa tirou a camisa.
— Que acha de se molhar antes de voltarmos? — perguntou já tirando a bota, a meia e em seguida, a calça.
Fiquei espantada com o que via, a rola marcando na cueca preta.
— Deixa eu ver como está a água.
Ele começou a entrar no riacho. Minha bucetinha ficou meladinha ao ver o coroa mergulhando. Tirei minha bota, o short e a camiseta ficando apenas de calcinha e sutiã rosinha.
— Vem, Gabi. Vai gostar.
Tio Roger me olhou carinhosamente, pensei que estava tudo bem estar daquele jeito com ele. Em pouco tempo, ficamos mergulhando e voltando a encosta. Até que ele se sentou sobre uma rocha e ficou me olhando nadar.
— Está se divertindo?
— Demais.
A cada mergulho jogava minha bunda para o alto e descia. O coroa apenas vislumbrou a minha bunda, sorrindo.
— Já está mesmo um mulherão. Seu namorado não quis vir.
— Deixa disso, tio. Não tenho namorado. — falei saindo da água e indo até ele.
Percebi a rola dura do gordinho e quis sentir aquilo tocando em mim.
— E não quero tão cedo pensar em arrumar um. — falei me virando e sentando.
O coroa segurou minha cintura como já esperando aquilo e me encaixou em seu colo. Senti a rola pulsando e batendo na minha bunda. Meu coração disparou.
— Você ainda vai dar um trabalhão pra muita gente. — disse me abraçando.
Pensei se o coroa teria coragem de me comer ali mesmo, mas fiquei com receio do que aconteceria depois se meus pais descobrissem. O cavalo relinchou e então decidimos voltar. Foi até difícil pro tio Roger botar as calças.hahaha
Ele me ajudou a subir no cavalo e veio atrás de mim. Me falou o que deveria fazer e saímos de lá.
— Precisa soltar mais o quadril. — disse com a mão na minha cintura.
O cavalo deu um pequeno pulo e acabei indo para trás ficando com o bumbum bem encaixando debaixo da barriga do coroa.
— HUMMMM... Assim que é gostoso.
Tio Roger então foi movendo minha cintura me fazendo praticamente rebolar. Fomos assim até a baia dos cavalos aonde o coroa me ajudou a descer.
— Sabe o que falta agora para uma boa cavalgada?
Dei de ombros.
— Você aprender a subir e descer.HAHAHA
— O que quer dizer com isso? Pensei que já estava boa na cavalgada.
Tio Roger balançou a cabeça.
— Se continuar brincando assim comigo, vou te botar pra cavalgar de acordo!
— Tio, aonde ficam as vaquinhas?!? Me ensina a tirar leite? To doida pra experimentar um leite direto da fonte..dizem que é muito forte, é verdade?
Ele pegou no meu braço.
— Não aguento mais isso. Preciso dar uma aliviada.
O coroa me puxou até o final do recinto me levando até atrás dos fardos de feno. Ele me jogou contra um e cai sentada. Fiquei confusa com aquela atitude. Então, tio Roger parou na minha frente, tirou o cinto da calça e abaixou ela até os joelhos.
— O que está fazendo, tio? — perguntei inocentemente enquanto ele dava um nó na parte inferior da camisa.
— Antes de ordenhar as vaquinhas. — O coroa abaixou a cueca. — Vem treinar com o titio.
Arregalei os olhos, jamais imaginei que a primeira rola que veria na vida seria do meu tio.
— O que é isso?... Melhor, não.
Ele chacoalhou a rola e então mostrou a cabeçona que babava.
— Não precisa mais se fazer de desentendida. Você agarrou minha pica com tanta força que até doeu...depois, no riacho, ficou se esfregando... eu sei o que quer.
Tio Roger botou a mão na minha cabeça e encurvei para frente.
GLUB, GLAB, GLUUUBB..GLAN
Mal conseguia mamar naquele cacete duro, era bem grosso apesar de ter uns 13 centímetros, eu diria hoje em dia.
— QUE DELICIAAAA HUMMMM CHUPAAA ASSIMMMM HMMMMM.
Me ajoelhei em frente a ele.
— Tio, sabia que nunca fiz isso antes.
— O que?? Sério??
Segurei na calça dele e abocanhei de novo. Comecei a salivar a cada estocada do coroa que então me empurrou contra o feno.
— Já que é sua primeira mamada. Vou fazer questão de encher sua boquinha de sêmen.
Ele abriu as pernas posicionando-as ao lado do meu corpo, segurou minha cabeça com as duas mãos e sorriu.
— Se tu quer leite, abre a boca e bota a língua pra fora.
Abri bem a boca e coloquei a língua de fora.
— Boa, garota. Assim que se faz.
Ele meteu a rola sem dó na minha boca, eu quase engasguei. Tentei resmungar, porém saia apenas sons difusos.
GLAN, GLAN, GLAN, GLUB
— Sua biscatinhaaaa ahnnn... o titio ainda vai te pegar de jeitoooo ohnnnn.
Quando senti o primeiro jato, quis sair e o coroa me soltou. Nisso, mais porra saiu vindo bem no meu rosto.
— TESUDAAAAAAA AINNN CARALHOOOO!
Fiquei com a cara toda esporrada sentindo o gosto do sêmen na boca.
— Nossa, tio. Quanta porra!
Ele me deu um tapinha no rosto.
— Tu sabe que eu vou atolar a pica no seu rabo ainda, né?
Me levantei, sorrindo. Pensei que ele estava brincando com aquela insinuação.
— Deixa disso... o senhor já gozou pra caramba!
O coroa me virou e me jogou no feno.
— Ainda tenho muita porra pra encher seu rabo!
Antes que eu me levantasse, senti meu shortinho sendo puxado junto com minha calcinha.
— OOOHHHH Rabão gostosooo...caralhooo! Me segurei ao máximo no riacho para não te atolar lá mesmo.
PLAF, PLAFT
— Mas aqui?!? Você não escapa.
Quando ele encostou a ponta no meu cuzinho. Escutamos passos na entrada. Nos vestimos rapidinho até nos encontrarmos com meus pais diante da baia.
— Ai estão vocês. — Disse meu pai desconfiado.
— Estava mostrando o galpão para ela.
O dia correu normalmente até o anoitecer. Depois de um belo banho, coloquei um vestidinho quadriculado com babadinhos na ponta. Resolvi ficar sem calcinha e apenas usei sutiã para meus seios não ficarem caídos. Sentamos na varanda aonde tio Roger instalou uma rede de dormir. Fiquei deitada nela e percebi que o coroa não tirava os olhos de mim.
— Acho melhor irmos dormir, está tarde. — declarou minha mãe e tia Lucia concordou.
As duas saíram deixando apenas eu, tio Roger e papai. Depois de alguns minutos, papai disse que iria entrar.
— É, parece que sobrou só a gente.
— Sim, tio.
Na varanda, estávamos sob a luz do luar e pequenos lampiões.
— Se eu pudesse, dormia aqui. — falei sentando na rede de frente pro coroa.
Tio Roger estava apenas de calção e camiseta regata. Então, fiquei de pé fui até o coroa que permaneceu sentado na cadeira, me encurvei e puxei o calção.
— Que danadinho. Sem cueca, hãm?
O coroa me puxou pelo braço e sentei em seu colo.
— Já veio preparada pra levar piru?! Cadê sua calcinha?
Passei a mão por baixo da minha coxa e ajeitei a rola na entrada.
— Me fode gostoso, titio!
Mesmo com medo do que poderia acontecer, fui sentindo o cacete quente escorregando, fui jogando a bunda de um lado para o outro.
— AINNN TIUUUUU CARAMBAAA..HMMMM
— Que pererequinha quenteeee... gostosaaaa. Tesudaaaa...rebolaaa isssooo!
PLAU, PLAU, PLAU
Ele segurou na minha bunda enquanto eu subia e descia devagar. Até mordi os lábios de tanto tesão, minha bucetinha melou e o coroa delirou.
— Caceteeee ainnnn. Aposto que não via a hora de ficarmos sozinhos para poder cavalgar, hein... piranhaaaa.
PLAU, PLAU,PLAU
Abaixei a alcinha do vestido junto com o sutiã.
— Que vaquinha gostosa! Que peitinhooosss hmmmm.
GLAB, GLAB
Ele mamou nos meus seios enquanto eu comecei a pular rapidinho.
Ficamos ali brincando até que sai de cima do coroa, me virei e sentei de costas.
PLAU, PLAU, PLAU
Foi ainda mais gostoso sentir a rola naquela posição. Eu estava dominando a cavalgada e titio suspirava.
— Assim eu não aguento, Gabizinhaaaa..putinhaaa..sacanaaa...caralhooo!
Quando vimos a luz da sala acender, subi a alça do vestido e parei de pular.
— Vocês já deveriam estar na cama. Sae que horas são? — perguntei tia Lucia segurando um cobertor. — Já passa das onze.
Ainda bem que meu vestido tampava o que acontecia debaixo. Tia Lucia sentou na rede e olhou para bem longe.
— Se bem que está agradável aqui, não?
Dei uma reboladinha bem de leve.
— Está gostoso demais, tia. Por mim poderia ficar assim a noite toda.
Meu coração estava tão rápido que pensei que iria passar mal. Eu estava na frente dela com seu marido.
— Bem... eu estou morrendo de sono. — disse se deitando na rede. — Acho que vou dormir aqui esta noite.
Eu bocejei, me levantei disfarçadamente, ficando entre ela e meu tio. Tempo suficiente para ele levantar o calção.
— Eu vou dormir. Estou caindo de sono. — falei entrando na casa.
Resolvi aprontar uma surpresa pro tio Roger. Fui até o quarto deles, fiquei de 4 na beirada da cama, ansiosa. Quando a porta se abriu, tio Roger fechou-a rapidinho e a trancou.
— Mas o que... — ele acendeu o abajur sobre a escrivaninha e veio atrás de mim. — Sabe, o bom desses vestidinhos que é só levantar a barra e meter a vara.
Ele passou o dedo na minha bucetinha melada.
— Bem que eu queria chupar, mas sua tia pode bater na porta a qualquer momento.
O coroa abaixou o calção e já grudou em mim.
PLAU, PLAU, PLAU
— AINNN TIOOOO...ISSSOOO...FODDDEEEE...FODEEEE!
— Eu te fodo, biscatinha...com muito prazer!
PLAU, PLAU, PLAU
O coroa segurou meu vestido e penetrava forte fazendo o sacão bater em mim.
— PIRANHAAAA.. PUTAAAA...Seus pais sabem que estão criando uma rapariga? HAN, HAN, HEIN?
— ISSSOOOO OHNNNN...METEEEE!
Bastou alguns segundos para o coroa segurar minha cintura com força.
— Vai dormir com a buceta quente esta noite. TOMAAAA! ARGHHH! RRRRUMMMM
Ele me puxou para trás, erguendo minhas pernas, só não fui de cara no chão porque me apoiei com as mãos na beirada da cama.
— TOMAAA!
PLAU
— TOMAA!
PLAU
— AINN TIOOOO!
A cada pistolada, eu sentia mais porra saindo.
— TOMAAAA ARGHHH!
O coroa me botou no chão e senti minhas coxas ficarem meladas com a porra escorrendo.
— O que fez comigo ,tioooo ainnnn?
— Sorte sua que está tarde. Senão ia arregaçar seu cuzinho. Mas, amanhã é um longo dia e vou te levar no riacho para resolvermos essa questão.
Sai do quarto até trançando as pernas, fui dormir. No outro dia, o coroa agiu como se nada tivesse acontecido. Mas, infelizmente, todos nós fomos até o riacho e tio Roger não teve chance de comer meu cuzinho...hahaha. A tarde voltamos para casa e, até hoje, fico imaginando como teria sido gostoso ter dado o cuzinho pro tio Roger.
Alguém ai gostaria de me levar pra fazendo pra cavalgar ou conhece algum riacho na sua cidade?..rssrsr..deixe nos comentários.
Bjos e até a próxima!





Que delícia de conto! Adoramos. Bjos, Ma & Lu
Huuumm... bem sacaninha rsrs gostei!